Sobrinha Hentai Gwen ben 10 – Tio Fodendo Ruiva Novinha rabuda e peituda que ama ficar dando o cuzinho peludinho no sofá
Gwen, uma ruiva novinha, branquinha, peituda e rabuda, virgem e pobre da roça, muda para a casa dos tios após a morte dos pais e logo se vê forçada a se tornar a putinha da família: o tio tarado começa a espioná-la no banho, gozar nos peitos e na bunda dela, ensinar a chupar pau até enfiar gozo na garganta, enquanto a tia, também gostosa de peitão e bundão, normaliza tudo com xingamentos e desprezo, empresta a lingerie da sobrinha, fode na frente dela, mija no rosto da menina e ri enquanto o marido arrebenta o cuzinho virgem de Gwen pela primeira vez — ela chora, se mija de dor, leva porra fundo no cu, limpa o pau sujo de merda e xixi com a boca, mas aos poucos se entrega, goza dando o rabo devagar e depois pedindo mais forte, transformando-se na cadela submissa que chupa, engole, leva no cu e se deixa usar por tio e tia sem nenhum limite.
Gwen, uma ruiva novinha, branquinha, peituda e rabuda, virgem e pobre da roça, muda para a casa dos tios após a morte dos pais e logo se vê forçada a se tornar a putinha da família: o tio tarado começa a espioná-la no banho, gozar nos peitos e na bunda dela, ensinar a chupar pau até enfiar gozo na garganta, enquanto a tia, também gostosa de peitão e bundão, normaliza tudo com xingamentos e desprezo, empresta a lingerie da sobrinha, fode na frente dela, mija no rosto da menina e ri enquanto o marido arrebenta o cuzinho virgem de Gwen pela primeira vez — ela chora, se mija de dor, leva porra fundo no cu, limpa o pau sujo de merda e xixi com a boca, mas aos poucos se entrega, goza dando o rabo devagar e depois pedindo mais forte, transformando-se na cadela submissa que chupa, engole, leva no cu e se deixa usar por tio e tia sem nenhum limite.







Capítulo 1 – A Chegada da Ruiva Pobre
Gwen chegou naquela casa no final da tarde, com uma mala velha e rasgada na mão e o coração apertado. Tinha dezoito anos fresquinhos, cabelo ruivo longo e bagunçado caindo pelos ombros, pele branquinha de quem sempre viveu na roça, peitos grandes e firmes que já esticavam a blusinha velha, e um rabão gordo que balançava a cada passo. A bucetinha dela ainda era virgem, peludinha de pelos ruivos claros, apertadinha e rosinha, sem nunca ter sentido nada além dos próprios dedos nos dias de solidão no mato.
Os pais tinham morrido num acidente na estrada de terra. Não sobrou quase nada. A tia, irmã da mãe, foi a única que aceitou receber a sobrinha pobre. A casa era grande, na cidade, com quintal e tudo. Mas Gwen logo sentiu que não era bem-vinda de verdade.
A tia a recebeu com um sorriso frouxo:
— Entra, menina. Seu quarto é aquele do fundo. Não faça bagunça e ajude no que precisar.
O tio, homem de uns cinquenta anos, barrigudo mas ainda forte, olhos escuros e mão grande, ficou parado no corredor olhando Gwen de cima a baixo como se estivesse medindo uma peça de carne. O primo, de vinte e poucos, magro, quieto, virgem e ainda mais tarado por baixo da cara de santo, só deu um “oi” baixo e sumiu pro quarto dele. Mas Gwen notou o jeito que ele olhou pro decote dela antes de sumir.
Na primeira noite, Gwen tomou banho rápido, vestiu uma camiseta velha e uma calcinha já surrada, e se deitou. Não conseguia dormir. A casa era silenciosa demais. De madrugada, ela ouviu passos leves no corredor. A porta do quarto se abriu um pouco. Era o tio. Ele ficou parado na fresta, olhando o corpo dela debaixo do lençol fino. Gwen fingiu dormir, o coração batendo forte, a bucetinha inocente já um pouco úmida de nervoso. O tio ficou quase um minuto ali, respirando pesado, antes de fechar a porta devagar.
No dia seguinte, o flerte começou de verdade.
Gwen estava na cozinha ajudando a tia a lavar a louça, de shorts curtos e blusinha justa porque era o que tinha. O tio chegou por trás, encostou o peito largo nas costas dela e falou baixo, só pra ela ouvir:
— Que rabão gostoso você tem, sobrinha… na roça deve ter deixado os peões doidos, né?
Gwen se enrijeceu. A voz saiu trêmula:
— Tio… por favor…
Ele riu baixinho, a mão grande deslizando na cintura dela por um segundo antes de se afastar quando a tia se virou.
— Só estou brincando, menina. Relaxa.
Mas não era brincadeira. Nos dias seguintes, os “cumprimentos” foram ficando mais longos. Quando Gwen passava no corredor, o tio “esbarrava” de propósito, a mão pesada batendo no rabo dela. Uma vez ele a segurou pelo braço na lavanderia e falou, olhando direto pro peito:
— Esses peitões grandes… deve doer carregar tanto leite, hein? Se quiser, o tio ajuda a aliviar…
Gwen ficou vermelha até a raiz do cabelo ruivo. Tentou se afastar, mas ele apertou um pouco mais.
— Você é virgem ainda, né? Dá pra sentir no jeito que anda… toda certinha, toda fechada. Vai ficar assim pra sempre?
Ela conseguiu se soltar e foi pro quarto, o coração disparado. A bucetinha peludinha estava molhada sem ela querer. O corpo respondia mesmo a mente gritando que era errado.
Na terceira noite, ela resolveu falar com a tia.
Encontrou a mulher na sala, vendo televisão.
— Tia… o tio… ele fica me olhando de um jeito estranho. Fica falando coisa… tocando…
A tia nem tirou os olhos da tela. Deu de ombros e respondeu seco:
— Seu tio é assim mesmo. Homem é homem. Você é novinha, bonita, morando de favor. Não inventa moda, Gwen. Aqui não tem lugar pra drama. Se não gostar, volta pra roça e se vira sozinha.
Gwen ficou em silêncio. A frase bateu como um tapa. Não tinha pra onde voltar. Não tinha dinheiro, não tinha casa, não tinha ninguém. A tia já tinha deixado claro: ou aguentava, ou ia embora.
A partir daquele momento, alguma coisa dentro dela quebrou devagar.
No quarto dia, o tio a encontrou sozinha no quintal, estendendo roupa. Chegou por trás de novo, agora sem disfarce. As mãos grandes seguraram a cintura dela com força e o pau já duro se esfregou contra o rabão gordo.
— Sua tia já te falou, né? Aqui quem manda sou eu. Você quer continuar comendo, dormindo em cama quente, tendo teto? Então vai ter que agradar o tio de vez em quando…
Gwen tremeu inteira. A voz saiu quase um sussurro:
— Eu… eu sou virgem, tio…
— Eu sei. E é exatamente por isso que eu quero. Essa bucetinha ruivinha, apertadinha, nunca usada… vai ser toda minha. E o cuzinho também. Você vai aprender a gostar.
Ele deslizou uma mão pela frente do short dela, apertando a buceta por cima do tecido. Gwen soltou um gemidinho baixo, involuntário. Os dedos dele encontraram o calor e a umidade que já escapava.
