Conto Erótico Tia Sakura Tira a Virgindade do Sobrinho com a Buceta Apertada e a Mãe Hinata Engole a Porra do Filho Boruto
Sakura e Hinata se unem para chupar o pau de Boruto até ele gozar fundo na garganta da própria mãe; em seguida Sakura volta de lingerie vermelha e deixa o sobrinho tirar a virgindade dela numa buceta absurdamente apertada (usando pompoarismo), primeiro devagar e depois com força enquanto Hinata assiste e se masturba; as duas continuam a foda a três, Sakura cavalga até receber outra gozada dentro, depois força a porra misturada com mijo direto na boca de Hinata e dá um comprimido especial para Boruto ficar duro a noite toda; o casal vai para o quarto da Sarada, onde Sakura veste a calcinha de ursinho da filha e é comida com força na cama da menina enquanto falam putaria sobre foder a prima; no final Boruto quase enfia no cu da tia, mas Hinata invade o quarto completamente transformada em puta de batom roxo e lingerie preta fio dental, cobra a desobediência do combinado e declara que agora quem manda no pau do filho é ela.
Sakura e Hinata se unem para chupar o pau de Boruto até ele gozar fundo na garganta da própria mãe; em seguida Sakura volta de lingerie vermelha e deixa o sobrinho tirar a virgindade dela numa buceta absurdamente apertada (usando pompoarismo), primeiro devagar e depois com força enquanto Hinata assiste e se masturba; as duas continuam a foda a três, Sakura cavalga até receber outra gozada dentro, depois força a porra misturada com mijo direto na boca de Hinata e dá um comprimido especial para Boruto ficar duro a noite toda; o casal vai para o quarto da Sarada, onde Sakura veste a calcinha de ursinho da filha e é comida com força na cama da menina enquanto falam putaria sobre foder a prima; no final Boruto quase enfia no cu da tia, mas Hinata invade o quarto completamente transformada em puta de batom roxo e lingerie preta fio dental, cobra a desobediência do combinado e declara que agora quem manda no pau do filho é ela.




Capítulo 6 – O Presente de Aniversário e a Boca da Mãe
Sakura se levantou do sofá com um sorriso safado, ainda ofegante, a camisola preta grudada no corpo suado. Ela se aproximou dos dois, ajoelhou ao lado de Hinata e olhou direto para o volume enorme que esticava a calça de Boruto.
— Deixa a tia ajudar, mãe coruja… — murmurou.
As duas mãos de Sakura desceram juntas. Puxaram o cinto, abriram o botão, desceram o zíper. A cueca foi puxada junto e o pau de Boruto saltou pra fora, duro, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Hinata soltou um gemido só de ver. Sakura segurou a base com firmeza e guiou a cabeça até a boca da amiga.
— Abre essa boquinha, Hinata. Chupa o pau do seu filho logo.
Hinata obedeceu. A boca quente e molhada engoliu a glande de uma vez, a língua girando em círculos. Sakura segurava o cabelo dela, forçando um pouco mais fundo, enquanto a outra mão massageava as bolas pesadas de Boruto.
— Isso… engole tudo. Mostra pra ele como a mamãe chupa pau de verdade.
As duas trabalhavam juntas. Sakura lambia o lado do pau enquanto Hinata chupava a cabeça. Depois trocavam: Hinata descia até quase engasgar e Sakura succionava as bolas. O barulho era obsceno — saliva, gemidos abafados, o som molhado de boca em pau. Boruto estava de olhos semicerrados, as mãos tremendo nas coxas da mãe.
Depois de alguns minutos Sakura se afastou, beijou a boca suja de Hinata e sussurrou no ouvido de Boruto, a voz baixa e rouca:
— Agora é hora de você ganhar o presente de aniversário de verdade, sobrinho… uma buceta quentinha, apertada e casada. Eu vou só me trocar. Fica aí sendo mamado pela sua mãe. Quando eu voltar… você vai foder a tia.
Ela deu um beliscão de leve na cabeça do pau dele e saiu do cômodo, o rabão balançando sob a camisola.
