Porno Conto Erótico Esposa Traindo 2 – Hinata e Himawari Mãe e Filha Dando o Cu – Bunda Grande, Peitos Grandes e Gozada no Cu e Buceta
Hinata, a peituda e bunduda dona de casa tímida, começa a se corromper de tesão pelo vizinho Kaito até ser pega se masturbando pela filha de 18 anos, Himawari; logo a mãe trai o marido pela primeira vez e descobre que a filha também já estava se entregando ao mesmo homem, o que transforma as duas em putas juntas — a mãe de bunda monstruosa e a filha de bunda grande — que passam a se comer, vestir lingeries safadas e passar noites inteiras lado a lado tendo os cus e as bucetas arrombados e enchidos de porra pelo vizinho, enquanto Hinata ainda atende o marido no telefone com o leite escorrendo, até as duas estarem completamente viciadas e marcadas como propriedade dele.
Hinata, a peituda e bunduda dona de casa tímida, começa a se corromper de tesão pelo vizinho Kaito até ser pega se masturbando pela filha de 18 anos, Himawari; logo a mãe trai o marido pela primeira vez e descobre que a filha também já estava se entregando ao mesmo homem, o que transforma as duas em putas juntas — a mãe de bunda monstruosa e a filha de bunda grande — que passam a se comer, vestir lingeries safadas e passar noites inteiras lado a lado tendo os cus e as bucetas arrombados e enchidos de porra pelo vizinho, enquanto Hinata ainda atende o marido no telefone com o leite escorrendo, até as duas estarem completamente viciadas e marcadas como propriedade dele.






Capítulo 6: As Duas Bundas e a Noite que Não Acabou
O quarto de Himawari cheirava a sexo bruto, suor e porra. A luz fraca do abajur ainda iluminava os três corpos suados na cama bagunçada. Kaito estava deitado no meio, o peito subindo e descendo, o pau molhado e semi-duro descansando na coxa. À direita dele, Himawari, de dezoito anos, ainda ofegante, a bunda grande e gorda virada para cima, o cuzinho vermelho e semiaberto vazando o leite que ele tinha jorrado minutos antes. À esquerda, Hinata, a mãe, nua, os peitos pesados caídos para o lado, a buceta latejando e escorrendo a segunda carga dele.
O silêncio durou pouco.
Kaito ergueu a cabeça, olhou de uma bunda para a outra e soltou uma risada baixa, rouca, satisfeita.
— Puta que pariu… olha a diferença.
Ele se sentou na beira da cama, puxou Himawari pela cintura e virou a novinha de quatro de novo, só para observar. A bunda da filha era grande, sim — redonda, gorda, de adolescente que já tinha carne de mulher, as nádegas macias que tremiam fácil quando ele batia. Mas quando ele puxou Hinata e colocou a mãe ao lado, a comparação ficou cruel e deliciosa.
A bunda de Hinata era muito maior.
Larga. Pesada. Empinada de um jeito que só uma mulher de trinta e dois anos, mãe de dois, conseguia ter. As nádegas eram grossas, densas, a carne branca e farta se espalhando para os lados quando ela ficava de quatro. O cuzinho peludo dela ficava escondido no meio daquele volume absurdo, e a buceta inchada pingava logo abaixo. Do lado da filha, a diferença gritava: Himawari tinha uma bunda grande e gostosa de novinha; Hinata tinha uma bunda de puta madura, de mulher que carregava peso, que balançava pesado e que pedia para ser arrombada com as duas mãos.
Kaito passou a mão na bunda da filha primeiro, apertando a carne gorda, dando um tapa que fez a nádega ondular.
— Essa aqui é boa… macia, jovem, aperta o pau que é uma delícia.
Depois passou a mão na bunda da mãe. Os dedos quase sumiam na carne abundante. Ele abriu as duas nádegas pesadas com as duas mãos, expondo o cuzinho ainda intocado de verdade e a buceta melada.
— Mas essa… — ele cospiu no meio da fenda da mãe e espalhou a saliva com o polegar — …essa é outra categoria. Olha o tamanho. Dá pra engasgar um homem. Quando eu enfiar o pau nesse cuzinho, vai ser outro nível.
Hinata estremeceu. Himawari, ao lado, riu baixinho, ainda com a cara amassada no travesseiro.
— Falou pouco, mãe. A sua é bem maior mesmo. Sempre foi. Eu morria de inveja no espelho.
Kaito não aguentou ficar só olhando. Ajoelhou-se atrás das duas, que estavam lado a lado de quatro, e começou a brincar. Enfiou dois dedos na buceta molhada de Hinata e o polegar no cuzinho já folgado de Himawari, fodendo as duas ao mesmo tempo com as mãos. As bundas balançavam diferentes: a da filha tremia rápido e gostoso; a da mãe ondulava pesado, a carne se mexendo em câmera lenta a cada movimento.
— Vocês duas são um par perfeito — murmurou ele. — A novinha de bunda gorda que já dá o cu e a mãe de bunda monstra que ainda não deu. Hoje a gente resolve isso.
Ele tirou os dedos, pegou o pau que já tinha voltado a ficar duro e esfregou a cabeça grossa primeiro no cuzinho de Himawari, depois desceu e enfiou de uma vez na buceta de Hinata. A mãe gritou abafado. Kaito fodeu a buceta madura com força, as duas mãos agarradas naquela bunda enorme, abrindo e fechando as nádegas para ver o pau sumir. A cada estocada a carne de Hinata batia pesado contra a virilha dele.
— Porra, que bunda… pesada pra caralho. Balança diferente da da sua filha. Mais densa. Mais de mulher.
Himawari se virou de lado, ainda de quatro, e ficou assistindo o pau do amante da mãe entrar e sair. Com uma mão começou a se dedar, com a outra puxou o rosto de Hinata e beijou a mãe de novo, suja, com língua.
— Tá gostoso, mãe?… ele tá te comendo olhando pra minha bunda… e falando que a sua é maior…
Hinata só conseguia gemer dentro da boca da filha. Kaito tirou o pau da buceta dela de repente, subiu um pouco e posicionou a cabeça grossa no cuzinho peludo e virgem de Hinata. A mãe tremeu inteira.
