Hentai Nezuko r34 (kimetsu no yaiba) – Demon slayer Babá novinha de 18 aninhos puta! Ficou sozinha com o patrão e deu bucetinha!

Nezuko é uma babá de 18 anos, baixinha, com peitões e rabão de dar inveja, e um rostinho de santa que esconde a mente mais suja que a fossa da casa. Contratada pelo patrão Tanjiro e pela esposa Shinobu, ela não perde um minuto para provocar o marido com saias curtas, calcinhas molhadas e olhares lascivos, até que ele cai de boca na buceta dela enquanto a patroa está fora. Quando Shinobu volta e descobre (do jeito mais dolorido e prazeroso) que o marido arrombou seu cuzinho enquanto ela dormia, em vez de ficar com raiva, ela se entrega ao tesão proibido e pede mais. A noite seguinte vira uma suruba explícita: Nezuko lambe a boceta da patroa, Shinobu enfia vibrador no cu da babá, Tanjiro come os dois rabos ao mesmo tempo, e as três gozam juntas, transformando a casa numa zona de putaria sem fim — com direito a brinquedos, cintaralho, porra na cara e a promessa de que a safadeza vai continuar no dia seguinte.

Nezuko é uma babá de 18 anos, baixinha, com peitões e rabão de dar inveja, e um rostinho de santa que esconde a mente mais suja que a fossa da casa. Contratada pelo patrão Tanjiro e pela esposa Shinobu, ela não perde um minuto para provocar o marido com saias curtas, calcinhas molhadas e olhares lascivos, até que ele cai de boca na buceta dela enquanto a patroa está fora. Quando Shinobu volta e descobre (do jeito mais dolorido e prazeroso) que o marido arrombou seu cuzinho enquanto ela dormia, em vez de ficar com raiva, ela se entrega ao tesão proibido e pede mais. A noite seguinte vira uma suruba explícita: Nezuko lambe a boceta da patroa, Shinobu enfia vibrador no cu da babá, Tanjiro come os dois rabos ao mesmo tempo, e as três gozam juntas, transformando a casa numa zona de putaria sem fim — com direito a brinquedos, cintaralho, porra na cara e a promessa de que a safadeza vai continuar no dia seguinte.

 





Capítulo 1 – A Chegada da Putinha de Cara de Anjo

Cenário: Sala de estar de uma casa grande. Tanjiro (40 anos, forte, cabelo preto) está no sofá lendo o jornal. Shinobu (35, magra, óculos, postura rígida) está arrumando a bolsa para uma reunião de caridade. A campainha toca.

Shinobu atende. Na porta, está Nezuko: 1,50m de pura safadeza disfarçada. Ela usa uma saia plissada tão curta que mal cobre a bunda, uma blusa branca transparente onde se vê o sutiã de renda preta, e um coletinho por cima só pra fingir inocência. Os peitos enormes quase estouram os botões. A bunda empinada parece duas melancias apertadas no jeans. O rostinho redondo com olhos grandes faz qualquer um pensar que é uma santinha.

Shinobu: (sorrindo formal) “Você deve ser a Nezuko, a nova babá. Entre, por favor. Que bom que veio.”

Nezuko: (entra, fazendo uma reverência humilde, mas já inclinando o tronco de propósito, mostrando o fundo do decote) “Muito obrigada, patroa. É uma honra trabalhar para uma família tão linda.”

Tanjiro levanta a cabeça do jornal e congela. O olhar dele bate direto na rachadura dos peitos de Nezuko. Ela percebe e morde o lábio por baixo do sorriso inocente.

Tanjiro: (engolindo seco, a voz falhando) “Bem-vinda, Nezuko… pode se sentir em casa.”

Nezuko: (dá dois passos em direção a ele, rebolando o quadril de forma exagerada, e estende a mão) “O senhor deve ser o patrão Tanjiro. Que homem imponente…” Ela aperta a mão dele e faz questão de passar o dedo indicador por dentro da palma dele, devagar. “A patroa tem sorte.”

Shinobu está de costas, pegando o celular, e não vê nada. Tanjiro fica vermelho e solta a mão rápido.

Shinobu: (sem se virar) “Tanjiro, mostra a Nezuko onde fica o quartinho da empregada. Eu preciso sair agora, volto em duas horas.”

Tanjiro: “Cla-claro, querida.”

Shinobu sai batendo a porta. O barulho do trinco ecoa. Agora são só eles dois. Nezuko vira para Tanjiro, e a carinha de anjo se distorce num sorriso de puta no cio.

Nezuko: “Ué, patrão… a patroa foi embora? Que pena…” Ela passa a mão no próprio peito, apertando um dos seios por cima da blusa. “…ou será que é sorte?”

Tanjiro: (olhando para os lados, nervoso) “Nezuko… isso não é… quero dizer, você chegou agora…”

Nezuko: (se abaixa de propósito para pegar uma caneta que ‘caiu’ do bolso dela. Ela fica de costas para ele, com a bunda empinada. A saia sobe, mostrando a calcinha fio-dental preta enfiada no rabo gostoso.) “Ai, patrão, acho que essa saia é muito curta. O senhor acha que é curta demais?”

Tanjiro não consegue desviar o olhar. A calcinha já está com uma mancha úmida no meio. Nezuko olha por cima do ombro, vendo que ele tá olhando fixo, e passa o dedo por cima da calcinha, esfregando a própria boceta por cima do tecido.

Tanjiro: (voz rouca) “Puta merda, Nezuko… você tá… você tá molhada?”

Nezuko: (levanta devagar, virando-se. Ela pega a mão dele e coloca diretamente em cima da calcinha, fazendo ele sentir o calor e a umidade.) “Tô, patrão. Tô molhada desde que entrei aqui e vi o senhor de cueca marcando no sofá. Essa bucetinha aqui já tá pingando só de imaginar o senhor me comendo.”

De repente, ouvem-se passos na calçada. Shinobu esqueceu a chave. Tanjiro tira a mão na hora, desesperado. Nezuko se afasta um passo e volta com a cara de santa, arregalando os olhos.

Shinobu: (entra) “Esqueci meu carregador! Ah, Nezuko, que bom que o Tanjiro tá te mostrando a casa. Tudo bem?”

Nezuko: (com a voz mais doce do mundo, os olhos brilhando) “Tudo perfeito, patroa. Seu marido é um amor de pessoa. Já me mostrou até o quartinho.”

Enquanto Shinobu pega o carregador, Tanjiro suando frio. Nezuko passa por ele e sussurra no ouvido bem baixinho, quase sem mover os lábios:

Nezuko: (sussurro sujo) “Quando ela sair de novo, vou ajoelhar na sua frente e lamber seu pau até você gozar na minha garganta. E depois vou sentar nessa rola com a buceta pelada. Tô com tanto tesão que minha calcinha já virou um charco, seu safado. Pode esperar.”

Shinobu se vira, sorrindo. Nezuko faz uma reverência perfeita, com as mãozinhas juntas, parecendo uma freira.

Shinobu: “Bom, vou indo. Nezuko, o bebê está no berço. Cuida bem dele.”

Nezuko: “Pode deixar, patroa. Vou cuidar de tudo aqui.” Ela olha de relance para o pau de Tanjiro, que já está latejando dentro da calça. “Absolutamente tudo.”

Shinobu sai de novo. A porta fecha. Nezuko se vira e, sem nenhuma cerimônia, puxa a calcinha para o lado, mostrando a boceta rosa e melada. Ela abre as pernas e começa a se masturbar bem devagar em pé, no meio da sala, olhando nos olhos de Tanjiro.

