Conto Erótico Casada Traindo – Hinata Peituda e Rabuda: Mãe e Esposa Dando a Buceta e o Cuzinho

Hinata, a peituda e rabuda dona de casa tímida e esposa fiel de Naruto, começa a se corroer de tesão pelo vizinho Kaito e acaba se tocando com um consolo enorme até ser pega gozando pela própria filha de 18 anos, Himawari; o desejo explode quando ela traí o marido pela primeira vez, levando pau na buceta e depois no cu, até descobrir que a filha também já estava se entregando ao mesmo homem, o que leva as duas — mãe de bunda monstruosa e filha de bunda grande — a se tornarem putas juntas, vestindo lingeries safadas, se comendo entre si e passando noites inteiras lado a lado tendo os cus e as bucetas arrombados pelo vizinho, enquanto Hinata ainda atende ligação do marido com a buceta e o cu cheios de porra, até as duas estarem completamente viciadas e marcadas como propriedade dele

Hinata, a peituda e rabuda dona de casa tímida e esposa fiel de Naruto, começa a se corroer de tesão pelo vizinho Kaito e acaba se tocando com um consolo enorme até ser pega gozando pela própria filha de 18 anos, Himawari; o desejo explode quando ela traí o marido pela primeira vez, levando pau na buceta e depois no cu, até descobrir que a filha também já estava se entregando ao mesmo homem, o que leva as duas — mãe de bunda monstruosa e filha de bunda grande — a se tornarem putas juntas, vestindo lingeries safadas, se comendo entre si e passando noites inteiras lado a lado tendo os cus e as bucetas arrombados pelo vizinho, enquanto Hinata ainda atende ligação do marido com a buceta e o cu cheios de porra, até as duas estarem completamente viciadas e marcadas como propriedade dele.



Capítulo 1: A Janela do Vizinho

A rotina de Hinata era perfeita, mas vazia. Acordar antes do sol, preparar o café da manhã com o cheiro de pão torrado e ovos mexidos, acordar Boruto e Himawari, garantir que os dois saíssem arrumados para a escola (ou faculdade, no caso da filha mais nova), limpar a casa inteira até que cada canto brilhasse, lavar, passar, cozinhar o jantar e depois esperar. Esperar Naruto voltar de mais uma viagem de trabalho que sempre se estendia. Uma semana virava duas. Duas viravam três. A cama de casal ficava enorme e fria. A vida sexual deles era mecânica, rara, sempre no escuro. Hinata nunca se sentia à vontade para se mostrar. Tinha vergonha dos peitos grandes e pesados que pesavam demais, da bunda empinada e larga que qualquer calça justa marcava, da buceta e do cuzinho cobertos por pelos macios e escuros que ela mantinha escondidos até de si mesma. Nunca tinha feito anal. Nunca tinha se tocado de verdade até pouco tempo atrás. Era a mãe e dona de casa certinha, peituda, rabuda, branquinha e envergonhada.

Na manhã de segunda-feira, enquanto estendia a roupa no quintal, ela viu o novo vizinho. Kaito. Recém-divorciado, uns 35 anos, moreno de pele puxada para o bronze, alto, ombros largos, torso nu brilhando com o suor do exercício matinal. Quando os olhos se encontraram, ele acenou com um sorriso safado, lento, que parecia atravessar a blusa fina dela e enxergar direto os peitos pesados. Hinata sentiu o rosto queimar até as orelhas. Abaixou-se para pegar uma peça no cesto. Ao se erguer, percebeu o olhar dele colado no decote generoso e na curva da bunda que a calcinha de algodão apertada marcava sob a saia. Um formigamento antigo, quase esquecido, subiu pelo ventre e foi direto para entre as pernas.

Ela apressou o serviço, quase derrubando o cesto, e voltou para dentro com o coração batendo na garganta. Pela janela da cozinha, sem conseguir se controlar, viu Kaito ainda na varanda, passando a toalha pelo peito suado, pelos braços, pela barriga definida. Ele olhou de novo na direção da casa dela. Hinata se escondeu atrás da cortina, mas não tirou os olhos. Aqueles músculos, aquele sorriso, aquele olhar que fazia ela se sentir olhada. Desejada. Algo que Naruto não fazia há anos.

À noite, a casa estava silenciosa. Boruto tinha saído com amigos. Himawari, de dezoito anos, estava no quarto dela, supostamente estudando ou mexendo no celular com fones de ouvido. Hinata se trancou no quarto do casal, o coração ainda acelerado. Deitou na cama grande demais. A mão escorregou pela barriga sem ela perceber. Os peitos pesados subiam e desciam sob a camisola fina. A buceta peludinha já estava úmida, latejando sem motivo aparente — ou com um motivo muito claro. “Sou casada”, murmurou baixinho para o teto. “Sou mãe. Isso é errado.” Mas o formigamento não foi embora. Piorou.

Hinata abriu a gaveta de baixo da cômoda, a que ficava escondida atrás das roupas de inverno. Tirou o vibrador. Um consolo grosso, realista, de quase trinta centímetros, veias marcadas, glande larga. O brinquedo que ela comprara meses atrás numa loja online, envergonhada, e que tinha se tornado a única companhia nas noites longas de ausência de Naruto. Ligou-o no modo mais baixo só para sentir a vibração. O zumbido baixo preencheu o quarto.

Ela se ajoelhou na cama, de costas para a porta, e posicionou a cabeça grossa do consolo na entrada da buceta já encharcada. Os pelos molhados se abriram em volta. Empurrou devagar. O plástico grosso abriu a xoxota apertada centímetro por centímetro. Hinata mordeu o lábio para não gemer alto. Quando sentiu a base quase sumir dentro dela, começou a cavalgar.

A bunda grande e empinada subia e descia com força. O barulho molhado da buceta engolindo o pau artificial encheu o quarto — ploc, ploc, ploc — misturado ao som da carne batendo. Hinata fechou os olhos e pensou em Kaito. No peito suado, no sorriso safado, no jeito que ele tinha olhado para a bunda dela. Imaginou que era o pau dele esticando ela. Os peitos pesados balançavam para frente e para trás a cada descida. Ela acelerou, gemendo baixo, suja, sem o controle de sempre.

— Ahn… porra… tão grosso… — sussurrou, voz embargada. A buceta fazia barulho obsceno, engolindo o consolo com a maestria de alguém que já tinha treinado sozinha muitas noites. A bunda batia com força contra a base. O colchão rangeu.

Ela não ouviu a porta abrir.

Himawari, de dezoito anos, tinha tirado os fones porque ouvira um barulho estranho. Entrou no quarto da mãe sem bater, curiosa, e parou na soleira. A imagem a atingiu de uma vez: a mãe ajoelhada na cama, camisola erguida até a cintura, bunda grande e branca subindo e descendo com força sobre um consolo enorme que sumia inteiro dentro da buceta peluda. Os peitos pesados balançando. Os gemidos baixos e molhados. O cheiro de sexo no ar.

Himawari ficou parada por longos segundos, olhos arregalados, um sorrisinho torto e diabolicamente curioso se formando nos lábios. Depois deu dois passos para dentro.

Hinata só percebeu quando sentiu a presença. Virou o rosto, ainda empinada, o consolo enterrado fundo. O sangue sumiu do rosto e voltou de uma vez, um calor vergonhoso e absurdo.