— Calma… devagar… nunca…
— Eu sei — respondeu ele, a voz grossa. — Por isso vou arrombar devagar. Quero sentir cada centímetro abrindo.
Ele cuspiu generosamente, espalhou com o polegar, depois começou a empurrar. A cabeça abriu o anel apertado com dificuldade. Hinata soltou um gemido longo, quase dolorido, as unhas cravando no lençol. Himawari, ao lado, não desviava o olhar.
— Isso, mãe… respira… ele é grosso, mas entra… eu aguentei, você também aguenta…
Kaito empurrou mais um pouco. Outro pedaço do pau sumiu no cuzinho maduro. A bunda enorme de Hinata tremia. Ele segurava as duas nádegas abertas com força, observando o pau desaparecer devagar naquele buraco quente e virgem. Quando enfim enterrou até o fundo, os três soltaram um som ao mesmo tempo: Hinata um choro de prazer-dor, Himawari um gemido excitado, Kaito um xingamento gutural.
— Tá dentro… porra… que cu apertado… e olha a bunda… parece que o pau some no meio dessa carne toda.
Ele começou a foder o cu de Hinata com estocadas curtas e profundas. A diferença de volume era absurda: cada vez que ele puxava e empurrava, a bunda pesada da mãe ondulava como ondas. Do lado, a bunda grande de Himawari parecia quase modesta em comparação.
Kaito alternava o olhar entre as duas.
— Sua filha tem uma bunda deliciosa… gorda, jovem, perfeita pra tapa. Mas a sua, Hinata… a sua é de outro nível. Dá pra prender um homem nessa bunda. Dá pra engolir o pau inteiro e ainda sobrar carne pra apertar.
Ele tirou o pau do cu da mãe, ainda pingando, e enfiou de uma vez no cuzinho já folgado de Himawari. A novinha gritou de prazer. Kaito fodeu a filha com força por um tempo, batendo a virilha na bunda gorda dela, depois voltava para o cu apertado da mãe e metia devagar, sentindo a diferença de pressão e de volume.
As duas estavam lado a lado, de quatro, gemendo juntas, as bundas balançando em ritmos diferentes. Himawari estendeu a mão e começou a se esfregar no clitóris da mãe. Hinata retribuía, dedando a buceta molhada da filha enquanto levava pau no cu.
Kaito estava em êxtase.
— Olha isso… mãe e filha se dedando enquanto eu fodo os dois cus. E as bundas… caralho. Uma grande e a outra absurda. Vou gozar e não sei em qual cu jorrar.
Ele decidiu no último segundo. Tirou o pau do cu de Hinata, empurrou a cabeça da mãe para o lado da filha e gozou em jatos grossos espalhando porra quente nas duas bundas ao mesmo tempo — a gorda da novinha e a monstruosa da mãe. Os jatos caíram nas nádegas, escorreram pelo meio, sujaram os dois cuzinhos abertos.
Quando terminou, Kaito ficou de joelhos atrás delas, admirando a obra: as duas bundas suadas, vermelhas, cobertas de leite, os cus latejando e semiabertos.
— Limpem uma à outra.
Himawari não precisou de segunda ordem. Virou-se, agarrou as nádegas enormes da mãe e começou a lamber a porra que escorria no meio daquela bunda pesada. A língua dela descia pelo cuzinho arrombado de Hinata, subia, chupava a carne. Hinata, ainda trêmula, retribuía na bunda gorda da filha, lambendo o leite que escorria, enfiando a língua no cu já folgado da novinha.
Kaito se masturbava assistindo, o pau voltando a endurecer só com a visão.
— Isso… mãe chupando a porra do cu da filha… filha enterrada na bunda gigante da mãe… vocês duas nasceram pra serem putas juntas.
A madrugada continuou.
Kaito fodeu mais duas vezes. Uma na buceta de Hinata enquanto a filha sentava a bunda gorda no rosto da mãe. Outra no cu de Himawari enquanto a mãe, de quatro ao lado, recebia tapas pesados naquela bunda enorme que balançava como gelatina. Em um momento ele colocou as duas deitadas de bruços, uma em cima da outra — Himawari embaixo, Hinata em cima — e fodeu o cu da filha enquanto a bunda monstra da mãe ficava esmagada contra as costas da novinha, a carne abundante vazando pelos lados.
Quando a primeira luz da manhã começou a entrar pela fresta da cortina, os três estavam destruídos. Kaito gozou a última vez espalhando porra no rosto das duas, que se beijavam lambendo o leite uma da outra.
Ele se levantou, pegou a roupa, e olhou para as duas bundas ainda expostas na cama — uma grande, a outra muito maior — ambas vermelhas, suadas e sujas.
— A partir de hoje eu não escolho mais. Quero as duas. No mesmo dia. No mesmo quarto. A filha de bunda gorda e a mãe de bunda de mais. E quando o seu marido voltar… a gente vê como esconde as marcas.
Himawari, ainda de bruços, ri fraquinho, a voz rouca de tanto gemer.
— A bunda da mãe vai ficar marcada dias… a minha também.
Hinata não falou nada. Só ficou deitada de lado, uma mão na própria bunda pesada ainda latejando, a outra na bunda gorda da filha, sentindo a diferença de volume sob os dedos, e pela primeira vez aceitou sem luta o que tinha se tornado.
Mãe e filha.
Duas putas.
Duas bundas.
E um só pau que agora pertencia às duas.
A porta dos fundos continuaria aberta.
E a cama de Himawari, a partir daquela madrugada, tinha virado território compartilhado.
Capítulo 7: O Telefonema e a Cozinha de Manhã
O sol já estava alto quando Hinata abriu os olhos.
O corpo doía de um jeito profundo e satisfatório. Cada músculo parecia lembrar o que tinha acontecido na madrugada. Ela estava sozinha na cama de Himawari. A filha tinha se levantado mais cedo e deixado só o cheiro de sexo e o lençol manchado. Kaito também já não estava. Só restava a evidência no próprio corpo: o cu latejando, a buceta inchada, marcas de dedos na carne pesada da bunda e o gosto fantasma de porra ainda na boca.
