Porno Conto Erótico – Capítulo 1: Bruna Grávida Desesperada Pede 300 Reais e William que Recusa pra Foder uma Puta
XXX fodendo cu da irmã novinha da namorada! Meteu no cuzinho apertadinho da novinha de 18 anos e gozou dentro da bundinha dela
Bruna, morena gostosa de 28 anos, barriga bem grandinha de uns 6 meses de gravidez, era amiga do William há mais de 6 anos e sócia no restaurante. Mãe de duas crianças pequenas, ela tava completamente fodida de dinheiro. Devia mais de 3 mil pra ele e a situação tinha ficado desesperadora: gás pra pagar, geladeira vazia, crianças precisando de comida.
Ela encontrou ele sozinho na cozinha do restaurante depois do expediente, limpando algumas coisas, e foi direto, voz baixa e envergonhada:
— William… me desculpa te pedir de novo, mas eu tô muito apertada. Me empresta só 300 reais hoje? Juro que te pago semana que vem. O gás vai ser cortado e eu preciso fazer umas compras pras crianças…
William parou o que tava fazendo, olhou pra ela com cara de quem entendia a dificuldade, mas balançou a cabeça.
— Bruna, eu queria poder te ajudar mais, de verdade. Eu sei que tu tá grávida, com duas crianças pequenas e a situação tá foda. Mas eu já te emprestei mais de 3 mil e tá difícil pra mim também. Hoje eu marquei de gastar esses 300 com uma puta que eu chamei. Vai ser 3 horas completas.
Bruna sentiu um aperto no peito, mão na barriga.
— Tu não consegue remarcar com ela? Por favor… eu tô grávida, preciso mesmo desse dinheiro pro gás e pras compras. As crianças…
Ele suspirou, compreensivo, mas firme:
— Não dá pra remarcar, Bruna. Eu já ajudei bastante, tu sabe. Não posso ficar emprestando toda hora. Desculpa mesmo.
Ela chorou ali na cozinha, lágrimas escorrendo, mas ele apenas abraçou de leve e disse que sentia muito. Bruna saiu arrasada.
Uma hora depois ela voltou, olhos inchados. Perguntou baixinho como funcionava o programa com a puta. William explicou calmamente:
— São 300 por 3 horas completas. Chupa, dá buceta, dá cu sem camisinha, pode gozar quantas vezes quiser dentro, na boca, no corpo… sem limites.
Bruna ficou quieta, mordendo o lábio, fez mais algumas perguntas tímidas e depois soltou:
— William… tu não conhece algum amigo teu que pagaria 300 pra fazer um programa comigo? Eu… eu tô desesperada.
Ele riu, surpreso, mas sem maldade.
— Tá falando sério? Eu mesmo te pago os 300 agora se tu topar fazer comigo. A gente é amigo há 6 anos, mas se tu tá precisando… é só sexo, nada mais.
Bruna ficou em choque, rosto queimando de vergonha.
— William… a gente é amigo há tanto tempo. Isso seria nojento, eu não sou puta…
— Não tem nada de nojento — ele respondeu com calma. — É só uma foda entre adultos. Tu precisa do dinheiro, eu tenho o dinheiro. Melhor eu, que te respeito, do que um estranho te tratando mal.
Ela xingou ele baixinho, chamou de safado e saiu da cozinha nervosa.
Passaram mais algumas horas. O restaurante vazio e escuro. Bruna voltou devagar, sem dizer uma palavra, cara de derrota e vergonha. Encostou do lado dele na cozinha, cabeça baixa. Sem falar nada, começou a desabotoar a calça dele com as mãos tremendo.
William ficou surpreso, mas excitado.
— Bruna…? Tá mesmo fazendo isso?
— Fica quieto, por favor… — murmurou ela, voz quase sumindo. — Tô morrendo de vergonha. Tu vai pagar os 300 mesmo?
— Se tu chupar gostoso, der a buceta e o cu por pelo menos 3 horas, sim. Dinheiro na hora.
— Eu tô grávida… não sei se vou aguentar tudo. E nem lavei o cu direito hoje pro anal…
— Não tem problema, eu não me importo. A gente faz do jeito que der.
Ela hesitou, mas ele já puxou o pau grosso pra fora. Bruna se ajoelhou devagar no chão da cozinha, pegou o pau com receio e colocou na boca, começando a chupar devagar.
— Vai com calma… tô grávida… — pediu baixinho.
William gemeu, segurando o cabelo dela com firmeza mas sem forçar demais no começo.
— Porra, Bruna… que boca gostosa. Chupa mais fundo, vai… isso, mamando que nem uma vadia grávida precisando de dinheiro.
Ela foi ganhando coragem, chupando com mais vontade, saliva escorrendo enquanto mamava o pau dele de joelhos na cozinha. William começou a ficar mais agressivo no tesão:
— Isso, porra! Chupa direito esse pau, sua putinha casada e grávida. Olha como tá mamando com fome… boa menina.
Depois de uns minutos de boquete molhado e barulhento, ele puxou ela pra cima, colocou de costas na mesa grande da cozinha, levantou a saia dela com força e arrancou a calcinha pro lado.
— Vou comer essa buceta agora.
— William… tá suja, eu não tomei banho direito… — reclamou ela, envergonhada.
Ele não ligou. Abriu as pernas dela, caiu de boca no bucetão peludo, inchado e molhado de grávida, chupando com fome, língua enfiando fundo enquanto apertava as coxas dela.
— Caralho, tu já tá encharcada, sua putinha grávida! Buceta cheirosa e molhadinha pra mim. Tá pingando, vadia…
Ele chupou forte, sugando o clitóris e enfiando os dedos, lambendo tudo sem pudor. Bruna gemia cada vez mais alto, até que não aguentou: apertou a cabeça dele contra a buceta e gozou na boca dele, tremendo inteira, melado quente escorrendo enquanto soltava um gemido longo e envergonhado.
— Ahhh porra… tô gozando… caralho…