Hinata não perdeu tempo. Assim que a amiga desapareceu, ela engoliu o pau do filho até a base, o nariz batendo na virilha. Começou a mamar como uma bezerra faminta bebendo leite — rápida, gulosa, barulhenta. Os sons eram pornográficos: gluck, gluck, gluck, saliva escorrendo pelos cantos da boca, pingando nas bolas e na calça de Boruto. Ela chupava com delicadeza na subida, lambendo cada veia, e depois descia com agressividade de profissional, a garganta se abrindo, engasgando de propósito só para apertar mais.
— Hmmmpf… que pau gostoso, filho… — falava entre uma chupada e outra, a voz embargada. — A mamãe passou a noite inteira molhada sonhando com essa piroca na boca. Você gosta de ver a sua mãe engasgando no seu pau, né? Gosta de me ver virando uma putinha só pra você?
Boruto gemeu, a mão enfiada no cabelo dela.
— Gosto pra caralho, mãe… sua boca é quente pra porra.
— Então mete mais fundo. Usa a garganta da mamãe. — Hinata segurou as próprias tetas por baixo da camiseta e as esfregou no pau dele enquanto chupava. — Eu quero que você goze na minha boca. Quero engolir tudinho. Depois você vai chupar meu cu de novo enquanto a tia Sakura se arruma pra te dar a buceta dela.
Ela chupava sem parar, alternando ritmo: devagar e profundo, depois rápido e raso, a língua sempre trabalhando. Os olhos lilases olhavam pra cima, marejados de tesão e saliva. De vez em quando ela tirava o pau da boca só para bater a cabeça grossa na língua e falar mais putaria.
— Imagina quando você enfiar esse pau grosso na xota da tia… ela vai gemer igual uma cadela. E eu vou ficar do lado chupando suas bolas. Ou então você mete no meu cu enquanto ela te beija. O que você prefere, filho? Arrombar a buceta da amiga da mamãe ou arrombar o cuzinho da sua própria mãe primeiro?
Boruto não aguentou. O corpo tremeu, os quadris empurraram pra frente e ele gozou fundo na boca de Hinata. Jatos quentes e grossos encheram a garganta dela. Hinata engoliu tudo sem desperdiçar uma gota, a garganta trabalhando, o som de engolir alto e molhado. Quando ele parou de jorrar, ela ainda continuou chupando devagar, limpando a glande sensível até ele tremer de novo.
Só então ela tirou o pau da boca, a língua limpa, e se virou de quatro no sofá. A camiseta subiu até as costas. Ela abriu as nádegas gordas com as duas mãos, mostrando o cuzinho rosado ainda úmido de saliva e o resto da buceta escorrendo.
— Agora chupa o cu da mamãe de novo, filho. Mete a língua fundo. Quero sentir você me comendo por trás enquanto a gente espera a tia.
Boruto não hesitou. Enterrou o rosto entre as nádegas da mãe e chupou o cu com fome, a língua penetrando o anel apertado, os lábios sugando. Hinata rebolava contra a cara dele, gemendo baixo e sujo.
— Isso… mais fundo… a mamãe adora quando você come o cuzinho dela…
Passaram-se alguns minutos. O som molhado de língua no cu enchia a sala quando a porta do corredor se abriu de novo.
Sakura voltou.
Ela estava de lingerie vermelha minúscula. O sutiã era só duas tiras finas que mal cobriam os mamilos escuros, os peitos pesados quase caindo pra fora. A calcinha era um fio dental tão pequeno que os pentelhos rosas da buceta escapavam pelas laterais, visíveis, provocantes. A renda transparente marcava cada curva, cada dobra da carne. O cabelo rosa estava solto, o corpo ainda brilhando de suor e cheiro de sexo.
Sakura se aproximou, ajoelhou ao lado dos dois e puxou Hinata pelo queixo. As duas se beijaram fundo, línguas se enrolando, o gosto de porra e buceta se misturando na boca. Depois Sakura se afastou só o suficiente para falar, a voz rouca e decidida:
— Chegou a hora, Hinata… vamos fazer o seu filho virar um homem de verdade hoje.
