Hentai História Porno Unohana Retsu – Bleach Xxx – Milf puta: Fodi gostoso com entregador de pizza que fodeu meu cuzinho
Hentai História Porno Unohana Retsu - Bleach Xxx - Milf puta: Fodi gostoso com entregador de pizza que fodeu meu cuzinho
Hentai Unohana Retsu – Bleach Xxx – Milf puta: Fodi gostoso com entregador de pizza que fodeu meu cuzinho
Unohana Retsu – A Milf Puta do Seireitei
Unohana Retsu era a imagem perfeita da gentileza e elegância. Como capitã da Quarta Divisão, todos a conheciam como a “Dama da Cura”, sempre serena, com um sorriso maternal e uma voz suave que acalmava até os mais feridos. Mas por trás daquela fachada de milf bondosa existia uma mulher insaciável, uma puta de alto nível que escondia seus desejos mais pervertidos.
Seu corpo era uma obra-prima: pele clara e impecável, seios enormes e pesados que balançavam suavemente sob o shihakusho branco, uma cintura fina que contrastava com quadris largos e uma bunda grande, redonda e macia — o tipo de bunda que fazia qualquer homem perder o juízo. Seus longos cabelos negros caíam como seda até a cintura, e seus olhos gentis escondiam uma fome predatória.
Naquela noite quente em sua residência particular no Seireitei, Unohana estava sozinha e entediada. Havia terminado seus deveres mais cedo e, depois de um banho quente, vestiu apenas um roupão fino de seda branca que mal conseguia conter seus enormes peitos. Os mamilos rosados marcavam o tecido. Ela estava com tesão. Muito tesão.
O som da campainha ecoou. Pizza. Ela havia pedido uma grande, só para ter algo para fazer.
Quando abriu a porta, encontrou um jovem entregador de uns 23 anos, alto, forte, com uniforme justo que marcava os músculos do peito e braços. Seus olhos se arregalaram ao ver Unohana: o roupão entreaberto revelava o vale profundo entre seus seios gigantes e parte da coxa grossa e macia.
— Boa noite, senhora… sua pizza — gaguejou ele, tentando não olhar.
Unohana sorriu docemente, mas seus olhos brilharam com malícia.
— Entre, por favor. Está tão quente hoje… você deve estar cansado.
O rapaz hesitou, mas entrou. Unohana fechou a porta atrás dele e, sem pressa, deixou o roupão deslizar um pouco mais pelos ombros, quase expondo um mamilo.
— Qual é o seu nome, entregador? — perguntou ela com voz melosa, aproximando-se.
— T-Takashi… — respondeu ele, sentindo o pau começar a endurecer dentro da calça.
Unohana pegou a caixa de pizza, colocou sobre a mesa e virou-se para ele. Seus seios enormes roçaram deliberadamente no peito dele.
— Você é bem forte, Takashi… Aposto que entrega mais do que só pizza, né? — sussurrou, passando a mão pelo braço dele.
O jovem engoliu em seco. Antes que pudesse responder, Unohana abriu completamente o roupão, revelando seu corpo nu: os peitos pesados e naturais, a buceta lisinha e levemente inchada de tesão, e aquela bunda deliciosa.
— Eu estou muito carente hoje… Quer foder uma milf puta como eu? — disse ela, sem rodeios, apertando os próprios seios na frente dele.
Takashi não resistiu. Jogou o quepe no chão e agarrou Unohana pela cintura, puxando-a para um beijo faminto. Suas mãos grandes afundaram na carne macia da bunda dela, apertando e abrindo as nádegas grossas.
— Caralho… que bunda gostosa — rosnou ele.
Unohana gemeu baixinho, já molhada. Ela caiu de joelhos ali mesmo na sala, abriu a calça dele e puxou um pau grosso, longo e venoso, já latejando.
— Que delícia… bem grande — elogiou ela antes de engolir metade do pau na boca quente e molhada. Chupou com vontade, babando, lambendo as bolas pesadas enquanto olhava para cima com aqueles olhos inocentes de milf.
Takashi segurou os cabelos dela e fodeu sua boca com estocadas profundas, fazendo os peitos enormes de Unohana balançarem.
Depois de alguns minutos, ela se levantou, virou de costas e empinou aquela bunda perfeita.
— Quero no cuzinho… Me fode bem gostoso no rabo, Takashi.
Ela cuspiu na própria mão, passou no pau dele e depois no seu cuzinho apertado e rosado. Dobrou o corpo sobre o sofá, abrindo bem as nádegas.