— Olha só… já está molhadinha. A putinha da roça já está sentindo vontade, né? Fica quietinha. Amanhã a gente começa de verdade. Se você gritar ou contar de novo pra sua tia… eu te jogo na rua com a mala na mão. Entendeu?
Gwen fechou os olhos. As lágrimas escorriam, mas o corpo traía. A bucetinha peludinha latejava. O primo, escondido atrás da janela do quarto dele, via tudo com a mão dentro da calça, batendo uma enquanto olhava a prima sendo apalpada.
O tio ainda mordeu de leve o ombro dela e sussurrou:
— Vai pro banho agora. E deixa a porta aberta. Quero ver essa branquinha nua… esses peitões… esse rabão… essa bucetinha virgem peluda. Amanhã você começa a pagar a estadia direito.
Gwen andou até o banheiro com as pernas bambas. Tirou a roupa devagar. O espelho mostrou o corpo inteiro: peitos pesados, bicos rosados duros de nervoso, a bunda grande e macia, a buceta coberta de pelos ruivos claros, os lábios rosados já brilhando de tesão indesejado.
Ela deixou a porta entreaberta, exatamente como o tio mandou.
Do corredor, ele ficou olhando. A respiração pesada. O pau marcando a calça.
Gwen se sentou na privada, as pernas abertas, e pela primeira vez passou o dedo bem devagar entre os pelos ruivos, sentindo o quão molhada estava. Chorava baixo, mas os dedos não paravam.
Ela já entendia.
Para continuar morando ali… ia ter que virar a putinha do tio.
E o primo, virgem e tarado, só esperava a vez dele.
O jogo tinha começado.
Capítulo 2 – O Banho Espiado e a Noite no Quarto
Gwen acordou no dia seguinte com o corpo ainda pesado da noite anterior. A conversa com o tio no quintal não saía da cabeça. Ela sabia que a qualquer momento ele ia cobrar o “pagamento”. Tentou se ocupar: arrumou a cama, dobrou roupa, ajudou a tia na cozinha. Mas o olhar do homem a seguia por toda a casa. O primo também a observava de longe, calado, com a mão às vezes escondida no bolso da calça.
No meio da tarde o calor apertou. Gwen pediu licença e foi tomar banho. Entrou no banheiro, trancou a porta por reflexo, depois lembrou das palavras do tio e destrancou devagar. Tirou a blusinha, o short e a calcinha surrada. Ficou nua em frente ao espelho por um momento. Os peitos grandes e pesados, os bicos rosados já um pouco duros. A barriga lisa. O rabão branco e gordo. Entre as pernas, a bucetinha virgem coberta de pelos ruivos claros, os lábios rosados fechados.
Ela abriu o chuveiro e entrou debaixo da água morna. Molhou o cabelo ruivo, passou sabonete no corpo, as mãos demorando um pouco mais nos peitos e depois descendo até a buceta. Estava lavando os pelos quando ouviu a porta se abrir devagar.
O tio entrou sem fazer barulho. Fechou a porta atrás de si e ficou parado, olhando. Gwen se encolheu contra a parede do box, tentando cobrir os peitos com um braço e a buceta com a outra mão.
— Tio… sai… por favor…
Ele não respondeu. Só puxou o zíper da calça, tirou o pau grosso e já duro e começou a bater uma punheta bem na frente dela. Os olhos escuros percorriam cada centímetro do corpo molhado da sobrinha. A mão subia e descia devagar no pau, a cabeça rosada já brilhando de pré-gozo.
— Fica quietinha… só quero olhar. Tira a mão daí. Quero ver essa bucetinha peluda direito.
Gwen tremia. A vergonha queimava o rosto, mas o corpo não obedecia direito. A água escorria pelos peitos, escorria pela barriga e pingava direto nos pelos ruivos. Devagar, com a mão trêmula, ela baixou o braço. O tio soltou um gemido baixo.
— Porra… olha isso. Toda branquinha, peitão pesado, esse rabão… e essa xota ruivinha fechada. Virgem ainda. Vai ser uma delícia arrebentar isso.
Ele batia mais rápido. Gwen tentava desviar o olhar, mas os olhos dele a prendiam. A bucetinha dela latejava contra a vontade. Uma gota de tesão escorreu misturada com a água do banho. O tio notou.
— Já está molhadinha de novo, né putinha? Mesmo com vergonha o corpinho pede. Abre um pouco as pernas. Deixa eu ver melhor.
Ela obedeceu, as coxas se abrindo só um pouco. O tio avançou dois passos, agora bem perto do box. A mão no pau ia e vinha com força. A respiração dele estava pesada.
— Vou gozar nessa bucetinha… ou nesses peitos… escolhe rápido…
Gwen abriu a boca para falar qualquer coisa, mas nesse exato momento a voz da tia ecoou do corredor:
— Jorge! Cadê você? Preciso de ajuda com a caixa que chegou!
O tio xingou baixo, apertou a base do pau com força para segurar o gozo e guardou o volume de qualquer jeito dentro da calça. Antes de sair, olhou pra Gwen ainda nua e falou bem baixinho:
— À noite eu volto. Deixa a porta aberta.
Ele saiu. Gwen ficou parada debaixo da água, o corpo inteiro tremendo, a buceta latejando, os peitos pesados subindo e descendo rápido. Lavou o resto do corpo com pressa, se enxugou e vestiu a primeira coisa que encontrou: um shortinho bem curto de pijama e uma camiseta fina sem sutiã. O calor da noite não deixava outra opção.
Depois do jantar ela se trancou no quarto, mas não conseguiu trancar a porta de verdade. Deitou de lado, de costas para a porta, o shortinho subindo e mostrando metade do rabão branco. Tentou dormir. Não conseguiu.
Por volta da meia-noite a porta se abriu sem barulho. O tio entrou, fechou atrás de si e se aproximou da cama. Gwen sentiu o colchão afundar. O cheiro dele — suor, cigarro e tesão — invadiu o quarto.
A mão grande dele deslizou primeiro pela coxa dela, subindo devagar até a borda do shortinho. Gwen ficou parada, respirando fundo, fingindo dormir por alguns segundos. Depois suspirou e falou baixo:
— Tio… não…
— Cala a boca. Sua tia está dormindo. E você já sabe o combinado.
A mão dele entrou por baixo do shortinho e apertou a bunda nua com força. Os dedos afundaram na carne macia e branca. Ele puxou o shortinho para o lado, expondo o rabão inteiro. A outra mão subiu por baixo da camiseta e pegou um peito pesado, apertando o bico rosado entre os dedos.
Gwen soltou um gemidinho abafado. O tio se deitou atrás dela, o pau duro esfregando contra a fenda da bunda. Ele virou o rosto dela com a mão e colou a boca na dela. O beijo foi molhado, grosseiro, língua grossa entrando fundo. Gwen tentou virar o rosto, mas ele segurou o queixo e continuou beijando, enquanto a mão descia de novo e enfiava dois dedos entre os lábios da buceta peluda.
— Porra… molhada pra caralho. A virgenzinha já está escorrendo só de eu tocar.
Os dedos dele abriram os lábios rosados, encontraram o clitóris inchado e esfregaram em círculos. Gwen gemia baixo contra a boca dele, as pernas se abrindo sozinhas. Ele tirou os dedos, levou à boca, chupou o gosto dela e voltou a beijá-la, passando o gosto da buceta virgem na língua dela.
— Sente o gosto da sua xota… delícia.