— H-Himawari?! O que… sai daqui!

A filha não saiu. Caminhou até a beira da cama com aquela expressão safada de quem tinha acabado de descobrir um segredo delicioso.

— Mãe… que tamanho é esse? — a voz dela era baixa, provocadora. — Você tava gemendo tão alto que eu achei que tinha alguém aqui.

Hinata tentou se erguer, mas as pernas tremiam. Himawari se aproximou rápido, pegou o braço da mãe e puxou.

— Vem. Preciso te mostrar uma coisa no meu quarto.

— Himawari, não! Eu já vou, só… me deixa…

A filha puxou com mais força, rindo baixo. Hinata perdeu o equilíbrio. O corpo pesado caiu para o lado da cama. O consolo escorregou para fora da buceta com um som molhado e obsceno — plop — e a estimulação brusca, a vergonha, o olhar da filha em cima dela, tudo junto, fez Hinata gozar sem controle.

O squirt saiu forte, em jatos. A buceta peluda se contraiu violentamente, jorrando líquido transparente que molhou as coxas, o lençol, o chão. Hinata soltou um gemido alto, quase um soluço, caída de lado, pernas abertas, o vibrador ainda zunindo no chão ao lado do corpo. Os peitos pesados subiam e desciam com a respiração ofegante. A cara dela estava vermelha de vergonha e de prazer misturados.

Himawari arregalou os olhos, depois soltou uma risadinha baixa e diabólica.

— Nossa, mãe… você squirtou só de ser pega? E olha o tamanho desse pau… trinta centímetros fácil. Você engolia ele inteiro. Que puta escondida.

— Himawari! — Hinata se cobriu às pressas com o lençol, tentando fechar as pernas, a voz saindo rouca e trêmula. — Sai daqui agora! Isso não é graça!

A filha ainda provocou, inclinando a cabeça, olhando o consolo molhado no chão.

— Relaxa, mãe. Não vou contar pro pai. Mas… caralho. Não sabia que você era assim.

— Sai! — Hinata gritou, a vergonha virando raiva. — Agora!

Himawari ergueu as mãos, ainda rindo, e recuou.

— Tá, tá. Desculpa. Foi mal. Só… não esperava. — Ela saiu correndo pelo corredor, a risada abafada ecoando, claramente se divertindo com a situação.

Hinata ficou sozinha no chão do quarto, encharcada, o lençol grudado no corpo, o consolo ainda vibrando ao lado. O coração batia tão forte que doía. A vergonha era absurda — a própria filha de dezoito anos tinha visto ela cavalgando um pau de borracha gigante, tinha visto ela gozar em jatos, tinha gozado com a situação. Mas por baixo da vergonha, algo pior e mais quente pulsou entre as pernas.

Ser vista.

O olhar da filha em cima dela enquanto a buceta jorrava. A voz provocadora chamando ela de puta. O fato de não ter conseguido parar o orgasmo mesmo depois de ser descoberta.

Hinata apagou o vibrador com a mão trêmula, limpou o que pôde, jogou o brinquedo de volta na gaveta e se enfiou debaixo do lençol molhado. Tentou dormir. O corpo não deixou. A buceta ainda latejava, sensível, os pelos encharcados. Toda vez que fechava os olhos, via o rosto de Himawari observando, o sorriso safado, e o formigamento voltava mais forte. Depois a imagem mudava para Kaito na varanda, suado, olhando para a bunda dela.

Ela escorregou a mão de novo entre as pernas, dessa vez sem o brinquedo. Os dedos encontraram a xoxota inchada e escorregadia. Esfregou o clitóris inchado pensando nas duas coisas ao mesmo tempo: no vizinho que a desejava e no fato de ter sido vista gozando como uma vadia. O segundo orgasmo veio mais quieto, mas mais fundo. Hinata mordeu o travesseiro para não gemer alto outra vez.

Quando finalmente o cansaço veio, uma certeza desconfortável e excitante já tinha se instalado nela.

Ser vista lhe deu um tesão incontrolável.

Algo que ela só fazia escondida agora tinha um gosto novo. Mais sujo. Mais perigoso.

E na casa ao lado, a janela de Kaito continuava ali. Aberta. Esperando.


Capítulo 2: O Pedido de Açúcar e o Gosto da Vergonha

Hinata acordou no dia seguinte com o corpo ainda pesado e a buceta sensível. O lençol estava manchado, o cheiro de sexo ainda impregnado no quarto. Pela primeira vez em muito tempo ela não tinha conseguido dormir direito. Toda vez que fechava os olhos via a mesma sequência: o consolo grosso sumindo dentro dela, o barulho molhado da bunda batendo, o olhar de Himawari parado na soleira, o momento em que o pau de borracha escorregou para fora e o squirt jorrou sem controle. A filha de dezoito anos vendo a mãe gozar como uma puta desesperada.

A vergonha queimava. Mas por baixo da vergonha havia outra coisa, mais quente e mais suja. Um formigamento constante entre as pernas que não passava nem depois do banho frio que ela tomou de manhã cedo.

Himawari apareceu na cozinha quando Hinata já estava preparando o café. A filha estava de shortinho curto e camiseta larga, cabelo preso de qualquer jeito. Os olhos dela brilharam com aquele mesmo sorrisinho diabolicamente curioso do dia anterior.

— Dormiu bem, mãe?

Hinata sentiu o rosto esquentar de novo. Evitou o olhar da filha, concentrando-se em mexer os ovos.

— Dormi. Você precisa de algo?

— Não. Só… — Himawari se aproximou, pegou uma fatia de pão e falou baixo, só para ela ouvir — …não esquece de esconder melhor o brinquedinho da próxima vez. Ou deixa a porta trancada. Embora… tenha sido bem interessante.

Hinata virou o rosto num estalo.

— Himawari. Chega. Isso não se fala. E não se repete.

A filha ergueu as mãos, ainda sorrindo, e saiu da cozinha com o pão na boca. Hinata ficou sozinha, as mãos tremendo levemente sobre a frigideira. A buceta latejou só de lembrar. Ela apertou as coxas uma contra a outra, sentindo a calcinha já um pouco úmida. “Que merda de cabeça é essa”, pensou. “Minha própria filha me viu… e eu gozei. Gozei forte.”

Boruto saiu logo depois, apressado. Himawari também, dizendo que ia passar o dia na casa de uma amiga e só voltaria à noite. A casa ficou silenciosa. Vazia. Perigosa.

Hinata tentou manter a rotina. Lavar a louça. Passar roupa. Limpar o banheiro. Mas a cada movimento a memória voltava. O peso do consolo dentro dela. O olhar da filha. O squirt que molhou o chão. E, misturado a tudo isso, a imagem de Kaito na varanda, torso nu, suor escorrendo pelo peito, olhos fixos na bunda dela.

Por volta das onze da manhã ela não aguentou. Foi até o quarto, trancou a porta (dessa vez com chave), tirou a calça e a calcinha e se sentou na beira da cama. Os dedos desceram até a buceta peludinha. Estava encharcada. Os pelos molhados grudavam nos dedos quando ela os abriu. Esfregou o clitóris inchado em círculos lentos, lembrando da vergonha de ser vista, do jeito que Himawari tinha chamado ela de puta escondida. O orgasmo veio rápido, silencioso, as pernas tremendo. Hinata mordeu o lábio para não gemer. Depois ficou sentada ali, respirando fundo, olhando para a própria mão molhada.

