XXX Hinata e Sakura de Buceta Molhada Prontas para serem fodidas por Boruto
Na festa de 18 anos de Boruto, a tia Sakura admite que esqueceu o presente, entrega a calcinha usada e molhada e faz um boquete guloso até ele gozar na garganta; duas noites depois ela confessa tudo para Hinata num bar, as duas riem e combinam dividir o menino (Sakura fica com a buceta e Hinata com o cu); já embriagadas compram lingerie puta, tiram fotos e gravam vídeos explícitos (incluindo Hinata pelada) e mandam tudo para Boruto, depois vão para a casa vazia de Sakura onde se comem com força enquanto continuam mandando imagens; no final Sakura convida o sobrinho a chegar em 20 minutos, e quando ele entra encontra a mãe só de camiseta, senta no colo dele, empina a bunda e oferece a buceta, sendo imediatamente chupada pelo filho enquanto Sakura assiste e se masturba.
Na festa de 18 anos de Boruto, a tia Sakura admite que esqueceu o presente, entrega a calcinha usada e molhada e faz um boquete guloso até ele gozar na garganta; duas noites depois ela confessa tudo para Hinata num bar, as duas riem e combinam dividir o menino (Sakura fica com a buceta e Hinata com o cu); já embriagadas compram lingerie puta, tiram fotos e gravam vídeos explícitos (incluindo Hinata pelada) e mandam tudo para Boruto, depois vão para a casa vazia de Sakura onde se comem com força enquanto continuam mandando imagens; no final Sakura convida o sobrinho a chegar em 20 minutos, e quando ele entra encontra a mãe só de camiseta, senta no colo dele, empina a bunda e oferece a buceta, sendo imediatamente chupada pelo filho enquanto Sakura assiste e se masturba.




Capítulo 1 – O Presente que a Tia Não Teve Tempo de Comprar
A casa dos Uzumaki estava barulhenta. Música baixa, risadas, o cheiro de churrasco ainda pairando no ar misturado com perfume barato e álcool. Boruto tinha completado dezoito anos há exatamente três horas e meia, e a festa já entrava naquela fase em que os adultos começavam a beber mais sério e os adolescentes fingiam que não estavam bebendo escondido.
Sakura estava no canto da sala, conversando com a Hinata. O vestido preto justo apertava os peitos pesados, marcava a cintura ainda fina e estourava nas curvas da bunda grande e das coxas grossas. Cada vez que ela se inclinava um pouco para frente, o decote entregava o vale profundo entre as tetas. Boruto já tinha perdido a conta de quantas vezes olhou naquela direção.
Quando a Hinata se afastou para atender o Naruto, Sakura se aproximou dele com um copo de vinho na mão. O rosto dela estava levemente corado pelo álcool.
— Ei, aniversariante… — ela falou, a voz já um pouco mais baixa e rouca. — Eu preciso confessar uma coisa.
Boruto ergueu a sobrancelha, tentando disfarçar o quanto a proximidade dela o deixava nervoso.
— O quê?
— Eu não tive tempo de comprar seu presente. — Sakura deu de ombros, sorrindo de canto. — Semana corrida no hospital, paciente atrás de paciente… cheguei em casa ontem à noite e lembrei: “porra, o aniversário do Boruto é amanhã”. Desculpa, de verdade.
Ele riu, meio constrangido.
— Relaxa, tia Sakura. Não precisa de presente.
— Claro que precisa. Todo mundo ganha presente no aniversário. — Ela deu um gole no vinho, os olhos verdes fixos nele. — Então me fala… o que você queria ganhar? De verdade. Sem frescura.
Boruto hesitou. O álcool já estava fazendo efeito nele também. Ele olhou para o copo, depois para o peito dela, depois de volta para o rosto.
— Sei lá… — ele brincou, tentando soar casual. — Talvez uma amiga sua pra me apresentar. Tipo… alguma colega de trabalho solteira, gostosa… algo assim.
Sakura soltou uma risada baixa, quase um ronronar. O peito dela balançou com o movimento.
— Pensando em buceta já, né? — ela falou sem nenhum pudor, a voz bem baixinha para que só ele ouvisse. — Com dezoito anos e a cabeça já no meio das pernas das mulheres. Que safado.
Boruto engoliu em seco. O tom dela tinha mudado. Não era mais a “tia” educada da festa.
— Eu só estava brincando…
— Ah, estava? — Sakura se aproximou mais um passo. O cheiro do perfume dela misturado com vinho invadiu o nariz dele. — Então me responde direito. Você queria uma buceta de presente, hm? É isso?
Ele não respondeu. Só sentiu o sangue descer direto para o pau.
Sakura sorriu, satisfeita com o silêncio dele.
— Depois a gente conversa sobre isso — murmurou. — Agora vai aproveitar a festa. Eu ainda te devo um presente.