Ele a virou de bruços com facilidade. Gwen ficou de barriga para baixo, o rosto no travesseiro, o rabão empinado. O tio puxou o shortinho até as coxas, deixando a bunda completamente exposta. Abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu bem no meio, o cuspe escorrendo pelo cuzinho rosado e descendo até a entrada da buceta.
— Que bunda gostosa… branca, gorda, macia pra porra. Vou gozar tudinho aqui hoje. Amanhã eu fodo essa bucetinha. Hoje é só a marca.
Ele se ajoelhou atrás dela, tirou o pau de novo e começou a bater uma punheta rápida, a cabeça batendo de leve na fenda da bunda. A outra mão não parava: apertava a carne, dava tapinhas leves, separava as nádegas para ver o cuzinho e a buceta peluda de baixo.
Gwen choramingava no travesseiro, mas empurrava o quadril para trás sem perceber. O tio acelerou a mão.
— Fala baixinho… fala que quer a porra do tio nessa bunda.
A voz dela saiu abafada, envergonhada:
— Q-quero… goza na minha bunda, tio…
Isso foi o suficiente. Ele gemeu baixo, a mão virou um borrão, e jatos quentes e grossos de porra começaram a sair. O primeiro acertou bem no meio da racha, escorrendo pelo cuzinho. O segundo e o terceiro cobriram as duas nádegas brancas, pingando devagar pela curva da bunda. Ele ainda esfregou a cabeça do pau na porra, espalhando tudo, sujando ainda mais a pele clara.
Quando terminou, passou o pau sujo entre as nádegas dela algumas vezes, limpando o resto, e depois se afastou. Observou o trabalho: a bunda branca e gorda da sobrinha coberta de porra, brilhando no escuro do quarto.
— Deixa assim até de manhã. Quero ver amanhã de manhã ainda suja. E não limpa essa buceta também… ela está molhada demais.
Ele se vestiu, beijou a nuca dela de leve e sussurrou:
— Boa noite, putinha. Amanhã a gente continua.
Saiu e fechou a porta.
Gwen ficou de bruços, o shortinho ainda nas coxas, a porra quente escorrendo pela bunda e pingando no lençol. Os dedos dela, sem ela mandar, desceram até a buceta e começaram a se tocar devagar, espalhando a umidade misturada com o cheiro do tio. Chorava baixo, mas gozou quietinha poucos minutos depois, o corpo inteiro tremendo, o rabão sujo de porra ainda empinado.
Do outro lado da parede, o primo batia uma pela terceira vez naquela noite, ouvindo tudo, imaginando a hora em que seria a vez dele.
Capítulo 3 – A Manhã nos Peitos e a Conversa com a Tia
Gwen acordou com a sensação úmida e pegajosa ainda na bunda. A porra do tio tinha secado em partes, mas ainda brilhava em outras, grudada na pele branca e macia do rabão. O shortinho continuava puxado até as coxas. A camiseta fina subira durante a noite, deixando os peitos grandes quase completamente expostos. O quarto ainda estava meio escuro quando ela sentiu o colchão afundar de novo.
O tio já estava ali.
A mão grande dele deslizou pela curva da bunda suja, espalhando o que restava da porra da noite anterior. Depois subiu pela cintura, entrou por baixo da camiseta e pegou um peito pesado com força, apertando o bico rosado até Gwen soltar um gemido abafado.
— Acordou, putinha… olha só como você dormiu. Toda suja de porra e ainda com a xota molhada.
Ele virou o corpo dela de frente com facilidade. Gwen tentou cobrir os peitos, mas ele segurou os dois pulsos acima da cabeça com uma mão só. Com a outra puxou a camiseta até o pescoço, deixando os peitos grandes e firmes completamente à mostra. Os bicos estavam duros, rosados, sensíveis.
— Esses peitões… ontem foi a bunda. Hoje é aqui.
O tio se ajoelhou ao lado da cama, tirou o pau já duro da calça de dormir e começou a bater uma punheta bem em cima do peito dela. A cabeça grossa batia de leve nos bicos, deixando fios de pré-gozo grudados na pele clara. A outra mão descia entre as pernas de Gwen, abrindo os lábios peludos da buceta virgem e enfiando dois dedos de uma vez só, bem fundo.
Gwen arquejou, as pernas se abrindo sozinhas.
— Tio… a tia pode acordar…
— Então fica quietinha e goza baixinho.
Ele metia os dedos com força, o polegar esfregando o clitóris inchado enquanto a mão no pau acelerava. O barulho molhado da buceta enchia o quarto. Gwen mordia o lábio para não gemer alto, mas o corpo já tremia. Quando o tio sentiu o pau latejar, ele se inclinou, apoiou o pau entre os peitos dela e apertou os dois seios grandes em volta do volume grosso.
— Aperta… aperta esses peitos no pau do tio.
Gwen obedeceu, as mãos trêmulas segurando a própria carne. O pau deslizava no meio do colo quente e macio. Poucos segundos depois ele gemeu baixo e gozou. Jatos quentes e grossos saíram direto nos peitos, cobrindo os bicos, escorrendo pelo vale entre eles, pingando nas costelas e sujando a camiseta ainda enrolada no pescoço. O tio ainda esfregou a cabeça do pau nos bicos sujos, espalhando a porra, até esvaziar tudo.
— Fica assim. Não limpa. Quero que sua tia veja o cheiro se ela chegar perto.
Ele se levantou, guardou o pau e saiu do quarto sem fazer barulho. Poucos minutos depois Gwen ouviu a voz da tia no corredor e o barulho da porta da frente. O tio tinha ido trabalhar.
Gwen ficou deitada mais um tempo, os peitos cobertos de porra seca e fresca, a buceta latejando, a cabeça uma confusão. Levantou-se devagar, foi ao banheiro, olhou o próprio corpo no espelho — peitos sujos, bunda ainda marcada da noite anterior — e lavou só o necessário. Vestiu uma roupa qualquer e desceu.
A tia estava na cozinha, já de pé, o rosto fechado.
Gwen engoliu seco, juntou toda a coragem que ainda restava e falou, a voz tremendo:
— Tia… eu preciso falar de novo. O tio… ele entra no meu quarto. Ele me toca. Ontem ele… ele gozou em mim. Hoje de manhã de novo. Nos peitos. Eu não quero isso. Ele está me forçando.
A tia parou de mexer na panela. Virou-se devagar. O olhar que lançou em Gwen era de pura raiva.
— Você de novo com essa conversa, sua putinha desgraçada?
Gwen recuou um passo, surpresa com a violência da resposta.
— Mas tia… ele está te traindo. Ele está me usando. Eu sou a sobrinha de vocês…
A tia deu dois passos à frente e apontou o dedo no rosto dela:
— Traindo? Quem está traindo sou eu, é? Você chega aqui, pobre, sem ter pra onde ir, com esse corpo de vadia, peito estourando a blusa, bunda balançando, e acha que eu vou acreditar que é tudo culpa dele? Você deve ter dado mole, deve ter se exibido, deve ter aberto as pernas de propósito. Homem é fraco. Você é a safada que provocou.
— Eu não provoquei nada! Eu sou virgem! Eu tentei te contar e você não quis ouvir!
A tia bateu a mão na mesa com força.
— Cala a boca! Você é uma ingrata. Nós te demos teto, comida, cama. E você vem inventar que meu marido te come? Se ele te come é porque você deixou. Se ele goza em você é porque você pediu. Não vem jogar a culpa nele. A culpa é sua, sua vadia ruiva. Fica andando de shortinho, de camiseta sem sutiã, se oferecendo. Agora aguenta.