Hinata se levantou devagar. As pernas tremeram. Quando se olhou no espelho do banheiro da filha, a imagem que viu não era mais a da dona de casa certinha. Os peitos estavam cobertos de chupões escuros. A bunda enorme tinha marcas vermelhas de tapa que ainda ardiam. Entre as nádegas, o cuzinho continuava sensível, levemente aberto. Ela passou o dedo ali e sentiu um ardor gostoso misturado com restos secos de leite.
Foi nesse momento que o celular vibrou no bolso do roupão que ela tinha vestido às pressas.
Naruto.
Hinata engoliu em seco e atendeu, a voz ainda rouca.
— Alô?
— Hinata, bom dia. Consegui um horário agora. Como estão as coisas aí? As crianças bem?
A voz do marido soou distante, cansada de viagem, inocente. Hinata sentiu a buceta contrair sozinha só de ouvir aquele tom normal enquanto o cu ainda doía do pau do vizinho.
— Estão bem — respondeu, tentando controlar a respiração. — Himawari saiu cedo… Boruto também. Estou sozinha.
— Que bom. Olha, a reunião atrasou de novo. Só consigo voltar daqui a cinco dias no mínimo. Você aguenta mais um pouco?
Cinco dias.
Hinata apoiou a mão livre na pia e fechou os olhos. Cinco dias com a casa vazia a maior parte do tempo. Cinco dias com a porta dos fundos disponível. A resposta saiu mais baixa do que ela pretendia.
— Aguento. Não se preocupa.
— Você parece estranha. Tá resfriada?
— Não… só dormi mal.
Naruto falou mais um pouco sobre trabalho, sobre o hotel, sobre sentir saudade. Hinata respondia com sons baixos, enquanto a mão livre descia sem permissão e apertava a própria bunda pesada, sentindo a carne ainda marcada. Quando a ligação terminou, ela ficou olhando para a tela preta do celular por longos segundos.
Depois desceu para a cozinha.
Himawari estava lá.
A filha usava só uma camiseta larga que mal cobria a bunda grande e gorda. O cabelo estava preso de qualquer jeito e havia um chupão visível no lado do pescoço. Ela mexia o café com naturalidade, como se a madrugada não tivesse acontecido.
Quando viu a mãe, sorriu de lado.
— Acordou. O papai ligou?
— Ligou. Vai demorar mais cinco dias.
Himawari soltou uma risadinha baixa e se virou, apoiando o quadril no balcão. A camiseta subiu o suficiente para mostrar que não usava calcinha. A bunda gorda da novinha ficou parcialmente exposta, redonda e marcada também.
— Cinco dias… a gente vai acabar estragada.
Hinata não respondeu. Foi até a geladeira, pegou água, sentiu o olhar da filha nas costas. A diferença de volume entre as duas bundas era óbvia até por baixo da roupa: a de Himawari era grande e jovem; a dela, mesmo coberta pelo roupão, projetava um peso e uma largura que nenhuma camiseta conseguia esconder.
A porta dos fundos se abriu sem bater.
Kaito entrou como se morasse ali. Tinha tomado banho, estava de bermuda e camiseta, o cabelo ainda úmido. O olhar dele passou primeiro por Himawari, depois demorou muito mais na figura da mãe. Sem dizer nada, caminhou até Hinata, segurou o queixo dela e a beijou fundo, de língua, na frente da filha. O beijo durou até Hinata soltar um gemido baixo na boca dele.
Quando se separaram, Kaito olhou para as duas.
— O corno ligou?
— Ligou — respondeu Himawari, já se aproximando. — Mais cinco dias.
— Ótimo.
Ele não perdeu tempo com conversa. Puxou o roupão de Hinata e abriu na frente, deixando os peitos pesados e a barriga à mostra. A mão desceu e apertou a bunda enorme por cima do tecido, depois por baixo, os dedos afundando na carne abundante.
— Ainda dói?
— Dói — confessou Hinata, a voz embargada.
— Bom.
Kaito virou a mãe de frente para o balcão da cozinha e fez ela se curvar, os cotovelos apoiados na pedra fria. O roupão foi erguido até a cintura. A bunda monstra de Hinata ficou completamente exposta sob a luz da manhã que entrava pela janela. Do lado, Himawari subiu no balcão e sentou, abrindo as pernas, observando.
Kaito passou a mão inteira de cima a baixo na fenda da mãe, sentindo o cu ainda quente e a buceta já molhada. Depois abaixou a própria bermuda. O pau já estava duro. Ele não pediu permissão. Encostou a cabeça no cuzinho inchado de Hinata e empurrou devagar, de uma vez, até sumir por completo dentro daquele calor ainda sensível.
Hinata soltou um gemido longo, a testa batendo no braço. Kaito começou a foder o cu dela com estocadas profundas e ritmadas, as duas mãos agarradas naquele volume absurdo de carne, abrindo e fechando as nádegas para ver o pau desaparecer. A cada impacto a bunda pesada de Hinata ondulava de um jeito que a da filha, por maior que fosse, não conseguia copiar.
Himawari, sentada no balcão, não se contentou em só olhar. Deslizou a mão entre as próprias pernas e começou a se esfregar, os olhos fixos na cena.
— Fala pra ela, Kaito… fala a diferença de novo.
Kaito deu uma estocada mais forte e segurou as nádegas de Hinata bem abertas.
— A sua é grande, Himawari. Gorda, macia, gostosa de bater. Mas a da sua mãe… a da sua mãe é outra coisa. É pesada. É larga. É de mulher feita. Quando eu meto fundo parece que o pau some no meio dessa carne toda.
Hinata gemia contra o antebraço, o cu se contraindo a cada palavra. Kaito manteve o ritmo constante, sem pressa, foden do o cu maduro enquanto a luz da manhã iluminava tudo. Em certo momento ele puxou Himawari pelo braço, fez a filha descer do balcão e a colocou de joelhos ao lado da mãe. A novinha entendeu o pedido sem palavras: abriu a boca e começou a lamber as bolas dele enquanto o pau continuava a entrar e sair do cu de Hinata.