A noite foi avançando. As pessoas foram embora aos poucos. Naruto e Hinata subiram para o quarto por volta da uma da manhã, já meio tontos. Alguns primos ainda estavam na sala, mas o volume tinha baixado. Boruto foi para o próprio quarto, o coração batendo mais forte do que o normal. Ele não conseguia parar de pensar naquela conversa.
Ele tinha acabado de tirar a camisa e estava só de bermuda quando a porta se abriu sem bater.
Sakura entrou.
O vestido ainda estava no corpo, mas o cabelo rosa estava um pouco bagunçado e os olhos brilhavam de um jeito diferente. Na mão direita ela segurava alguma coisa amassada, escondida contra a coxa.
— Ainda acordado, aniversariante? — ela perguntou, fechando a porta atrás de si com cuidado e virando a chave.
Boruto ficou parado no meio do quarto.
— Tia…?
— Shhh. — Ela se aproximou. O cheiro de vinho estava mais forte agora. — Sua mãe e seu pai já estão dormindo. Os outros vão embora daqui a pouco. A gente tem um tempinho.
Ela parou bem na frente dele. O peito quase tocava o peito dele. Sem dizer mais nada, estendeu a mão e entregou o que estava segurando.
Boruto pegou.
Era uma calcinha.
Preta, de renda fina, ainda quente. O tecido estava levemente úmido no meio. O cheiro chegou primeiro: cheiro forte de buceta, de mulher molhada, de excitação. Ele reconheceu imediatamente. Era dela.
Sakura observava a reação dele com um sorriso safado, a língua passando devagar pelo lábio inferior.
— É minha — ela disse, a voz baixa e carregada de putaria. — Tirei agora há pouco no banheiro. Usei o dia inteiro… sentada, andando, conversando com todo mundo enquanto essa calcinha ficava encharcada pensando em você me olhando.
Boruto apertou o tecido na mão. O pau dele já estava duro, empurrando a bermuda.
— Tia Sakura…
— Você pediu uma buceta de presente, não pediu? — ela deu um passo mais perto, a mão direita descendo e acariciando o volume pela bermuda. — Eu não tive tempo de comprar nada… então resolvi te dar a minha. A calcinha é só o começo.
Ela se ajoelhou na frente dele sem pressa. As coxas grossas se abriram um pouco no chão. O decote do vestido entregou ainda mais os peitos pesados quando ela se inclinou. Com as duas mãos, puxou a bermuda e a cueca de uma vez só, libertando o pau duro e já pingando.
Sakura soltou um suspiro admirado.
— Porra… que piroca linda. Grossa, veia saltada… e ainda por cima do sobrinho da melhor amiga. — Ela envolveu a base com a mão direita, apertando. — Você não faz ideia de quantas vezes eu imaginei isso enquanto tocava minha buceta no banheiro do hospital.
Sem mais aviso, ela abriu a boca e engoliu a cabeça do pau. A língua quente e molhada girou em círculos, lambendo a fenda, sugando o pré-gozo. O gemido abafado de Boruto encheu o quarto. Sakura desceu mais, engolindo até a metade, a garganta apertando, a saliva escorrendo pelos cantos da boca e caindo nas bolas.
Ela chupava com fome. Lenta no começo, depois mais rápida, a cabeça rosa balançando, os peitos balançando junto dentro do vestido. A mão livre apertava a própria bunda por cima do tecido, depois descia e levantava o vestido, enfiando os dedos na buceta nua e molhada enquanto continuava mamando.
— Hmmmpp… — ela gemia em volta do pau, o som molhado e obsceno. — Que porra gostosa… o pau do sobrinho na boca da tia casada…
Boruto agarrou o cabelo dela, sem força demais, só guiando. Sakura deixou. Ela engoliu até a base, o nariz batendo na virilha, e ficou ali alguns segundos, a garganta contraindo, antes de subir de novo, babando, fio de saliva ligando a boca ao pau.
— Olha pra mim enquanto eu chupo — ela mandou, a voz rouca. — Quero que você veja a cara da tia engasgando nessa piroca.
Ela voltou a chupar com mais força, a mão masturbando o que a boca não alcançava, a outra mão metendo dois dedos fundo na própria buceta. O cheiro de sexo já dominava o quarto. Cada vez que ela descia, o barulho molhado ecoava. Cada vez que subia, a língua limpava a glande com lentidão provocante.
— Você vai gozar na minha boca hoje — sussurrou entre uma chupada e outra. — Vai enfiar tudo e jorrar essa porra quente pra tia engolir. Depois eu quero que você cheire essa calcinha toda noite lembrando de como eu te chupei.
Boruto não aguentou muito. O corpo tremeu, os quadris empurraram pra frente e ele gozou fundo na garganta dela. Sakura não recuou. Engoliu tudo, engasgando um pouco, a garganta trabalhando, os olhos marejados de prazer. Quando ele parou de jorrar, ela ainda continuou chupando devagar, limpando cada gota, a língua passando pela glande sensível até ele tremer de novo.
Só então ela se afastou, ajoelhada, o queixo sujo de saliva e porra, o vestido amassado, a mão ainda molhada da própria buceta.