Gwen sentiu as lágrimas escorrerem. Tentou ainda:
— Mas ele está te traindo… como você pode defender ele?
A tia riu, um riso seco e cruel.
— Defendo porque eu sei como homem é. E eu sei como mulher puta é. Você é a puta. Ponto final. Se não gostar, pega suas coisas e some. Mas se ficar, para de encher o saco e cumpre o que tem que cumprir. Entendeu?
Gwen baixou a cabeça. A última esperança se apagou naquele momento. Não tinha para onde ir. Não tinha ninguém. A tia não só não ia proteger… ela estava do lado do marido. Ou pior: estava aproveitando a situação.
A jovem só murmurou:
— Entendi…
A tia ainda cuspiu mais veneno:
— Ainda bem. Agora vai terminar de preparar o almoço. Eu e o menino vamos na casa da avó. Você fica responsável por ter a comida pronta quando o seu tio chegar. E não quero ouvir mais nenhuma reclamação. Se ele quiser alguma coisa… você atende. Ouviu?
— Ouvi, tia.
A mulher pegou a bolsa, chamou o filho (que observava tudo de longe, quieto e excitado) e saiu. Na porta, antes de fechar, a tia parou um segundo e falou consigo mesma, baixo o suficiente para Gwen quase não ouvir, mas alto o suficiente para a sobrinha captar o tom:
— Faz o que tem que fazer, Jorge… a menina já entendeu o lugar dela. Melhor assim. Menos trabalho pra mim…
A porta bateu.
Gwen ficou sozinha na cozinha, as mãos tremendo enquanto cortava legume e mexia a panela. O cheiro da porra do tio ainda parecia grudado na pele. A buceta latejava. A mente repetia as palavras da tia em loop.
Não existia saída.
Ela ia ter que agradar o tio.
Para sempre, se fosse preciso.
Quase duas horas depois, o barulho do carro na garagem anunciou a chegada. Gwen sentiu o estômago revirar. O tio abriu a porta da frente, entrou, largou a chave em cima da mesa e olhou direto para ela, que estava de costas, mexendo a panela.
Ele sorriu, lento e sujo.
— A tia saiu, né?
E o primo também…
Então sobrou só eu e você, putinha.
Gwen não respondeu. Só apertou a colher com mais força e continuou mexendo o almoço, o coração batendo tão alto que ela tinha certeza de que ele ouvia.
Capítulo 4 – O Almoço e a Primeira Chupada
O tio ficou parado alguns segundos só olhando Gwen de costas, a colher na mão, o corpo tenso. Depois se aproximou devagar, os passos pesados no chão da cozinha. Parou bem atrás dela, tão perto que ela sentiu o calor do corpo dele e o volume já duro marcando a calça, pressionando de leve o rabão gordo ainda coberto pelo shortinho fino.
A mão grande dele deslizou primeiro pela cintura, subindo por baixo da camiseta e pegando um peito pesado com força. Os dedos apertaram o bico rosado até Gwen soltar um gemidinho abafado.
— Continua mexendo a panela, putinha… não para. O tio vai só brincar um pouco.
Ele apertou o outro peito também, esfregando os polegares nos bicos duros enquanto falava baixo, a boca colada na orelha dela:
— Esses peitões grandes… ontem eu gozei neles. Hoje eu quero ver eles balançando enquanto você cozinha pelada. Tira a roupa. Agora.
Gwen engoliu seco, as mãos tremendo na colher.
— Tio… a comida vai queimar…
— Então mexe mais rápido. Mas tira essa porra de roupa. Quero ver essa branquinha suada, esses pelos ruivos, esse cuzinho… tudo.
Ele puxou a camiseta dela para cima. Gwen levantou os braços devagar, envergonhada, e a peça saiu. Os peitos grandes e pesados caíram livres, os bicos já duros e rosados. O tio lambeu o pescoço dela e mordeu de leve, enquanto a mão descia e puxava o shortinho junto com a calcinha de uma vez só. Gwen ficou completamente nua na cozinha, a pele branca já brilhando de suor pelo calor do fogão.
O tio deu um passo para trás só para olhar.
— Porra… olha esse corpo. Rabão branco e gordo, bucetinha peludinha ruiva, peitão… e ainda virgem. Vai ser a melhor putinha que eu já tive.
Ele voltou a colar o corpo nela, o pau duro esfregando entre as nádegas enquanto as mãos percorriam tudo: apertavam os peitos, desciam pela barriga, abriam os lábios da buceta e enfiam dois dedos de uma vez, bem fundo. Gwen gemeu mais alto, as pernas bambas, mas continuou mexendo a panela com a mão trêmula.
— Que xota apertada… escorrendo já. E esse cuzinho… fechado, rosadinho… hoje eu vou provar os dois.
Ele a virou de frente por um momento, agarrou o rosto dela e beijou fundo, língua grossa entrando com força, lambendo, chupando a língua dela como se quisesse devorar. As mãos não paravam: uma no peito, outra na buceta, dedos entrando e saindo molhados. Quando soltou a boca dela, um fio de saliva ainda ligava as duas línguas.
— Agora vira de novo. Empina esse rabão.
Gwen obedeceu, voltando a ficar de costas para ele, as mãos apoiadas na beirada do fogão. O tio se ajoelhou atrás dela. As mãos grandes abriram as nádegas brancas e gordas com força, expondo o cuzinho rosado e a buceta peluda logo abaixo. O cheiro do suor dela, misturado com o aroma natural da buceta e do cu, subiu forte. Ele enfiou o nariz bem no meio da racha e cheirou fundo, bem fundo, várias vezes.
— Porra nenhuma… que cheiro gostoso. Rabo suado de novinha… delícia. Nunca ninguém cheirou isso, né? Nunca ninguém chupou esse cuzinho?
Gwen balançou a cabeça, a voz saindo fraca:
— N-nunca…
— Então prepara.
A língua grossa dele saiu e bateu direto no cuzinho. Gwen deu um grito abafado, o corpo inteiro estremecendo. O tio lambeu de cima a baixo, bem devagar no começo, depois com mais fome: chupou o buraquinho rosado, enfiou a ponta da língua, girou, chupou de novo, babando, molhando tudo. A mão esquerda dele desceu e abriu os lábios da buceta, o polegar esfregando o clitóris enquanto a língua continuava fodia o cu dela.
Gwen nunca tinha sentido nada parecido. As pernas tremiam, o quadril empurrava sozinho contra a cara do tio, a colher caiu da mão e bateu no chão. Ela gemia alto, sem conseguir segurar:
— Aih… tio… isso… ninguém nunca… aih caralho…
Ele chupava com mais força, a língua entrando o máximo que conseguia, o nariz esfregando a buceta molhada. O barulho molhado e obsceno enchia a cozinha. Gwen sentiu o orgasmo subir rápido demais, o primeiro da vida dela com uma boca. As pernas falharam, ela gritou contra a mão que agora cobria a própria boca, e gozou forte, a buceta latejando, o cuzinho se contraindo na língua do tio, um jato de líquido escorrendo pelos pelos ruivos e caindo no chão.
O tio só parou quando ela estava tremendo inteira, quase caindo. Levantou-se, limpou a boca com o dorso da mão e olhou o estrago: Gwen nua, suada, pernas bambas, a bunda ainda aberta, a buceta e o cu brilhando de saliva e gozo.