O contraste visual era absurdo. A bunda enorme da mãe empinada e sendo arrombada. A filha de bunda gorda ajoelhada ao lado, lambendo e chupando o que dava conta. Kaito segurava o cabelo das duas, alternando o olhar.
Depois de vários minutos ele tirou o pau do cu de Hinata, puxou a filha pela nuca e enfiou a rola molhada de saliva e cu direto na boca dela. Himawari engoliu até onde conseguiu, engasgando, enquanto a mãe continuava curvada, o cuzinho aberto e latejando no ar.
Kaito voltou para o cu de Hinata pouco depois. Dessa vez fodeu mais rápido, mais fundo, a carne pesada batendo contra ele com um som úmido e pesado. Himawari subiu de novo no balcão, abriu as pernas na frente do rosto da mãe e puxou a cabeça dela.
— Chupa, mãe. Enquanto ele te fode.
Hinata não hesitou. Enterrou o rosto entre as coxas da filha e começou a lamber a buceta jovem e molhada, a língua entrando, o nariz esfregando os pelos. Kaito acompanhou o ritmo com as estocadas, foden do o cu da mãe enquanto a mãe chupava a filha. Os gemidos das duas se misturavam na cozinha iluminada.
Quando Kaito sentiu o orgasmo chegando, puxou o pau, virou Hinata de frente e gozou em jatos grossos no peito e no rosto dela. Himawari desceu rápido e juntou a língua à da mãe, as duas lambendo e dividindo a porra que escorria pelos peitos pesados e pelo queixo.
Depois disso os três ficaram parados na cozinha por um tempo, só respirando. Kaito abriu a geladeira como se estivesse em casa, pegou uma caixa de suco e bebeu direto da embalagem, ainda de bermuda pela metade das coxas.
— Hoje à tarde eu volto. Quero vocês duas no sofá da sala. De quatro. Lado a lado. Quero foder uma enquanto a outra chupa as bolas. E quero a televisão ligada num canal qualquer, como se fosse um dia normal de dona de casa.
Himawari riu, ainda com um fio de porra no canto da boca.
— A gente deixa a porta da frente destrancada também? Por precaução.
— Não precisa — respondeu Kaito, olhando especialmente para a bunda de Hinata, que ainda estava exposta e vermelha. — Ninguém entra aqui sem bater. E se bater… a gente vê.
Ele se ajeitou, deu um tapa final na bunda pesada da mãe — um tapa que fez a carne inteira ondular — e saiu pela porta dos fundos sem mais nenhuma palavra.
Hinata ficou curvada no balcão mais alguns segundos. Himawari se aproximou por trás, passou as mãos pela cintura da mãe e apoiou o queixo no ombro dela.
— Cinco dias, mãe. Cinco dias sem o papai. A gente vai se acabar.
Hinata olhou pela janela da cozinha, na direção da casa de Kaito, e sentiu o cu latejar de novo, vazio e carente.
— Eu sei.
Ela não limpou o rosto. Deixou o gosto da porra na língua enquanto preparava um café qualquer, a bunda ainda nua sob o roupão aberto, a filha encostada nela, as duas já contando as horas para a tarde chegar.
A casa estava silenciosa.
O telefone de Naruto estava longe.
E a manhã tinha apenas começado.
Capítulo 8: Cerveja, Renda e as Duas Sozinhas
A casa estava vazia desde o meio da tarde.
Boruto tinha avisado que dormiria na casa de um amigo pela terceira noite seguida. Naruto continuava a cinco dias de distância. Kaito mandara mensagem cedo dizendo que só conseguiria aparecer no dia seguinte. Sobrou só mãe e filha, o silêncio largo da casa e uma geladeira com várias latas de cerveja gelada.
Himawari foi a primeira a sugerir.
— A gente merece uma noite só nossa, mãe. Sem homem. Só a gente.
Hinata hesitou só o tempo de abrir a primeira lata. O líquido gelado desceu pela garganta e afrouxou alguma coisa dentro dela que ainda tentava se agarrar à vergonha antiga. A segunda lata foi mais fácil. A terceira já veio acompanhada de risadas baixas e olhares que demoravam demais no corpo uma da outra.
Foi Himawari quem puxou a mãe pelo corredor até o quarto dela.
— Eu comprei umas coisas esses dias. Nunca usei. Quero ver em você.
Ela abriu a gaveta de baixo e tirou várias peças de lingerie ainda com a etiqueta. Renda preta quase transparente, vermelha, uma branca que era só fio e bojo empurrado. Tudo curto, ousado, feito para ser tirado com os dentes. Hinata sentiu o rosto esquentar, mas a cerveja já tinha derrubado a última barreira.
— Você vai usar também — disse a mãe, a voz já mais rouca.
Elas se trocaram uma na frente da outra, sem pressa. Himawari ficou só de calcinha de renda preta que mal cobria a buceta e um sutiã que empurrava os peitos pequenos para cima, o fio dental sumindo entre as nádegas gordas e redondas. A bunda grande da novinha balançava a cada passo, a carne jovem e firme sob a renda fina.
Hinata demorou mais. Escolheu um conjunto vermelho escuro, quase vinho. O sutiã era meio tamanho menor de propósito: os peitos pesados e fartos transbordavam por cima e pelos lados, os mamilos escuros quase à mostra. A calcinha era um fio largo na frente e quase nada atrás. Quando ela se virou de costas, a bunda enorme, muito maior que a da filha, ficou exposta de um jeito obsceno. A renda sumia entre as nádegas densas e pesadas, a carne transbordando para os lados e para baixo, balançando com o menor movimento.
Himawari soltou um assobio baixo, já com a lata de cerveja na mão.
— Caralho, mãe… a sua é absurda. Parece que a lingerie está pedindo arrego.