Sakura limpou a boca com o dorso da mão e sorriu, safada, satisfeita.
— Feliz aniversário, Boruto.
Ela se levantou, ajeitou o vestido e deixou a calcinha preta na mão dele.
— Guarda. É sua agora. E se comportar… porque esse foi só o começo do presente.
Sem esperar resposta, ela abriu a porta com cuidado, olhou o corredor vazio e saiu, o cheiro de buceta e porra ainda impregnado no quarto.
Boruto ficou parado no meio do quarto, o pau ainda semi-duro, a calcinha quente e úmida apertada na mão, o coração martelando no peito.
A tia tinha acabado de chupar o pau dele.
E ele já sabia que iria querer muito mais.
Capítulo 2 – A Conversa das Mães no Barzinho
Duas noites depois da festa, Sakura e Hinata estavam sentadas num barzinho discreto no centro de Konoha. Luz baixa, música ambiente, mesas afastadas o suficiente para conversar sem risco de alguém ouvir. As duas já estavam no segundo copo de vinho tinto. Sakura com o vestido justo de sempre, os peitos pesados quase saltando do decote, a bunda marcada no banco. Hinata de blusa preta decotada e saia curta, as tetas fartas apertadas no tecido, as coxas grossas cruzadas.
Hinata deu um gole longo e encarou a amiga com um sorriso meio torto.
— Sakura… eu preciso te pedir um favor. E é um favor bem… específico.
Sakura ergueu a sobrancelha, já sentindo o clima mudar.
— Manda.
— Você sabe que o Boruto é um tarado do caralho, né? — Hinata riu baixo, sem nenhuma vergonha. — O menino não para de olhar pra peito, pra bunda, pra tudo. E a Himawari já tem dezoito. Eu queria que você… “ajeitasse” ela. Tipo, conversasse, ensinasse umas coisas, talvez apresentasse alguém de confiança. Eu não quero que minha filha perca a virgindade com qualquer moleque idiota.
Sakura deu uma risadinha, mas o sorriso logo sumiu. Ela bebeu mais um gole, passou a língua nos lábios e falou direto:
— Hinata… eu preciso te confessar uma coisa. E você vai me odiar.
— Fala.
— Na festa… o Boruto não parava de olhar pra mim. Pros meus peitos. Pra minha bunda. Cada vez que eu me inclinava, aquele olho de puta dele ficava colado. Eu senti. E depois que todo mundo foi embora… eu fui no quarto dele.
Hinata parou de beber. Os olhos lilases se arregalaram um pouco.
— E aí?
Sakura baixou a voz, mas não escondeu nada.
— Eu dei a calcinha usada pra ele. A que eu tava usando o dia inteiro, toda molhada de buceta. E… eu chupei o pau dele. Engoli até o fundo, engasguei, deixei ele gozar na minha garganta e engoli tudo. Peço desculpa, de verdade. Eu não planejei. Só… aconteceu. A porra tava deliciosa e eu tava bêbada e safada.
Hinata ficou em silêncio por três segundos. Depois soltou uma gargalhada alta, batendo a mão na mesa.
— Kkkkkkkkk porra, Sakura! Você pagou um boquete no meu filho e tá pedindo desculpa?
— É sério, Hinata. Eu me sinto uma vadia.
— Uma buceta é uma buceta, amiga. — Hinata deu de ombros, ainda rindo, e bebeu mais vinho. — Se ele quis e você quis, fodasse. Melhor você do que alguma putinha aleatória. E eu te confesso uma coisa também… o Boruto fica me olhando do mesmo jeito. Quando eu ando de shortinho em casa, quando eu me inclino pra pegar algo no armário… ele baba. Eu já peguei ele de pau duro olhando minhas tetas mais de uma vez. Aquele safado quer foder a própria mãe.
Sakura abriu um sorriso largo, safado, e se inclinou pra frente, os peitos quase saindo do vestido.
— Então aproveita, porra. O pau dele é uma delícia. Grosso, veia saltada, quente… e a porra é grossa pra caralho. Eu chupei até o fundo e ainda senti ele latejando na minha garganta. Você precisa sentir isso. Imagina ele te metendo enquanto você chama ele de filho… porra, eu já fiquei molhada só de pensar.
Hinata riu de novo, as bochechas vermelhas, mas os olhos brilhando de tesão.
— A gente pode combinar um plano pra isso acontecer. Tipo… deixar ele sozinho com a gente, criar uma situação. Você já comeu o pau, agora eu quero experimentar também.
Sakura bateu o copo no dela.
— Combinado. E olha… eu não sou a única. A Ino já chupa o pau do sobrinho dela faz tempo. E a Temari? Aquela vadia já deu o cu pro próprio filho mais de uma vez. Elas conversam sobre isso como se fosse o mais normal do mundo. “Ah, meu filho gozou na minha boca ontem”, “hoje ele me comeu de quatro enquanto o marido tava no trabalho”. A gente tá atrasada, Hinata.
