Porno Casada Camila traindo marido com negão sem camisinha, branquinha com buceta rosinha!
Porno Casada traindo marido com negão sem camisinha, branquinha com buceta rosinha! A casada esperou o marido sair para jogar futebol com os amigos e já chamou negão com pau grande e grosso pra socar na bucetinha branquinha e rosinha dela sem capa e gozar dentro
“Bucetinha Branquinha e Rabão Arrombado – A Traição da Ruiva Casada”
Camila é uma ruivinha baixinha, pele branquinha, cheia de tatuagens, bunda enorme e empinada, casada com um marido ausente. No ônibus lotado, ela conhece um negão tarado de pauzão grosso e longo. O que começa com encoxadas discretas vira uma descida rápida ao vício.
Do primeiro gozo quente na bunda por cima da legging, passando pela porra escorrendo dentro da calcinha, até a mamada gulosa no fundo do ônibus onde ela engole tudo como uma vadia, Camila se entrega. Quando o marido sai para jogar futebol, o negão invade a casa e arromba a bucetinha rosinha dela sem camisinha, socando com força bruta enquanto ela grita e chora de prazer.
Na Parte 5, a foda vira selvagem: ele abre o cuzinho virgem dela, enfia 25cm até o intestino, arromba o rabão branquinho e enche de porra grossa. Enquanto o marido liga, o negão continua metendo devagar no cu dela — Camila mal consegue falar ao telefone, gemendo disfarçadamente.
Na despedida, o negão força a ruivinha a limpar o pau sujo de cu com a boca, filma ela chupando como uma atriz pornô e mostra todos os vídeos comprometedores. Logo depois, o marido chega e encontra a esposa só de calcinha, bunda vermelha marcada, cuzinho arrombado e o cheiro forte de sexo no ar. Camila disfarça rebolando, dando tapas na própria bunda e oferecendo o cu.
No final, ela senta no pau pequeno do marido, cavalga o cuzinho já destruído, mente que está doendo, faz caretas, mija de “dor” para disfarçar a porra do negão que vaza, e ainda limpa o pau dele com a boca. Enquanto o marido goza feliz dentro dela, Camila já planeja o próximo encontro com o negão, completamente viciada em pau grande, traição e humilhação.
Uma história pesada de adultério extremo, sexo sem camisinha, anal arrombado, creampie, humilhação, voyeurismo e corno manso. Do ônibus ao quarto do casal, Camila transforma-se de esposa comportada em uma ruiva rabuda safada que adora dar buceta e cu pra um negão enquanto o marido paga o pato.





Parte 1 – O Primeiro Contato no Ônibus
Camila era uma ruivinha baixinha de 1,55m, corpo delicado mas com uma bunda grande, redonda e empinada que chamava atenção por onde passava. Sua pele era branquinha, quase porcelana, cheia de tatuagens delicadas: rosas subindo pela coxa esquerda, um pequeno coração bem perto da virilha e algumas estrelas nas costas. Casada há três anos, o marido mal tocava nela ultimamente. Ela voltava do serviço sempre de legging preta justa, que marcava cada curva da sua bunda rabuda.
Aquele dia o ônibus estava lotado. Camila segurava a barra, tentando manter o equilíbrio, quando sentiu um corpo grande atrás dela. Era ele. Um negão alto, forte, cheiro de homem. No começo era só um roçar inocente por causa da lotação… mas logo virou intencional.
Ele pressionou o volume duro contra a bunda dela. Camila sentiu o pau dele latejando, enorme, muito maior que o do marido. Seu coração acelerou. Tentou se afastar, mas não tinha espaço. O negão encostou a boca perto da orelha dela e sussurrou rouco:
— Relaxa, ruivinha… tá gostando, né?
Ela não respondeu, mas sua bucetinha rosinha começou a ficar molhada. Ele ficou mais ousado. Com uma mão segurando a cintura dela, ele discretamente abriu o zíper, tirou o pauzão preto e grosso pra fora e começou a esfregar a cabeça quente direto na bunda dela, por cima da legging fina.
Camila sentiu o calor, a grossura, a veia pulsando. Ele meteu entre as nádegas, simulando uma foda, socando devagar por cima do tecido. A ruivinha baixinha mordia o lábio, pernas tremendo.
De repente ele apertou mais forte, respirou pesado no pescoço dela e gozou.