Ela se virou para Boruto, ainda de joelhos, e puxou a calcinha vermelha para o lado com dois dedos. A buceta apareceu completamente: lábios inchados, rosados, já molhados, os pentelhos coloridos emoldurando a entrada apertada. Sakura abriu mais um pouco com os dedos, mostrando o interior brilhante.
— Olha, sobrinho… essa é a buceta do seu presente de aniversário. Quentinha, apertada, casada e molhada pra caralho. Você vai enfiar tudo até as bolas. E a sua mãe vai ficar olhando enquanto você me fode.
Hinata, ainda de quatro, sorriu de lado, a boca suja de saliva e porra.
— Fode ela, filho. Arromba a xota da tia. Eu quero ver.
Sakura se deitou no sofá, as pernas bem abertas, a calcinha ainda puxada para o lado, a buceta latejando à espera.
— Vem, Boruto… vem ganhar seu presente.
Capítulo 7 – A Buceta Apertada da Tia e a Perda da Virgindade
Sakura estava deitada no sofá, as pernas abertas, a calcinha vermelha ainda puxada para o lado. A buceta brilhava, os lábios inchados, os pentelhos rosas úmidos. Boruto se ajoelhou entre as coxas dela, o pau duro e latejando, ainda molhado da saliva e da porra que a mãe tinha engolido minutos antes.
Sakura segurou o pau dele com a mão direita, a outra mão abrindo os próprios lábios. Guiou a cabeça grossa até a entrada, roçando de vagar, só a glande deslizando para cima e para baixo na fenda molhada. O calor era absurdo. Cada vez que a cabeça passava pelo clitóris, Sakura soltava um suspiro baixo.
Ela puxou o rosto de Boruto para baixo e beijou a boca dele. O beijo era profundo, língua quente, gostosa, misturando o gosto de porra que ainda restava nele com o vinho e a buceta que ela tinha chupado a noite inteira. Enquanto beijava, Sakura começou a fazer pompoarismo.
Os músculos internos se contraíram com força. A entrada da buceta se fechou ao redor da glande como se fosse a xota de uma adolescente novinha que mal tinha pelo. Apertada pra caralho. Quase impossível de entrar. Boruto empurrou de leve e sentiu a resistência absurda. A cabeça mal conseguia penetrar.
— Porra, tia… tá muito apertada — ele gemeu contra a boca dela.
Sakura sorriu no beijo, os olhos verdes brilhando de tesão e malícia.
— Eu sei… eu apertei de propósito. Quero que você sinta a buceta da tia do mesmo jeito que uma novinha virgem. Continua empurrando, sobrinho. Força um pouco mais. Eu aguento.
Ela apertava ainda mais, os músculos internos massageando a glande, sugando, resistindo. Boruto empurrava devagar, a testa franzida de concentração e prazer. Cada centímetro era uma luta. A cabeça finalmente entrou com um estalo molhado. Sakura soltou um gemido alto, as unhas cravando nas costas dele.
— Isso… mais um pouco… empurra… a tia tá te aguentando…
Boruto continuou. O pau ia entrando milímetro por milímetro, a buceta se abrindo à força ao redor da grossura dele. Sakura não parava de apertar, os músculos internos se contraindo em ondas, como se estivesse ordenhando o pau. O suor escorria pelo rosto dos dois. Hinata, ajoelhada ao lado, assistia com a boca entreaberta, a mão entre as próprias pernas, a buceta pingando no sofá.
Finalmente, depois de quase um minuto de luta, Boruto conseguiu enfiar até o fundo. As bolas bateram na bunda de Sakura. O pau estava completamente engolido por aquela xota impossivelmente apertada e quente. Sakura soltou um gemido longo, o corpo inteiro tremendo.
Eles se beijaram de novo, mais devagar agora. Sakura passou a mão no rosto dele, o polegar acariciando a bochecha.
— Parabéns, Boruto… — sussurrou contra a boca dele, a voz rouca e carinhosa. — Você não é mais virgem. Acabou de enfiar o pau inteiro na buceta da tia casada. Como se sente, hein?