Takashi posicionou a cabeça grossa do pau contra o anel apertado e empurrou devagar. Unohana gemeu alto, mordendo o lábio enquanto sentia o pau grosso abrindo seu cu.
— Ai que delícia… vai enfiando tudo… sou uma puta safada, não tenha pena.
Ele segurou os quadris largos dela e meteu fundo, centímetro por centímetro, até as bolas encostarem na buceta molhada dela. O cuzinho de Unohana apertava deliciosamente em volta do pau.
Começou a foder com força. O som de pele contra pele ecoava na sala junto com os gemidos obscenos da capitã.
— Isso! Me fode esse cuzinho! Mais forte! — gritava ela, rebolando a bunda grande contra ele.
Takashi metia cada vez mais rápido, estocadas brutais que faziam a bunda dela tremer. Ele dava tapas fortes nas nádegas, deixando marcas vermelhas na pele clara.
Unohana gozou pela primeira vez só com o cu sendo arrombado, sua buceta pingando no chão enquanto o corpo tremia.
Ele a virou, colocou ela de quatro no tapete e voltou a comer seu cuzinho com tudo. Os peitos enormes de Unohana balançavam pra frente e pra trás com cada estocada.
— Quero gozar dentro desse cu gostoso — rosnou Takashi.
— Goza! Enche o cuzinho da milf puta! — implorou ela.
Com um grunhido, ele enterrou o pau até o fundo e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo o intestino dela. Unohana gozou novamente, apertando o pau com o cu enquanto sentia o sêmen quente.
Mas ela ainda não tinha terminado.
Virou-se, chupou o pau sujo do próprio cu dele, limpando tudo com a boca gulosa. Depois subiu no colo dele no sofá e sentou na rola ainda dura, agora enfiando na buceta encharcada.
Foderam por mais de uma hora. Ele comeu ela em todas as posições: de lado, cavalgada, de frente com as pernas dela no ombro, e novamente no cuzinho, dessa vez com ela sentada no pau dele, quicando aquela bunda pesada.
Quando terminaram, Unohana estava coberta de porra — no rosto, nos peitos, escorrendo do cu arrombado e da buceta inchada.
Ela sorriu serenamente, como se nada tivesse acontecido, e disse com voz doce:
— Obrigada pela entrega… e pelo serviço extra. Volte sempre que eu pedir pizza.
Takashi saiu cambaleando, exausto e feliz.
Unohana Retsu, a gentil capitã, lambeu os dedos sujos de porra, já pensando na próxima entrega
Unohana Retsu – A Milf Puta do Seireitei (Continuação)
Depois que Takashi saiu cambaleando pela porta, Unohana Retsu ainda não estava satisfeita. Seu cuzinho arrombado pingava porra grossa pelas coxas grossas, mas a fome dentro dela só havia aumentado. A gentil capitã da Quarta Divisão estava com o lado mais sombrio e violento despertado.
Ela pegou o telefone e pediu outra pizza, dessa vez uma maior, com a voz doce de sempre. Menos de 30 minutos depois, a campainha tocou novamente.
Quando abriu a porta, encontrou um novo motoboy. Diferente do anterior, esse era mais alto, corpo bem definido, pele morena e uns 25 anos. O nome no crachá era Kenji. Seus olhos quase saltaram das órbitas ao ver Unohana: roupão completamente aberto, seios enormes à mostra, mamilos duros, e porra escorrendo lentamente pela parte interna de suas coxas.
— Entrega… — começou ele, mas Unohana não deu tempo.
Ela agarrou a camisa dele com força e puxou-o para dentro, batendo a porta com violência. O roupão caiu no chão.
— Cala a boca e me fode, motoboy. Hoje eu quero ser tratada como a puta que sou — rosnou ela, com um sorriso perigoso que contrastava com sua aparência serena habitual.
Kenji mal teve tempo de reagir. Unohana o empurrou contra o sofá, abriu a calça dele com urgência e puxou um pau enorme, bem mais grosso e comprido que o do entregador anterior. Um verdadeiro rabão.
— Que delícia… esse pau vai me destruir hoje — murmurou ela, lambendo os lábios.
Sem preliminares, Unohana subiu no colo dele, posicionou a cabeça grossa do pau na entrada do seu cuzinho ainda melado de porra e sentou com força.
— Aaaahhh! — gritou ela, empalando-se até o fundo de uma vez. O pauzão abriu seu cu sem piedade.