Nezuko: (gemendo baixinho) “Olha aqui, patrão… olha o que você faz com essa pobrezinha. Minha buceta já tá pedindo sua porra. Vem cá, me prova antes que ela volte. Só uma lambidinha, ninguém vai saber… ou o senhor é fraco?”

Tanjiro levanta do sofá com o pau estourando a calça, os olhos ardendo de desejo, e dá o primeiro passo em direção a ela.

Tanjiro: (respirando fundo) “Sua putinha fingida… você vai acabar com meu casamento.”

Nezuko: (sorrindo com malícia, abrindo mais a boceta com os dedos) “Não vou acabar, patrão. Só vou emprestar sua rola escondido… agora para de frescura e vem chupar essa buceta antes que eu goze sozinha e faça bagunça no tapete.”

Aqui está o Capítulo 2, pegando fogo exatamente de onde paramos. Tanjiro vai cair de boca na boceta de Nezuko com direito a muito suor, gemidos, xingamentos e um clímax molhado – até o bebê atrapalhar no final.


Capítulo 2 – A Primeira Lambida do Patrão

Cenário: Sala de estar. Shinobu acabou de sair de vez. O silêncio da casa só é quebrado pelo zumbido da geladeira. Nezuko está no meio da sala, com a calcinha fio-dental puxada para o lado, a boceta rosa, inchada e brilhante de mel escorrendo pelo grelo. Tanjiro se levanta do sofá com o pau tão duro que parece que vai rasgar a calça jeans.

Tanjiro: (respirando pesado, os olhos fixos na boceta dela) “Você é uma desgraçada, Nezuko… acabou de chegar e já quer destruir minha vida…”

Nezuko: (abre mais as perninhas, apoiando um pé no sofá para escancarar a boceta molhada) “Destruir? Tô querendo é construir, patrão. Construir um tesão que o senhor nunca sentiu com aquela patroa magrela. Olha pra essa bucetinha… olha como ela tá tremendo só esperando sua boca.”

Ela enfia dois dedos dentro de si mesma lentamente, puxando-os depois com um fio de lubrificante transparente, e estica a mão em direção à boca de Tanjiro.

Nezuko: “Prova, patrão. Prova o gosto da sua nova babá. Se você não lamber agora, eu vou esfregar na sua cara à força.”

Tanjiro não aguenta mais. Ele dá dois passos largos, cai de joelhos no tapete na frente dela e agarra as duas coxas grossas de Nezuko com tanta força que quase marca os dedos.

Tanjiro: (com a voz rouca de tesão) “Sua putinha de merda… você vai pagar por isso.”

Nezuko: (jogando a cabeça para trás) “Pago com a buceta, patrão! Agora para de falar e me chupa!”

Tanjiro enterra a cara inteira na boceta dela. A língua grossa raspa do grelo até o buraco de baixo, lambendo tudo de uma vez. Nezuko grita baixinho, agarrando o cabelo preto dele com as duas mãos.

Nezuko: “AI, CARALHO! QUE LÍNGUA GOSTOSA! LAMBE MAIS FUNDO, SEU FILHO DA PUTA!”

Tanjiro: (com a boca cheia de buceta, falando entre as lambidas) “Sua boceta é uma delícia… parece mel… chupo até você gozar, sua vadiazinha…”

Ele enfia a língua pra dentro do buraco dela, mexendo igual um pau. Nezuko empina a bunda e senta a boceta na cara dele com força, quase sufocando o patrão.

Nezuko: “ISSO! ENFIA ESSA LÍNGUA ATÉ O FUNDO! FAZ IGUALZINHO PAU! TÔ QUASE GOZANDO, SEU CORNO!”

Tanjiro tira a língua de dentro e foca no grelo duro dela. Ele suga o clitóris igual um bebê mamando, enquanto enfia um dedão na boceta apertada dela, dedando ela com força.

Nezuko: (gemendo alto, perdendo o controle) “PUTA QUE PARIU! DEDO GROSSO DO CARALHO! O SENHOR VAI ME FAZER GOZAR NA SUA CARA AGORA MESMO!”

Nezuko começa a esfregar a boceta freneticamente no rosto de Tanjiro, com os peitões balançando pra todo lado debaixo da blusa. Uma baba escorre pelo queixo do patrão, misturada com o mel da boceta dela.

Nezuko: “CHUPA MINHA BUCETA ATÉ EU GOZAR, SEU VELHO SAFADO! QUERO VER SUA CARA INTEIRA ENTERRADA NO MEU CU E NA MINHA BUCETA!”

Tanjiro desce a língua até o cuzinho dela e dá uma lambida forte bem no furico, enquanto continua dedando a boceta com dois dedos agora.

Tanjiro: (ofegante) “Seu cu também é gostoso, putinha… vou comer os dois buracos.”

Nezuko: (quase gritando) “GOZEI! GOZEI, CARALHO! TOMA LEITE DE BUCETA, SEU FILHO DA PUTA!”

Ela treme inteira, as pernas bambas, e jorra um líquido quente na cara de Tanjiro. Ele continua lambendo, aproveitando cada gota, mamando a boceta como se fosse a última vez.

Nezuko: (ofegante, caindo de joelhos na frente dele) “Caralho… o senhor chupa que nem um condenado… sua mulher nunca deve ter gozado assim.”

Tanjiro: (limpando o queixo com as costas da mão) “Nunca… você é muito mais puta do que ela…”

Nezuko olha para o pau dele estourando a calça e puxa o zíper com os dentes, sedentra.

Nezuko: “Agora deixa eu chupar essa rola—”

Nesse exato momento, o berço do bebê chia. A criança começa a chorar alto, desesperadamente.

Nezuko: (puta da vida, bate no chão com o punho) “NÃO! AGORA NÃO, SEU MERDINHA!”

Tanjiro: (desesperado, com o pau pra fora, todo babado e duro) “Vai lá… vai atender ele… senão ela volta e escuta…”

Nezuko: (levanta, com a boceta ainda escorrendo e a calcinha pendurada na coxa. Ela puxa a roupa pro lugar, mas antes de sair, ela se vira, agarra o pau duro de Tanjiro e dá uma lambida rápida da cabeça até a base, olhando nos olhos dele.) “Guardou essa porra pra mim, patrão. Daqui a pouco o bebê dorme e eu volto pra sentar até o talo. Não ouse bater uma punheta sem mim, senão vou ficar puta.”

Tanjiro: (gaguejando) “Eu… eu espero…”

Nezuko: (dá um tapa na cabeça do pau dele e sai rebolando pro quarto do bebê, com a voz doce de santa) “Já vou, minha princesinha, a babá vai aí…”

Tanjiro fica caído no tapete, com o pau pulsando, a cara lambuzada de buceta e a respiração descontrolada. Ele ouve Nezuko cantando uma musiquinha de ninar pro bebê do outro lado da parede.

Tanjiro: (murmurando sozinho, segurando o pau com força) “Essa puta vai ser minha morte…”

Do quarto, a voz angelical de Nezuko chega até ele num sussurro sujo, mas alto o suficiente:

Nezuko: (cantarolando) “…dorme, neném… que a babá vai voltar… pro patrão… pra sentar… e fazer ele gozar…”

Ela termina a frase com uma risadinha safada. O bebê para de chorar. O silêncio volta. Tanjiro sabe que, em poucos minutos, a devoradora de pau pequena vai voltar para terminar o serviço.

