Porno Filha Novinha Buceta Peludinha de Lingerie da Mãe Levando dando Rabo para o pedreiro dotado
Porno Filha Novinha Buceta Peludinha de Lingerie da Mãe Levando dando Rabo para o pedreiro dotado
Conto: A Novinha Peludinha e o Pedreiro
Aiko tinha 19 anos, uma mistura perfeita de brasileira com ascendência japonesa. Pele morena clarinha, olhos puxadinhos, cabelo preto liso até a cintura e um rostinho fofinho de boneca. Mas por trás daquela aparência inocente, ela era uma putinha curiosa. Morava sozinha na casa grande dos pais que estavam viajando.
Naquela semana, uma reforma estava acontecendo na área da piscina. O pedreiro principal era Ronaldo, 38 anos, negro, forte, corpo marcado por anos de trabalho pesado, braços grossos e um pauzão que ele mal conseguia esconder dentro da bermuda jeans.
Aiko andava pela casa o dia todo de shortinho curto de algodão e regata fina, sem sutiã. Seus peitinhos pequenos e empinados balançavam enquanto ela passava. O que mais chamava atenção era sua bundinha redonda e a forma como o short marcava a bucetinha peludinha por baixo.
Ronaldo não conseguia parar de olhar. Toda vez que ela passava perto da obra, ele parava o trabalho só para observar aquelas coxas grossas e o volume do pentelho escapando pela lateral do short.
Numa tarde quente, Aiko estava sozinha em casa. Os outros pedreiros já tinham ido embora. Ela saiu para pegar água na cozinha vestindo só uma camisola fina que mal cobria a bunda. Ronaldo estava terminando o serviço dentro da casa, suado, sem camisa.
— Tá calor, né senhor? — disse ela com voz manhosa, passando bem perto dele.
Ronaldo não aguentou mais. Segurou Aiko pelo braço com força, puxando ela contra a parede.
— Para de provocar, sua putinha japinha. Tá desfilando esse corpo o dia todo pra mim, né? Olha o que você fez…
Ele abriu o zíper da bermuda e tirou o pauzão grosso, escuro, venoso e já duro, batendo pesado contra a barriga dela.
Aiko arregalou os olhinhos puxados, mas em vez de gritar, mordeu o lábio inferior com um sorrisinho safado.
— Nossa… que pauzão grande… — sussurrou ela, olhando para baixo.
Ronaldo agarrou os cabelos dela com força e empurrou a cabeça para baixo.
— Chupa, vadia. Você pediu isso o dia todo.
Aiko se ajoelhou no chão da sala e abriu a boca. O pau do pedreiro era enorme, mal cabia. Ela chupou com vontade, babando, fazendo barulho molhado enquanto olhava para cima com carinha de putinha.
— Isso… engole mais fundo, sua novinha safada — rosnou Ronaldo, segurando a cabeça dela e enfiando mais fundo, fazendo ela engasgar.
Depois de foder a boquinha dela por uns minutos, ele a levantou com brutalidade, rasgou a camisola fina e jogou Aiko no sofá de bruços.
— Abre essa bundinha pra mim.
Aiko empinou a bunda, abrindo as pernas. Sua bucetinha morena estava coberta por um pentelho preto bem peludinho, molhado e brilhando.
— Olha como tá peludinha… que buceta gostosa da porra — disse Ronaldo, dando um tapa forte na bunda dela.
Ele cuspiu na mão, esfregou na cabeça do pau e empurrou com força. A bucetinha apertada de Aiko resistiu no começo, mas ele meteu com tudo, arrombando ela de uma vez.
— Aaaaiii! Tá muito grande! Devagar… — gemeu Aiko, apertando o sofá.
— Cala a boca e toma no cu, putinha! — rosnou Ronaldo, metendo fundo e com força, segurando a cintura dela.
Ele começou a socar sem piedade. O barulho molhado da bucetinha peludinha ecoava na sala junto com os tapas fortes na bunda dela.
— Que bucetinha apertada e peluda… porra, tá engolindo meu pau todo — grunhiu ele, puxando os cabelos dela como rédea. — Você é uma putinha mesmo, né? 19 anos e já quer pau de pedreiro velho.
— Sim… eu sou putinha… me fode mais forte! Arromba minha bucetinha peludinha! — gemia Aiko, rebolando a bundinha contra ele, mesmo sentindo dor.
Ronaldo metia cada vez mais bruto, dando tapas fortes e apertando o pescoço dela. Ele puxou o pau para fora, olhou a bucetinha inchada e peluda toda aberta, cuspiu dentro e meteu de novo.
— Vou gozar dentro, sua vadia.
— Goza, tio… enche minha bucetinha novinha de porra! — implorou ela, gemendo alto.
Com um urro, Ronaldo enterrou o pau até o fundo e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo a bucetinha apertada de Aiko. A porra escorria misturada com os pelinhos pretos dela.
Ele não terminou. Virou ela de frente, abriu as pernas dela bem abertas e meteu de novo na bucetinha melada, fodendo com força enquanto chupava e mordia os peitinhos dela.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, sua japinha safada.
Aiko gemia descontrolada, olhos cheios de lágrimas de prazer e dor, mas rebolando pedindo mais.
Depois de gozar pela segunda vez dentro dela, Ronaldo puxou o pau e esfregou na cara dela, sujando os pelinhos da buceta no rosto fofo da garota.