Boruto não conseguiu responder com palavras. Só a beijou de novo, mais fundo, e começou a foder.
No começo era lento. Muito lento. Ele saía quase até a ponta e entrava de novo até o fundo, sentindo cada centímetro daquela buceta apertada se abrindo e se fechando ao redor dele. Sakura o abraçava, as pernas enroladas na cintura dele, as mãos acariciando as costas, o cabelo, o rosto. Os beijos eram constantes, molhados, românticos. O único som era o barulho molhado e abafado da piroca entrando e saindo da xota super apertada, misturado com os gemidos baixos dos dois.
— Que delícia… — Sakura sussurrava entre beijos. — Seu pau tá tão fundo… tá rachando a buceta da tia… continua assim, bem devagar… deixa eu sentir cada veia…
Hinata assistia hipnotizada. A mão dela esfregava o clitóris com força, os dedos entrando e saindo da própria buceta. O líquido escorria pela coxa, pingando no chão. Ela gemia baixinho, sem tirar os olhos do pau do filho desaparecendo dentro da amiga.
Depois de vários minutos nesse ritmo lento e profundo, Sakura mordeu o lábio inferior de Boruto e falou, a voz já mais alta e necessitada:
— Agora mete mais forte, sobrinho. Pode arrombar. Eu quero sentir você me fodendo de verdade. Usa a buceta da tia. Mete fundo e forte.
Boruto obedeceu. Os quadris começaram a bater com mais força. O pau saía quase inteiro e entrava de uma vez só, as bolas batendo na bunda dela com estalos molhados. Sakura gemia alto agora, as unhas arranhando as costas dele, a buceta ainda apertando em ondas mesmo com as estocadas fortes.
— Isso… assim… mais forte… fode a tia… arromba essa xota casada…
O sofá rangia. O cheiro de sexo ficou ainda mais forte. Hinata não aguentava mais só olhar. Ela se aproximou, beijou a boca de Sakura enquanto o filho metia, e depois desceu para chupar um dos peitos que balançavam com a força da foda.
Boruto fodendo a tia. A mãe chupando o peito da tia. A buceta de Sakura apertando e molhando o pau dele sem parar.
A virgindade tinha ficado para trás.
E o presente de aniversário estava só começando a ser usado.
Capítulo 8 – Cavalga, Porra e Mijo na Boca da Mãe
Sakura estava de quatro no sofá, o pau de Boruto entrando e saindo da buceta apertada com estalos molhados. Ela olhava por cima do ombro, o cabelo rosa grudado de suor, e guiava o ritmo com a voz rouca.
— Mais fundo… isso… agora para. Tira quase tudo e enfia de uma vez. Assim. Porra, que delícia…
Hinata não ficava parada. Ajoelhada ao lado, ela se aproveitava de tudo. Primeiro chupava as bolas de Boruto enquanto ele metia. Depois descia a língua e lambia o cuzinho dele, a ponta entrando um pouco, fazendo o filho gemer mais alto. Em seguida subia e chupava a lateral do pau que saía da buceta de Sakura, lambendo a mistura de saliva e líquido. Quando Boruto tirava o pau por alguns segundos, Hinata engolia ele inteiro rapidinho, sujando de novo, e depois voltava a chupar o cu da amiga, a língua entrando fundo no cuzinho rosado de Sakura enquanto o filho metia de novo.
De vez em quando Hinata se virava de quatro também, abria a própria bunda com as mãos e empurrava a buceta e o cu na direção dos dois.
— Chupa a mamãe também… — pedia, a voz embriagada de tesão. — Os dois juntos.
Sakura e Boruto obedeciam. Enquanto ele continuava metendo na tia, os dois se inclinavam e chupavam Hinata ao mesmo tempo: Sakura no clitóris, Boruto no cu, ou o contrário. Hinata tremia toda, gozando fácil, o líquido escorrendo no sofá.