Aqui está o Capítulo 3 – a volta da putinha depois de acalmar o bebê. Ela volta com sangue nos olhos (e na boceta) pra terminar o serviço. Tanjiro já está com o pau babando de tesão, e ela vai sentar com tudo.


Capítulo 3 – Senta que o Patrão É Seu

Cenário: Sala de estar. Tanjiro ainda está caído no tapete, com a calça aberta, o pau latejando e babando pré-gozo. O rosto dele ainda brilha com o mel da boceta de Nezuko. Ele ouve os passos leves dela voltando do quarto. A porta do berçário range suavemente.

Nezuko surge na entrada da sala. Ela tirou a blusa transparente. Agora está só com o coletinho aberto, os peitões enormes completamente à mostra, os mamilos duros como balas. A saia ainda está levantada, a calcinha pendurada na coxa, e a boceta vermelha e inchada de tanto ser chupada brilha sob a luz do abajur.

Nezuko: (sorrindo com malícia, apoiando a mão no batente) “O bebê dormiu igual um anjinho, patrão. Deu tempo de o senhor pensar na minha buceta?”

Tanjiro: (com a voz trêmula, o pau pulsando na mão) “Pensei… caralho, não pensei em outra coisa…”

Nezuko: (caminha lentamente em direção a ele, rebolando até a bunda quicar) “Pensou no que, patrão? Fala alto. Quero ouvir você dizer.”

Tanjiro: (engolindo em seco) “Pensei em meter nessa buceta até você esquecer seu próprio nome.”

Nezuko: (chega perto e coloca o pé em cima do ombro dele, escancarando a boceta bem na altura do rosto dele) “Então para de pensar e age, seu corno manso. A patroa pode voltar a qualquer hora. Vai me comer igual cachorro no cio ou vai ficar aí babando?”

Tanjiro se levanta num pulo, agarra Nezuko pela cintura e joga ela de quatro no sofá. Ela ri alto, safada, enquanto ele puxa a saia dela pra cima e a calcinha se rasga com a força.

Nezuko: “ISSO! RASGA ESSA MERDA! TÔ CAGANDO PRA CALCINHA! QUERO É SENTIR SUA ROLA ENFIADA ATÉ O ÚTERO!”

Tanjiro não espera mais. Segura o pau grosso e babado, encosta a cabeça na entrada da boceta molhada dela, e enfia tudo de uma pancada só, até o fundo.

Nezuko: (gritando, enterrando o rosto no estofado) “AAAHHH, CARALHO! QUE PAUZÃO DO INFERNO! RACHOU MINHA BUCETA, SEU SAFADO!”

Tanjiro: (começa a meter forte, rápido, com as bolas batendo no grelo dela a cada estocada) “Sua putinha vagabunda! Tá gostando? Tá sentindo essa rola de homem arrombando sua buceta?”

Nezuko: (gemendo igual uma cadela) “TÔ! TÔ AMANDO! METE MAIS FORTE! ARREBENTA ESSA BUCETINHA QUE É SUA, PATRÃO! SOCA QUE NEM VIÚVA!”

O som dos corpos se chocando enche a sala. A boceta de Nezuko faz um squelch molhado a cada entrada do pau de Tanjiro. Os peitões dela balançam violentamente, batendo um no outro.

Tanjiro: (metendo igual um desesperado) “Sua boceta é mais apertada que a da minha mulher! Porra, que buceta gostosa!”

Nezuko: (olhando para trás com a cara distorcida de prazer) “CLARO QUE É! AQUELA PATROA FRIA NUNCA DEVE TER SENTADO DIREITO! MAS EU SOU PUTA, PATRÃO! SOU SUA CADELA! VAI, ME ENCHE DE PAU!”

Tanjiro tira o pau de repente, vira Nezuko de barriga pra cima, abre as pernas dela até quase rasgar, e entra de novo, agora olhando nos olhos. Ele quer ver a cara de puta dela enquanto come.

Tanjiro: (metendo devagar, fundo, sentindo cada centímetro) “Olha pra mim, sua vadiazinha. Quer ver o patrão gozar?”

Nezuko: (passando a mão nos próprios peitos, apertando os mamilos) “Quero, quero sentir leite quente jorrando dentro de mim! Enche minha buceta de porra! Quero engravidar desse pau!”

Tanjiro: (aumenta o ritmo, frenético) “Vou gozar, caralho! Vou te encher de leite!”

Nezuko: (gritando) “GOZA! GOZA DENTRO, SEU FILHO DA PUTA! ME FAZ DE BUCETA DE PUNHETA! TOMA, TOMA MINHA BUCETA TODA!”

Ele dá três estocadas finais, profundas, e goza com um gemido rouco. O pau jorra quente dentro da boceta de Nezuko. Ela sente a porrada de leite escorrendo pelo interior, e isso a faz gozar também, um orgasmo violento que a faz tremer inteira.

Nezuko: (ofegante, com leite escorrendo pela boceta) “Caralho… que gozada… parecia uma mangueira…”

Tanjiro cai em cima dela, ofegante, com o pau ainda endurecendo dentro. Mas antes que ele possa tirar, o telefone da casa toca. O número aparece na tela: Shinobu Patroa.

Nezuko: (empurra Tanjiro, levanta rapidamente, pega uma toalha e limpa a boceta. Veste a blusa e arruma a saia em 5 segundos, virando a santa de novo.) “Atende, patrão. Fala normal. Eu fico aqui fingindo que tô arrumando o berço.”

Tanjiro atende, com a respiração ainda ofegante.

Tanjiro: “Alô? Amor? Tudo bem?”

Nezuko: (se aproxima por trás, baixa a saia e esfrega a boceta lambuzada de porra no pau mole dele, enquanto ele tenta conversar. Ela sussurra no ouvido dele com a voz mais doce e suja possível) “Fala pra ela que a babá tá arrumando a casa… e que o bebê dormiu… enquanto você enfia esse pau mole na minha mão…”

Tanjiro tenta manter a voz firme, enquanto Nezuko pega o pau dele e bate uma punheta lenta e silenciosa por baixo da mesa, com o leite ainda pingando.

Tanjiro: (gaguejando) “Tá… tá tudo calmo aqui… a Nezuko… é uma ótima babá…”

Nezuko: (morde o lábio, punhetando mais rápido, sem fazer barulho) “Fala que eu sou uma puta… fala baixinho…”

Tanjiro: (tentando não gemer) “Ela é… uma… funcionária exemplar…”

Nezuko: (para a punheta e lambe o pau dele uma última vez, antes de sair rebolando pro quarto, com a bunda pingando porra.) “Até logo, patrão. Daqui a pouco a patroa chega e eu vou pro meu quarto… mas amanhã cedo, enquanto ela dorme, pode me comer de novo no banheiro. Combinado?”

Tanjiro desliga o telefone, suando frio, com o pau na mão e a cabeça rodando. Ele olha pra porta do quarto de Nezuko e sussurra sozinho:

Tanjiro: “Essa menina vai me levar pro inferno… mas que inferno gostoso.”

Aqui está o Capítulo 4 – A Noite de Volta da Patroa. Tanjiro está com o sangue fervendo depois da tarde de putaria com a babá, e agora não consegue dormir. Shinobu volta cansada, mas ele vai descontar todo o tesão acumulado nela – com direito a buceta, lágrimas e um cuzinho arrombado à força.


