Peitos grandes porno novinha gordinha com corpão bem puta de Floripa fodendo com velho da lancha em troca de dinheiro e presentes
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Conto Erótico: Final de Semana na Lancha
Larissa tinha 20 anos, era uma novinha gordinha de Floripa com um corpão que fazia qualquer homem babar. Peitos grandes e pesados, barriguinha macia, cintura marcada e uma bunda enorme, redonda e empinada — o tipo de corpo bem puta que rebolava naturalmente ao andar. Morena clara, cabelo cacheado, boca carnuda e sempre com cara de safada.
Ela estava na beira da praia quando conheceu Seu Roberto, um velho rico de uns 68 anos, dono de uma lancha luxuosa ancorada na marina. Ele não perdeu tempo: chamou ela pra conversar, elogiou descaradamente aqueles peitos enormes e aquela bunda cavala.
— Quanto você quer pra passar o final de semana inteiro comigo na lancha, garota? — perguntou ele direto, com a mão já apertando a bunda dela por cima do shortinho.
Larissa mordeu o lábio, fingindo timidez.
— Depende do que o senhor quer… e do que vai me dar.
— Cinco mil reais em dinheiro, mais um iPhone 15 novo. Mas tem regras: sem camisinha nenhuma. Eu vou gozar dentro da sua buceta e dentro do seu cuzinho quantas vezes eu quiser. O final de semana inteiro você é minha putinha particular.
Larissa sentiu a buceta pulsar. Ela sempre fantasiou com isso.
— Fechado, seu velho safado. Pode me usar como quiser.
Assim que subiram na lancha e ancoraram longe da costa, o velho não aguentou. Mandou ela tirar a roupa toda. Larissa ficou pelada, os peitos grandes balançando, a bucetinha depilada brilhando de tesão e a bunda gorda exposta.
— Caralho, que novinha gostosa… peitos de puta barata — grunhiu Roberto, apertando os mamilos dela com força. — De quatro agora.
Ele enfiou o pau velho mas grosso direto na buceta dela sem aviso. Larissa gemeu alto.
— Ai porra… tá sem capa mesmo… me fode, seu velho tarado!
Roberto segurou aqueles quadris gordos e começou a socar com vontade, fazendo a bunda dela tremer toda.
— Essa bucetinha novinha é minha agora. Vou encher você de porra o final de semana inteiro. Abre bem esse rabo!
Depois de foder a buceta por uns minutos, ele cuspiu no cuzinho apertado e forçou a entrada. Larissa gritou de prazer e dor:
— Aaaahhh! Tá rasgando meu cu, seu velho filho da puta! Mete tudo!
Ele meteu fundo no rabão dela, socando sem piedade enquanto apertava aqueles peitos grandes como se fossem massas de pão. Depois de uns minutos ele rosnou e gozou pela primeira vez — jatos grossos e quentes enchendo o intestino dela.
— Toma porra, sua putinha de Floripa! Sente o velho gozando no seu cuzinho…
Não demorou e ele já estava duro de novo. Virou ela de frente, abriu bem aquelas coxas grossas e meteu na buceta novamente, socando fundo enquanto chupava os peitos enormes.
— Olha pra mim enquanto eu te encho, vadia. Você vai sair daqui toda arrombada e pingando porra.
O final de semana foi uma maratona de sexo animal. Ele fodeu ela em todos os cantos da lancha: no deck ao sol, dentro da cabine, no banheiro, até na proa enquanto o mar balançava. Larissa gemia como uma cadela:
— Me usa, seu velho! Goza dentro da minha bucetinha novinha… enche o cuzinho da sua putinha gordinha!
Ele gozou mais de dez vezes no total — alternando entre a buceta e o cu, sempre sem tirar. No sábado à noite, depois de uma foda especialmente violenta, ele tirou o pau do cuzinho dela e ficou olhando o esperma escorrendo dos dois buracos arrombados.
— Boa menina… amanhã ainda tem mais. E o iPhone é seu assim que a gente voltar pra marina.
Larissa, exausta, suada e com a buceta e o cu latejando, sorriu safada:
— Pode me chamar de novo quando quiser, vovô… por esse preço eu deixo você me arrombar quantas vezes precisar.
Segunda Chamada – A Putinha Arrombada
Duas semanas depois, o telefone de Larissa tocou. Era Seu Roberto.
— Quero você de novo na lancha esse final de semana. Mas dessa vez vai ser diferente, sua gordinha. Quero te foder com força de verdade. Vou te bater, te humilhar, te arrombar até você chorar. Topa?
Larissa ficou em silêncio por alguns segundos. O medo apertou seu peito. Ela lembrava da primeira vez, mas aquilo parecia outro nível. Ainda assim… a grana era boa e o velho pagava bem.
— Quanto? — perguntou ela com a voz baixa.
— Dez mil reais e outro iPhone. Mas você aguenta tudo que eu quiser. Sem frescura.
Ela respirou fundo, a buceta traindo ela com um latejar de tesão misturado com medo.
— Tá bom… eu topo.
Quando chegou na lancha, o velho já estava com o pau duro e o olhar cruel. Assim que ela tirou a roupa, ele agarrou seus cabelos cacheados com força e deu um tapa forte no rosto.
— De quatro, vadia gorda. Hoje você vai sofrer.
Ele meteu direto no cuzinho seco dela sem cuspir, forçando com brutalidade. Larissa gritou de dor.
— Aaaaiiih! Devagar, porra! Tá machucando!
— Cala a boca! — rosnou ele, dando um soco nas costas dela enquanto socava o cu sem piedade.