Começou a quicar. Violenta. Brutal. Sua bunda grande, redonda e pesada subia e descia com estocadas selvagens, fazendo um barulho obsceno de pele molhada contra pele. Cada descida fazia seus seios enormes pularem descontroladamente.
— Isso! Me rasga esse cu, seu filho da puta! — gritava Unohana, cavalgando como uma louca. Suas mãos apertavam o peito dele com força, unhas cravando na pele.
Kenji segurava aquela bunda gigante, abrindo as nádegas enquanto ela quicava sem parar. O rabão dela batia com força contra as coxas dele, tremendo a cada impacto.
Unohana ficou ainda mais agressiva. Deu um tapa forte no rosto dele e depois agarrou seu pescoço, apertando enquanto quicava mais rápido.
— Não goza ainda, porra! Eu quero tirar tudo com minha bunda!
Ela girava os quadris, rebolando forte, contraindo o cuzinho apertado em volta do pau grosso, ordenhando ele. O som molhado e os gemidos dela enchiam a sala.
Depois de alguns minutos quicando no cowgirl, Unohana se levantou, virou de costas e sentou novamente em reverse cowgirl. Agora ele tinha a visão completa daquele rabão enorme quicando. A bunda branca e macia subia até quase sair o pau, depois descia com tudo, engolindo a rola inteira.
— Olha como minha bunda come seu pau, motoboy… — provocou ela, olhando por cima do ombro enquanto acelerava o ritmo.
Ela quicava cada vez mais forte, quase com raiva, batendo a bunda com violência. O pau entrava e saía do cuzinho dela, brilhando com a mistura de porra antiga e nova lubrificação.
Kenji não aguentou. Agarrou os cabelos longos dela como rédea e começou a meter de baixo pra cima, encontrando as descidas dela. Unohana gritava de prazer e dor misturados.
— Isso! Me fode mais forte! Arromba meu cu!
Ela gozou pela primeira vez assim, o cuzinho apertando o pau como um punho, esguichando da buceta sem nem tocar.
Mas Unohana não parou. Levantou-se, virou-se de frente novamente, e agora mandou ele ficar de pé. Ela se inclinou sobre a mesa da sala, empinando aquele rabão enorme.
— Vem! Me fode de pé!
Kenji meteu com tudo, segurando a cintura fina dela e estocando como um animal. Unohana empurrava a bunda para trás, encontrando cada estocada, pedindo mais força.
Ele a carregou até o quarto, jogou-a na cama de quatro e voltou a comer seu cuzinho com estocadas brutais. Unohana gritava, rosto enterrado no travesseiro, bunda alta recebendo tudo.
— Mais fundo! Quero sentir suas bolas batendo na minha buceta!
Ele puxou os cabelos dela, deu tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. Unohana estava no paraíso.
Por fim, ela o empurrou de costas na cama e subiu novamente. Dessa vez em cowgirl, mas mais agressiva. Segurou o pescoço dele com as duas mãos enquanto quicava com fúria, o rabão grande subindo e descendo em movimentos rápidos e pesados.
— Goza, seu filho da puta! Enche meu cuzinho de porra quente! — ordenou ela, apertando o pescoço dele.
Kenji gemeu alto, segurou aquela bunda com força e explodiu. Jatos grossos e quentes jorraram fundo dentro do intestino dela. Unohana continuou quicando mesmo enquanto ele gozava, ordenhando até a última gota, contraindo o cu ritmicamente.
Quando ele terminou, ela se levantou devagar, deixando o pau sair com um “plop”. Porra grossa escorria do seu cuzinho arrombado, descendo pela buceta inchada.
Mas Unohana ainda queria mais. Ela se sentou na cara dele, esfregando a bunda suja de porra no rosto do motoboy enquanto ele lambia seu cu e buceta.
— Limpa tudo, entregador… essa é sua gorjeta.
Depois de deixar ele quase sem ar, ela virou de lado, levantou uma perna e mandou ele meter novamente na buceta encharcada. Foderam em mais posições: de conchinha, com ela cavalgando de lado, e por último em missionário, com as pernas dela no ombro dele enquanto Unohana arranhava as costas dele.
Quando o segundo motoboy saiu, exausto e com marcas de unhas e tapas, Unohana estava deitada na cama, pernas abertas, porra escorrendo dos dois buracos, um sorriso satisfeito no rosto.
Ela lambeu os lábios e murmurou:
— Amanhã eu peço sushi…