Sakura cansou de ficar só recebendo. Ela empurrou Boruto para deitar de costas no sofá e montou em cima dele de frente. O pau ainda molhado deslizou fácil até o fundo. Ela começou a cavalgar devagar, rebolando, os peitos pesados balançando na cara dele. Hinata se ajoelhou entre as pernas dos dois e engoliu as bolas de Boruto, chupando e puxando com a boca enquanto a amiga subia e descia.
— Isso, tia… cavalga gostoso — Boruto gemeu, as mãos apertando a bunda grande de Sakura.
Sakura acelerou. Os quadris batiam com força, a buceta ainda apertando em ondas de pompoarismo, ordenhando o pau. Hinata não parava de chupar as bolas, a língua subindo às vezes para lamber o pau que entrava e saía. O barulho era uma mistura de pele batendo, gemidos e saliva.
Boruto não aguentou.
— Tia… eu vou gozar…
— Dentro — Sakura ordenou, cavalgando mais rápido. — Jorra tudo dentro da buceta da tia. Enche.
Ele gozou. Litros. Jatos quentes e grossos inundaram o fundo da xota de Sakura. Ela sentiu cada pulsação, cada jato, e apertou os músculos com toda a força, segurando tudo dentro. Nem uma gota escorreu. Continuou rebolando devagar até ele parar de jorrar, a respiração dele ofegante, o corpo mole.
Sakura se levantou com cuidado, a buceta fechada, a porra presa lá dentro. Caminhou até Hinata, que ainda estava de joelhos, e se posicionou em cima do rosto dela, as pernas abertas.
— Abre a boca, mãe coruja. Hora de beber o leite do seu filho.
Hinata abriu. Sakura usou os dedos para abrir os lábios da própria buceta e forçou a porra a sair. O líquido branco e grosso escorreu direto na boca aberta de Hinata. Ela engoliu tudo, goela trabalhando, sem desperdiçar. Quando a última gota caiu, Hinata passou a língua nos lábios e sorriu.
— Ainda tem um pouco no fundo… — Sakura falou, a voz safada. — A tia vai limpar direito.
Ela relaxou os músculos e mijou. O jato quente e amarelado caiu direto na boca de Hinata. A mãe bebeu o máximo que pôde, mas o volume era grande. O mijo escorreu pelos cantos da boca, molhou o queixo, desceu pelo pescoço e encharcou os peitos fartos. Sakura rebolou a buceta na cara da amiga, esfregando, espalhando o líquido quente por todo o rosto e pela boca. Hinata lambeu tudo o que conseguiu, a língua suja, o rosto brilhando de mijo e porra.
Quando Sakura se afastou, Hinata passou a língua nos lábios de novo e se levantou, as tetas pingando.
— Agora a mamãe vai tomar um banho e se arrumar direito… — disse, a voz rouca. — Porque ainda tem o presente dela pra dar pro filho. O cuzinho tá pedindo arrego.
Ela saiu em direção ao banheiro, o rabão balançando, deixando um rastro molhado no chão.
Sakura se virou para Boruto, ainda deitado no sofá, o pau mole e brilhando.
— Vem pro quarto, sobrinho. A gente ainda tem a noite inteira.
Boruto se levantou devagar, as pernas meio moles.
— Tia… eu preciso de um tempinho pra ficar duro de novo. Gozei pra caralho.
Sakura riu, o som baixo e sujo. Foi até a bolsa que tinha deixado num canto, abriu um pequeno potinho e tirou um comprimido branco.
— Toma isso. — Ela colocou o comprimido na mão dele. — É um remédio que a Tsunade faz. Especial. Vai deixar seu pau duro feito pedra e você vai conseguir foder a noite toda sem parar. Sem amolecer. Sem cansar. Vai meter em mim, na sua mãe, no cu, na boca… o quanto quiser.
Boruto olhou o comprimido, depois olhou pra ela. Sakura já estava andando em direção ao quarto, a lingerie vermelha rasgada de tanto uso, a buceta ainda escorrendo o resto de porra e mijo.
— Confia na tia — ela falou por cima do ombro, rebolando de propósito. — Toma e vem. Eu quero sentir esse pau de pedra me arrombando de novo.
Boruto engoliu o comprimido sem água.
Em poucos minutos já sentia o sangue voltando com força para baixo.