“Isso está ficando fora de controle.”

Ela se vestiu de novo, escolhendo uma saia mais longa e uma blusa que cobria melhor os peitos. Mas mesmo assim sentia o tecido roçando nos mamilos já sensíveis.

Foi quase uma hora da tarde quando a campainha tocou.

Hinata abriu a porta e sentiu o estômago virar. Kaito estava ali. Camisa branca aberta no peito, shorts escuros, cabelo ainda úmido de um banho recente. O sorriso safado de sempre.

— Com licença, vizinha. Acabou o açúcar aqui de novo. Pode me emprestar uma xícara? Prometo que dessa vez eu devolvo com juros.

A voz dele era baixa, rouca, cheia de uma intenção que ela fingia não perceber. Hinata engoliu em seco.

— Claro… entra. Eu pego.

Ele entrou. O cheiro dele — sabonete masculino, pele limpa, um toque de suor residual — invadiu a cozinha. Hinata foi até o armário, sentindo o olhar dele nas costas. A saia não era tão justa, mas ainda assim marcava a curva da bunda. Ela se esticou para pegar o pote de açúcar na prateleira de cima e a blusa subiu um pouco, revelando a faixa de pele da cintura.

Quando se virou, Kaito estava mais perto do que deveria. Ele não tocou, mas o corpo dele ocupava o espaço.

— Sua casa é bem silenciosa hoje — comentou. — As crianças saíram?

— Sim. Boruto e… Himawari. Ela só volta à noite.

— Então você está sozinha.

A frase ficou no ar, pesada. Hinata colocou o pote de açúcar na mesa, evitando o olhar dele. As mãos tremiam de leve.

— Pode levar quanto precisar.

Kaito não pegou o pote imediatamente. Ficou olhando para ela. O sorriso diminuiu um pouco, virou algo mais intenso.

— Você está diferente hoje, Hinata. Mais… vermelha. Dormiu mal?

— Não. Estou bem.

— Tem certeza? — Ele deu mais um passo. Agora estava perto o suficiente para ela sentir o calor do corpo dele. — Porque ontem, quando te vi no quintal… você também ficou assim. Toda envergonhada. Eu gosto quando você fica vermelha.

Hinata sentiu a buceta latejar dentro da calcinha. A memória da noite anterior se misturou com a presença dele. Ser vista. Ser desejada. Os dois sentimentos se sobrepondo.

— Eu preciso… — começou ela, mas a voz saiu fraca.

Kaito ergueu a mão devagar e passou o dorso dos dedos pela lateral do braço dela, só um toque leve, testando. Hinata não se afastou. O coração batia tão forte que ela tinha certeza de que ele ouvia.

— Seu marido ainda está viajando, né?

— Sim.

— E te deixa sozinha com essa cara de quem precisa de atenção.

Ela abriu a boca para responder alguma coisa educada, qualquer coisa, mas Kaito se inclinou um pouco mais. O hálito quente tocou a orelha dela.

— Ontem você me olhou pela janela. Eu vi. Ficou escondida atrás da cortina, mas eu vi. E gostei.

Hinata sentiu as pernas fraquejarem. A vergonha de ser pega por Himawari ainda estava fresca, e agora esse homem estava falando exatamente do que ela mais temia e mais desejava: ser observada.

— Eu não… eu só…

— Shh. — Ele passou o polegar pelo maxilar dela, erguendo o rosto. — Não precisa mentir. Eu vi o jeito que você olhou. E vi o jeito que sua bunda balançava quando você se abaixou. Porra, Hinata… você tem uma bunda de puta escondida atrás dessas roupas de dona de casa.

A palavra “puta” saiu da boca dele e foi direto para o clitóris dela. Hinata soltou um som baixo, quase um gemido. Kaito sorriu de verdade dessa vez.

— É… você gostou de ouvir isso.

Ele não beijou. Ainda não. Só ficou ali, polegar acariciando a pele do rosto dela, o corpo quase colado. Hinata sentia o volume duro dentro do short dele roçando de leve na coxa. O cheiro, o calor, a voz… tudo junto fazia a buceta escorrer.

— Eu preciso ir — murmurou ela, sem nenhuma convicção.

— Então me dá o açúcar e eu vou. Mas antes… me responde uma coisa. Ontem à noite, quando você estava sozinha… você pensou em mim?

Hinata fechou os olhos. A imagem do consolo, do squirt, do olhar da filha e do peito suado de Kaito se misturaram numa confusão quente e suja.

— Sim — confessou, a voz quase inaudível.

Kaito soltou um suspiro baixo, satisfeito. Aproximou a boca do ouvido dela.

— Bom. Porque eu também pensei em você. Pensei nessa boca. Nesses peitos. Nessa buceta que deve ficar toda molhadinha quando você se toca. E pensei em como seria te foder devagar até você esquecer que é casada.

Hinata gemeu de verdade dessa vez. As pernas se fecharam sozinhas, tentando aliviar a pressão. Kaito notou. O sorriso dele ficou mais largo, mais safado.

Ele finalmente pegou o pote de açúcar, mas não se afastou imediatamente. Passou a mão livre pela cintura dela, descendo até a curva da bunda, apertando de leve por cima da saia.

— Quando quiser mais do que açúcar… é só chamar. Ou deixar a porta dos fundos aberta. Eu venho.

Depois soltou, deu um passo para trás e saiu como se nada tivesse acontecido. A porta se fechou. Hinata ficou parada no meio da cozinha, pernas trêmulas, calcinha encharcada, peitos pesados subindo e descendo rápido demais.

Ela não conseguiu esperar.

Foi até a porta, trancou, e desceu a mão por baixo da saia. Os dedos encontraram a calcinha molhada, puxaram para o lado, e dois dedos entraram de uma vez na buceta quente e peluda. Hinata se apoiou na parede, fodeu a si mesma com força, imaginando que eram os dedos de Kaito, imaginando que ele estava ali olhando, imaginando que Himawari podia voltar a qualquer momento e pegá-la de novo. O orgasmo veio violento, as pernas cedendo, um gemido alto escapando antes que ela conseguisse abafar.

Quando o corpo parou de tremer, Hinata escorregou até o chão, sentada, a saia erguida, os dedos ainda dentro dela. A respiração ofegante. O coração disparado.

A vergonha ainda estava lá. Mas agora era diferente. Era uma vergonha gostosa. Uma vergonha que fazia a buceta latejar de novo só de lembrar.

Ela limpou os dedos na própria saia, se levantou e foi até a janela da cozinha. Do outro lado, a casa de Kaito. A varanda vazia. Mas ela sabia que ele estava lá dentro. Sabia que ele tinha sentido o quanto ela estava molhada só pelo jeito que ela tremeu.

Hinata passou o resto da tarde em um estado estranho de excitação constante. Limpou a casa de novo, só para ter o que fazer. Tomou outro banho. Se tocou mais duas vezes — uma no chuveiro, outra deitada na cama, com as pernas abertas e o rosto enterrado no travesseiro para abafar os gemidos. Cada orgasmo vinha acompanhado da mesma mistura: a imagem de Kaito falando putaria no ouvido dela e a memória de ser vista por Himawari enquanto gozava.