Capítulo 4 – A Patroa Volta, Mas o Patrão Não Para

Cenário: Casa. Noite. Shinobu chegou faz uma hora. Jantaram em silêncio – Tanjiro com a cabeça longe, Shinobu reclamando do trânsito e da reunião. Nezuko se trancou no quartinho da empregada, mas deixou a porta entreaberta, só de calcinha, escutando cada passo do casal.

Relógio marca 23h. Quarto do casal. Shinobu já está de pijama florido, deitada de lado, quase dormindo. Tanjiro está ao lado, de cueca, os olhos abertos no escuro, o pau duro feito pedra. Ele não para de pensar na boceta apertada de Nezuko, na gozada dentro dela, no cheiro de buceta que ainda paira na sala.

Tanjiro: (vira-se para Shinobu, coloca a mão na coxa dela por cima do pijama) “Amor… tá acordada?”

Shinobu: (com voz sonolenta, sem se virar) “Hmm… tô quase pegando no sono, querido. Foi um dia cansativo.”

Tanjiro: (já puxando a bainha do pijama dela pra cima, devagar) “Só um pouquinho… tô com muito tesão hoje…”

Shinobu: (resmunga, tentando afastar a mão dele) “Ah, Tanjiro… não agora… tô morrendo de sono… amanhã a gente faz…”

Tanjiro: (ignora, puxa o pijama de vez para o lado, expondo a calcinha branca de algodão) “Não, agora. Você sempre diz amanhã. Acorda essa buceta aí.”

Shinobu suspira, frustrada, mas não resiste muito. Tanjiro já está com os dedos enfiando por cima da calcinha, esfregando o grelo dela com força.

Shinobu: (geme baixinho, contra a vontade) “Ai… tá… mas vai devagar… tô sensível…”

Tanjiro: (puxa a calcinha dela pro lado e enfia dois dedos na boceta seca de Shinobu) “Sua buceta tá seca, mulher. Vai ter que molhar.”

Shinobu: (mordendo o travesseiro) “É porque eu não tô com vontade… para com isso…”

Tanjiro: (tira os dedos, puxa o próprio pau duro e, sem mais frescura, enfia a cabeça na entrada dela) “Vou te dar vontade agora.”

Ele soca o pau inteiro dentro da boceta de Shinobu, que dá um grito abafado. Ela está seca, então dói, mas Tanjiro não liga. Ele começa a meter rápido, com raiva, pensando na boceta molhada da babá enquanto fode a mulher.

Shinobu: (gemendo com dor e prazer misturados) “Ai! Tá… tá doendo, Tanjiro! Vai devagar, caralho!”

Tanjiro: (metendo igual um touro, as bolas batendo nela) “Cala a boca e abre essa perna! A buceta é minha e eu como quando quero!”

Shinobu começa a molhar de verdade, contra a vontade. O corpo trai ela. Tanjiro percebe e acelera ainda mais, fodendo a boceta dela com fúria.

Tanjiro: (ofegante) “Tá vendo? Sua buceta gosta de ser comida à força, sua putinha.”

Shinobu: (gemendo baixinho) “Não fala assim… eu não sou…”

Tanjiro: (tira o pau de repente, vira ela de bruços e puxa o pijama todo pra cima) “Agora vou comer seu cu também.”

Shinobu: (se vira desesperada, olhando pra trás) “O QUÊ? NÃO! Tanjiro, isso não! Eu nunca fiz isso, você sabe que não gosto!”

Tanjiro: (segura o pau babado de buceta e encosta a cabeça no cuzinho fechado dela) “Vai ser só a cabecinha. Prometo. Só a pontinha.”

Shinobu: (com os olhos arregalados de medo) “Mas… mas vai doer… não quero, Tanjiro…”

Tanjiro: (empurra a cabeça do pau contra o cu dela, forçando) “Só a cabecinha, amor. Confia em mim. Só colocar e tirar.”

Shinobu, com lágrimas começando a brotar, cede. Ela afunda o rosto no travesseiro, segurando a respiração.

Shinobu: (choramingando) “Tá… tá bem… só a cabecinha… mas tira rápido…”

Tanjiro: (enfia a cabeça do pau no cuzinho apertadíssimo dela. Ela grita surda no travesseiro.) “Pronto, viu? Só a cabeça.”

Shinobu: (com a voz trêmula, soluçando) “Agora tira, Tanjiro… tira por favor…”

Tanjiro: (sorri no escuro, com os olhos de louco) “Vou tirar e botar de novo, só umas vezes. Relaxa.”

Ele tira a cabeça e enfia de novo. Depois enfia mais um pouco. Shinobu chora baixinho, mas o cuzinho vai cedendo.

Tanjiro: (num movimento brusco, soca o pau inteiro dentro do cu dela) “AGORA VAI TUDO, SUA VADIA!”

Shinobu: (gritando, com lágrimas escorrendo) “AAHHHH! TIRA! TIRA DAÍ, SEU FILHO DA PUTA! EU NÃO QUIS ISSO!”

Tanjiro: (começa a meter forte, fundo, fodendo o rabo dela sem piedade) “TARDE DEMAIS, SUA PUTA! JÁ TÁ TUDO NO CUZINHO! VAI TER QUE AGUENTAR!”

Shinobu: (soluçando, com o rosto enterrado) “POR FAVOR, TANJIRO… TIRA… TÁ DOENDO DEMAIS…”

Tanjiro: (metendo cada vez mais forte, sentindo o cu dela apertar o pau como uma luva) “TÔ QUASE GOZANDO, CARALHO! AGUENTA MAIS UM POUCO! VOU ENCHER ESSE CU DE LEITE!”

Shinobu: (os olhos cheios de lágrimas, gemendo entre soluços) “ENTÃO GOZA LOGO… GOZA E TIRA ESSE PAU DO MEU CU…”

Tanjiro: (dá três estocadas profundas e goza dentro do cuzinho dela, um jorro quente que escorre pelas coxas) “TOMA! TOMA TODA A PORRA NO SEU CU, SUA VADIA MANSINHA!”

Shinobu sente o leite quente dentro dela, e mesmo com dor, um orgasmo indesejado a faz tremer. Ela geme com os olhos cheios de lágrimas, mordendo o travesseiro.

Shinobu: (com voz rouca, ofegante) “Seu… seu monstro… acabou?…”

Tanjiro: (tira o pau lentamente, vendo a porra escorrer do cuzinho machucado dela) “Acabou. Agora dorme. E amanhã a gente repete.”

Ele vira as costas e apaga a luz. Shinobu fica deitada de bruços, com o rabo ardendo, porra escorrendo, lágrimas secando no rosto, e um misto de raiva e tesão confuso no corpo.

Do outro lado da parede, no quartinho da empregada, Nezuko está com a orelha colada na parede, os olhos brilhando no escuro. Ela ouviu tudo. Uma mão desce devagar pela sua barriga e encontra a boceta já melada.

Nezuko: (sussurra sozinha, com um sorriso sujo) “Caralho… o patrão comeu o cu da patroa à força… que homem… amanhã vou pedir pra ele fazer o mesmo comigo…” Ela começa a se masturbar devagar, gemendo baixinho. “…mas comigo ele vai fazer gostoso… vou gozar na cara dele enquanto ele me arromba…”

O som dos dedos molhados de Nezuko se mistura aos soluços abafados de Shinobu do outro lado. A noite promete mais putaria.