Jatos grossos e quentes de porra jorraram direto na bunda dela. Ele tirou o pau um pouco pra trás e continuou gozando, lambuzando toda a bunda rabuda, manchando a legging preta com grandes manchas brancas e viscosas. Parte do sêmen escorreu devagar entre as nádegas, molhando a calcinha e tocando a entrada da bucetinha rosinha.
O ônibus parou. Ele guardou o pau, deu um tapinha discreto na bunda dela e desceu.
Camila ficou parada, sentindo o calor da porra dele escorrendo. A legging estava visivelmente manchada na região da bunda. Ela desceu no ponto de casa com as pernas bambas, o sêmen ainda quente grudado na pele.
Chegando em casa, trancou a porta do quarto, tirou a legging e olhou no espelho. A bunda branquinha estava toda melada de porra grossa, escorrendo pelas coxas tatuadas. O cheiro forte de macho enchia o quarto.
Ela sentou na cama e começou a chorar.
— Meu Deus… o que eu fiz? Sou casada… — murmurou entre soluços, lágrimas escorrendo no rosto branquinho.
Mas enquanto chorava, sua bucetinha rosinha latejava. Sem perceber, ela passou a mão na bunda, espalhando um pouco da porra dele entre os dedos. Sentiu um tesão estranho, proibido. A vergonha misturada com excitação fez ela ficar molhada de novo.
Não contou nada pro marido quando ele chegou. Tomou banho, lavou a legging escondido… mas guardou na memória o calor daquela porra na sua bunda rabuda.
E, pela primeira vez em muito tempo, se tocou antes de dormir pensando no negão.
Parte 2 – A Escalada no Ônibus
Nos dias seguintes, Camila não conseguia parar de pensar no que havia acontecido. A ruivinha baixinha se pegava apertando as coxas no trabalho, lembrando da sensação quente da porra do negão na sua bunda rabuda. Sentia vergonha, mas também uma excitação nova que a deixava molhada só de lembrar.
No terceiro dia, ela se pegou escolhendo uma legging cinza ainda mais justa, que marcava perfeitamente sua bunda grande e empinada. A pele branquinha contrastava com as tatuagens nas coxas, e ela deixou os cabelos ruivos soltos. No fundo, sabia que estava se arrumando pra ele.
Ele apareceu de novo. Dessa vez, o ônibus estava um pouco menos lotado, mas ele foi direto pra trás dela. Sem esperar, virou Camila de frente pra ele, encostando-a contra o banco. O negão era muito mais alto, ela mal batia no peito dele.
— Sentiu falta, né, ruivinha safada? — murmurou ele, com a voz grave.
Camila só respirou fundo, o rosto corado. Ele não perdeu tempo. Com uma mão grande por baixo da blusa dela, apertou um dos seios pequenos e firmes, enquanto com a outra mão abria o zíper. Tirou aquele pauzão preto, grosso e pesado pra fora, já babando pré-gozo.
Ele pressionou a cabeça grossa bem na virilha dela, esfregando por cima da legging fina bem no local da bucetinha rosinha. Camila soltou um gemidinho baixo, as pernas tremendo. O negão começou a roçar com força, simulando metidas, o pau deslizando entre os lábios da buceta por cima do tecido.
— Tá molhada pra caralho… — ele grunhiu.
Ele puxou um pouco a cintura da legging pra frente, só o suficiente pra encaixar a cabeça do pau entre a barriga dela e a calcinha. Então gozou.
Jatos fortes e abundantes de porra quente jorraram direto dentro da calcinha dela. O sêmen grosso encheu o tecido fino, escorrendo imediatamente pela bucetinha rosinha e pelos lábios inchados. Parte escorreu pelas coxas tatuadas, molhando a legging por dentro. Ele segurou firme a cintura dela, esvaziando tudo, gemendo baixo no ouvido da ruiva.
Camila sentiu cada jato quente batendo na sua pele. Quando ele terminou, a calcinha estava encharcada, a porra dele grudada na bucetinha, pingando devagar enquanto ela descia do ônibus.
No caminho pra casa, cada passo fazia o sêmen dele se espalhar mais. Sentada no sofá, sozinha, ela abriu as pernas e puxou a legging pra baixo. A calcinha branca estava completamente lambuzada, o tecido transparente de tanto gozo. A bucetinha rosinha brilhava coberta de porra.
Ela chorou de novo. Lágrimas silenciosas escorrendo enquanto olhava o estrago que o negão tinha feito.
— Eu sou casada… isso é errado… — sussurrou.
Mas mesmo chorando, não conseguia parar de passar os dedos na mistura quente. Sua clitóris estava inchada. Pela primeira vez, ela se masturbou pensando nele: enfiou dois dedinhos na bucetinha melada com a porra dele e gozou forte, mordendo o braço pra não gemer alto.
