Conto XXX Prima ruiva novinha fez 18 aninhos e já tem um bucetão carnudo pra foder! Chegou e já ficou de quatro para o primo socar na buceta
Conto XXX Prima ruiva novinha fez 18 aninhos e já tem um bucetão carnudo pra foder! Chegou e já ficou de quatro para o primo socar na buceta
XXX Prima ruiva novinha fez 18 aninhos e já tem um bucetão carnudo pra foder! Chegou e já ficou de quatro para o primo socar na buceta
A prima ruiva, aquela putinha novinha que mal tinha completado 18 aninhos, chegou na casa da família com cara de santa mas corpo de puta barata. Cabelo vermelho fogo caindo nos ombros, pele branquinha cheia de sardas, peitinhos empinados e uma bundinha arrebitada que já chamava pro pecado. Mas o que mais me deixou com o pau latejando foi saber que por baixo daquela saia curta ela escondia um bucetão carnudo, gordo, inchado e já molhadinho de tesão.
“Primo… faz tempo que eu não aguento mais…”, ela sussurrou assim que a tia saiu da sala. Sem enrolação, a safada virou de costas, puxou a saia pra cima e ficou de quatro ali mesmo no sofá, empinando aquele rabo branquinho. A calcinha fio-dental mal cobria nada. Quando ela puxou de lado, caralho… o bucetão apareceu inteiro: lábios grossos, rosados, brilhando de melado, bem carnudinho e apertadinho, com um clitóris inchado pedindo pra ser socado.
“Olha o que a prima trouxe pra você, primo… já tá piscando de vontade”, ela falou com voz manhosa, balançando a bunda devagar.
Não pensei duas vezes. Baixei a bermuda, meu pau duro feito pedra pulou pra fora e eu já encostei a cabeça grossa bem no meio daquela carne molhada. Ela gemeu alto quando eu empurrei devagar, sentindo o bucetão carnudo engolindo meu cacete centímetro por centímetro. Era quente, apertado pra caralho, daqueles que mama o pau inteiro.
“Ahhh porra… soca logo, primo! Me fode bem gostoso!”, ela pediu rebolando.
Segurei aqueles quadris fininhos e meti com força. Ploc ploc ploc. O barulho da minha virilha batendo na bunda dela ecoava na sala. O bucetão carnudo espremia meu pau a cada estocada, soltando um leitinho branco de tesão nas minhas bolas. Ela mordia o braço do sofá pra não gritar, mas não aguentava:
“Mais forte, caralho! Rasga essa bucetinha novinha! Eu sou tua putinha agora, primo!”
Eu metia sem piedade, puxando o cabelo ruivo dela pra trás enquanto socava fundo, sentindo o fundo daquele buraco guloso. O cuzinho piscava junto, pedindo atenção depois. Ela tremia inteira, gozando pela primeira vez com o pau do primo enterrado até o talo, o bucetão contraindo e esguichando melado na minha perna.
Não parei. Virei ela de lado, levantei uma perna e continuei metendo naquele bocetão carnudo, vendo os peitinhos balançando e o rosto dela todo vermelho de tesão e vergonha.
“Goza dentro, primo… enche essa buceta de porra quente… me faz de vadia da família…”
Quando eu não aguentei mais, segurei firme e descarreguei tudo lá no fundo, jato atrás de jato enchendo aquele bucetão novinho até transbordar. Ela ficou tremendo, de quatro ainda, com o leite escorrendo pelas coxas grossas.
“Parabéns pelos 18 aninhos, priminha… agora essa buceta é minha pra foder sempre que eu quiser.”