Capítulo 5 – A Patroa Manhosa e a Babá Arrombada

Cenário: Manhã seguinte. Luz do sol entra pela cortina do quarto. Shinobu está de bruços, com o pijama levantado, as pernas abertas. O cuzinho está rosado e inchado, com marcas de dedos e porra seca escorrendo pela coxa. Ela se mexe devagar, gemendo baixinho, não de dor, mas de uma dorzinha gostosa que faz o corpo tremer.

Shinobu: (com voz manhosa, olhando para Tanjiro que já está de pé vestindo a cueca) “Ai, seu safado… olha o que você fez comigo ontem… meu cu tá tão dolorido que mal consigo sentar…”

Tanjiro: (sorrindo com orgulho, ajeitando a camisa) “Mas você gostou, não gostou? No final você tava gemendo gostoso, sua putinha.”

Shinobu: (morde o lábio, corando, com um sorriso de canto) “Não fala assim… mas… mas foi bom, sim. Diferente… e eu fiquei a noite inteira sentindo a porra quente escorrendo de dentro de mim. Foi… foi gostoso.” Ela passa a mão na própria bunda, sentindo a pele ainda úmida. “Você pode… pode fazer de novo um dia desses, mas com mais calma, tá?”

Tanjiro: (se vira, surpreso com a mudança de atitude) “Ah, agora a patroa quer mais, né? Vou lembrar disso.” Ele dá um tapa na bunda dela. “Agora descansa que eu vou tomar café.”

Shinobu enterra o rosto no travesseiro, sorrindo bobamente, sentindo o cuzinho latejar de uma forma boa. Ela fica um tempo ali, revirando na cama, com a mão entre as pernas, lembrando de cada estocada.

Cozinha. Nezuko está de avental. Por baixo, só a bunda nua, os peitões balançando livres. Ela arruma a mesa, rebolando toda, com o rabo empinado na direção da porta. Quando Tanjiro entra, ela não perde tempo.

Nezuko: (se virando devagar, mostrando os mamilos durinhos) “Bom dia, patrão. Dormiu bem? A patroa parece que tá feliz hoje… ouvi ela rindo lá de cima.”

Tanjiro: (se aproxima, puxa o avental dela pro lado, expondo a boceta e o cuzinho) “Ela gostou de ser arrombada, a putinha. Mas eu tô mais interessado em arrombar você agora.”

Nezuko: (se inclina sobre a pia, empinando a bunda na cara dele, abrindo as nádegas com as próprias mãos) “Então vem, patrão. O cuzinho da babá tá virgem e pedindo pra ser preenchido. Vai me foder igual fez com ela, mas comigo vai ser mais gostoso.”

Tanjiro: (tira o pau pra fora, já duro, e esfrega na entrada do cu dela) “Você quer mesmo, sua safadinha? Vai doer, viu.”

Nezuko: (olha por cima do ombro, com tesão nos olhos) “Quero sentir dor, patrão. Dor de ser comida por um macho de verdade. Agora soca tudo.”

Tanjiro enfia o pau inteiro de uma vez no cuzinho apertado de Nezuko. Ela grita abafado, mordendo o próprio braço.

Nezuko: “AAAIHHHH! CARALHO, ENTROU TUDO! QUE PAUZAO DO INFERNO!”

Tanjiro: (começa a meter forte, rápido, fazendo a bunda dela quicar contra a pia) “Sua putinha! Olha como seu cu aperta meu pau! Tá gostando de ser arrombada, sua vadiazinha?”

Nezuko: (gemendo igual cadela) “TÔ! TÔ AMANDO! ME ARROMBA! ME ENCHE DE LEITE NO CU! QUERO SENTIR A PORRA ESCORRENDO DURANTE O DIA TODO!”

O som das bolas batendo na boceta molhada dela enche a cozinha. Nezuko enfia os dedos na própria boceta enquanto ele fode o cu dela, se masturbando junto.

Nezuko: “VOU GOZAR! VOU GOZAR NO SEU PAU ENQUANTO O SENHOR ME COME!”

Tanjiro acelera, frenético, sentindo o cu dela apertar cada vez mais.
Tanjiro: “VOU GOZAR, CARALHO! VAI TOMAR LEITE NO CU, SUA CADELA!”

Nezuko: “GOZA! GOZA DENTRO! ME DEIXA CHEIA DE PORRA!”

Ele dá estocadas finais e goza forte, jorrando leite dentro do cuzinho apertado dela. Nezuko treme inteira e goza também, esguichando pela boceta enquanto segura a pia.

Os dois ficam ofegantes, grudados. Nezuko sente a porra quente escorrendo pelo rabo e pingando nas coxas. Ela se vira, ajoelha, e chupa o pau molhado de Tanjiro, lambendo cada gota.

Nezuko: (com a boca cheia) “Hum… patrão, seu leite é uma delícia… agora vai trabalhar, que eu vou limpar a bagunça. A patroa não pode desconfiar.”

Nesse momento, passos na escada. Shinobu aparece na porta, mancando de leve, mas com um sorriso manhoso e satisfeito no rosto. Ainda está de robe, com o cuzinho latejando gostoso.

Shinobu: (vendo Nezuko ajoelhada perto da pia, limpando o chão) “Nezuko? O que aconteceu aqui?”

Nezuko: (se levanta rápido, com a cara de santa, mas com a porra escorrendo pela coxa por trás do avental) “Ai, patroa, o café derrubou sem querer. Já tô limpando. O senhor tá melhor? Parece que tá com um sorriso diferente hoje…”

Shinobu: (corando, passando a mão na própria bunda) “Tô sim… tô muito bem, Nezuko. O patrão me deu um… um tratamento especial ontem.”

Nezuko: (dando um sorriso cúmplice para Tanjiro) “Que bom, patroa. O patrão é um homem muito atencioso. Pode deixar que eu cuido de tudo aqui. O senhor vai descansar, que hoje o dia é seu.”

Shinobu senta-se à mesa, manhosa, mexendo a cadeira com cuidado para não sentir o cuzinho dolorido. Enquanto ela toma o café, Nezuko passa por trás, e Tanjiro enfia a mão por baixo do avental, apertando a bunda melada dela. Ela morde o lábio, disfarçando, e sussurra para Tanjiro:

Nezuko: (muito baixinho) “A noite ainda não acabou, patrão. Quando ela dormir de novo, a buceta e o cu da babá tão esperando você.”

Shinobu, distraída, olha pela janela com um sorriso sonhador, sentindo o leite ainda escorrendo dentro de si, e pensando na próxima vez que o marido vai arrombar seu cuzinho.


Capítulo 6 – A Patroa Quer Mais, e a Babá Escuta Tudo

Cenário: Tarde do mesmo dia. Shinobu passou a manhã inteira deitada de bruços, com uma bolsa de água quente no rabo e os olhos fixos no teto. Em vez de raiva, o que crescia dentro dela era um tesão confuso, proibido, que fazia a boceta pulsar sempre que lembrava da sensação do pau de Tanjiro arrombando o cuzinho dela.

Tanjiro está no escritório, tentando trabalhar, mas a cabeça está na putaria da cozinha. Nezuko está no quarto do bebê, cuidando da criança, mas de olho na patroa.

De repente, Shinobu aparece na porta do escritório. Ela está de camisola curta, sem calcinha por baixo, os cabelos soltos, um sorriso manhoso no rosto. Ela fecha a porta e tranca.

Shinobu: (inclinada contra a porta, com a voz baixa e rouca) “Tanjiro… a gente precisa conversar.”