As duas riram juntas, o som baixo e sujo. Hinata passou a mão entre as próprias coxas por cima da saia, apertando a buceta.
— Porra… eu tô molhada só de ouvir você falar. Conta mais. Como foi o boquete? Ele gozou muito?
— Gozou pra caralho. — Sakura se aproximou mais, a voz virando um sussurro pornográfico. — Eu ajoelhei na frente dele, tirei aquele pau duro e engoli até as bolas. A saliva escorria, eu engasgava, ele segurava meu cabelo. Eu metia dois dedos na minha buceta enquanto chupava. Quando ele gozou, jorrou tanto que escorreu pelo canto da minha boca. Eu limpei com o dedo e chupei de novo. Depois deixei a calcinha com ele pra ele cheirar e bater punheta toda noite.
Hinata fechou os olhos por um segundo, respirando fundo.
— Que delícia… eu quero isso. Quero ele me chupando, me metendo, me chamando de mãe enquanto enfia o pau no meu cu.
Sakura deu uma risada safada e perguntou direto:
— E se eu tirar a virgindade dele? Vai ficar com ciúmes?
Hinata abriu os olhos e sorriu, sem nenhuma hesitação.
— Nem fodendo. É melhor assim inclusive. Você já chupou, já conhece o pau… pode ensinar ele direito. Fode a buceta dele, deixa ele gozar dentro, ensina a meter fundo. Eu não ligo. Na verdade, eu acho quente pra caralho imaginar você de quatro levando a piroca do meu filho enquanto eu assisto.
Sakura lambeu os lábios.
— Então tá combinado. Eu fico com a buceta. Tiro a virgindade, deixo ele arrombar minha xota casada, ensinar ele a foder como homem. E você… fica com o anal. Quero ver você de quatro, abrindo esse cuzinho apertado pro filho, gemendo “mete no cu da mamãe”.
Hinata riu alto de novo, batendo a mão na coxa da amiga.
— Perfeito. Eu fico com o cu. Você arromba a buceta, eu arrombo o cu. E se a Himawari ou a Sarada souberem… a gente ensina elas também. A Sarada já tem dezenove, a Himawari dezoito… se elas quiserem mamar o primo ou o irmão, a gente deixa. Família que fode unida, permanece unida.
Sakura ergueu o copo.
— Saúde, então. Pela buceta da tia, pelo cu da mãe, e pelo pau do Boruto que vai foder as duas.
Hinata bateu o copo no dela, os olhos brilhando de tesão puro.
— Saúde. E que ele goze muito nas nossas bocas, nas nossas bucetas e nos nossos cus. Agora me conta de novo como foi a porra escorrendo na sua garganta… eu quero gozar aqui mesmo só de ouvir.
As duas riram baixinho, já planejando a próxima oportunidade, as calcinhas encharcadas embaixo das saias, o vinho esquentando ainda mais a putaria que acabara de nascer entre elas.
Capítulo 3 – Lingerie, Fotos Proibidas e o Convite Safado
As duas saíram do barzinho já levemente embriagadas, o vinho esquentando o corpo e soltando a língua. Sakura passou o braço pela cintura da Hinata, a mão descendo até apertar a bunda gorda por cima da saia.
— Vamos na loja da Ino — murmurou, a boca quase colada no ouvido da amiga. — Quero comprar umas lingeries bem putas. Se a gente vai foder o seu filho, tem que estar bem apresentada.
Hinata riu, o rosto corado, e deixou a mão de Sakura apertar à vontade.
— Você é uma vadia sem vergonha… mas eu tô dentro.
A loja da Ino ficava numa ruela discreta. A loja estava quase vazia naquela hora. Ino, atrás do balcão, ergueu a sobrancelha quando viu as duas entrarem rindo e se agarrando.
— Olha só… as duas MILFs mais safadas de Konoha aparecendo juntas e bêbadas. O que vocês querem hoje? Algo pra impressionar os maridos… ou pra outra coisa?
Sakura piscou pra ela.
— Pra outra coisa. Mostra o que tem de mais puta. Conjunto transparente, abertura na buceta, fio dental que some no cu, peito de fora… o pacote completo.
Ino sorriu de canto, já entendendo o clima, e as levou para o fundo da loja, onde ficavam os provadores grandes com espelhos de corpo inteiro.
Elas começaram a escolher. Sakura pegou um conjunto preto de renda quase transparente: sutiã que mal cobria os mamilos escuros e uma calcinha fio dental com abertura bem no meio da buceta. Hinata escolheu um vermelho sangue, com tiras finas que marcavam as tetas fartas e uma calcinha que deixava as nádegas completamente de fora, só uma tira fina passando entre os lábios.
Dentro do provador amplo, as duas se trancaram. Sakura já estava tirando o vestido, os peitos pesados saltando livres, os mamilos duros. Hinata puxou a blusa pela cabeça, as tetas grandes balançando, depois desceu a saia e a calcinha de uma vez.