Não contou nada pro marido. Lavou a calcinha escondido, mas guardou aquela sensação proibida no corpo.
Ela já sabia que ia voltar pro ônibus no dia seguinte.
Parte 3 – A Chupada no Fundo do Ônibus
Depois da segunda gozada dentro da calcinha, Camila mal conseguia se concentrar em mais nada. A ruivinha baixinha passava os dias no trabalho apertando as coxas, sentindo a bucetinha rosinha formigar só de lembrar do calor da porra do negão escorrendo por ela. À noite, se tocava pensando nele, mas ainda tentava lutar contra aquele desejo. “Sou casada… isso vai longe demais”, repetia pra si mesma.
No quarto dia, ela vestiu uma legging preta nova, bem cavada na bunda rabuda, e uma blusinha fina que marcava os biquinhos dos seios. Quando subiu no ônibus, o negão já estava lá. Seus olhares se cruzaram e ele fez um gesto discreto com a cabeça. Dessa vez, Camila não fingiu que não entendeu. Ela caminhou até o fundo do ônibus, coração disparado, e sentou no último banco, o mais escondido.
Ele sentou ao lado dela imediatamente. O corpo grande ocupava quase dois lugares. Com o ônibus andando, ele não esperou nem um minuto. Colocou a mão grande e pesada na coxa branquinha dela, apertando a carne macia bem onde tinha uma tatuagem de rosas.
— Hoje você veio preparada, né, sua putinha ruiva? — sussurrou ele no ouvido dela, voz rouca de tesão.
Camila mordeu o lábio inferior, pernas tremendo levemente. A mão dele subiu devagar, passando por cima das tatuagens, até chegar no meio das pernas. Ele pressionou dois dedos grossos bem na bucetinha por cima da legging. O tecido já estava úmido.
— Molhada pra caralho… — ele riu baixinho. — Essa bucetinha branquinha tá pedindo pau.
Ele puxou a cintura da legging pra baixo só o suficiente pra conseguir enfiar a mão dentro da calcinha. Seus dedos grossos abriram os lábios rosinhos e delicados e começaram a esfregar o clitóris inchado. Camila soltou um gemidinho abafado e agarrou o braço dele, unhas cravando na pele escura. Ele enfiou um dedo, depois dois, fodendo devagar a bucetinha apertada enquanto o ônibus balançava.
A ruivinha baixinha estava ofegante, bunda rabuda se mexendo no banco, tentando não fazer barulho. As tatuagens nas coxas tremiam com cada movimento dos dedos dele.
— Quero sentir você… — ela sussurrou, quase sem acreditar no que estava dizendo.
O negão sorriu satisfeito. Abriu o zíper com a mão livre e tirou aquele pauzão preto, grosso, cheio de veias e com a cabeça grande e brilhante. O cheiro forte de macho encheu o espaço. Era enorme, muito maior que qualquer coisa que Camila já tinha visto de perto.
Ela olhou ao redor. O ônibus estava meio vazio, ninguém prestando atenção no fundo. Tremendo de nervoso e tesão, a baixinha ruiva se inclinou, segurou o pau com as duas mãozinhas branquinhas (mal conseguia fechar os dedos em volta) e deu uma lambida tímida na cabeça.
— Isso… chupa ele todo, Camila — ordenou ele, segurando os cabelos ruivos dela com firmeza.
Ela abriu a boca pequena e começou a chupar. Primeiro só a cabeça, sentindo o gosto salgado, o pau pulsando na língua. Depois foi descendo mais, engolindo o máximo que conseguia. O pau batia no fundo da garganta dela, fazendo seus olhos lacrimejarem. Saliva escorria pelos cantos da boca, pingando nos peitos branquinhos.
Ela chupava com fome, fazendo barulhinhos molhados de sucção. Subia e descia a cabeça, enquanto a mão dele continuava brincando com sua bucetinha rosinha, enfiando os dedos fundo e tirando, fazendo um barulho molhado. A bunda rabuda dela se mexia no banco, desesperada.
— Olha pra mim enquanto chupa — ele mandou.
Camila levantou os olhos verdes cheios de lágrimas, olhando pra ele enquanto engolia o pauzão. Isso deixou o negão ainda mais louco. Ele segurou os cabelos ruivos com mais força e começou a foder a boca dela com movimentos curtos e fundos.
— Vou gozar… engole tudo, ruivinha.