— Agora sobe nessa mesa. De bruços. E abre bem esse rabão pra mim.
Gwen obedeceu, envergonhada, o rosto queimando. Subiu na mesa de madeira, deitou de barriga para baixo, o peito grande achatado contra a superfície, e com as duas mãos puxou as nádegas, abrindo o máximo que conseguia. O cuzinho e a buceta ficaram completamente expostos.
O tio se abaixou de novo e voltou a chupar. Dessa vez alternava: língua no cu, depois descendo para a buceta, chupando os lábios peludos, enfiando a língua no buraco virgem, subindo de novo para o cuzinho. Gwen gozou pela segunda vez em menos de dois minutos, gemendo contra a madeira, o corpo inteiro se contorcendo.
Quando ele finalmente se afastou, estava com o pau tão duro que quase rasgava a calça. Sentou-se na cadeira da cozinha, abriu o zíper, tirou o pau grosso e veiado e bateu de leve na própria coxa.
— Vem cá. Ajoelha na minha frente.
Gwen desceu da mesa com as pernas trêmulas, ainda nua, o corpo suado, os pelos ruivos da buceta colados de saliva e gozo. Ajoelhou-se entre as pernas dele, o rosto na altura do pau.
O tio segurou o queixo dela, forçando-a a olhar para cima. O pau latejava bem na frente da boca inocente.
— Olha pra mim com essa carinha de santinha… toda suada, peito sujo, bunda aberta… e agora vai aprender a chupar pau. Abre a boca. Mostra a língua. O tio vai te ensinar direitinho como uma putinha de verdade chupa.
Gwen abriu a boca devagar, a língua saindo um pouco, os olhos úmidos de vergonha e tesão misturados. O tio sorriu, a cabeça do pau já tocando o lábio inferior dela.
— Isso… bem assim. Agora chupa.
Capítulo 5 – A Lição de Boquete, o Passeio e a Lingerie
Gwen estava de joelhos no chão da cozinha, nua, suada, o rosto ainda vermelho do orgasmo. O pau grosso do tio latejava bem na frente da boca dela, a cabeça rosada já brilhando de pré-gozo. Ele segurou o queixo da sobrinha com uma mão e com a outra guiou o pau até os lábios carnudos.
— Abre bem… mostra a língua. Isso. Agora passa a língua embaixo, bem devagar… de uma cabeça até a outra.
Gwen obedeceu. A língua quente e trêmula saiu e tocou a pele quente do pau. O gosto era salgado, forte, diferente de tudo que ela já tinha sentido. Ela lambeu de baixo para cima, bem lento, sentindo as veias sob a língua. O tio soltou um gemido baixo.
— Isso… mais devagar ainda. Chupa só a cabeça agora. Como se fosse um pirulito. Faz barulho.
Ela envolveu a cabeça com os lábios, chupou de leve e puxou, soltando um “ploc” molhado. O som ecoou na cozinha. O tio passou a mão no cabelo ruivo dela, acariciando.
— Mais fundo. Enfia mais um pouco. Usa a mão na base… isso. Sobe e desce a boca, mas a língua fica girando embaixo. Escuta o barulho que faz…
Gwen desceu um pouco mais, a boca se esticando em volta do volume. O pau batia no céu da boca dela. Ela subia e descia devagar, a saliva já escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Cada vez que ela puxava, o som molhado “gluck… gluck… ploc” ficava mais alto. O tio gemía baixinho, os olhos fixos no rostinho inocente chupando.
— Porra… que boca gostosa. Você nasceu pra isso, putinha. Mais rápido agora… mas ainda com a língua…
Ela acelerou um pouco, a cabeça balançando, os peitos grandes balançando junto. A saliva fazia um barulho cada vez mais obsceno. O tio segurou o cabelo dela com mais força e começou a empurrar o quadril.
— Agora eu vou foder essa boca como se fosse uma buceta. Relaxa a garganta. Se engasgar, engole o ar pelo nariz.
Ele começou a meter de verdade. O pau entrava fundo, batendo na garganta dela. Gwen engasgou, os olhos marejaram, tentou recuar, mas as mãos dele seguravam a cabeça com força. O barulho agora era mais molhado e violento: “gluck-gluck-gluck-gluck”. Saliva escorria pelo queixo, pelos peitos, pingava no chão. Ela batia de leve nas coxas dele, tentando se soltar, mas ele só metia mais fundo.
— Isso… engasga no pau do tio… toma tudo… sua garganta é apertadinha pra caralho…
Alguns segundos depois o corpo dele tremeu. Ele enterrou o pau até o fundo, a cabeça dela presa contra a barriga, e gozou direto na garganta. Jatos quentes e grossos desceram sem parar, enchendo a boca, a garganta, escorrendo para o estômago. Gwen engolia por reflexo, os olhos cheios de lágrimas, o nariz escorrendo. Quando ele finalmente soltou, ela recuou tossindo, um fio grosso de porra e saliva ligando o pau à boca aberta dela. Um pouco ainda escorria pelo queixo e caía nos peitos.
O tio passou o polegar nos lábios dela, empurrando o resto para dentro.
— Engole tudo. Nem uma gota no chão.
Gwen engoliu o que restava, o gosto amargo e quente ainda na língua. O estômago estava quente, cheio.
Ele a puxou para cima, beijou a boca suja dela e depois a deitou de costas na mesa da cozinha. Sem dizer nada, se ajoelhou e enterrou o rosto entre as pernas dela. A língua voltou a trabalhar: chupou a buceta peluda com fome, enfiou dentro, subiu para o clitóris e chupou forte enquanto dois dedos entravam e saíam. Gwen gozou de novo em menos de um minuto, as coxas apertando a cabeça dele, um grito abafado ecoando na cozinha.
Quando parou de tremer, o tio a ajudou a se vestir. Olhou para ela ainda ofegante e falou:
— Agora a gente vai sair. Vou te comprar um presente. E umas lingeries. Você merece.
Gwen piscou, surpresa. Raramente ganhava qualquer coisa nova. Na roça quase não tinha roupa que prestasse. A ideia de lingerie nova a deixou vermelha e, ao mesmo tempo, estranhamente feliz.
Eles saíram. O tio dirigiu até uma loja um pouco mais afastada. Entrou com ela, escolheu calcinhas e sutiãs finos, alguns semi-transparentes, um conjunto vermelho, outro preto de renda, outro branco bem safado. Também comprou um vestidinho curto e um perfume barato. Gwen ficava olhando as peças com os olhos brilhando, passando a mão no tecido como se fosse algo precioso. O tio pagou tudo sem reclamar e ainda passou a mão na bunda dela na frente da atendente, que fingiu não ver.
No caminho de volta Gwen segurava as sacolas contra o peito, um sorriso bobo no rosto.
— Obrigada, tio… eu nunca tive roupa assim…
— Depois você experimenta tudo pra mim. Pelada, só de lingerie.
Quando chegaram em casa a tia já estava lá. O primo também. A mulher olhou as sacolas na mão de Gwen e arqueou a sobrancelha, o sorriso azedo aparecendo na hora.
— Olha só… o papai foi fazer shopping com a sobrinha. Que fofo. Comprou o quê? Roupa de puta?
O tio nem respondeu. Só largou as chaves e foi pro banheiro. A tia se aproximou de Gwen, o olhar subindo e descendo no corpo da menina.