Hinata olhou no espelho de corpo inteiro. A imagem era de uma puta. Peitos quase caindo, cintura marcada, e aquela bunda monstra emoldurada pela renda vermelha. Do lado, a filha parecia uma versão mais jovem e menor do mesmo pecado: bunda gorda e empinada, mas ainda longe do volume que a mãe carregava.
Elas voltaram para a sala com as latas. Sentaram no sofá, uma de frente para a outra no começo, bebendo, conversando besteira, rindo de coisas que só faziam sentido depois de algumas cervejas. Aos poucos a distância diminuiu. Himawari pôs os pés no colo da mãe. Hinata começou a acariciar a canela da filha sem perceber. Depois a coxa. Depois a parte interna da coxa.
Quando a quinta lata foi aberta, Himawari simplesmente se levantou, atravessou o espaço entre elas e sentou no colo de Hinata, de frente, as pernas abertas em volta da cintura da mãe. As duas bundas se tocaram — a gorda e jovem por cima, a pesada e madura por baixo. A renda rangeu.
— Posso? — perguntou a filha, já com a boca perto demais.
Hinata respondeu beijando.
O beijo começou lento, molhado pelo gosto de cerveja, e logo virou profundo e sujo. As línguas se enrolavam, as mãos desciam. Himawari apertou os peitos pesados da mãe por cima da renda, os polegares roçando os mamilos já duros. Hinata respondeu agarrando a bunda gorda da filha com as duas mãos, os dedos afundando na carne macia, puxando as nádegas para abrir o fio dental.
Elas se esfregaram assim por longos minutos, só o calor dos corpos e o barulho molhado das bocas. Depois Himawari desceu do colo, ajoelhou no chão entre as pernas da mãe e puxou o fio vermelho para o lado. A buceta peluda de Hinata estava encharcada. A filha não pediu licença: enterrou o rosto e começou a lamber de baixo para cima, a língua larga, devagar, terminando sempre no clitóris com pressão.
Hinata jogou a cabeça para trás no sofá, as coxas abrindo mais. Uma mão foi para o cabelo da filha, a outra apertou o próprio peito por cima da renda. Himawari chupava com vontade, os sons molhados enchendo a sala, os dedos abrindo os lábios grossos da mãe para comer tudo. De vez em quando subia o olhar, a boca brilhando, e falava contra a carne:
— Você está tão molhada… só de beber e vestir essa putaria. A bunda dessa lingerie está me deixando louca.
Hinata puxou a filha para cima de novo, virou as duas de lado no sofá e retribuíu. Ficaram em posição de tesoura, as bucetas se esfregando através da renda, as coxas entrelaçadas, as bundas — uma grande, a outra muito maior — se contraindo a cada movimento. O atrito era quente, molhado, a renda já encharcada. Hinata segurou a bunda gorda de Himawari com força, abrindo as nádegas enquanto empurrava o quadril. Himawari fazia o mesmo, as mãos quase sumindo na carne abundante da mãe.
Elas se beijavam entre gemidos, as línguas preguiçosas, o gosto de cerveja ainda presente. Depois Hinata desceu, tirou o fio dental da filha com os dentes e comeu a buceta jovem com fome, dois dedos entrando fundo enquanto a língua trabalhava o clitóris. Himawari gemia alto, as pernas tremendo, a bunda gorda se contraindo a cada chupada. Quando gozou, apertou a cabeça da mãe entre as coxas e molhou o queixo dela.
Não pararam.
Himawari se recuperou rápido, empurrou a mãe para ficar de quatro no sofá e ficou atrás dela. A visão da bunda enorme de Hinata empinada, a renda vermelha sumida no meio, a carne pesada caindo para os lados, fez a filha soltar um xingamento baixo. Ela puxou o fio para o lado, cuspiu na entrada e enfiou a língua no cuzinho ainda sensível da mãe, ao mesmo tempo que os dedos fodiam a buceta. Hinata gritou no braço do sofá, a bunda monstra tremendo. Himawari chupava e dedava com ritmo, a outra mão espalmada na nádega densa, apertando, batendo de leve só para ver a carne ondular.
— Sua bunda engole a minha mão inteira, mãe… é injusto o tamanho disso.
Hinata só conseguia gemer e empurrar para trás. Depois de um tempo se virou, derrubou a filha de costas no sofá e sentou na cara dela. A bunda pesada cobriu quase inteiro o rosto de Himawari. A novinha não reclamou: agarrou as nádegas enormes com as duas mãos, abriu e comeu tudo — buceta e cu — com a língua, enquanto Hinata se esfregava e gemia olhando para baixo.
Elas alternavam. Uma chupava, a outra esfregava. Uma sentava no rosto, a outra retribuía de quatro. As lingeries foram ficando cada vez mais tortas, molhadas, deslocadas. A renda preta de Himawari acabou rasgada de um lado. O sutiã vermelho de Hinata foi puxado para baixo, os peitos pesados balançando livres enquanto ela cavalgava a coxa da filha.
Em certo momento as duas acabaram no chão da sala, em cima do tapete. Hinata deitada de costas, as pernas abertas. Himawari por cima, os corpos colados, as bucetas se esfregando direto, pele com pele. As mãos da filha apertavam os peitos da mãe. As mãos da mãe agarravam a bunda gorda da filha e, ao mesmo tempo, sentiam a própria carne pesada sendo esmagada contra o chão. Elas gozaram juntas dessa forma, os quadris travados, os gemidos longos e abafados uma na boca da outra.
Mesmo depois do orgasmo não se separaram. Ficaram se beijando devagar, as mãos ainda explorando, os dedos preguiçosos entrando e saindo, a saliva e os fluidos misturados nas coxas. Himawari desceu mais uma vez e limpou a mãe com a língua, devagar, como se quisesse provar cada gota. Hinata retribuíu, virando a filha de bruços e lambendo a bunda gorda inteira, a língua demorando no cuzinho e na buceta inchada.
Quando finalmente pararam de verdade, as duas estavam destruídas no tapete, as lingeries reduzidas a trapos molhados, o cheiro de sexo e cerveja impregnado na sala. Himawari deitou a cabeça no peito pesado da mãe e riu baixinho, cansada.