Quando a filha voltou, por volta das oito da noite, Hinata já tinha se composto o suficiente para fingir normalidade. Preparou o jantar. Conversou sobre o dia. Mas toda vez que Himawari a olhava com aquele sorrisinho de canto, a buceta contraía sozinha.

Mais tarde, depois que a casa dormiu, Hinata ficou acordada no escuro. A mão desceu de novo entre as pernas. Dessa vez ela não usou o consolo. Só os dedos. Lenta. Suja. Pensando no que Kaito tinha dito:

“Quando quiser mais do que açúcar… é só chamar.”

Ela já queria.

O formigamento não tinha ido embora. Tinha só mudado de forma. Agora tinha nome, tinha rosto, tinha voz. E tinha o gosto metálico e doce da vergonha de ser descoberta.

Hinata gozou quieta, mordendo o travesseiro, e pela primeira vez em anos não se sentiu apenas carente.

Sentiu-se faminta.

E do outro lado da parede, a poucos metros de distância, a luz do quarto de Kaito ainda estava acesa.

Capítulo 3: A Visita Inesperada e o Primeiro Gosto do Pecado

O dia seguinte amanheceu quente demais para a época. Hinata acordou com o corpo já inquieto, a buceta latejando antes mesmo de abrir os olhos. A memória da conversa com Kaito ainda estava fresca: a voz baixa no ouvido, o polegar no maxilar, a mão apertando a bunda por cima da saia, a frase suja que ela não conseguia esquecer. “Quando quiser mais do que açúcar… é só chamar.”

Ela se levantou, tomou banho frio, esfregou o corpo com força como se pudesse lavar o desejo junto com o sabão. Não adiantou. Os mamilos continuavam sensíveis demais sob o sutiã, a calcinha já umedecia só de pensar nele.

Himawari apareceu na cozinha com aquele mesmo sorrisinho de quem sabia demais.

— Dormiu mal de novo, mãe? Tá com cara de quem passou a noite… ocupada.

Hinata quase derrubou a xícara de café.

— Himawari, chega. Não fala mais sobre isso.

A filha encostou no balcão, cruzou os braços sob os peitos pequenos e observou a mãe com curiosidade aberta, quase cruel.

— Eu só acho engraçado. Você sempre foi tão certinha. Tão… recatada. E de repente eu te pego cavalgando um pau de trinta centímetros e squirtando no chão. Aí ontem você fica o dia inteiro com cara de quem está com a buceta latejando. Será que tem mais alguém envolvido nisso além do brinquedinho?

Hinata sentiu o rosto pegar fogo. Virou-se de costas, fingindo mexer na frigideira.

— Sai da cozinha. Vai estudar. Ou sair. Qualquer coisa.

Himawari riu baixo, mas obedeceu. Antes de sair, no entanto, parou na porta e falou por cima do ombro:

— Se precisar de ajuda para esconder as evidências da próxima vez… é só chamar. Eu guardo segredo. Por enquanto.

A porta bateu. Hinata ficou sozinha, as mãos tremendo, a buceta latejando de novo só pela provocação. A filha de dezoito anos sabia. E, pior, parecia se divertir com isso. O sentimento de ser observada, mesmo que só pela memória, fazia o clitóris latejar dentro da calcinha.

Ela tentou se ocupar. Limpou a casa inteira duas vezes. Lavou roupa. Passou. Cozinhou mais do que o necessário. Nada adiantava. O corpo pedia alívio. Por volta do meio-dia ela não aguentou. Trancou o quarto, tirou a calça e a calcinha, deitou de costas na cama e abriu as pernas. Os dedos desceram até a fenda peluda, já encharcada. Esfregou o clitóris com força, enfiou dois dedos fundo, fodeu a si mesma imaginando que era a mão de Kaito, imaginando que ele estava ali de pé, olhando, falando putaria. O orgasmo veio rápido e molhado. Hinata mordeu o travesseiro para não gritar. Quando terminou, ficou olhando para o teto, ofegante, e murmurou sozinha:

— Eu estou ficando louca.

Às três da tarde a casa ainda estava vazia. Boruto tinha avisado que dormiria na casa de um amigo. Himawari mandou mensagem dizendo que ia atrasar e só voltaria depois das dez. Hinata leu a mensagem e sentiu um frio estranho na barriga — uma mistura de alívio e perigo.

Foi então que a campainha tocou.

Ela abriu a porta e o mundo pareceu parar por um segundo. Kaito estava ali de novo. Dessa vez sem desculpa de açúcar. Camisa preta aberta no peito, calça jeans escura, o mesmo sorriso safado, mas os olhos mais escuros, mais diretos.

— Eu vim devolver o açúcar — disse ele, erguendo um pote pequeno. — E vim ver se você ainda estava sozinha.

Hinata engoliu em seco. O coração bateu tão forte que ela sentiu o eco nos peitos.

— Estou… sim.

— Então posso entrar?

Ela deveria ter dito não. Deveria ter fechado a porta. Em vez disso, deu um passo para o lado. Kaito entrou. O cheiro dele encheu a sala. Ele fechou a porta atrás de si com um clique suave e ficou olhando para ela.

— Você está tremendo, Hinata.

— Não estou.

— Está sim. — Ele se aproximou devagar, sem pressa, como quem se aproxima de um animal assustado. — E eu sei por quê. Você passou o dia inteiro se tocando, não foi? Pensando no que eu falei ontem.

Hinata abriu a boca para mentir, mas a verdade saiu primeiro.

— Sim.

Kaito soltou um som baixo, quase um rosnado satisfeito. Parou bem na frente dela. A diferença de altura fazia Hinata precisar levantar o rosto. Ele ergueu a mão e passou o polegar pelo lábio inferior dela, devagar.

— Abre a boca.

Ela obedeceu sem pensar. Kaito enfiou o polegar entre os lábios dela. Hinata chupou por instinto, a língua quente envolvendo o dedo. O gosto da pele dele, o sal, o calor. Ele observou com atenção, os olhos semicerrados.

— Isso… boa garota. Você chupa bem para quem vive se fazendo de santinha.

Ele tirou o polegar, desceu a mão pelo pescoço, pela clavícula, até o decote. Sem pedir permissão, puxou a blusa para baixo junto com o sutiã. Os peitos grandes e pesados saltaram para fora. Os mamilos já estavam duros, escuros, sensíveis. Kaito soltou um xingamento baixo.

— Porra. Olha esses peitos. Pesados, fartos… feitos para serem chupados e fudidos. Seu marido não aproveita isso direito, né?

Antes que ela respondesse, ele se abaixou e puxou um mamilo para dentro da boca. Chupou com força, a língua girando, os dentes roçando de leve. Hinata soltou um gemido alto, as mãos voando para os cabelos dele. A outra mão de Kaito apertou o segundo peito, amassando a carne macia, beliscando o mamilo. Ele chupou um, depois o outro, deixando os dois molhados e vermelhos.

— Ahn… Kaito… a gente não deveria…

— Cala a boca — murmurou ele contra a pele dela. — Você quer isso tanto quanto eu.