Tanjiro: (levantando os olhos do computador, suando frio) “Olha, amor, sobre ontem… eu sei que passei dos limites, eu—”

Shinobu: (interrompe, caminhando lentamente em direção à mesa, balançando os quadris) “Passou dos limites, sim. Meu cu tá dolorido até agora. Mas…” Ela sobe na mesa, senta em cima dos papéis, abrindo as pernas devagar, mostrando a boceta melada e o cuzinho vermelho e inchado. “…mas eu não consigo parar de pensar naquilo.”

Tanjiro: (com os olhos arregalados, o pau já endurecendo) “Como assim?”

Shinobu: (passa a mão na própria boceta, enfiando dois dedos e puxando com um fio de lubrificante) “Como assim que eu gozei gostoso, Tanjiro. Que eu nunca senti tanto prazer na minha vida. Você me arrombou à força, e eu odiei… mas amei. Quero mais.”

Ela desce da mesa, ajoelha-se entre as pernas dele, e abre o zíper da calça sem pedir licença.

Shinobu: (pegando no pau duro dele) “Você enfiou no meu cu ontem e me encheu de porra. Agora quero sentir de novo. Mas dessa vez, quero que você faça devagar, com jeito… e quero olhar nos seus olhos enquanto você me fode.”

Tanjiro: (incrédulo, mas com o pau babando) “Você… você tá falando sério?”

Shinobu: (passa a língua na cabeça do pau, bem devagar) “Falando sério, seu corno. Você criou um monstro dentro de mim. Agora me come direito.”

Lá fora, no corredor, Nezuko está com o ouvido colado na porta do escritório. Ela ouviu tudo. Um sorriso sujo se espalha no rosto da babá.

Nezuko: (sussurrando sozinha) “Caralho… a patroa virou puta também… que família gostosa…”

Dentro do escritório, Shinobu está deitada de bruços na mesa do Tanjiro, com a camisola levantada, a bunda empinada, o cuzinho piscando. Tanjiro está atrás dela, segurando a cintura, passando a cabeça do pau melado no cu dela.

Shinobu: (gemendo baixinho) “Vai devagar, amor… deixa eu me acostumar…”

Tanjiro: (empurra a cabeça lentamente, sentindo o cuzinho ceder) “Relaxa, sua safada… abre esse cu pra mim…”

Shinobu: (mordendo os lábios, ofegante) “Entrou… entrou um pouquinho… continua…”

Tanjiro enfia tudo, devagar, sentindo cada centímetro do cuzinho apertado de Shinobu. Ela geme alto, com prazer agora, não com dor.

Shinobu: “AAAHHH… QUE BOM, TANJIRO… QUE PAU GOSTOSO NO MEU CU…”

Tanjiro: (metendo devagar, fundo) “Tá gostando, sua putinha mansinha? Ontem chorou, hoje tá pedindo mais?”

Shinobu: (com os olhos revirados) “TÔ! TÔ PEDINDO MAIS! METE TUDO! ME ENCHE DE LEITE DE NOVO! QUERO FICAR O DIA TODO COM A PORRA ESCORRENDO DO MEU RABO!”

Do lado de fora, Nezuko está com a mão dentro da calcinha, se masturbando freneticamente enquanto ouve os gemidos da patroa. Ela não aguenta mais. Ela abre a porta devagar, só uma fresta, e vê a cena: a patroa de quatro, o patrão metendo no cu dela, os dois gemendo igual cachorros.

Nezuko: (entra silenciosamente, fecha a porta atrás de si, e se ajoelha ao lado da mesa. Com a voz doce e suja) “Patrão… patroa… não precisam parar por minha causa. Posso ajudar?”

Shinobu abre os olhos, vê Nezuko ajoelhada, e em vez de ficar com raiva, ela sorri, manhosa.

Shinobu: (gemendo enquanto Tanjiro mete) “Nezuko… sua putinha… você também queria ver, né?”

Nezuko: (passa a mão nos peitos da patroa, apertando os mamilos) “Queria sim, patroa. Queria ver a senhora toda suja de porra. Que delícia…”

Tanjiro: (para de meter por um segundo, confuso) “O que—”

Shinobu: (interrompe) “Continua, Tanjiro. Não para agora. A Nezuko pode assistir. Ela é nossa babá, cuida de tudo…” Ela olha para Nezuko com olhos de tesão. “…inclusive de mim.”

Nezuko se levanta, tira a calcinha e a blusa, fica pelada na frente dos dois. Ela se ajoelha na frente de Shinobu, abre as pernas da patroa e começa a lamber a boceta dela enquanto Tanjiro continua metendo no cu.

Nezuko: (com a boca cheia de buceta da patroa) “Hum… que buceta gostosa, patroa… o senhor devia lamber mais ela…”

Shinobu: (gritando de prazer) “AI, CARALHO! QUE LÍNGUA! OS DOIS ESTÃO ME COMENDO AO MESMO TEMPO!”

Tanjiro acelera, metendo no cu de Shinobu com força, enquanto Nezuko lambe e chupa o grelo da patroa, que está tremendo inteira.

Nezuko: (tirando a boca, falando sujo) “Patroa, o senhor quer gozar? Quer sentir a porra do patrão no cu e a buceta sendo lambida?”

Shinobu: (com os olhos cheios de lágrimas de tesão) “QUERO! TÔ QUASE GOZANDO, SUA PUTINHA! CONTINUA!”

Tanjiro: (metendo igual um doido) “VOU GOZAR, CARALHO! VOU ENCHER ESSE CU DE LEITE DE NOVO!”

Shinobu: “GOZA! GOZA DENTRO DO MEU CU, SEU FILHO DA PUTA! ME DEIXA TODA CHEIA!”

Tanjiro goza com um gemido rouco, jorrando quente dentro do cuzinho de Shinobu. Ela goza ao mesmo tempo, com a boca aberta, o corpo tremendo, enquanto Nezuko lambe a boceta dela até a última gota.

Shinobu: (ofegante, com a porra escorrendo pelo cu e pela coxa) “Caralho… que orgasmo… nunca… nunca senti isso…”

Tanjiro cai para trás na cadeira, exausto. Nezuko se levanta, pelada, com o rosto lambuzado de buceta e porra. Ela olha para os dois.

Nezuko: (com um sorriso de diaba) “Então, patroa… agora a senhora entendeu por que eu tô tão feliz trabalhando aqui?”

Shinobu: (sorrindo de volta, com os olhos manhosos) “Entendi, sua vadiazinha… você é uma puta igual a mim. Mas…” Ela pega a mão de Nezuko. “…agora somos cúmplices. O que acontece aqui, fica aqui.”

Nezuko: (beija a mão da patroa) “Combinado, patroa. Seu marido é meu também, mas a senhora é minha chefe. A gente divide.”

Tanjiro: (com o pau mole, olhando para as duas) “O que eu fiz pra merecer isso?”

Nezuko: (rindo, apontando pro pau dele) “Fez a gente duas putas felizes, patrão. Agora descansa, que mais tarde a noite é nossa.”

As três saem do escritório – Shinobu mancando de tesão, Nezuko rebolando, e Tanjiro andando como um zumbi, com o pau cheio de buceta e cu.


Capítulo 7 – Babá e Patroa: Língua, Dedo e Muito Mel

Cenário: Sala de estar. Noite. O bebê dorme profundamente. A casa está em silêncio, exceto pelo som de três corações acelerados. Shinobu tomou um banho demorado, passou hidratante no corpo, e vestiu uma lingerie preta de renda – a mesma que Tanjiro nunca viu. Nezuko está de calcinha fio-dental e top branco, os peitões quase pulando pra fora.