Sakura parou e olhou.
— Porra, Hinata… essa buceta ainda é linda. E esse cu… apertadinho, branquinho. O Boruto vai enlouquecer quando enfiar o pau aí.
Hinata deu uma rebolada de brincadeira, abrindo as pernas de frente pro espelho.
— Para de me deixar mais molhada, sua safada. Vamos provar essas porra.
Elas vestiram os conjuntos. Sakura de preto, os peitos quase estourando o sutiã transparente, a calcinha aberta mostrando os lábios inchados e já úmidos. Hinata de vermelho, as tiras marcando a carne macia, a bunda enorme exposta, a buceta raspada visível pelas laterais finas.
Sakura pegou o celular.
— Tive uma ideia deliciosa. A gente precisa da opinião de um homem, né? Não dá pra comprar lingerie sem saber se fica gostoso de verdade.
Hinata ergueu a sobrancelha, já desconfiada.
— Sakura…
— Shhh. É só provar. Olha…
Ela começou a tirar fotos. Primeiro de si mesma: peitos de fora, mão apertando uma teta, outra foto de costas com a bunda empinada, a calcinha sumindo no cu. Depois virou a câmera para Hinata.
— Fica assim… abre um pouco as pernas. Isso. Agora vira de lado. Mostra essa bunda. Perfeito.
Hinata ria, meio envergonhada, meio excitada, posando. Sakura tirou várias: Hinata de frente com as mãos nos peitos, de costas rebolando, sentada no banquinho do provador com as pernas abertas, a calcinha vermelha molhada no meio.
Depois Sakura ligou o vídeo.
— Fica se trocando de novo. Tira essa e veste a outra.
Hinata, já bêbada e safada, obedeceu. Tirou o conjunto vermelho devagar, ficando completamente pelada na frente da câmera. Os peitos balançando, a buceta à mostra, o cu apertado. Enquanto vestia outro conjunto — dessa vez um branco quase transparente — ela olhou para a câmera e falou, fingindo indignação:
— Sakura, por que você tá gravando, porra? Para com isso…
Mas não parou de se trocar. Tirou o branco, ficou nua de novo, passou a mão na própria buceta por um segundo, depois vestiu um preto fio dental que sumia completamente entre as nádegas.
Sakura gravou tudo, sorrindo como uma puta.
Quando terminaram, as duas já estavam ofegantes e molhadas. Sakura abriu o chat com Boruto e começou a mandar.
Primeiro as fotos dela: peitos, bunda, buceta marcada. Depois as de Hinata. Várias. Depois os vídeos da mãe dele pelada se trocando, com a voz dela perguntando por que estava gravando.
Por último, Sakura mandou um áudio rouco e baixo:
— Oi, aniversariante… eu e sua mãe estamos comprando lingerie. Precisávamos da opinião de um homem de verdade. Olha como ficou. E presta atenção… isso é um segredinho. Sua mãe pelada, se trocando, mostrando tudo. Se você contar pra ela que viu, eu te mato. Ou melhor… ela me mata. Então guarda pra você. E mais tarde, quando eu terminar as coisas com a Hinata, você pode vir na minha casa provar pessoalmente as lingeries que eu comprei. Quero ver esse pau duro em cima de mim enquanto eu uso elas. Beijo na boca… e na piroca.
Elas ficaram esperando, ainda dentro do provador, as duas só de lingerie. O celular de Sakura vibrou várias vezes seguidas.
Boruto respondia rápido, as mensagens cheias de erros de digitação:
“porra tia…”
“isso é a minha mãe?”
“ela tá pelada”
“meu pau tá duro pra caralho”
“manda mais”
“eu quero foder as duas”
“que horas eu posso ir?”
Sakura e Hinata liam juntas, encostadas uma na outra, rindo baixinho como duas adolescentes safadas.
— Olha o desespero do menino — Hinata falou, a mão já dentro da própria calcinha, esfregando o clitóris. — Ele tá babando. “Eu quero foder as duas”… puta que pariu.
Sakura apertou o peito da amiga por cima da renda.
— Eu também tô com um tesão do caralho. Olha o quanto eu tô molhada.
Ela puxou a calcinha de lado e mostrou a buceta brilhando. Hinata passou o dedo, coletou o líquido e levou à boca.
— Delícia… Sakura, faz tempo pra caralho que a gente não brinca juntas.
Sakura guardou o celular, os olhos verdes escuros de tesão.
— Então vamos pra minha casa. Sasuke e a Sarada estão em missão. A casa tá vazia. Eu tenho mais vinho… e uma cama grande. A gente pode se foder à vontade. Chupar buceta, meter dedo, usar a língua no cu… e depois, quando eu te deixar bem gozada, eu chamo o Boruto pra ele provar as lingeries pessoalmente. Com a gente duas ainda cheirando a sexo.
Hinata lambeu os lábios, já tirando o conjunto e vestindo a roupa de novo com pressa.