Ele a empurrou suavemente para trás até que as costas dela encontrassem a parede da sala. A mão desceu pela barriga, entrou por baixo da saia, encontrou a calcinha já encharcada. Os dedos roçaram a fenda peluda por cima do tecido.

— Encharcada. Só de eu chupar seus peitos. Que putinha carente.

Hinata gemeu, as pernas abrindo sozinhas. Kaito puxou a calcinha para o lado e enfim tocou a buceta dela direto. Dois dedos deslizaram entre os lábios molhados, abrindo os pelos, encontrando o clitóris inchado. Ele esfregou em círculos firmes enquanto a boca voltava para o peito dela.

— Olha como você escorre… toda molhadinha para o vizinho. Imagina se sua filha te visse agora. A mãe certinha sendo dedada na sala.

A menção a Himawari fez Hinata contrair a buceta com força em volta dos dedos dele. Um gemido mais alto escapou. Kaito riu baixo, sujo.

— É… você gostou de lembrar. Gostou de ser vista ontem, não foi? Gozou squirtando na frente da sua própria filha. Que vadia escondida.

Ele enfiou os dois dedos fundo de uma vez. Hinata gritou baixinho, a cabeça batendo na parede. Kaito fodeu ela com os dedos com ritmo constante, o polegar no clitóris, a boca alternando entre os peitos. O barulho molhado da buceta enchendo a sala silenciosa.

— Goza para mim — ordenou ele. — Quero sentir essa xoxota apertando meus dedos.

Hinata não durou. O orgasmo veio violento, as pernas tremendo, a buceta se contraindo em espasmos fortes em volta dos dedos dele. Um pouco de squirt escorreu pela mão de Kaito, molhando o chão entre os pés dela. Ela soluçou de prazer, as unhas cravadas nos ombros dele.

Kaito tirou os dedos devagar, ergueu a mão molhada até a boca dela e ordenou:

— Limpa.

Hinata obedeceu. Chupou os próprios fluidos dos dedos dele, a língua quente, os olhos semicerrados de vergonha e tesão. Kaito observou cada segundo.

— Boa puta.

Ele desceu a mão até o cinto, abriu a calça e puxou o pau para fora. Grosso, veiudo, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Hinata olhou e sentiu a boca salivar. Era maior do que o consolo que ela usava. Mais quente. Mais real.

— De joelhos.

Ela desceu. As mãos tremeram quando seguraram a base. O cheiro masculino subiu forte. Hinata passou a língua pela cabeça, depois engoliu o máximo que conseguiu. Kaito soltou um gemido gutural e segurou os cabelos dela.

— Isso… chupa esse pau. Mostra como a dona de casa certinha chupa o pau do vizinho.

Hinata chupou com vontade, baba escorrendo pelo queixo, os olhos marejados. Os peitos balançavam a cada movimento. Kaito fodeu a boca dela com calma no começo, depois com mais força, o pau batendo no fundo da garganta. Ela engasgou, mas não parou. O gosto dele, o cheiro, o domínio… tudo fazia a buceta latejar de novo.

Depois de alguns minutos ele a puxou para cima pela nuca e a beijou pela primeira vez. A boca dela ainda sabia a pau. A língua dele invadiu, faminta, suja. As mãos desceram até a bunda, apertaram com força, ergueram a saia até a cintura. A calcinha foi puxada para o lado de novo. Kaito esfregou a cabeça grossa do pau na entrada molhada, subindo e descendo entre os lábios peludos.

— Posso meter? — perguntou, a voz rouca. — Ou você ainda quer fingir que é uma boa esposa?

Hinata olhou para ele, ofegante, os peitos de fora, a saia erguida, a buceta latejando contra o pau quente.

— Mete — sussurrou. — Pelo amor de Deus… mete.

Kaito empurrou. A cabeça abriu a entrada. Depois o resto do pau deslizou fundo, centímetro por centímetro, até que as bolas bateram na bunda dela. Hinata soltou um gemido longo, quase um choro. Estava mais grosso e mais quente do que qualquer brinquedo. Ele preencheu tudo.

— Porra… que buceta apertada. Toda molhada e ainda aperta assim.

Ele começou a foder. Estocadas firmes, profundas, o barulho de pele batendo em pele ecoando na sala. Hinata se agarrou aos ombros dele, as pernas envolvidas na cintura quando ele a ergueu um pouco mais, foden do-a contra a parede. Os peitos balançavam entre os corpos. Cada estocada fazia ela gemer mais alto.

— Fala — ordenou Kaito. — Fala que você é uma puta casada sendo fudida pelo vizinho.

— Eu sou… ahn… eu sou uma puta… casada… sendo fudida pelo vizinho… — a voz dela saiu quebrada, suja, libertadora.

Kaito acelerou. A mão desceu entre os corpos e esfregou o clitóris dela enquanto fodia. Hinata gozou de novo, a buceta se contraindo com força em volta do pau dele, mais squirt escorrendo pelas coxas. Ele não parou. Continuou fodendo através do orgasmo dela, até que as paredes internas dela se tornassem ainda mais sensíveis.

— Vou gozar dentro — avisou. — Quero deixar essa buceta cheia.

Hinata só conseguiu gemer um “sim”. Kaito enterrou fundo e gozou com um gemido rouco, jatos quentes enchendo o útero dela. Ela sentiu cada pulsação, cada porção de porra sendo despejada dentro. Quando ele finalmente parou, os dois ficaram colados, ofegantes, o pau ainda latejando dentro dela.

Devagar, Kaito saiu. A porra escorreu imediatamente, misturada aos fluidos dela, descendo pelos pelos molhados e pelas coxas. Ele olhou para baixo, observando o estrago, e passou dois dedos na bagunça, recolhendo um pouco do leite e empurrando de volta para dentro da buceta dela.

— Deixa assim. Quero que você sinta minha porra escorrendo o resto do dia.

Hinata estava destruída. As pernas tremiam, os peitos marcados de chupão, a saia amassada na cintura, a calcinha torta de lado. Kaito ajeitou a própria roupa com calma, depois puxou a blusa dela para cima, cobrindo os peitos de qualquer jeito. Beijou a testa dela, quase carinhoso.

— Da próxima vez eu quero mais tempo. Quero te foder na sua cama de casal. Quero chupar essa buceta até você squirtar na minha cara. E quero ouvir você pedindo no meu cu também.

Hinata só conseguiu soltar um som fraco. Ele sorriu, pegou o pote de açúcar que tinha trazido (e que nunca chegou a entregar de verdade) e caminhou até a porta.

— Deixa a porta dos fundos destrancada amanhã à tarde. Eu venho.

A porta se fechou. Hinata escorregou pela parede até se sentar no chão. A porra continuava escorrendo, manchando a saia e o piso. Ela passou a mão entre as pernas, sentiu a bagunça quente e pegajosa, e um riso baixo, descrente, escapou da garganta.

Tinha acabado de trair o marido.

Tinha acabado de deixar o vizinho gozar dentro dela.

E o pior: já estava pensando na próxima vez.

Ela se levantou devagar, as pernas ainda instáveis, e foi até o banheiro. Olhou-se no espelho: cabelo bagunçado, boca inchada, peitos marcados, coxas brilhantes de porra. Por um segundo a vergonha tentou voltar. Depois veio o outro sentimento, mais forte, mais sujo.