— A gente é muito puta, né?
Hinata passou a mão no cabelo da filha, a outra mão descansando na própria bunda ainda latejante, e respondeu com a voz rouca de quem tinha gritado demais:
— A gente é.
Elas não se vestiram de novo. Ficaram ali, nuas por baixo dos restos de renda, bebendo a última cerveja compartilhada, os corpos colados, as bundas — uma grande, a outra muito maior — se tocando sem nenhuma pressa.
Lá fora a noite seguia quieta.
Dentro da casa, mãe e filha tinham acabado de descobrir que não precisavam de ninguém mais para se destruírem de prazer.
E a noite ainda era longa.
Capítulo 9: Oncinha, Vaquinha e a Noite Inteira de Cu e Buceta
A mensagem de Kaito chegou no fim da tarde:
“Hoje à noite eu quero vocês duas prontas. Lingerie de puta. Uma de oncinha, outra de vaquinha. Porta dos fundos aberta. Eu entro e não paro até o sol nascer.”
Himawari leu em voz alta e soltou uma risada baixa, já com os olhos brilhando.
— Eu fico com a de vaquinha. Você fica com a de oncinha, mãe. Combina mais com o tamanho da sua bunda.
Hinata não discutiu. O corpo já respondia só de ler as palavras. Elas se trancaram no quarto da mãe, abriram as gavetas e tiraram as peças que tinham comprado dias antes e ainda não usado. A lingerie de oncinha era um conjunto de renda animal-print justo demais: sutiã que empurrava os peitos pesados para cima até quase transbordarem, calcinha fio dental que sumia completamente entre as nádegas enormes de Hinata. Quando ela se virou no espelho, a bunda monstra parecia ainda maior, a carne branca e farta contrastando com o padrão selvagem, as nádegas pesadas balançando a cada passo.
Himawari vestiu a de vaquinha: sutiã preto-e-branco de bolinhas que mal segurava os peitos pequenos, calcinha fio com lacinho atrás que se perdia entre as nádegas gordas e redondas. A bunda grande da novinha ficava empinada e provocante, mas ao lado da mãe a diferença continuava gritante — a de Himawari era gorda e jovem; a de Hinata era absurda, larga, densa, de mulher feita.
Elas se olharam no espelho, já molhadas só de se verem assim.
— A gente parece duas putas de panelinha — murmurou Hinata, a voz rouca.
— A gente é — respondeu a filha, dando um tapa leve na própria bunda e depois outro, mais forte, na bunda pesada da mãe só para ver a carne ondular.
Às onze da noite a porta dos fundos se abriu. Kaito entrou sem fazer barulho. Parou na sala e ficou olhando as duas que o esperavam de pé, uma ao lado da outra, as lingeries já um pouco deslocadas pelo calor do corpo. O olhar dele demorou primeiro na oncinha — nos peitos transbordando, na bunda monstra que a renda mal continha — e depois na vaquinha, na bunda gorda empinada, no sorrisinho safado da novinha.
— Perfeitas — falou só. A voz já estava grossa. — De quatro no sofá. Agora.
Elas obedeceram. Subiram no sofá de quatro, lado a lado, as costas arqueadas, as bundas empinadas em direção a ele. A oncinha e a vaquinha lado a lado. A diferença de volume era obscena sob a luz baixa da sala: a bunda enorme de Hinata se espalhando pesada, a renda sumindo no meio da carne; a bunda grande de Himawari, mais alta e redonda, o lacinho preto tremendo.
Kaito ficou de pé atrás delas por um tempo só apreciando. Depois abaixou a bermuda e tirou o pau já duro, grosso, veiudo. Sem nenhuma palavra passou a cabeça primeiro na fenda da filha, depois na da mãe, sujando as duas com pré-gozo. Depois cospiu no cu de cada uma e espalhou com o polegar.
Começou pela vaquinha.
Enfiou o pau de uma vez no cuzinho já acostumado de Himawari. A novinha gritou no braço do sofá, a bunda gorda tremendo com o impacto. Kaito fodeu forte e fundo, as mãos agarradas nas nádegas jovens, abrindo para ver o pau sumir. Cada estocada fazia a carne da filha bater e ondular. Depois de vários minutos tirou o pau pingando e enfiou direto no cuzinho de Hinata, ainda mais apertado e quente. A mãe soltou um gemido longo, a bunda monstra se contraindo. Kaito precisou de mais força para abrir caminho, as duas mãos quase sumindo na carne abundante enquanto empurrava até o fundo.
— Porra… a diferença — rosnou. — A da filha engole fácil e aperta. A da mãe… a da mãe é um túnel quente e pesado. Parece que estou fodendo dentro de um trono de carne.
Ele alternava. Três estocadas no cu da vaquinha, quatro no da oncinha. As duas gemiam juntas, as línguas se encontrando de lado quando conseguiam. Kaito cuspia, batia, abria as nádegas, xingava. A renda das duas lingeries já estava encharcada e deslocada.
Depois de um tempo ele puxou Himawari pelo cabelo, fez a filha descer do sofá e a colocou de joelhos no chão. Enfiou o pau sujo de cu na boca da novinha enquanto continuava dedando o cuzinho da mãe com três dedos. Himawari engolia, engasgava, baba escorrendo, enquanto Hinata empurrava a bunda para trás pedindo mais.
Quando voltou a foder, Kaito mudou de posição. Deitou Hinata de costas no sofá, as pernas abertas e dobradas, a bunda pesada quase saindo do assento, e meteu na buceta dela com força. Ao mesmo tempo puxou Himawari para sentar no rosto da mãe. A vaquinha abriu as pernas em cima da oncinha e a mãe começou a chupar a filha enquanto levava pau. Kaito fodia a buceta madura com estocadas profundas, os olhos fixos na bunda gorda de Himawari balançando em cima do rosto da mãe.
— Chupa direito a sua filha enquanto eu arrebento essa xoxota — ordenou.
Hinata obedecia, a língua enterrada, o nariz esfregando, enquanto o pau grosso entrava e saía dela com barulho molhado. Himawari gemia sentada no rosto da mãe, as mãos apertando os peitos pesados que transbordavam da lingerie de oncinha.