— Você é uma safada do caralho, Sakura. Mas eu aceito. Faz tempo que eu não sinto sua língua na minha buceta… e faz ainda mais tempo que eu não penso em dar o cu pro meu próprio filho. Vamos. Antes que eu goze aqui mesmo só de imaginar.
As duas saíram da loja rindo, as sacolas de lingerie nas mãos, as calcinhas encharcadas, o celular de Sakura ainda vibrando com as mensagens desesperadas de Boruto.
A noite ainda estava só começando.
Capítulo 4 – Vinho, Buceta e a Convite para o Filho
A casa de Sakura estava silenciosa. Sasuke e Sarada em missão, as luzes baixas, só o cheiro de vinho tinto aberto e o som baixo de uma playlist qualquer. As duas entraram ainda rindo, as sacolas de lingerie jogadas no sofá. Sakura foi direto para a cozinha, abriu outra garrafa e colocou duas taças na bancada.
— Vem cá, vadia — chamou, já tirando o vestido e ficando só de sutiã e calcinha. — Vamos cozinhar alguma coisa antes de eu te comer.
Hinata riu, tirou a blusa e a saia, ficou só de lingerie vermelha, e se aproximou por trás, abraçando a cintura da amiga. As mãos grandes apertaram os peitos pesados de Sakura por cima do sutiã.
— Cozinhar o quê, porra? Eu quero é te chupar.
Sakura virou o rosto e as bocas se encontraram. O beijo começou lento, língua devagar, sabor de vinho. As mãos de Hinata desceram, apertaram a bunda gorda, puxaram a calcinha de lado e enfiaram dois dedos na buceta já molhada. Sakura gemeu baixo contra a boca dela.
— Hmm… rápida então. Só pra matar a vontade.
Elas se beijaram mais fundo enquanto Hinata dedava. Sakura rebolava nos dedos, a mão atrás buscando a buceta da amiga, esfregando o clitóris por cima da renda. Em menos de dois minutos as duas já estavam ofegantes. Sakura gozou primeiro, apertando as coxas, o líquido escorrendo nos dedos de Hinata. Depois virou, ajoelhou na frente da amiga, puxou a calcinha e chupou rápido, língua rápida no clitóris, dois dedos entrando e saindo. Hinata gozou segurando a cabeça rosa, gemendo baixo para não fazer barulho demais.
Sakura se levantou, lambeu os lábios e serviu o vinho.
— Agora sim. Vamos cozinhar de verdade… ou pelo menos tentar.
Elas prepararam um macarrão qualquer, rindo, se beijando entre uma panela e outra. Toda vez que Hinata se inclinava, Sakura dava um tapa na bunda ou enfiava a mão entre as pernas. Toda vez que Sakura virava de costas, Hinata apertava os peitos e mordia o pescoço. Mais duas rapidinhas: uma contra a geladeira, Sakura com a perna levantada, Hinata metendo os dedos fundo enquanto chupava um mamilo; outra na bancada, Hinata sentada, Sakura ajoelhada de novo, comendo a buceta até a amiga gozar escorrendo no queixo.
Quando o macarrão ficou pronto, nenhuma das duas comeu direito. O vinho já estava na terceira taça. Sakura puxou Hinata pela mão.
— Sala. Agora eu quero te foder direito.
Na sala as luzes estavam ainda mais baixas. Sakura empurrou Hinata no sofá e se ajoelhou entre as pernas dela. O beijo dessa vez foi mais demorado, mais romântico. Línguas lentas, mãos acariciando o rosto, os cabelos, os peitos. Sakura beijou o pescoço, desceu entre os seios, chupou cada mamilo com calma, como se tivesse o tempo do mundo. Hinata gemia baixo, os dedos enfiados no cabelo rosa.
— Você ainda chupa peito que nem antigamente… — murmurou Hinata, a voz rouca.
Sakura sorriu contra a pele.
— E você ainda fica molhada igual.
A língua desceu pela barriga, beijou o monte de Vênus, abriu os lábios com os dedos e começou a chupar devagar. Não era mais a rapidinha da cozinha. Era molhado, barulhento, demorado. Sakura chupava o clitóris, enfiava a língua, voltava, chupava de novo. Hinata rebolava, as coxas tremendo, as mãos apertando os próprios peitos.
Enquanto comia a amiga, Sakura pegava o celular com uma mão e tirava fotos. Primeiro dela mesma: peito de fora, boca suja de buceta, língua de fora. Mandava para Boruto com legenda:
“sua tia tá com fome…”
Depois fotos da bunda de Hinata sendo apertada, um tapa vermelho na nádega, os dedos entrando na buceta da mãe dele. Hinata, de olhos fechados de tesão, fingia não perceber a câmera.
— Por que você fica mexendo nesse celular, sua safada? — perguntava de vez em quando, a voz inocente e embriagada.
Sakura só ria e mandava mais.