Tesão.

Hinata limpou o excesso, mas deixou um pouco da porra dentro de propósito. Vestiu a calcinha de novo por cima da bagunça. A sensação úmida e quente a acompanhou o resto da tarde.

Quando Himawari voltou, perto das dez, Hinata já tinha tomado banho e se vestido de novo. A filha a olhou de cima a baixo, o sorrisinho de sempre no rosto.

— Você está diferente, mãe. Mais… relaxada. Aconteceu alguma coisa enquanto eu estava fora?

Hinata segurou o olhar da filha por um segundo a mais do que o necessário.

— Nada que você precise saber.

Himawari riu baixo, claramente não acreditando, e foi para o quarto. Hinata ficou na cozinha, a mão descansando sobre a barriga baixa, sentindo ainda o fantasma do pau de Kaito e a porra que ele tinha deixado dentro.

Do outro lado da parede, a luz do quarto do vizinho estava acesa.

E a porta dos fundos, amanhã, ficaria destrancada.

Capítulo 4: A Cama de Casal e o Gosto do Corno

Hinata passou a manhã seguinte como se estivesse em transe. Acordou com a buceta ainda sensível, um leve ardor gostoso que lembrava cada centímetro do pau de Kaito dentro dela. A porra dele tinha escorrido durante a noite, manchando a calcinha que ela vestira para dormir. Ao tomar banho, esfregou-se devagar, os dedos explorando a entrada ainda inchada, e gozou quieta sob o chuveiro pensando nele.

Himawari a observava à mesa do café com aquele olhar afiado demais para uma filha.

— Você está andando diferente, mãe. Mais… aberta de perna.

Hinata quase engasgou com o café.

— Himawari, pelo amor de Deus.

A filha sorriu de lado, mexendo o cereal sem pressa.

— Só estou dizendo. Ontem você estava com cheiro de sexo quando eu cheguei. Não era o cheiro do papai. Ele está longe, né?

O silêncio que se seguiu foi pesado. Hinata segurou a xícara com força demais.

— Não fala bobagem. E não fica farejando a sua mãe.

Himawari deu de ombros, mas o sorrisinho não saiu.

— Relaxa. Eu não conto nada. Só acho… interessante. A dona de casa perfeita de repente descobriu que tem uma puta escondida. Eu aprovo.

Ela se levantou, beijou a cabeça da mãe de forma quase carinhosa e saiu cantarolando. Hinata ficou sozinha, o coração batendo rápido demais. A filha sabia. Ou pelo menos suspeitava. E em vez de sentir só vergonha, Hinata sentiu o clitóris latejar traiçoeiramente.

À tarde a casa esvaziou de novo. Boruto avisou que ficaria na casa de um amigo até o dia seguinte. Himawari mandou mensagem dizendo que ia passar a noite na casa da mesma amiga de sempre. Hinata leu as mensagens e sentiu o estômago revirar de antecipação e culpa.

Ela deixou a porta dos fundos destrancada, exatamente como Kaito pedira.

Ele chegou por volta das três e meia, sem bater. Simplesmente entrou pela porta dos fundos como se já pertencesse àquele espaço. Hinata estava na cozinha, de vestido leve, sem sutiã, a calcinha já úmida só de esperar. Quando o viu, as pernas tremeram.

Kaito fechou a porta atrás de si e a encarou por longos segundos.

— Você deixou aberta.

— Deixei.

— Boa menina.

Ele se aproximou sem pressa, pegou o rosto dela com as duas mãos e a beijou fundo, sujo, a língua invadindo como se quisesse marcar território. Hinata gemeu dentro da boca dele, as mãos subindo para os ombros largos. O beijo durou até ela ficar sem ar.

Quando se separaram, Kaito olhou em volta.

— Onde é o quarto de vocês?

Hinata engoliu em seco.

— No fundo do corredor…

— Me leva. Quero te foder na cama em que você dorme com o seu marido.

O estômago dela revirou de um jeito delicioso e errado. Ela o guiou pelo corredor, o coração martelando. O quarto do casal estava arrumado, a cama grande feita com o lençol limpo que ela mesma trocara de manhã. Kaito parou na entrada, observando a foto de Hinata e Naruto na cômoda, os anéis de casamento num pratinho, o cheiro suave de perfume dela no ar.

— Perfeito — murmurou. — Vou te destruir bem aqui.

Ele a empurrou suavemente para a cama. Hinata sentou na beira. Kaito ficou de pé entre as pernas dela e tirou a própria camisa. O peito definido, a barriga marcada, a linha de pelos descendo até a calça. Depois abriu o cinto e puxou o pau para fora. Já estava duro, grosso, a cabeça brilhando.

— Tira o vestido. Devagar. Quero ver.

Hinata obedeceu. Puxou o vestido para cima, revelando os peitos pesados e nus, a barriga macia, a calcinha branca já manchada. Kaito soltou um xingamento baixo de apreciação.

— Calcinha também.

Ela levantou o quadril e deslizou a peça pelas pernas. A buceta peluda apareceu, os lábios já inchados e brilhantes. Kaito se ajoelhou no chão entre as coxas dela e puxou-a para a beira da cama.

— Abre mais. Quero comer essa xoxota casada até você squirtar na minha cara.

A língua dele encontrou a fenda de uma vez. Lambia largo, sujo, de baixo para cima, terminando no clitóris com pressão firme. Hinata caiu de costas na cama, as mãos agarrando o lençol. Kaito chupava com fome, os dedos abrindo os lábios peludos, a língua entrando e saindo, o nariz esfregando os pelos molhados. O barulho era obsceno — molhado, faminto.

— Porra… que buceta gostosa. Cheira a sexo e a traição — falava entre lambidas. — Seu marido come isso aqui? Duvido que coma assim.

Ele enfiou dois dedos fundo enquanto chupava o clitóris com força. Hinata gritou, as coxas tremendo em volta da cabeça dele. Kaito fodia com os dedos em ritmo constante, curvando-os para encontrar o ponto certo, a boca sugando sem piedade. Em poucos minutos ela já estava no limite.

— Goza. Squirt na minha boca, puta.

Hinata obedeceu. O orgasmo veio em ondas, a buceta se contraindo, jatos de líquido escorrendo pela boca e pelo queixo de Kaito. Ele bebeu o que pôde, lambendo tudo, gemendo de aprovação. Quando ela parou de tremer, ele subiu o corpo, beijou-a com a boca ainda molhada dos fluidos dela e se posicionou entre as pernas.

— Vou te foder agora. Na sua cama de casal. E você vai pedir para eu gozar dentro de novo.

Ele empurrou o pau de uma vez só. Hinata arquejou alto, as unhas cravando nas costas dele. Kaito não deu tempo de adaptação. Começou a estocar fundo, forte, o barulho de pele batendo em pele ecoando no quarto. A cama rangeu. Os peitos de Hinata balançavam com cada investida.

— Olha para a foto de vocês enquanto eu te fodo — ordenou ele, virando o rosto dela na direção do porta-retratos. — Olha para o seu marido enquanto o pau do vizinho te arrebenta.

Hinata olhou. A foto de um casamento antigo, sorrisos inocentes. E agora ela estava ali, de pernas abertas, gemendo como uma vadia, sendo fudida com força na mesma cama. A contradição a fez gozar de novo, a buceta apertando o pau dele em espasmos desesperados.