Ele grunhiu baixo e explodiu. O primeiro jato foi forte, batendo direto no fundo da garganta. Camila engasgou, mas ele segurou a cabeça dela no lugar. Jato atrás de jato, porra grossa e quente encheu a boca da baixinha. Ela tentou engolir, mas era demais. Parte escorreu pelo queixo, pingando nos seios, escorrendo pela tatuagem perto da virilha.
Mesmo assim, ela engoliu o máximo que conseguiu, tossindo um pouco, olhos vermelhos, saliva e porra misturados escorrendo no rosto branquinho.
Quando ele terminou, tirou o pau da boca dela e limpou a cabeça nos lábios dela. Camila ficou ali, ofegante, boca inchada, queixo melado, sentindo o gosto forte dele na garganta.
Ele deu um tapinha na bunda dela e sussurrou:
— Amanhã você vai me dar essa bucetinha rabuda de verdade. Tô louco pra te arrombar.
Camila desceu do ônibus ainda tremendo, calcinha encharcada, boca com gosto de porra. Chegou em casa, trancou no banheiro e se olhou no espelho: rosto sujo, cabelos ruivos bagunçados, tatuagens brilhando de suor.
Chorou de novo, ajoelhada no chão. Mas entre as lágrimas, sua mão desceu até a bucetinha e ela se masturbou violentamente, gozando enquanto lembrava do pau dele na boca e da porra descendo pela garganta.
Ela estava cada vez mais viciada.
Parte 4 – O Encontro em Casa (Sexo Violento)
O marido de Camila saiu de casa por volta das 8h da manhã para jogar futebol com os amigos, como fazia todo domingo. Assim que a porta bateu, a ruivinha baixinha pegou o celular com as mãos tremendo e mandou mensagem pro negão:
“Ele acabou de sair. Vem agora. Por favor.”
Não deu nem quinze minutos e a campainha tocou. Camila abriu a porta só de uma camisola curta branca, quase transparente. Seus cabelos ruivos estavam soltos, a pele branquinha arrepiada de nervoso e tesão.
O negão mal esperou entrar. Assim que fechou a porta, ele agarrou a baixinha pela cintura, levantou ela do chão como se fosse uma boneca e a prensou contra a parede da sala. O beijo foi bruto, quase violento. Ele mordeu o lábio inferior dela enquanto apertava forte a bunda rabuda com as duas mãos grandes.
— Hoje eu vou te foder do jeito que você merece, sua casadinha safada — rosnou ele.
Camila gemeu alto quando ele rasgou a camisola fina com um puxão, deixando ela completamente nua. Ele chupou seus peitinhos branquinhos com força, mordendo os bicos rosados até ela gritar. Depois desceu, ajoelhando e abrindo as pernas dela com brutalidade. Lambeu a bucetinha rosinha com fome, enfiando a língua fundo enquanto apertava as coxas tatuadas.
— Ai meu Deus…! — Camila gritou, já sentindo as pernas fraquejarem.
Ele não teve piedade. Levantou ela novamente, carregou até o quarto do casal e jogou a ruivinha na cama de bruços. Puxou a bunda rabuda dela pra cima, deu dois tapas fortes que deixaram marcas vermelhas na pele branquinha.
— Levanta essa bunda pra mim!
Camila obedeceu, choramingando. O negão tirou o pauzão pra fora — duro, latejando, enorme — e esfregou a cabeça grossa na entrada da bucetinha apertada. Sem avisar, segurou a cintura dela e meteu com tudo.
— Aaaaaahhhhhh! — Camila gritou alto, o corpo inteiro tremendo. O pau dele era grosso demais. Ela sentiu a bucetinha sendo arrombada, esticada ao limite. Lágrimas escorreram dos olhos dela imediatamente.
Ele não parou. Começou a socar forte, violento, batendo fundo. O barulho molhado das metidas ecoava no quarto. Cada estocada fazia a bunda rabuda dela balançar. Ele segurava os cabelos ruivos como rédea, puxando a cabeça dela pra trás enquanto fodia.
— Tá gostando, hein? Essa bucetinha de casada tá apertando meu pau!
— Ai… dói… mas não para… por favor… — Camila chorava e gritava ao mesmo tempo, mistura de dor e prazer insano.
Ele virou ela de lado, levantou uma perna e meteu ainda mais fundo, socando com raiva. A mão dele dava tapas na bunda e nas coxas tatuadas. Camila soluçava, lágrimas escorrendo pelo rosto branquinho, mas a bucetinha jorrava tanto que molhava o lençol.