Tanjiro está sentado na poltrona, com um whisky na mão, observando as duas se encararem como predadoras.

Shinobu: (sentada no sofá, cruzando as pernas devagar, mostrando a calcinha preta) “Nezuko… vem cá. Quero ver de perto essa boca que lambeu minha buceta hoje.”

Nezuko: (caminha em direção a ela, rebolando até a bunda quicar, e para na frente da patroa, com as perninhas abertas, a calcinha branca já manchada) “Patroa, a senhora quer minha boca ou quer outra coisa?”

Shinobu: (puxa Nezuko pelo quadril, fazendo-a sentar no colo dela, de frente. As duas ficam com as bucetas quase se encostando, só separadas pelos tecidos finos.) “Quero tudo, sua putinha. Quero sentir sua boca na minha, sua língua no meu grelo, seus dedos dentro de mim. Quero você inteira.”

Nezuko: (passa a mão no cabelo de Shinobu, puxando-a para um beijo) “Então vem, patroa… vou te ensinar o que é ser fodida por uma buceta.”

As duas se beijam com fome. Línguas se enrolam, dentes se mordem. Shinobu geme baixinho enquanto Nezuko aperta um dos peitos dela por cima da lingerie.

Tanjiro: (com a voz rouca, o pau já duro na calça) “Caralho… vocês duas…”

Shinobu: (tira a boca do beijo, olhando para o marido) “Cala a boca e assiste, Tanjiro. Hoje a noite é nossa.” Ela olha de volta para Nezuko. “Tira essa calcinha e senta na minha cara.”

Nezuko não perde tempo. Ela se levanta, puxa a calcinha fio-dental pro lado, e sobe no sofá, montando no rosto de Shinobu com a boceta escancarada. A buceta rosa, melada e inchada fica bem na frente da boca da patroa.

Nezuko: (apoiando as mãos no encosto do sofá) “Lambe, patroa. Lambe essa buceta que o patrão comeu hoje. Quero ver se a senhora chupa melhor que eu.”

Shinobu: (enfia a língua na boceta de Nezuko sem dó) “HUM… QUE BUCETA GOSTOSA… QUENTE E MOLHADA…”

Nezuko: (jogando a cabeça pra trás, gemendo alto) “AI, CARALHO! QUE LÍNGUA! A SENHORA LAMBE IGUAL PUTA, PATROA!”

Shinobu chupa o grelo de Nezuko com fúria, enfiando a língua dentro da boceta, mexendo igual um pau. Nezuko começa a esfregar a buceta no rosto da patroa, quase sufocando ela.

Nezuko: “ISSO! ME CHUPA ATÉ EU GOZAR! QUERO MOLHAR SUA CARA INTEIRA!”

Tanjiro está com o pau pra fora, batendo uma punheta lenta, os olhos vidrados na cena. As duas estão suadas, ofegantes, a sala cheirando a buceta e tesão.

Shinobu: (tirando a boca por um segundo, ofegante) “Sua buceta é uma delícia, Nezuko… mas agora quero sentir seus dedos no meu cu.”

Nezuko: (desce do rosto dela, vira Shinobu de bruços no sofá, puxa a calcinha preta pro lado e vê o cuzinho da patroa ainda vermelho da foda de hoje) “Olha esse cuzinho, patroa… ainda tá inchado de tanto pau do patrão. Vou cuidar dele com carinho.”

Nezuko abaixa a cabeça e dá uma lambida longa no cuzinho de Shinobu, que se arrepiou inteira.

Shinobu: (gritando) “AAAHHH! QUE LÍNGUA NO MEU CU! CONTINUA, SUA PUTA!”

Nezuko: (lambe o cu da patroa igual um sorvete, enquanto enfia dois dedos na boceta dela ao mesmo tempo) “Hum… que cu gostoso, patroa… o patrão tem razão de querer arrombar isso todo dia…”

Shinobu: (gemendo igual louca) “METE OS DEDOS! ME DEDO TODA! QUERO GOZAR NA SUA CARA!”

Nezuko enfia dois dedos no cu de Shinobu, devagar, enquanto com a outra mão esfrega o grelo dela. Shinobu está com a bunda empinada, os gemidos abafados no sofá.

Nezuko: (com a voz suja) “Patroa, a senhora é uma safada de merda. Olha como seu cu apertou meus dedos. Quer mais?”

Shinobu: “QUERO! BOTA MAIS! ME ENCHE DE DEDO!”

Nezuko enfia um terceiro dedo no cu da patroa, que grunhe de prazer. Ela mete os dedos rápido, enquanto lambe a boceta de Shinobu por trás.

Shinobu: (gritando) “GOZEI! GOZEI, CARALHO! QUE DEDADA GOSTOSA!”

O corpo de Shinobu treme, ela goza com um jorro que molha o sofá e a cara de Nezuko. Nezuko lambe tudo, aproveitando cada gota.

Nezuko: (limpando o rosto com os dedos) “Hum… que buceta gostosa, patroa. A senhora goza igual um cavalo.”

Shinobu está caída no sofá, ofegante, com a porra do marido ainda seca no cu e o mel escorrendo pela coxa. Nezuko se ajoelha na frente dela, abre as pernas da patroa e mostra a própria boceta.

Nezuko: “Agora é minha vez, patroa. Vou sentar na sua boca e na sua mão ao mesmo tempo. A senhora vai me dedar enquanto me chupa, e eu vou gozar na sua cara.”

Shinobu: (com um sorriso manhoso) “Pode vir, sua putinha. Vou te fazer gozar até você esquecer o nome do patrão.”

Nezuko senta no rosto de Shinobu de frente, com a boceta na boca da patroa, enquanto Shinobu enfia a mão toda na boceta da babá, dedando com força.

Nezuko: (gritando com a buceta na cara de Shinobu) “AI, CARALHO! QUE DEDO! TÔ QUASE GOZANDO, PATROA! LAMBE MEU GRELO!”

Shinobu: (com a boca cheia de buceta, falando entre as lambidas) “SUA BUCETA É UMA DELÍCIA, NEZUKO! VAI GOZAR! MOLHA MINHA CARA!”

Nezuko: “GOZEI! GOZEI, SUA PUTA! TOMA LEITE DE BUCETA!”

Ela goza jorrando na cara de Shinobu, que abre a boca pra receber tudo, lambendo os lábios. As duas ficam caídas no sofá, uma em cima da outra, ofegantes.

Tanjiro: (com o pau na mão, babando de tesão) “Caralho… vocês duas são umas demônios…”

Nezuko: (se vira, olhando para ele com um sorriso sujo) “Não, patrão. A gente é só duas putas felizes.” Ela pega a mão de Shinobu. “E agora, patroa, vamos dar uma surra nesse pau do seu marido. Quer ajudar?”

Shinobu: (sorrindo) “Claro, minha babá favorita.” As duas se levantam, peladas e meladas, e caminham em direção a Tanjiro, que já está com os olhos arregalados.

Nezuko: (ajoelhando-se na frente do pau dele) “Patrão… senta aí que a patroa e a babá vão fazer um concurso de quem chupa melhor. Mas já aviso…” Ela lambe a cabeça do pau lentamente. “…eu vou ganhar.”