A noite ainda estava longe de acabar.
Capítulo 9 – No Quarto da Filha
Sakura caminhava na frente, o corpo ainda suado, a lingerie vermelha rasgada e grudada na pele. O rabão balançava pesado a cada passo, as marcas de tapa ainda vermelhas nas nádegas. Boruto vinha atrás, o pau já começando a endurecer de novo graças ao comprimido da Tsunade, a cabeça ainda turva de tesão e da porra que tinha jorrado minutos antes.
No corredor ele parou.
A porta de um quarto estava entreaberta. A fresta deixava ver a escuridão lá dentro, o cheiro leve de perfume jovem e de roupa limpa misturado com algo mais íntimo. Boruto ficou olhando, o peito subindo e descendo.
Sakura parou dois passos à frente e olhou por cima do ombro. O sorriso safado voltou imediato.
— Curioso, sobrinho? — ela perguntou, a voz baixa e provocante. — Esse é o quarto da Sarada.
Ela empurrou a porta com a ponta dos dedos e entrou. A luz do corredor invadiu o ambiente. Cama arrumada, livros empilhados na escrivaninha, o óculos da filha em cima do travesseiro. Mas no chão, perto da cama, havia um monte pequeno de roupas usadas: uma blusa, um shortinho e, bem no meio, uma calcinha de bichinho. Rosa clara, com estampinhas de ursinhos e laçinhos. Fofa pra caralho.
Sakura se abaixou, pegou a calcinha pelos dedos e riu baixinho.
— Quem diria… aquela cara de brava, de ninja séria, de “eu vou te matar se me olhar torto”… e por baixo usa coisinha fofa de adolescente. — Ela aproximou o tecido do nariz e inspirou fundo. O cheiro era inconfundível: cuzinho suado, buceta jovem, um pouco de corrimento doce. — Hmm… cheira a cu e xota da minha filha. Quer sentir, Boruto?
Ela estendeu a calcinha. Boruto pegou e cheirou sem hesitar. O aroma subiu direto pro cérebro, misturando com o tesão que já queimava. O pau dele latejou, endurecendo completo dentro da calça.
Sakura se ajoelhou na frente dele ali mesmo, no meio do quarto da filha. Puxou o cinto, abriu a calça e engoliu o pau ainda meio mole. A boca quente e experiente trabalhou rápido: língua na fenda, sucção forte, garganta se abrindo. Em menos de um minuto ele estava duro feito pedra de novo, as veias saltadas, a cabeça inchada. Sakura chupou até a base, engasgou de propósito, e só então se afastou, um fio de saliva ligando a boca ao pau.
Ela se levantou, tirou a calcinha vermelha rasgada e vestiu a da Sarada. O tecido fofo e pequeno mal cobria a buceta larga e usada da mãe. Os pentelhos rosas escapavam pelas laterais. A calcinha de ursinho esticava nas coxas grossas, o fio sumindo entre as nádegas gordas.
Sakura deu uma voltinha, empinou a bunda e olhou por cima do ombro.
— Ficou fofinha, sobrinho? A tia de calcinha da filha… cheirando a xota da Sarada enquanto te mostra a bunda. Você gosta?
Boruto não respondeu com palavras. Empurrou ela até a cama da Sarada. Sakura caiu de quatro em cima do edredom arrumado, o rosto no travesseiro que tinha o cheiro da filha. A calcinha de bichinho foi puxada para o lado com força. A buceta apareceu, ainda suja de porra e mijo, os lábios inchados e abertos.
— Me fode igual uma vagabunda — Sakura mandou, a voz grossa de tesão. — Me trata como puta. Usa a buceta da tia no quarto da sua prima. Enfia tudo.
Boruto agarrou a cintura dela e enfiu o pau de uma vez só. A buceta, mesmo depois de ter levado porra, ainda estava absurdamente apertada por causa do pompoarismo. Ele meteu fundo, as bolas batendo na bunda. Sakura gritou no travesseiro, as mãos apertando o lençol da filha.