— Me mostra. Quero ver o que o meu marido achou que você merecia.
As duas subiram para o quarto de Gwen. A jovem abriu as sacolas com as mãos um pouco trêmulas e foi tirando as peças: o conjunto vermelho de renda, o preto transparente, o branco quase sem tecido na frente, o vestidinho curto. A tia pegava cada uma, examinava, fazia careta e soltava comentários afiados.
— Isso aqui é de puta mesmo. Olha o tamanho desse fio dental… deve entrar no meio da bunda toda. Esse sutiã vermelho… os peitos dela vão estourar. E esse branco? Parece roupa de criança safada. Ele te comprou isso pra te comer vestida de boneca, né?
Gwen ficava calada, o rosto queimando. A tia ainda ria baixo.
— Você deve ter chupado bem hoje, hein? Pra ele gastar dinheiro assim. Olha a carinha de quem engoliu porra… ainda tem cheiro.
No final a tia segurou o conjunto preto de renda e falou, num tom casual demais:
— Vou pegar esse emprestado. Só pra ver como fica em mim. Depois eu devolvo.
Gwen abriu a boca, sem reação. Queria dizer não, mas a voz não saiu. Acabou só balançando a cabeça, concordando. A tia deu uma risada curta, guardou a lingerie na própria bolsa e saiu do quarto, ainda falando alto o suficiente para Gwen ouvir:
— No fim das contas a sobrinha serve pra alguma coisa…
A porta bateu. Gwen ficou sozinha no quarto, cercada pelas sacolas abertas, o gosto da porra ainda na boca, a buceta latejando, e a certeza cada vez mais clara de que naquela casa ela não tinha mais nenhum controle sobre o próprio corpo.
Capítulo 6 – A Lingerie da Tia e a Lição na Sala
A tia fechou a porta do próprio quarto e tirou a roupa sem pressa. O corpo dela era maduro, mas ainda extremamente gostoso: peitos grandes e pesados, um pouco mais caídos que os de Gwen, mas volumosos, com bicos escuros e largos. A cintura ainda marcada, a barriga levemente arredondada, e o rabão enorme, branco, macio, maior até que o da sobrinha. A buceta era raspada, só com uma faixa fina de pelos escuros em cima.
Ela pegou o conjunto preto de renda que tinha “emprestado”. A calcinha fio-dental já era pequena em Gwen; no corpo da tia quase desapareceu. O tecido fino sumiu entre as nádegas gordas, o fio afundando completamente na racha, deixando as duas metades da bunda completamente expostas. O sutiã apertou os peitos com força, a renda mal cobria os bicos, a carne transbordava por cima, por baixo e dos lados. Parecia que a peça ia rasgar a qualquer momento.
A tia se olhou no espelho, deu uma risadinha baixa e murmurou:
— Essa putinha ruiva tem gosto… mas em mim fica bem melhor.
Vestiu por cima uma blusa larga e velha do filho, que caía quase até a metade da coxa. Por baixo, porém, dava para ver claramente o volume dos peitos e o formato da bunda quando ela andava. Desceu para a sala.
O tio já estava no sofá com uma lata de cerveja na mão. Gwen estava sentada na poltrona, ainda um pouco vermelha da conversa anterior. Quando a tia entrou, o olhar do marido subiu imediatamente pelas pernas expostas e pelo decote que a blusa larga não conseguia esconder.
— Olha só quem chegou… — ele falou, sorrindo de lado.
A tia se jogou no sofá ao lado dele, a blusa subindo e mostrando quase toda a calcinha preta engolida pela bunda. Pegou uma cerveja, abriu e bebeu um gole longo.
— A sobrinha me emprestou. Ficou justa, né? — falou olhando direto para Gwen. — Em você já era pequena. Em mim some.
Gwen baixou os olhos, o rosto queimando. A tia abriu as pernas de propósito, a blusa subindo mais, e o fio preto apareceu claramente, molhado já no meio.
Começaram a beber. O tio abriu cerveja para os três. Gwen não estava acostumada. Na roça quase não bebia. A primeira lata já a deixou quente por dentro, a segunda a fez sorrir sem querer, a terceira a deixou mole e risonha, mesmo com a tia não parando de provocar.
— Olha a carinha dela… já está alegre. Deve ser a porra que engoliu mais cedo misturada com álcool — a tia falava alto, rindo. — E essa lingerie, hein, Jorge? Você escolheu bem. O fio some no cu dela também, ou só no meu?
O tio ria, a mão já descansando na coxa grossa da mulher. De vez em quando a tia se inclinava para frente de propósito, a blusa abrindo e mostrando o sutiã estourando. Outras vezes cruzava e descruzava as pernas, o fio preto aparecendo e desaparecendo.
Gwen ria nervosamente, tentando disfarçar o desconforto, mas o álcool a deixava mais solta. Bebia mais um gole toda vez que a tia falava alguma safadeza.
Depois da quarta cerveja, Gwen se levantou cambaleando um pouco.
— Vou no banheiro…
Saiu. No corredor ouviu a risada baixa da tia e a voz do tio respondendo alguma coisa. Demorou mais do que o necessário, lavando o rosto, tentando se acalmar. Quando voltou para a sala, parou na porta.
A tia estava sentada em cima do colo do marido, de costas para a porta. A blusa larga tinha sido jogada no chão. O sutiã preto estava puxado para baixo, os peitos grandes e pesados balançando. A calcinha fio-dental estava puxada para o lado, e o pau grosso do tio entrava e saía da buceta extremamente molhada dela. O barulho era alto, molhado, obsceno. A cada descida a tia soltava um gemido baixo e gutural.
Ela viu Gwen parada na porta e não parou. Pelo contrário: sorriu de lado, agarrou os próprios peitos e cavalga mais devagar, deixando o pau aparecer quase inteiro antes de sentar de novo até o fundo.
— Entra, menina. Não fica aí igual estatua.
Gwen estava vermelha até o pescoço. Gaguejou:
— D-desculpa… eu… eu vou pro meu quarto…
A tia interrompeu, sem parar de subir e descer no pau:
— Antes pega uma cerveja pra mim na cozinha. A gelada.
Gwen obedeceu como se estivesse em transe. Foi até a cozinha, pegou a lata, voltou e entregou. A tia abriu com uma mão só, bebeu um gole longo enquanto continuava sentando fundo, a buceta fazendo barulho molhado a cada movimento. Um fio de porra e lubrificante natural já escorria pela bola do tio e pingava no sofá.
— Senta aí — mandou a tia, apontando a poltrona na frente deles. — Você está em casa. Somos família. Família liberal. Não tem por que ficar com vergonha. Talvez até aprenda alguma coisa olhando.
Gwen sentou, as mãos apertando as próprias coxas, o olhar tentando ir para a televisão ligada num volume baixo. Mas era impossível não ver: a calcinha preta completamente puxada para o lado, os lábios inchados e brilhantes da buceta da tia engolindo o pau grosso, o líquido transparente escorrendo em fios. O cheiro de sexo já dominava a sala.
Eles fodiam sem pressa. A tia mudava de posição: primeiro de frente, depois de costas, empinando o rabão enorme na cara do marido enquanto ele segurava as nádegas e metia. Depois ela deitou de lado no sofá e ele entrou por trás, a mão apertando o peito dela. Tudo na frente de Gwen, que bebia o resto da própria cerveja só para ter o que fazer com as mãos, o rosto queimando, a buceta traidora latejando dentro da calcinha.