Kaito riu baixo, sujo.

— Isso. Goza olhando para ele. Que corno sortudo… ou azarado.

Ele a virou de quatro sem sair de dentro. A bunda grande e empinada ficou exposta. Kaito segurou as nádegas com as duas mãos, abriu e admirou a visão: a buceta engolindo o pau, os pelos molhados, o cuzinho fechado e peludo logo acima.

— Que cuzinho bonito… todo fechado, virgem de pau. Um dia eu vou arrombar ele também.

Ele cuspiu na entrada do cu e esfregou o polegar ali enquanto fodia a buceta com força. Hinata gritou no travesseiro, o corpo inteiro tremendo. O polegar pressionava, brincava, mas não entrava ainda. Só a promessa.

— Fala o que você é.

— Eu sou… ahn… uma puta… casada… traindo o marido… na cama dele…

— Mais alto.

— EU SOU UMA PUTA CASADA SENDO FUDIDA PELO VIZINHO NA CAMA DO MEU MARIDO!

Kaito soltou um gemido gutural e acelerou. As estocadas ficaram brutais, a bunda dela tremendo a cada impacto. Ele enfiou o polegar até a primeira falange no cuzinho apertado enquanto gozava. A porra jorrou quente e farta dentro da buceta de Hinata, enchendo-a de novo. Ela sentiu cada jato, cada pulsação, e gozou junto pela terceira vez, as pernas cedendo.

Eles caíram na cama, ofegantes. Kaito ainda estava dentro dela, o pau latejando. Depois de um tempo ele saiu devagar. A porra escorreu imediatamente, uma quantidade absurda descendo pelos pelos e manchando o lençol de casal.

Kaito passou dois dedos na bagunça e empurrou de volta para dentro.

— Deixa. Quero que você durma com minha porra escorrendo essa noite. E quando seu marido ligar, quero que você atenda com a buceta cheia de outro homem.

Hinata estava destruída. O cabelo grudado na testa, os peitos marcados de chupão e dedos, a bunda vermelha, a buceta latejando e vazando. Kaito se deitou ao lado, uma mão pesada no ventre dela, e falou baixo no ouvido:

— Você está viciando rápido. Mais uns dias e você vai me pedir para te foder enquanto sua filha está na casa. Vai pedir para eu te comer no quintal, na cozinha, em qualquer lugar. Porque a puta que tem dentro de você não quer mais se esconder.

Hinata fechou os olhos. A verdade das palavras doía e excitava ao mesmo tempo.

— Eu já não consigo parar — confessou, a voz rouca.

— Eu sei.

Ele ficou mais um tempo, beijando o pescoço dela, apertando os peitos, brincando com a porra que escorria. Depois se levantou, se vestiu com calma e olhou para ela ainda nua e destruída na cama de casal.

— Amanhã eu volto. E dessa vez trago um brinquedo. Quero ver você sentando nesse pau enquanto eu enfio alguma coisa no seu cuzinho. Preparar ele direito.

Hinata só conseguiu acenar com a cabeça, ainda ofegante.

Kaito saiu pela porta dos fundos. O silêncio que ficou depois foi ensurdecedor. Hinata olhou para a cama: lençol amassado, mancha molhada no meio, o cheiro forte de sexo e traição impregnado. A foto de Naruto ainda sorria da cômoda.

Ela não trocou o lençol.

Deitou-se ali mesmo, nua, as pernas abertas, e sentiu a porra continuar escorrendo devagar. Passou os dedos na bagunça, trouxe até a boca e chupou. O gosto dele misturado ao dela.

Mais tarde, quando Himawari mandou mensagem dizendo que ia atrasar ainda mais, Hinata respondeu com um simples “tudo bem, filha”. Depois desligou o celular, enfiou dois dedos na buceta cheia de porra alheia e se fodeu devagar, olhando para a foto do marido, até gozar mais uma vez, quieta e suja.

A porta dos fundos continuaria destrancada.

E a cama de casal, a partir daquela tarde, deixara de ser só dele.

Capítulo 5: A Madrugada em que a Filha Também Virou Puta

A casa dormia pesada.

Era quase três da manhã quando Hinata acordou com sede. O corpo ainda doía gostoso da sessão da tarde anterior — a buceta latejava lembrando o pau grosso de Kaito, o cuzinho ainda sensível do polegar que ele tinha enfiado enquanto a fodia na cama de casal. Ela se levantou nua, só coberta pelo lençol fino que ainda cheirava a sexo e porra seca, e foi até a cozinha beber água.

No caminho de volta, passou pelo corredor e ouviu um barulho.

Um gemido abafado.
O rangido ritmado de uma cama.
O som molhado e obsceno de pele batendo em pele.

Vinham do quarto de Himawari.

Hinata parou. O coração disparou. A primeira ideia foi que a filha estava se tocando. Mas o barulho era pesado demais. Masculino demais. Havia uma respiração grave misturada aos gemidos agudos de Himawari.

Ela se aproximou devagar, o lençol ainda enrolado no corpo, os pés descalços no piso frio. A porta do quarto da filha estava entreaberta. Uma faixa de luz fraca do abajur vazava pelo vão.

Hinata empurrou a porta com a ponta dos dedos.

O que viu fez o ar sumir dos pulmões.

Himawari estava de quatro no meio da cama, completamente nua. A bunda grande, gorda, redonda e empinada de uma novinha de dezoito anos balançava com força. A pele clara contrastava com as mãos morenas que a seguravam com violência. Kaito estava ajoelhado atrás dela, torso nu suado, o pau grosso e veiudo enterrado até o fundo no cuzinho apertado da filha.

Ele socava com força.
Cada estocada fazia a bunda gorda de Himawari tremer e bater contra a virilha dele com um som úmido e pesado. Pá. Pá. Pá. O cu da menina engolia o pau inteiro, as bordas rosadas esticadas ao máximo em volta da grossura. A buceta peludinha e inchada pingava embaixo, sem ser tocada.

Himawari gemia alto, sem nenhum pudor, a cara enterrada no travesseiro, os dedos agarrados no lençol.

— Isso… soca mais forte no meu cu… porra, Kaito… arromba esse cuzinho…

Kaito ria baixo, sujo, uma mão segurando a cintura dela e a outra espalmada na bunda gorda, abrindo ainda mais para ver o pau sumir.

— Que cuzinho apertado de novinha… você engole tudo igual a sua mãe. Só que ela ainda não me deu o cu. Você já chegou na frente, putinha.

Hinata ficou paralisada na porta. O lençol escorregou sem ela perceber, deixando os peitos pesados e a buceta à mostra. O choque era tão grande que ela não conseguia gritar. Não conseguia nem respirar direito. A própria filha. De dezoito anos. Sendo fudida no cu pelo mesmo homem que tinha gozado dentro dela horas antes.

E o pior: o tesão traiçoeiro que subiu pela barriga dela foi imediato e violento.

Himawari virou o rosto, ainda sendo arrombada, e viu a mãe. Os olhos se arregalaram por um segundo… e depois um sorriso safado, diabólico, se espalhou no rosto suado.