Shinobu: (ajoelha ao lado, passando a língua na lateral do pau) “Nem pensar, sua novinha. Eu sou a esposa. Esse pau é meu há 10 anos.”

Nezuko: (lambe a cabeça junto com Shinobu, as duas línguas se encontrando no pau de Tanjiro) “Vamos ver, patroa. Que vença a melhor puta.”

As duas começam a chupar o pau de Tanjiro juntas, com línguas, bocas e dedos, enquanto ele gemia igual um condenado, sentindo o céu e o inferno ao mesmo tempo.


Capítulo 8 – Duas Putas, Um Pau e Muita Porra no Fim

Cenário: Sala de estar. As duas mulheres estão ajoelhadas na frente de Tanjiro, com o pau dele na boca das duas ao mesmo tempo. Línguas se encontram na cabeça do pau, babando igual duas cachorras. Tanjiro está com os olhos revirados, a mão no cabelo de Nezuko e na nuca de Shinobu.

Tanjiro: (gemendo, ofegante) “Caralho… vocês duas vão me matar…”

Nezuko: (tira a boca, com um fio de baba e pré-gozo ligando o lábio ao pau) “Matar nada, patrão. A gente vai é te fazer gozar tanto que você vai pedir arrego.” Ela olha para Shinobu. “Patroa, a senhora já deu o cu hoje. Eu também. Mas e se a gente der os dois cus ao mesmo tempo?”

Shinobu: (com os olhos brilhando de safadeza) “Como assim, sua putinha?”

Nezuko: (levanta, vai até um armário e volta com um cintaralho e um vibrador enorme na mão) “A gente coloca esse brinquedo no seu cu, patroa. E eu sento no seu colo com a buceta no seu grelo. Enquanto isso, o patrão come meu cu, e a senhora chupa meu grelo com o vibrador. Todo mundo se fode ao mesmo tempo.”

Shinobu: (mordendo os lábios, quase gozando só de imaginar) “Sua puta genial… eu topo.”

Tanjiro: (com o pau pulsando) “E eu? Onde eu entro?”

Nezuko: (senta no colo de Shinobu, de costas para o patrão, e puxa o cintaralho na cintura da patroa) “O senhor vai ficar atrás de mim, patrão. Vai enfiar esse pau no meu cu enquanto eu sento na patroa. E a patroa vai meter esse brinquedo em você também, se quiser.”

Shinobu: (ri, safada) “Não, no Tanjiro não. Mas no seu cu, Nezuko, eu vou meter esse vibrador enquanto ele come seu rabo.”

Nezuko: (sorrindo, com a boceta escorrendo) “Perfeito. Três buracos, três paus. Vamos nessa.”

Elas se posicionam no sofá. Nezuko fica de quatro, com a bunda empinada na direção de Tanjiro, mas virada de frente para Shinobu, que está sentada com as pernas abertas. Nezuko enfia a cara na boceta da patroa e começa a lamber, enquanto Tanjiro se ajoelha atrás dela.

Tanjiro: (passando a cabeça do pau babado no cuzinho de Nezuko) “Sua putinha… vai aguentar?”

Nezuko: (com a boca na boceta de Shinobu, fala entre as lambidas) “Vai… enfia tudo de uma vez, patrão… quero sentir esse pau no meu cu enquanto lambo a patroa…”

Tanjiro enfia o pau inteiro no cu de Nezuko de uma pancada. Ela grunhe na boceta de Shinobu, que grita de prazer com a vibração da boca.

Shinobu: (segurando o vibrador) “Agora minha vez…” Ela enfia o vibrador gigante no cu de Nezuko, ao mesmo tempo que Tanjiro está metendo. Nezuko fica com os dois buracos ocupados – pau no cu, vibrador no mesmo cu, e a boca na buceta da patroa.

Nezuko: (tirando a boca por um segundo, gritando) “CARALHO! DOIS PAUS NO MEU CU! TÔ SENDO ARROMBADA POR DOIS LADOS!”

Tanjiro: (metendo forte, com o vibrador roçando no próprio pau dentro do cu apertado de Nezuko) “Sua puta! Tá gostando de ter o rabo entupido?”

Nezuko: “TÔ! QUERO MAIS! PATROA, BOTA O VIBRADOR ATÉ O FUNDO!”

Shinobu enfia o vibrador até o talo no cu de Nezuko, enquanto Tanjiro continua metendo. Nezuko está com os olhos virados, a boca aberta, babando no sofá.

Shinobu: (com a mão livre, esfrega o próprio grelo) “Olha essa putinha, Tanjiro… ela tá com o rabo cheio e ainda quer mais…”

Nezuko: (gritando, com a voz trêmula) “QUERO! QUERO MAIS! PATROA, SENTA NA MINHA CARA! QUERO LAMBER SUA BUCETA ENQUANTO O PATRÃO ME ARROMBA!”

Shinobu se levanta, senta na cara de Nezuko, com a boceta escancarada na boca da babá. Nezuko lambe com fúria, enquanto Tanjiro acelera as estocadas no cu dela.

Shinobu: (gemendo alto) “AI, CARALHO! QUE LÍNGUA! QUE TESÃO! TÔ QUASE GOZANDO!”

Tanjiro: (metendo igual um touro, as bolas batendo no vibrador) “VOU GOZAR! VOU ENCHER ESSE CU DE LEITE!”

Nezuko: (com a boca cheia de buceta de Shinobu, tira por um segundo pra gritar) “GOZA! GOZA NO MEU CU, SEU FILHO DA PUTA! QUERO SENTIR A PORRA MISTURADA COM O VIBRADOR!”

Tanjiro dá três estocadas profundas e goza dentro do cuzinho de Nezuko, que está tão apertado e cheio de brinquedo que o leite quente escorre pelas bordas.

Nezuko: (gozando ao mesmo tempo, com a boca na buceta de Shinobu) “GOZEI! GOZEI, CARALHO! QUE LEITE GOSTOSO NO MEU RAbo!”

Shinobu também goza, com um grito, esguichando na cara de Nezuko, que lambe tudo.

As três caem no sofá, exaustos. Nezuko está com o cu escorrendo porra e lubrificante, a cara lambuzada de buceta, os peitos suados. Shinobu está caída de lado, com a boceta ainda pulsando. Tanjiro está sentado, com o pau mole e todo babado.

Nezuko: (ofegante, com um sorriso) “Caralho… isso foi o melhor sexo da minha vida…”

Shinobu: (rindo, com os olhos manhosos) “O meu também, sua putinha. Você é uma demônia.”

Tanjiro: (sem fôlego) “Eu… não vou conseguir andar amanhã…”

Nezuko: (se levanta, cambaleando, e vai até a cozinha. Volta com três taças de vinho) “Vamos brindar. A patroa, a babá e o patrão. Três putas felizes.”

Shinobu: (pega a taça) “Brindo a essa noite. Mas amanhã, Nezuko, eu quero mais.”

Nezuko: (toca a taça com a dela) “E vai ter, patroa. Mas agora vou dormir. Meu cu tá doendo de tanto pau.”

Ela bebe o vinho, dá um beijo sujo em Shinobu, outro em Tanjiro, e sobe as escadas rebolando, com a porra ainda escorrendo pela coxa.

Nezuko: (vira-se no topo da escada) “Boa noite, família. Amanhã tem mais. E quem sabe… a gente não convida uma amiga minha?”

Tanjiro e Shinobu se olham, sorrindo manhosamente, e sabem que a putaria está só começando.

.