Kaito gozou a primeira vez dentro da buceta de Hinata, jatos quentes enchendo o útero. Tirou ainda pulsando, puxou a filha pela nuca e fez ela limpar o pau com a boca, chupando a porra misturada aos fluidos da mãe. Depois empurrou Himawari de quatro no chão e meteu no cu dela de novo, selvagem, enquanto Hinata, ainda deitada e vazando leite, estendia a mão e abria as nádegas da filha para ele.
A noite não parou.
Eles mudaram para o tapete. Kaito fodeu as duas em todas as posições que conseguiu. De quatro lado a lado de novo, o pau alternando entre os dois cus e as duas bucetas. Uma em cima da outra — Himawari embaixo, Hinata em cima, as duas bundas empilhadas — e ele metendo no cu da filha enquanto a bunda monstra da mãe ficava esmagada e disponível para tapas pesados. Hinata sentada no pau dele enquanto Himawari sentava na cara dele. As duas de bruços, pernas fechadas, e ele fodendo o cu de uma e depois o da outra sem sair do ritmo.
A cada estocada as lingeries sofriam mais. O sutiã de oncinha acabou rasgado de um lado, um peito pesado completamente livre. A calcinha de vaquinha virou só um fio torto preso num tornozelo. Kaito não se importava. Usava a renda para puxar, para segurar, para apertar.
Ele gozou a segunda vez no cu de Himawari, a terceira entre as nádegas enormes de Hinata, a quarta de novo dentro da buceta da mãe. Entre uma gozada e outra continuava fodendo, usando a boca das duas para ficar duro de novo, fazendo mãe e filha se beijarem com a porra na língua, mandando uma limpar o cu da outra com a boca enquanto ele assistia.
A madrugada avançava e ele não diminuía o ritmo. A sala cheirava a sexo bruto, suor e leite. As duas mulheres estavam destruídas: cabelo grudado, maquiagem borrada, marcas de dedos e tapas em cada pedaço de pele, os cus e as bucetas vermelhos, inchados, continuamente abertos e usados. Mesmo assim pediam mais. Hinata, de quatro, empurrava a bunda monstra para trás e pedia para ele meter mais fundo. Himawari, de joelhos, puxava a mãe pelo cabelo e fazia ela chupar o pau sujo antes de ele voltar a arrombar qualquer um dos quatro buracos.
Perto das cinco da manhã Kaito ainda estava duro. Colocou as duas deitadas de lado, uma de frente para a outra, as pernas entrelaçadas, e fodeu o cu de Hinata enquanto a filha chupava a boca da mãe e beliscava os peitos. Depois trocou e meteu no cu de Himawari na mesma posição. As duas se beijavam e gemiam juntas cada vez que ele trocava de buraco.
A última gozada foi demorada. Ele fez as duas ajoelharem lado a lado, as línguas para fora, e jorrou no rosto e na boca das duas ao mesmo tempo, sujando a lingerie rasgada, os peitos, o cabelo. Himawari e Hinata se beijaram logo em seguida, dividindo o leite, lambendo o que escorria do queixo uma da outra.
Quando finalmente parou, Kaito caiu no sofá, o peito ofegante, o pau ainda latejando. As duas ficaram no chão, deitadas uma em cima da outra, as lingeries reduzidas a trapos sujos, as bundas — a gorda e a monstra — expostas, vermelhas e brilhantes de porra e saliva.
Ele olhou para elas e falou com a voz rouca de quem tinha fudido a noite inteira:
— Amanhã eu volto. Quero as mesmas lingeries. Mesmo que estejam rasgadas. E quero vocês duas já abertas e esperando.
Himawari riu, cansada, a voz embargada, e apoiou a cabeça na bunda pesada da mãe.
— A oncinha e a vaquinha ainda têm leite pra dar.
Hinata não disse nada. Só abriu mais as pernas no chão, sentiu o cu e a buceta latejarem vazios e já carentes de novo, e passou a mão na própria bunda marcada, depois na bunda gorda da filha, como se confirmasse que as duas ainda estavam ali, usadas, sujas e completamente entregues.
A noite tinha acabado.
O sol começava a clarear atrás das cortinas.
E as duas putas — a de oncinha e a de vaquinha — já contavam as horas para a próxima rodada.
Capítulo 10: Os Últimos Dias e a Casa que Não Fechou Mais
Os cinco dias que Naruto havia prometido se transformaram numa contagem regressiva que nenhuma das duas queria que acabasse.
Depois da noite inteira de oncinha e vaquinha, o corpo de Hinata e Himawari carregava as marcas como medalhas. A bunda monstra da mãe estava roxa em vários pontos, a carne pesada ainda latejando. A bunda gorda da filha também, embora menor, estava igualmente usada. Os cus das duas ardiam de um jeito gostoso e constante. As bucetas inchadas. Os peitos de Hinata cobertos de chupões escuros que o sutiã mal escondia.
Elas não se deram ao trabalho de limpar a sala direito. O cheiro de sexo, porra e suor ficou impregnado no sofá, no tapete, nas almofadas. Hinata passou a andar pela casa de roupão aberto ou só de calcinha fio dental. Himawari quase não vestia nada além de camisetas largas que subiam sozinhas. A porta dos fundos permanecia destrancada dia e noite.
Kaito começou a aparecer em horários cada vez mais aleatórios.
Na manhã do terceiro dia ele entrou enquanto Hinata preparava café. Sem dizer uma palavra, puxou o roupão dela, curvou-a sobre a mesa da cozinha e enterrou o pau no cu ainda sensível de uma vez só. Hinata mordeu o próprio braço para não gritar alto demais. Himawari desceu da escada no meio da estocada, parou, observou por alguns segundos e depois simplesmente se sentou na cadeira ao lado, abriu as pernas e começou a se dedar assistindo a mãe levar no cu logo cedo.
— Bom dia, mãe — falou a filha, voz preguiçosa, enquanto os dedos faziam barulho molhado.