— Isso… mais forte… me come sem dó… imagina que é a Sarada… imagina que você tá arrombando a bucetinha da sua prima enquanto a mãe dela te observa…
Boruto obedeceu. As estocadas ficaram violentas. O pau saía quase inteiro e entrava até o fundo com estalos molhados. A cama da Sarada rangia. A calcinha de ursinho ia e vinha na coxa de Sakura, o tecido já encharcado. Ele deu tapas pesados na bunda, deixando marcas novas por cima das antigas.
Sakura rebolava para trás, encontrando cada estocada.
— Fala putaria pra mim — ela exigiu. — Me chama de puta. Me diz que quer foder a minha filha também.
— Quero — Boruto rosnou, metendo mais fundo. — Quero enfiar o pau na buceta da Sarada. Quero gozar dentro dela igual tô gozando em você. Quero ver a cara de brava dela gemendo igual uma putinha.
Sakura gozou só de ouvir. A buceta apertou em espasmos violentos, o líquido escorrendo nas bolas dele. Boruto não parou. Continuou metendo, usando a tia como se ela fosse só um buraco quente no quarto da filha. A cabeça de Sakura era empurrada contra o travesseiro da Sarada a cada estocada. O cheiro da calcinha de bichinho misturava com o cheiro de sexo.
Ele puxou o cabelo rosa, forçou o corpo dela para trás e meteu ainda mais fundo, o pau latejando.
— Eu vou gozar de novo… dentro…
— Goza — Sakura ordenou. — Enche a buceta da tia de novo. Depois eu quero que você cheire essa calcinha enquanto eu chupo o resto.
Boruto jorrou. Mais porra quente e grossa invadiu o fundo da xota de Sakura. Ela apertou os músculos e segurou tudo outra vez, gemendo alto no quarto da filha.
Quando ele tirou o pau, a calcinha de ursinho estava completamente destruída de tanto ser puxada. Sakura se virou, ainda de quatro, e olhou para o filho com um sorriso sujo.
— Próxima vez a gente fode com a Sarada olhando… ou participando.
Mas agora… ainda tem a sua mãe se arrumando no banheiro.
E o cu dela tá esperando.
Ela tirou a calcinha da filha, cheirou de novo e jogou no peito de Boruto.
— Guarda de lembrança, sobrinho.
O cheiro da prima vai te acompanhar enquanto você arromba a mãe.
Capítulo 10 – Quase no Cu da Tia e a Mãe Aparece Feita uma Puta
Eles ainda estavam na cama da Sarada. Os lençóis que antes estavam arrumadinhos agora estavam um caos: amassados, molhados, manchados de porra branca e cremosa que escorria da buceta de Sakura e pingava direto no tecido. O cheiro de sexo era tão forte que dominava o perfume leve que a filha usava. A calcinha de ursinho estava jogada num canto, encharcada.
Sakura se ajoelhou entre as pernas de Boruto, o cabelo rosa bagunçado, a boca já suja. Ela não perdeu tempo. Abaixou a cabeça e passou a língua quente no cuzinho dele, penetrando a ponta, lambendo em círculos lentos e molhados. Boruto gemeu alto, as mãos apertando o edredom da prima. Sakura subiu, chupou as bolas pesadas uma de cada vez, puxando com a boca, e depois engoliu o pau inteiro até a base. A garganta se abriu, o barulho de engasgo encheu o quarto. Ela chupava com fome, saliva escorrendo, até o pau voltar a ficar duro feito pedra graças ao remédio da Tsunade.
Quando ele estava completamente ereto de novo, Sakura se levantou e abriu a gaveta da cômoda da filha. Tirou outro conjunto de lingerie: um sutiã e calcinha pretos de renda fina, pequenos demais para o corpo maduro dela. Vestiu na frente de Boruto, o tecido esticando nos peitos pesados e sumindo entre as nádegas gordas. A calcinha mal cobria a buceta cremosa de porra.
— Olha só… mais uma da Sarada — ela falou, rebolando. — A tia de lingerie da filha de novo. Me fode outra vez, sobrinho. Suja esses lençóis ainda mais.