“olha a bunda da sua mãe… eu dei um tapa agora”
“ela tá molhada pra caralho”
“não conta pra ela que eu tô te mandando isso se não ela me mata”
Boruto respondia desesperado, mas Sakura só lia e sorria, voltando a enfiar a língua mais fundo.
O clima mudou. O que era romântico virou violento. Sakura subiu no sofá, sentou na cara de Hinata e rebolou com força, esfregando a buceta na boca da amiga. Hinata chupava com fome, as mãos marcando as coxas grossas de Sakura, os dedos entrando no cu dela. Sakura gemia alto agora, sem se importar.
— Isso… chupa essa buceta, puta. Come essa xota casada.
Elas trocaram de posição várias vezes. Hinata de quatro no sofá, Sakura atrás metendo quatro dedos com força, a outra mão batendo na bunda até ficar vermelha. Sakura deitada de costas, Hinata cavalgando o rosto dela, gozando direto na boca. As duas se chupando em 69 no chão, o tapete molhado, o cheiro de sexo e vinho misturado impregnando a sala.
Sakura continuava mandando fotos no meio da foda: Hinata de quatro, a buceta aberta e brilhando; a própria mão puxando o cabelo da amiga; um close da língua de Hinata dentro dela. As legendas cada vez mais sujas:
“sua mãe tá me chupando agora”
“olha como ela come buceta”
“daqui a pouco você vai ter que dividir”
As duas estavam destruídas. Cabelos grudados de suor, peitos marcados de chupões, coxas tremendo, bucetas inchadas e escorrendo. O cheiro era forte: sexo, vinho, suor, saliva. Sakura se sentou no sofá, as pernas bem abertas, a buceta vermelha e latejando. Hinata, de joelhos no chão, voltou a chupar devagar, limpando tudo com a língua, gemendo de satisfação.
Sakura pegou o celular pela última vez. Filmou um vídeo curto: o rosto de Hinata enterrado entre as pernas dela, a língua entrando e saindo, o som molhado. Mandou para Boruto com a legenda:
“daqui uns 20 minutos você pode vir.
sua mãe tá chupando minha buceta agora.
quando você chegar, vai ter que dividir essa xota com ela.
não fala nada se não ela mata a gente dois… ela tá bêbada e safada pra caralho.
pode entrar pela porta dos fundos. eu deixo destrancada.
e vem com o pau duro.”
Sakura soltou uma risada baixa, ofegante, enquanto Hinata continuava chupando sem parar. Os olhos verdes brilhavam de tesão puro.
— Vem, sobrinho… a tia e a mamãe estão te esperando.
Ela largou o celular ao lado, agarrou o cabelo de Hinata e rebolou mais fundo na boca da amiga, já sentindo o próximo orgasmo subindo.
A porta dos fundos estava realmente destrancada.
E o relógio marcava exatamente vinte minutos.
Capítulo 5 – O Filho Chega e a Mãe Empina
A porta dos fundos se abriu devagar. Boruto entrou sem fazer barulho, o coração batendo forte no peito, o pau já semi-duro só de imaginar o que ia encontrar. O cheiro bateu nele antes mesmo de ver qualquer coisa: sexo puro, buceta molhada, suor, vinho azedo e saliva. O ar da sala estava pesado, quente, impregnado.
No sofá, Sakura estava sentada com as pernas bem abertas. Hinata ajoelhada no chão entre elas, a cabeça enterrada, chupando com barulho molhado e guloso. A língua entrava e saía, os lábios sugavam o clitóris inchado, a saliva escorria pela bunda de Sakura e pingava no tapete. Sakura tinha uma mão no cabelo escuro da amiga, guiando o ritmo, a outra segurando o celular que ainda mostrava a última mensagem enviada.
Quando ouviram a porta, Hinata parou. Subiu o rosto devagar, a boca brilhando de porra de buceta, o queixo molhado. Ela se levantou sem pressa. Vestia só uma camiseta grande e larga de algodão cinza, daquelas que cobriam quase até o meio da coxa. Por baixo, nada. Nenhuma calcinha. Cada passo que dava, a barra da camiseta subia um pouco e o rabão grande, gordo e redondo aparecia por completo, as nádegas balançando pesadas, a pele ainda marcada de tapas e chupões.
Hinata viu o filho parado na porta e sorriu daquele jeito inocente que só ela sabia fazer.
— Boruto! — exclamou, a voz doce, quase maternal. — Que surpresa, filho…
Ela correu até ele. O corpo macio bateu no dele com força. Os peitos fartos e pesados se esmagaram contra o peito do filho, os mamilos duros roçando por baixo da camiseta fina. Os braços envolveram o pescoço dele e ela beijou a boca de Boruto com um beijo de mãe… só que um pouco mais demorado, a língua passando de leve pelo lábio inferior dele antes de se afastar.
Boruto sentiu o cheiro. Forte. Cheiro de buceta quente, de saliva, de sexo fresco vindo direto do rosto da própria mãe. O pau dele endureceu completo dentro da calça. Mesmo assim ele retribuiu o abraço. A mão direita desceu “sem querer” e tirou uma casquinha rápida naquela bunda enorme, apertando a carne macia e quente por um segundo antes de soltar.