— Amanhã eu volto pra continuar essa reforma… e vou te foder todo dia enquanto seus pais não chegam. Entendeu, putinha?
Aiko, ofegante, bucetinha peludinha inchada e escorrendo porra, sorriu com carinha de safada:
— Sim… pode vir todo dia me arrombar, seu pedreiro safado.
Continuação – O Cuzinho Peludinho da Japinha
No dia seguinte, Ronaldo chegou mais cedo que o normal. Aiko estava na sala vendo TV quando ouviu o portão. Ela já sabia o que ia acontecer e sentiu a bucetinha peludinha latejar só de pensar.
Ronaldo entrou sem bater, suado da moto, e olhou para ela com fome.
— Tira essa roupa toda e vai no quarto dos seus pais. Quero te foder na cama deles hoje — ordenou ele com voz grossa.
Aiko mordeu o lábio, excitada e nervosa ao mesmo tempo.
— Mas… é o quarto dos meus pais… — murmurou ela, corando.
— Por isso mesmo, putinha. Quero te arrombar onde sua mãe dorme.
Ele a seguiu até o quarto principal. Ronaldo abriu o guarda-roupa da mãe dela e pegou uma lingerie vermelha sexy, rendada, bem safada — um conjunto que a mãe usava em ocasiões especiais: sutiã meia-taça, calcinha fio-dental e cinta-liga.
— Veste isso agora. Quero você parecendo uma putinha da sua mãe.
Aiko obedeceu, tremendo um pouco. A lingerie ficava apertada nos peitinhos dela, mas deixava sua bundinha redonda ainda mais empinada. O fio-dental mal cobria a bucetinha peludinha.
Ronaldo olhou e já ficou com o pau duro.
— Deita na cama dos seus pais. Pernas bem abertas.
Aiko subiu na cama king size dos pais e abriu as pernas como uma vadia. Ronaldo tirou a roupa, o pauzão negro grosso e venoso pulsando. Ele cuspiu na mão e esfregou bastante no cuzinho apertado e peludinho dela.
— Hoje eu vou comer esse cuzinho virgem, sua novinha safada.
— Tio… eu nunca fiz no cu… vai doer — choramingou Aiko, mas rebolou a bundinha mesmo assim.
— Vai doer mesmo, e você vai aguentar calada não, sua putinha.
Ronaldo posicionou a cabeça grossa do pau contra o anel apertado e peludo do cuzinho dela e empurrou com força.
— Aaaaaaiiiii! Tá doendo! Tira! Tira por favor! — gritou Aiko, os olhinhos puxados enchendo de lágrimas.
Mas Ronaldo segurou as coxas dela com força, abrindo bem as perninhas e meteu mais fundo, ignorando os gritos.
— Cala a boca e toma no cu! Olha como esse cuzinho peludinho tá engolindo meu pau… porra, que apertado!
Ele metia devagar mas fundo, centímetro por centímetro, rasgando o cuzinho virgem dela. Aiko gritava alto, segurando os lençóis da cama dos pais, o corpo tremendo de dor.
— Aaaahhh! Tá muito grande! Meu cu tá rasgando! Por favor mais devagar!
Ronaldo deu um tapa forte no rosto dela e segurou suas pernas bem abertas, quase encostando os joelhos no peito dela, na posição de perninha bem aberta.
— Grita mais, sua japinha vadia! Quero ouvir você sofrendo enquanto eu arrombo esse cuzinho peludinho!
Ele começou a meter com mais força, estocadas profundas e brutais. O pau entrava quase todo agora, as bolas batendo contra a bucetinha molhada dela. Aiko gritava descontrolada, lágrimas escorrendo:
— Ai meu Deus! Tá fundo demais! Meu cuzinho tá ardendo! Aaaahhh!
Ronaldo rosnava de prazer, olhando o pau grosso desaparecendo no cuzinho apertado e peludinho.
— Que delícia… cu mais apertado que já comi. Tá sentindo, sua putinha? Tá sentindo o pau do pedreiro destruindo seu rabo na cama da sua mãe?
— Sim… tá destruindo meu cu… mas não para… me fode mais… — gemeu Aiko entre gritos de dor e prazer, começando a rebolar devagar.
Ele acelerou o ritmo, metendo com violência, o barulho de pele contra pele ecoando no quarto. Segurava as pernas dela bem abertas, olhando o cuzinho esticado ao máximo ao redor do pau grosso.
— Vou gozar bem fundo nesse cu, sua novinha safada!
— Goza, tio! Enche meu cuzinho peludinho de porra quente! — implorou Aiko, já sentindo um orgasmo estranho vindo da dor.
Com um urro animal, Ronaldo enterrou o pau até o talo e gozou forte, enchendo o intestino dela com jatos grossos e quentes de porra. Aiko gritou alto, o corpo convulsionando enquanto gozava também, apertando o cuzinho no pau dele.
Quando ele tirou o pau, o cuzinho dela ficou aberto, vermelho, piscando e escorrendo porra grossa branca por entre os pelinhos.
Ronaldo deu um tapa forte na bucetinha peludinha dela e sorriu:
— Amanhã eu volto pra continuar arrombando esse cu. E você vai me esperar vestida de putinha da sua mãe de novo.
Aiko, destruída, cheia de porra e ofegante na cama dos pais, só conseguiu responder baixinho:
— Sim, tio… meu cuzinho é seu agora…