Kaito riu baixo, segurou a bunda enorme de Hinata com as duas mãos e fodeu mais fundo.
— Sua filha acordou cedo pra ver a mamãe sendo arrombada. Que família linda.
Ele gozou dentro do cu de Hinata naquela manhã, puxou o pau para fora e mandou a filha limpar com a boca. Himawari ajoelhou sem reclamar, lambeu a porra que escorria entre as nádegas pesadas da mãe e ainda chupou o pau sujo de Kaito até ele ficar mole. Depois as três tomaram café como se fosse o mais normal do mundo.
À tarde do mesmo dia ele voltou. Dessa vez encontrou as duas no sofá se beijando e se esfregando. Não precisou falar nada. Apenas tirou o pau para fora, puxou Hinata pelo cabelo e enfiu a rola na boca dela enquanto Himawari lambeu as bolas e o cuzinho dele. Depois as colocou de quatro lado a lado de novo — a bunda monstra e a bunda gorda — e alternou entre os dois cus durante quase uma hora, sem pressa, narrando a diferença de aperto e de volume como se fosse um comentário casual.
— A da mãe engole mais, pesa mais, faz barulho diferente quando bate… a da filha aperta mais rápido e treme toda. As duas perfeitas.
Ele gozou espalhando leite nas duas bundas e mandou que se limpassem mutuamente com a língua. Hinata e Himawari se viraram uma para a outra e obedeceram, lambendo e chupando a porra uma da outra enquanto Kaito assistia fumando um cigarro que nem existia, só pelo prazer de ver.
No quarto dia a coisa ficou ainda mais solta.
Hinata atendeu o telefone de Naruto com o pau de Kaito enterrado até o fundo no cu. Estava de quatro no sofá, Himawari deitada embaixo dela chupando a buceta da mãe. A voz de Naruto saiu inocente do alto-falante:
— Amor, tudo bem aí? Tô com saudade.
Hinata fechou os olhos, mordeu o lábio e respondeu com a voz quase firme:
— Tudo bem… só um pouco cansada. A casa tá quieta.
Kaito deu uma estocada profunda bem na hora. Hinata soltou um gemido baixo que disfarçou como tosse. Himawari riu abafado contra a buceta da mãe e chupou mais forte o clitóris. Naruto continuou falando de reunião, de avião, de como estava ansioso para voltar. Cada frase era acompanhada de uma estocada lenta e pesada no cu de Hinata. Quando a ligação acabou, Kaito puxou o pau, virou a mãe de costas e gozou dentro da buceta dela olhando nos olhos.
— Responde o corno com meu leite escorrendo. Gostei.
Himawari subiu na cara da mãe logo em seguida e gozou esfregando a buceta no rosto dela enquanto Kaito ainda pulsava dentro.
Na última noite dos cinco dias eles não dormiram.
Kaito chegou pouco depois das dez, encontrou as duas já peladas e esperando no tapete da sala. Sem lingerie dessa vez. Só pele, marcas antigas e desejo puro. Ele as fodeu em todas as posições que ainda não tinha usado naquela casa. Empilhou as duas, a filha embaixo e a mãe em cima, e meteu no cu de Himawari enquanto a bunda monstra de Hinata ficava esmagada e disponível para tapa e dedo. Depois inverteu. Fodeu o cu de Hinata com a filha sentada no rosto dela. Fez as duas o cavalgaram ao mesmo tempo — uma no pau, a outra na cara. Usou a boca das duas para ficar duro de novo cada vez que gozava.
Ele encheu o cu de Hinata duas vezes aquela noite. Encheu a buceta dela uma. Encheu o cu de Himawari outras duas. Fez as duas se beijarem com a porra escorrendo da boca. Fez Hinata chupar o cu da filha logo depois de gozar lá dentro. Fez Himawari sentar na cara da mãe e gozar enquanto ele arrombava o cuzinho pesado da dona de casa.
Perto das cinco da manhã, quando a primeira luz já começava a clarear, Kaito estava sentado no sofá com as duas ajoelhadas entre suas pernas, revezando a boca no pau ainda semi-duro e cheio de gosto de cu e porra. Hinata olhou para a filha, depois para ele, e falou com a voz destruída de tanto gemer:
— Ele volta amanhã.
Kaito passou a mão na cabeça das duas, apertou a bunda enorme de Hinata e a bunda gorda de Himawari ao mesmo tempo, e respondeu com calma:
— Então a gente aproveita o que ainda resta. E quando ele estiver dormindo… a porta dos fundos continua aberta. Vocês duas já sabem o caminho.
Himawari riu baixo, cansada, e apoiou a cabeça na coxa dele.
— A mãe não consegue mais fechar a perna direito. Eu também não.
Hinata não contestou. Apenas abriu mais a boca e engoliu o pau de novo, sentindo o gosto de todas as vezes que ele tinha gozado dentro dela e da filha naquela madrugada.
Quando Kaito finalmente se levantou para ir embora, o sol já estava nascendo de verdade. Ele olhou para as duas mulheres caídas no tapete — a mãe de peitos pesados e bunda monstra, a filha de bunda gorda e sorriso safado — e falou só mais uma coisa antes de sair:
— Vocês duas são minhas. Mesmo quando o marido estiver em casa. Não esqueçam.
A porta dos fundos se fechou com um clique suave.
Hinata e Himawari ficaram ali, lado a lado, o corpo latejando, a porra ainda escorrendo devagar dos cus e das bucetas. A filha estendeu a mão e entrelaçou os dedos nos da mãe. Hinata apertou de volta.
Cinco dias tinham acabado.
Mas a casa não voltaria a ser a mesma.
A porta não voltaria a ficar trancada.
E as duas — mãe e filha — já não conseguiam imaginar um dia sem o gosto, o cheiro e o pau do homem que tinha transformado a dona de casa certinha e a filha curiosa nas putas mais viciadas da rua.
Hinata fechou os olhos, sentiu o ardor gostoso no cu e na buceta, e pela primeira vez em muito tempo sorriu de verdade.
O marido voltaria.
Mas o vizinho nunca mais sairia de dentro delas.