— Oi, mãe… — a voz saiu rouca.
Sakura, ainda no sofá, puxou uma camisola preta fina e curta que mal cobria a bunda e se sentou de novo, as pernas cruzadas de um jeito que deixava a buceta à mostra se alguém olhasse com atenção.
— Vem sentar aqui do meu lado, aniversariante — chamou, batendo a mão no sofá. — Sua mãe tava me fazendo um massagem… nas pernas.
Boruto obedeceu. Sentou-se ao lado de Sakura. Hinata foi até a cozinha e voltou com três latas de cerveja geladas. Em vez de sentar no outro sofá, ela simplesmente se jogou no colo do filho, de frente para ele, as pernas abertas de cada lado das coxas dele. A camiseta subiu na hora. A buceta quente, molhada e completamente nua pousou direto na calça de Boruto.
Ele sentiu. O calor. A umidade. Os lábios inchados se abrindo um pouco com o peso do corpo dela. Em segundos a calça dele já estava manchada. Hinata fingiu que não notava nada. Só ajeitou o cabelo, abriu a lata de cerveja e bebeu um gole longo, os peitos balançando bem na cara do filho.
— Que calor, né? — comentou inocente, rebolando de leve no colo dele como se estivesse só se acomodando. Cada rebolada fazia a buceta esfregar mais, o líquido escorrendo pela perna de Boruto. — A tia Sakura e eu tomamos um vinho… e acabamos conversando até agora.
Sakura sorria de lado, a mão discreta apertando a própria coxa.
— É… conversando.
Hinata bebeu mais um gole e, “sem querer”, derrubou a lata. A cerveja se espalhou pelo chão.
— Ai, que desastrada…
Ela se virou no colo do filho e se abaixou para pegar a lata. O movimento foi lento, proposital. A camiseta subiu até a cintura. O rabão enorme, gordo, branco e suado empina bem na cara de Boruto. As nádegas se abriram um pouco com o esforço, mostrando o cuzinho rosado e apertado e, logo abaixo, a buceta inchada, os lábios vermelhos e brilhando de tesão, ainda escorrendo o líquido que tinha molhado a calça dele.
O cheiro bateu forte. Cheiro de rabo suado, de buceta usada a noite inteira, de sexo puro. Boruto ficou hipnotizado. A respiração dele ficou pesada. O pau latejava dolorido dentro da calça.
Sakura riu baixo, a voz carregada de putaria.
— Hinata… você não tá vendo o que tá fazendo com o menino? Olha pra trás.
Hinata, ainda abaixada, olhou por cima do ombro. O sorriso inocente sumiu e deu lugar a um sorriso safado, bêbado, cheio de tesão. Em vez de se levantar, ela abriu mais as pernas, levou as duas mãos atrás e abriu as próprias nádegas com os dedos. O cu se abriu um pouco. A buceta se abriu completamente, mostrando o interior rosado e molhado.
— Assim, filho? — perguntou, a voz baixa e rouca. — Você quer ver a buceta da mamãe de pertinho?
Ela empurrou o corpo para trás, aproximando ainda mais a bunda da cara de Boruto. O cheiro ficou insuportável de gostoso. A buceta quase tocava o nariz dele.
Boruto não resistiu.
As mãos dele subiram e agarraram as coxas grossas da mãe com força. A boca abriu e a língua saiu. Ele chupou a buceta de Hinata de uma vez, com fome, com desespero. A língua entrou fundo, lambendo tudo, sugando os lábios, enfiando no buraco quente e molhado. O gosto era forte, ácido, delicioso. Hinata soltou um gemido alto, as pernas tremendo.
— Porra… filho… isso…
Sakura observava tudo de lado, os dedos já dentro da própria buceta, sorrindo como uma puta satisfeita.
— Isso mesmo, Boruto… come a buceta da sua mãe. Ela passou a noite inteira me chupando e agora é a vez dela ser chupada pelo próprio filho.
Hinata rebolava na cara do filho, empurrando a buceta contra a boca dele, gemendo sem nenhuma vergonha.
— Mais fundo… mete a língua no cu também… a mamãe tá toda suja e molhada pra você…
Boruto obedeceu. A língua subiu e penetrou o cuzinho apertado, depois voltou para a buceta, chupando com barulho obsceno. A saliva misturava com o líquido da mãe, escorrendo pelo queixo dele. As mãos apertavam a bunda gorda com força, abrindo ainda mais.
Sakura se aproximou, pegou o cabelo de Boruto e forçou a cara dele ainda mais fundo entre as nádegas da amiga.
— Engole tudo, sobrinho. Essa buceta e esse cu agora também são seus.
Hinata gozou na boca do filho poucos segundos depois, o corpo inteiro tremendo, um jato quente escorrendo pela língua de Boruto enquanto ela gritava o nome dele.
A noite mal tinha começado.