— Oi, mãe… — falou ofegante, a voz quebrada pelas estocadas. — Acordou…

Kaito também olhou por cima do ombro. Não parou de foder. Continuou socando o cu da filha com a mesma força, só que agora sorria para Hinata.

— Olha só quem apareceu. A dona da casa. Quer entrar ou vai ficar só olhando a sua filha levando pau no cu?

Hinata abriu a boca, mas nenhum som saiu. As pernas tremeram. A buceta, traidora, já estava escorrendo.

Himawari riu, um riso curto e puto, e empinou ainda mais a bunda gorda.

— Entra, mãe. Fecha a porta. Já que você descobriu… pode assistir. Ou participar. Eu não me importo.

Kaito puxou o pau quase até a ponta e enterrou de novo com força, arrancando um grito alto de Himawari.

— Ela tem um cuzinho viciante, Hinata. Aperta igual porra. E a bunda… olha o tamanho dessa bunda de novinha. Balança toda quando eu meto.

Ele deu dois tapas fortes nas nádegas gordas, fazendo a carne ondular. Himawari gemeu alto e empurrou o quadril para trás, engolindo o pau ainda mais fundo.

Hinata finalmente conseguiu se mover. Entrou no quarto, fechou a porta atrás de si e ficou de pé, nua sob o lençol que agora caía pelos ombros. Os olhos não conseguiam sair da cena: o pau grosso de Kaito sumindo e reaparecendo no cu da própria filha, a bunda gorda tremendo, os peitos pequenos de Himawari balançando para frente a cada socada.

— Como… há quanto tempo? — a voz de Hinata saiu rouca, quase irreconhecível.

Himawari sorriu de lado, ainda sendo fudida.

— Umas duas semanas. Depois que eu te peguei cavalgando aquele consolo gigante… fiquei curiosa. Fui na casa dele. Ofereci. Ele aceitou. Agora ele fode a gente duas. Mãe e filha. Que família gostosa, né?

Kaito soltou uma risada baixa e puxou Himawari pelo cabelo, arqueando as costas dela enquanto continuava a arrombar o cu.

— Sua filha veio me procurar. Chegou na minha porta de shortinho e falou que tinha visto a mãe se masturbando pensando em mim. Depois se ajoelhou e pediu para eu foder o cuzinho dela. Eu não neguei. E ela goza igual puta quando leva no cu.

Hinata sentiu o joelho fraquejar. Aproximei-se da cama sem perceber, como se estivesse hipnotizada. Kaito notou e estendeu a mão livre.

— Vem cá. Senta na frente dela. Quero que você veja de perto o pau sumindo no cu da sua filha.

Hinata obedeceu. Subiu na cama de joelhos, bem na frente de Himawari. A filha ergueu o rosto, ofegante, a boca aberta, saliva escorrendo pelo queixo, e sorriu para a mãe enquanto levava estocada atrás de estocada no cu.

— Tá vendo, mãe?… ele é maior do que o seu consolo… e mais quente… ahn, porra… mais fundo!

Kaito acelerou. As bolas batiam na buceta molhada de Himawari a cada investida. O som era obsceno, molhado, animal. A bunda gorda da novinha estava vermelha de tapa e de impacto.

— Chupa a língua da sua mãe — ordenou Kaito.

Himawari obedeceu sem hesitar. Puxou o rosto de Hinata e beijou a mãe na boca, suja, profunda, enquanto o pau continuava a socar o cu dela sem piedade. Hinata gemeu dentro do beijo, a língua da filha invadindo a dela. O beijo era errado, proibido, e delicioso.

Kaito observava tudo, fodendo mais forte.

— Isso… mãe e filha se beijando enquanto eu arrombo o cu da mais nova. Que visão de puta.

Ele tirou o pau do cu de Himawari de uma vez. O buraco ficou aberto, latejando, uma quantidade absurda de lube e pré-gozo escorrendo. Sem perder tempo, Kaito puxou Hinata pela cintura, virou-a de quatro ao lado da filha e enfiou o pau sujo de cu direto na buceta encharcada da mãe.

Hinata gritou. O pau entrou fácil, a xoxota já estava escorrendo só de assistir. Kaito fodeu a mãe com força por alguns minutos, depois tirou de novo e voltou para o cu de Himawari. Alternava. Uma estocada na buceta da mãe, três no cu da filha. As duas gemiam juntas, lado a lado, bundas empinadas, peitos balançando.

— Olha só… as duas rabudas da casa no mesmo lugar. A mãe peituda e a filha de bunda gorda. Vou gozar e não sei nem em qual cu ou buceta jorrar primeiro.

Himawari riu ofegante, olhando de lado para a mãe.

— Goza no meu cu de novo… quero sentir escorrendo… mãe pode limpar depois se quiser.

Kaito decidiu. Enterrou o pau até o fundo no cuzinho apertado de Himawari e gozou com um gemido rouco e longo. A porra jorrou em jatos fortes dentro do intestino da novinha. Himawari gritou de prazer, a bunda tremendo, e gozou também só de sentir o leite quente enchendo o cu. A buceta dela escorreu em fios no lençol.

Quando Kaito tirou o pau, o cu de Himawari ficou semiaberto, a porra branca começando a vazar imediatamente. Ele olhou para Hinata, ainda ofegante, e empurrou a cabeça dela para baixo.

— Limpa a sua filha.

Hinata hesitou só um segundo. Depois obedeceu. Abaixou o rosto entre as nádegas gordas da filha e passou a língua no cuzinho arrombado e cheio de porra. O gosto era forte, sujo, mistura de lubrificante, sexo e leite de homem. Ela chupou, lambeu, empurrou a língua para dentro, limpando tudo enquanto Himawari gemia e ria baixinho de prazer e deboche.

— Isso, mãe… chupa a porra do meu cu… que puta você virou…

Kaito se masturbava assistindo, o pau ainda semi-duro cobrindo-se de saliva e restos. Depois de um tempo puxou Hinata pelo cabelo, fez ela ficar de quatro de novo e meteu na buceta dela pela segunda vez naquela madrugada, fodendo com força enquanto Himawari se virava para beijar a mãe e beliscar os peitos pesados dela.

As três terminaram juntas de novo. Kaito gozou dentro de Hinata dessa vez, enchendo a buceta da mãe enquanto a filha chupava a língua dela.

Quando tudo terminou, os três caíram na cama de Himawari, suados, fedendo a sexo, porra escorrendo de dois buracos diferentes.

Kaito acariciava a bunda gorda de Himawari com uma mão e o peito pesado de Hinata com a outra, sorrindo como um homem que tinha acabado de conquistar as duas.

— A partir de agora a porta dos fundos fica aberta para as duas. Mãe de dia. Filha de madrugada. Ou as duas juntas quando der. Vocês decidiram ser putas… agora vão ser putas juntas.

Himawari riu, ainda ofegante, e puxou a mãe para um beijo preguiçoso.

— Bem-vinda ao lado de cá, mãe. Eu avisei que ia ser interessante.

Hinata não respondeu. Só fechou os olhos, sentindo a porra de Kaito escorrer da buceta e o gosto do cu da filha ainda na língua, e pela primeira vez não sentiu vontade de fugir do que tinha se tornado.

A madrugada ainda era longa.
E a casa das duas putas — mãe e filha — tinha acabado de mudar para sempre.