Boruto a empurrou de quatro na cama. A calcinha preta foi puxada para o lado e ele enfiu o pau de uma vez na buceta já cheia de porra. O barulho foi nojento e delicioso: cremoso, molhado, a mistura antiga saindo pelas laterais a cada estocada. Sakura gemia com a cara enterrada no travesseiro da filha, a buceta fazendo barulho de xota usada. Os lençóis ficaram ainda mais sujos. Porra pingava, escorria pelas coxas dela e formava poças no meio da cama.
Depois de várias estocadas fortes, Boruto tirou o pau e se abaixou. Abriu as nádegas grandes de Sakura e enterrou a língua no cuzinho dela. Chupou com fome, a língua entrando, os lábios sugando o anel apertado. Sakura tremeu inteira, o tesão subindo rápido demais.
— Porra, filho da puta… chupa esse cu… a tia adora…
Boruto chupou até o cuzinho ficar molhado e brilhante de saliva. Então se levantou, segurou o pau e começou a roçar a cabeça grossa bem na entrada. Só esfregando, subindo e descendo a glande no anel rosado. Sakura olhou por cima do ombro, a respiração ofegante, e usou a mão para ajeitar o pau bem na entradinha.
— Acho que sua mãe não ia ligar se você colocar só a cabecinha… — ela sussurrou, a voz safada e baixa. — Ainda não é uma foda… então não conta como comer um cuzinho pela primeira vez, né?
Boruto empurrou devagar. A cabeça foi entrando com dificuldade. O cuzinho de Sakura, mesmo molhado, era absurdamente apertado. Metade da glande já estava engolida, o anel se esticando ao redor da cabeça grossa, quando a porta do quarto se abriu com força.
Hinata estava ali.
Ela puxou Boruto pelo cabelo por trás com violência, arrancando ele de cima de Sakura, e com a outra mão empurrou a amiga para o lado da cama. O rosto dela estava sério, os olhos lilases brilhando de raiva misturada com tesão.
— Que porra é essa de vocês dois?! — a voz saiu alta, cortante. — Não combinamos um buraco pra cada uma, porra?! Eu fico com o cu e você fica com a buceta, Sakura! E você, Boruto… tentando enfiar no cu da tia escondido da sua mãe?!
Sakura ficou vermelha de vergonha, ainda de quatro, a calcinha da filha puxada de lado, o cuzinho piscando e a buceta escorrendo porra.
— Desculpa, Hinata… eu… eu só ia colocar a cabecinha… juro… — a voz saiu baixa, envergonhada.
Boruto também baixou a cabeça, o pau ainda duro e brilhando de saliva e creme.
— Desculpa, mãe… eu não ia…
Mas aí ele ergueu os olhos e realmente olhou para a mãe.
Hinata não estava mais com a cara de dona de casa. Estava transformada. Batom roxo escuro, grosso, nos lábios carnudos. Maquiagem pesada nos olhos, delineado preto, cílios longos. O cabelo escuro solto e ondulado. No corpo, uma lingerie fio dental preta completa: sutiã que quase não continha os peitos fartos, as tetas quase explodindo para fora, os mamilos duros marcando a renda. Cinta-liga preta apertando as coxas grossas, meias 7/8 até o meio da coxa. A calcinha era um fio dental tão fino que sumia completamente entre as nádegas gordas e branquinhas, deixando as duas metades da bunda completamente expostas. O tecido mínimo na frente mal cobria a buceta, os lábios inchados já visíveis pelas laterais.
Ela estava feita uma fêmea fatal. Uma puta cara. Totalmente diferente da mãe que fazia café de manhã e sorria inocente.
O pau de Boruto, que já estava duro, latejou ainda mais forte, uma gota de pré-gozo escorrendo imediatamente pela cabeça.
Hinata notou. O canto da boca se ergueu num sorriso lento e perigoso, o batom roxo brilhando.
— Gostou do que viu, filho? — perguntou, a voz baixa e rouca, enquanto dava uma volta lenta, rebolando de propósito para ele ver o fio dental sumindo no cu. — Então fica esperto. Porque agora quem manda no seu pau… sou eu.