A tia olhou para ela por cima do ombro, ofegante:
— Vai no quarto e pega o lubrificante que está na gaveta da minha mesa de cabeceira. O transparente.
Gwen se levantou rápido, quase aliviada por ter uma desculpa para sair. Foi até o quarto do casal, abriu a gaveta, encontrou o frasco e voltou. Entregou sem olhar nos olhos.
— Aqui… eu… eu vou no banheiro de novo.
Mas não foi no banheiro. Subiu direto para o próprio quarto, fechou a porta com cuidado e ficou parada no escuro, o coração batendo forte demais. Do andar de baixo os sons subiam claros: o barulho molhado de pau entrando e saindo, a cama (ou o sofá) rangendo, e a voz da tia gemendo sem nenhum pudor.
— Isso… mete fundo… a menina está ouvindo… deixa ela ouvir como se fode de verdade…
Gwen se sentou na beirada da cama, as mãos no rosto, as pernas apertadas uma contra a outra. O álcool ainda girava na cabeça, a buceta latejava, e a certeza de que aquela casa não tinha mais nenhum limite a deixava ao mesmo tempo aterrorizada e molhada.
Lá embaixo a tia gemia mais alto.
Capítulo 7 – O Cu da Tia e a Calcinha Devolvida
Lá embaixo o barulho mudou.
Gwen, sentada na beirada da cama com as mãos ainda no rosto, ouviu claramente o estalo da tampa do lubrificante sendo aberta. Depois a voz grossa do tio:
— Empina mais esse rabão… quero ver esse cuzinho engolindo tudo.
A tia riu, um riso baixo e safado, e respondeu alto o suficiente para a sobrinha ouvir cada palavra:
— Vai, mete. Mas não precisa fingir que é a xaninha da sua sobrinha ruiva, não. Essa novinha ainda nem sabe sentar direito. Quem sabe foder de verdade sou eu, seu velho tarado.
Gwen apertou as coxas uma contra a outra. A irritação subia junto com um calor traidor entre as pernas. Ela odiava aquelas palavras… e mesmo assim a buceta latejava.
O tio não respondeu com palavras. O primeiro gemido da tia foi longo, gutural, quando a cabeça do pau forçou a entrada apertada. O barulho molhado do lubrificante misturado com o estalo de pele contra pele encheu a casa.
— Aih, porra… isso… soca esse cu como se fosse buceta… assim, forte…
A tia falava sem nenhum pudor, a voz embargada de prazer:
— Olha a diferença… a menina lá em cima deve estar se tocando só de ouvir. Mas ela não aguenta metade do que eu aguento. Novinha demais… ainda tem cheiro de leite. Eu, por outro lado… esse cuzinho já comeu quantos paus, Jorge? E ainda aperta igual virgem.
O tio gemia baixo, o ritmo acelerando. O sofá rangia forte. Cada estocada fazia a tia gritar mais alto:
— Isso! Arrebenta! Fode esse rabo gordo… você só pensa na xota peluda daquela putinha ruiva agora, né? Mas quem goza gostoso no seu pau sou eu… aih, caralho… mais fundo!
Gwen estava vermelha de raiva e de tesão. Sem conseguir se segurar, deslizou a mão para dentro do shortinho, passou por cima da calcinha molhada e depois empurrou o tecido para o lado. Os dedos encontraram a buceta escorrendo e, sem pensar direito, um deles subiu até o cuzinho. Ela nunca tinha se tocado ali. O contato fez o corpo inteiro estremecer. Enquanto escutava a tia ser comida sem dó, começou a dedar o próprio cu devagar, envergonhada, irritada, molhada pra caralho.
Lá embaixo a tia continuava vomitando veneno entre gemidos:
— Vai gozar dentro… enche esse cu de porra… depois a sua sobrinha inocente pode cheirar se quiser… aih, porra, Jorge… você está mais duro só de eu falar dela, né? Safado. Mete! Mete como se eu fosse a novinha!
O ritmo ficou violento. O barulho de pau entrando e saindo do cu lubrificado era obsceno, molhado, rápido. A tia gritou uma última vez, longa e rouca, e o tio acompanhou com um gemidão grave. Gwen imaginou perfeitamente os jatos quentes enchendo o intestino da mulher.
Silêncio por alguns segundos. Só a respiração pesada dos dois.
Depois o som de alguém se mexendo no sofá. A tia falou, ainda ofegante, mas já num tom casual:
— Pronto. Agora ajeita essa calcinha… e deixa eu devolver a roupa da menina.
Gwen congelou. Tirou a mão de entre as pernas num sobressalto, mas não deu tempo de trancar a porta. A maçaneta girou e a tia entrou sem bater.
A mulher ainda estava só de sutiã preto estourado e a calcinha fio-dental puxada de qualquer jeito. O cabelo bagunçado, o batom borrado, as coxas brilhando de lubrificante e porra. Ela parou no meio do quarto, olhou Gwen (que tentava se cobrir com o lençol) e deu um sorriso lento, sujo.
— Olha só… a santinha se tocando. E no cuzinho, ainda por cima. Que fofo.
Gwen queria sumir. Escondeu o rosto no travesseiro, o corpo inteiro queimando de vergonha.
A tia riu baixinho e começou a puxar a calcinha para baixo. No mesmo instante um fio grosso e branco de porra escorreu do cuzinho dela, pingou direto no tecido preto e depois caiu no chão do quarto, formando uma poça pequena e viscosa.
— Ops… — ela falou sem nenhum constrangimento. — Seu tio gozou pra caralho hoje. Olha quanto vazou.
Ela tirou a calcinha completamente, agora pelada da cintura para baixo, e jogou a peça suja em cima da cama, bem na frente de Gwen. A renda preta estava encharcada, brilhando, com fios de porra ainda escorrendo.
— Obrigada pelo empréstimo, sobrinha. Ficou apertadinho, mas serviu. Agora está devolvendo com um brinde.
A tia tirou o sutiã também, ficando completamente nua na frente da menina. Os peitos grandes e pesados balançaram livres. Ela se esticou, sem nenhum pudor, e falou num tom quase maternal, mas cheio de veneno:
— Vou tomar um banho e dormir. Já estou cansada. Você, por outro lado… é nova, aguenta beber até mais tarde. Faz companhia pro seu tio lá embaixo. Ele ainda deve estar com o pau sujo de cu… mas não se preocupa. Hoje ele já usou o meu direitinho. Encheu de porra e tudo. Então se ele quiser a sua boquinha ou a sua xotinha peluda de novo, é por pura ganância. Homem é assim.
Ela se aproximou mais um pouco, olhou Gwen de cima a baixo e soltou mais algumas farpas, a voz baixa e cruel:
— E para de fazer essa carinha de coitada. Você adora. Fica molhadinha só de ouvir. Fica dedando o cuzinho enquanto eu levo pau. No fundo você já é a putinha da casa… só ainda não engoliu o título. Boa noite, ruivinha.
A tia saiu nua, sem fechar a porta direito, e foi em direção ao banheiro. O som da água logo começou.
Gwen ficou parada, o coração disparado, o rosto queimando, a mente em branco de tanto choque. Os olhos caíram na calcinha preta jogada na cama. Sem conseguir se controlar, ela estendeu a mão trêmula, pegou a peça encharcada e levou até o rosto.