Depois de minutos arrombando o rabão, ele sentiu algo diferente. Larissa, nervosa e com o intestino cheio de medo, acabou se soltando. Ela cagou no pau dele enquanto ele metia.
— Que porra é essa?! Sua nojenta! — gritou o velho, mas com um sorriso sádico.
Ele puxou o pau sujo e empurrou a cabeça dela com violência contra o membro.
— Limpa agora, sua porca! Chupa todo esse coco do meu pau!
Larissa chorava, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas obedeceu. Abriu a boca e começou a chupar o pau sujo, engasgando e vomitando um pouco enquanto limpava tudo com a língua. O velho segurava a cabeça dela e fodia sua garganta com força.
— Isso, come sua própria merda, putinha de Floripa. Olha como você é nojenta…
Depois de limpo, ele virou ela de bruços e começou a surra de verdade. Tapas fortes na cara, socos nas costelas, chutes nas coxas grossas. Larissa gritava e chorava desesperada:
— Por favor… tá doendo muito! Eu não aguento!
— Aguenta sim, sua vadia gorda! Você aceitou a grana, agora aguenta o pau!
Ele abriu as pernas dela à força e meteu na buceta com violência, socando como se quisesse furar. Depois voltou pro cu, alternando os buracos sem parar, estapeando os peitos grandes e pesados dela até ficarem vermelhos e marcados.
— Chora mais, porra! Seu choro me deixa mais duro!
Larissa soluçava alto, o corpo tremendo, mas a buceta molhada traía o tesão misturado com dor. O velho a virou de lado, segurou uma perna grossa e meteu fundo no cu novamente, dando tapas no rosto toda vez que ela gritava.
Depois de quase uma hora destruindo ela, ele acelerou:
— Agora vou gozar nessa bucetinha novinha… toma porra, sua puta!
Ele enterrou o pau até o fundo da buceta e explodiu, enchendo o útero dela com jatos grossos e quentes de porra velha. Ficou lá dentro, pulsando, até esvaziar tudo.
Larissa ficou deitada, chorando baixinho, o corpo cheio de marcas roxas, a buceta e o cu arrombados e pingando, o rosto inchado de tapas.
Seu Roberto riu, acendendo um cigarro:
— Boa menina. Ainda tem dois dias pela frente. Amanhã vou te foder ainda mais forte. Agora vai lavar essa boca suja de merda e volta pra cama. A putinha gordinha ainda não terminou de ganhar o dinheiro dela.
O Último Dia – Pagamento Duro
No domingo à tarde, Larissa mal conseguia andar. Seu corpo gordinho estava coberto de marcas roxas: tapas no rosto inchado, socos nas coxas grossas, mordidas nos peitos grandes e vermelhos. A buceta e o cuzinho latejavam, arrombados e vazando porra seca.
Seu Roberto olhou para ela com um sorriso cruel, o pau ainda meio duro.
— Última foda, sua putinha. Depois você ganha o dinheiro e vai embora. Quero tudo hoje.
Ele a jogou de bruços na cama da cabine, puxou a bunda enorme pra cima e cuspiu no cuzinho já destruído. Sem aviso, enfiou o pau inteiro com força bruta.
— Aaaaiiih! Tá doendo muito! Por favor, mais devagar! — gritou Larissa, lágrimas escorrendo.
— Cala a boca e aguenta, vadia gorda! — rosnou ele, dando um soco forte nas costas dela enquanto metia sem piedade no cu.
Ele alternava: tirava do cu e enfiava na buceta, depois voltava pro rabão, estapeando a bunda cavala com toda a força. Cada tapa ecoava alto. Larissa soluçava e gritava, o corpo tremendo.
— Chora mais, porra! Isso me deixa louco!
Ele virou ela de frente, abriu bem as pernas grossas e meteu fundo na buceta, socando como um animal. Com uma mão apertava o pescoço dela, com a outra dava tapas fortes nos peitos enormes, fazendo eles balançarem.
— Eu sou só uma puta… só uma puta… — repetia Larissa chorando, quase sem voz.
Depois de quase quarenta minutos de foda violenta, o velho sentiu que ia gozar.
— Abre essa buceta, sua nojenta! Vou encher você de porra pela última vez!
Ele enterrou o pau até o fundo da buceta dela e explodiu, jorrando jatos grossos e quentes direto no útero. Ficou lá dentro pulsando até esvaziar tudo. Quando tirou, uma avalanche de esperma escorreu da bucetinha arrombada.
Larissa ficou caída na cama, destruída, chorando baixinho.
Seu Roberto se levantou, pegou a carteira e jogou um envelope grosso na cama junto com a caixa do iPhone novo.
— Dez mil reais, como combinado. Você aguentou bem, sua putinha de Floripa. Tá toda arrombada, mas ganhou uma grana boa.
Larissa pegou o dinheiro com a mão trêmula. Seu corpo doía inteiro, a boca ainda com gosto ruim, a buceta e o cu queimando.
— Nunca mais… — murmurou ela baixinho.
O velho riu, dando um último tapa na bunda dela.
— Vai dizer isso agora. Daqui a uns dias, quando a dor passar e a grana acabar, você vai me ligar pedindo mais. Putas como você sempre voltam.
Ele a deixou na marina ao entardecer. Larissa caminhou devagar até o ponto de ônibus, sentindo a porra dele ainda escorrendo pela perna. Os peitos grandes doíam a cada passo, o rosto inchado escondido atrás dos óculos escuros.
No ônibus, olhando pela janela, ela apertou o envelope no colo. Pensou no dinheiro, no iPhone novo… e no quanto aquele velho tinha destruído ela.
No fundo, uma vozinha safada já sussurrava: Talvez… da próxima vez eu peça mais caro.
Fim.