O cheiro era forte, misturado, sujo: porra fresca, lubrificante, o aroma pesado do cu da tia e o cheiro mais ácido da buceta molhada dela. Gwen inspirou fundo, os olhos se fechando, a buceta latejando de novo. Passou a renda molhada no nariz, na boca, sentindo a textura pegajosa. Um fio branco ainda escorria pelos dedos dela.
Ela estava incrédula. Horrorizada. Excitada pra caralho.
E a calcinha suja de porra e cu da tia continuava grudada no rosto enquanto, lá embaixo, o tio abria mais uma cerveja e esperava.
Capítulo 8 – Companhia na Sala e a Lingerie Suja no Quintal
Gwen ficou mais alguns minutos no quarto, a calcinha preta ainda grudada nos dedos, o cheiro forte da tia impregnado no nariz. O coração batia descompassado. A raiva, a vergonha e o tesão se misturavam num nó apertado na barriga. No fim, ela respirou fundo, largou a peça suja em cima da cama e desceu a escada.
O tio estava sozinho no sofá, uma lata de cerveja na mão, a calça ainda aberta, o pau mole e sujo descansando sobre a coxa. Quando viu a sobrinha aparecer na porta da sala, sorriu de lado.
— Olha só… a putinha resolveu fazer companhia. Achei que ia ficar se tocando no quarto a noite toda.
Gwen não respondeu. Só foi até a geladeira, pegou duas cervejas e se sentou no sofá, mantendo uma distância mínima. O álcool ainda girava na cabeça dela. Bebeu um gole longo, depois outro. O silêncio foi ficando menos pesado. O tio comentou qualquer besteira sobre o trabalho, ela respondeu baixo, e aos poucos o clima amornou. Ele abriu mais duas latas. Gwen, já bem alegre, acabou rindo de uma piada suja que ele fez. O corpo estava mais solto, as pernas menos tensas.
Foi aí que a tia voltou do banho.
Ela apareceu na sala de roupão aberto, o corpo ainda úmido, os peitos balançando, o cabelo molhado grudado no pescoço. Parou, olhou os dois e soltou uma risada curta e venenosa.
— Que cena fofa. O papai e a sobrinha dividindo cerveja depois que eu levei porra no cu. Vocês dois já combinaram o próximo round ou ainda estão no aquecimento?
Gwen baixou o olhar, o rosto queimando de novo. O tio só deu de ombros e bebeu mais um gole. A tia se aproximou, pegou a lata da mão dele, bebeu o resto e falou, olhando direto para Gwen:
— Não precisa ficar vermelha, ruivinha. Eu já te falei: família liberal. Se quiser sentar no pau dele enquanto eu durmo, senta. Só não grita alto demais que eu preciso descansar. Esse cuzinho aqui já trabalhou bastante hoje.
Ela deu um tapa leve na própria bunda, riu de novo e subiu as escadas sem esperar resposta. A porta do quarto bateu.
O silêncio durou só alguns segundos.
O tio virou o rosto para Gwen, o olhar já mais pesado. A mão grande deslizou pela coxa dela, subindo devagar por baixo do shortinho.
— Vem cá.
Gwen hesito um segundo, mas o álcool e o tesão acumulado falavam mais alto. Ela se aproximou e acabou sentando no colo dele, de lado. Ele puxou o queixo dela e beijou a boca com lentidão, a língua entrando sem pressa. A mão subiu até o peito, apertou por cima da blusa, depois por baixo, encontrando o bico já duro. Gwen soltou um gemidinho baixo contra a boca dele.
Foi nesse momento que a tia voltou.
Ela tinha esquecido o carregador do celular. Parou no meio da escada, olhou a cena — a sobrinha no colo do marido, a mão dele dentro da blusa — e arqueou a sobrancelha.
— Sério? Nem esperaram eu deitar direito? Sua putinha oportunista…
O tio nem tirou a mão do peito de Gwen. Só deu um tapa forte na bunda dela, fazendo a carne balançar, e falou num tom brincalhão:
— Levanta, menina. Sua tia vai acabar matando a gente os dois.
Gwen se levantou rápido, o rosto em chamas. A tia desceu o resto da escada, pegou o carregador em cima da mesa e, antes de subir de novo, soltou mais farpas:
— Dorme com o pau dele se quiser. Só limpa depois. E se for chupar, engole tudo. Não quero mancha no sofá. Boa noite, casalzinho.
A porta do quarto bateu pela segunda vez, agora com mais força. O barulho da tranca ecoou.
O tio puxou Gwen de volta para o colo, agora de frente. As mãos desceram e puxaram a blusa para cima, arrancando a peça. Os peitos grandes e pesados ficaram livres. Ele chupou um bico com força, depois o outro, enquanto as mãos já puxavam o shortinho e a calcinha juntos. Em menos de um minuto Gwen estava completamente nua no meio da sala, o corpo claro iluminado só pela luz da televisão.
— De quatro. No chão.
Ela obedeceu, as mãos e os joelhos no carpete, o rabão empinado. O tio se ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e enterrou o rosto. A língua foi direto no cuzinho. Gwen soltou um gemido alto, a cabeça caindo entre os braços. Ele chupava com fome, babando, enfiando a língua, lambendo de cima a baixo, descendo até a buceta só para voltar ao cu. Os dedos entravam na xota molhada enquanto a boca trabalhava o buraquinho rosado. Gwen gozou rápido, o corpo inteiro tremendo, um grito abafado contra o próprio braço, o cuzinho se contraindo na língua dele.
O tio só parou quando ela estava mole, ofegante.
— Agora sobe e busca aquelas lingeries que eu te dei. Todas.
Gwen se levantou de pernas bambas, subiu as escadas nua, pegou as sacolas e desceu de novo. O tio já estava na porta da cozinha, segurando as chaves da porta dos fundos.
— Vamos pro quintal. Quero ver você vestindo isso lá fora.
O ar da noite estava morno. O quintal era escuro, só a luz amarela da varanda iluminava um pouco. Gwen, ainda nua, começou a experimentar as peças ali mesmo, em cima da grama. Primeiro o conjunto vermelho. O sutiã apertava os peitos, a calcinha fio-dental sumia entre as nádegas. Ela se virou de costas, abriu a própria bunda com as duas mãos e olhou por cima do ombro, provocando.
— Ficou assim, tio…?
Ele só observava, o pau já duro de novo na mão. Gwen tirou o vermelho, vestiu o branco quase transparente. Abriu as pernas, puxou o tecido para o lado e mostrou a buceta peluda de perto, os lábios já inchados e brilhantes. Depois tirou de novo e pegou o preto — o mesmo modelo que a tia tinha usado.
O tio segurou o pulso dela.
— Esse não. Veste aquele. O que eu acabei de foder sua tia.
Gwen olhou a calcinha preta que ele tirou do bolso da calça. A mesma que tinha sido jogada na cama dela minutos antes. Ainda úmida, com manchas brancas secando.
— Tio… está suja…
— Não tem problema. Veste.
Ela engoliu seco, mas obedeceu. Passou a calcinha pelas pernas. O tecido frio e pegajoso grudou na pele, o fio afundando entre as nádegas ainda babadas de saliva. O cheiro da tia subiu forte de novo. O sutiã combinando mal cobria os peitos.
O tio apontou para o chão na frente dele.
— Ajoelha.
Gwen desceu de joelhos na grama, o corpo iluminado pela luz fraca da varanda, a lingerie preta suja de porra e cu da tia colada na pele, o pau duro do tio latejando a poucos centímetros do rosto dela.