Ele a virou de novo, colocou ela de quatro e segurou os quadris com força, metendo como um animal. A cama batia contra a parede. Camila gritava sem controle:
— Aaaaiii meu Deus! Vai rasgar! Tá muito grande… eu vou gozar…!
O orgasmo dela veio forte. O corpo pequeno convulsionou, bucetinha apertando o pau dele enquanto ela chorava de prazer. Mas ele não parou. Continuou socando mais rápido, mais fundo, até que o suor dele pingava nas costas tatuadas dela.
— Vou gozar… — ele avisou com a voz rouca.
— Não… ainda não… — ela implorou entre soluços, mas o corpo dela pedia o contrário.
Ele deu mais algumas metidas brutais e gozou fundo, enchendo a bucetinha rosinha de porra quente. Jatos grossos jorraram dentro dela enquanto Camila tremia e chorava, gozando pela segunda vez.
Quando ele tirou o pau, um rio de sêmen escorreu da bucetinha arrombada, descendo pelas coxas branquinhas e tatuadas. Camila desabou na cama, ofegante, chorando baixinho, corpo marcado de tapas e mordidas.
Ele se deitou ao lado, passou a mão na bunda dela e sussurrou:
— Essa buceta agora é minha.
Camila não respondeu. Só chorou, sentindo a mistura de culpa, dor e um prazer viciante que ela nunca tinha sentido na vida.
Parte 5 – A Manhã Toda e o Creampie no Cuzinho
Eles não pararam depois da primeira foda. A manhã toda virou uma maratona de sexo bruto. O negão fodeu Camila de novo no quarto do casal, no sofá da sala, contra a parede da cozinha… A ruivinha baixinha estava destruída, bucetinha rosinha inchada e cheia de porra, mas ele ainda queria mais.
— Agora vou comer esse cu rabudo branquinho — ele disse, virando ela de bruços na cama.
Camila tremeu. Nunca tinha dado o cu pro marido, mas naquele momento de loucura só conseguiu gemer um “vai devagar…”. Ele cuspiu na rola grossa, posicionou a cabeça enorme no cuzinho virgem e apertado e começou a forçar.
— Aaaaiiiiii! — Camila gritou alto, mordendo o travesseiro enquanto ele entrava devagar. O pauzão de quase 25cm abriu o rabão branquinho dela centímetro por centímetro. Lágrimas escorreram no rosto dela. Doía pra caralho, mas o tesão era maior.
Ele meteu fundo, bem devagar, sentindo o cuzinho apertar forte em volta da rola. Ficou socando lento e profundo, abrindo o intestino dela, enquanto apertava a bunda rabuda com as mãos. Camila choramingava e gemia, o corpo pequeno tremendo a cada estocada.
De repente, o celular dela tocou. Era o marido.
O negão não parou. Continuou fodendo o cuzinho dela bem devagar, bem fundo, enquanto ela atendia a ligação, voz trêmula:
— Alô… oi amor…
O pauzão entrava e saía do rabão dela, 20, 22, quase 25cm fundo, abrindo o intestino. Camila mal conseguia se concentrar, mordendo o lábio até sangrar.
— Oi linda, tô saindo agora do campo. Vou passar aí em umas 1 hora pra te buscar e a gente almoçar fora, tá bom? — disse o marido, todo animado e corno, sem imaginar que a esposa estava sendo arrombada.
— Tá… tá bom amor… — Camila respondeu, a voz falhando quando o negão deu uma estocada mais funda. — Eu… eu vou me arrumar agora…
O marido ainda falou mais algumas coisas. Enquanto isso, o negão segurava a cintura dela e metia devagar, girando o quadril, sentindo o cuzinho quente apertar a rola inteira. Camila apertava os lençóis, olhos revirando, lágrimas caindo.
Assim que desligou o telefone, ela jogou o celular na cama e gritou:
— Goza logo! Meu marido tá vindo em uma hora! Por favor!
O negão sorriu com tesão e raiva. Puxou o pau quase todo pra fora, abriu bem as pernas dela, segurou os tornozelos da ruivinha e meteu com força bruta.
— AAAAAAHHH!!! — Camila gritou de dor, o corpo inteiro se contorcendo.
Ele começou a socar o cuzinho dela com raiva, enfiando os 25cm inteiros até o talo, arrombando o rabão branquinho sem piedade. O barulho das bolas batendo na bunda molhada enchia o quarto. Cada estocada entrava fundo no intestino dela, abrindo tudo.
Camila chorava alto, gritando:
— Ai meu Deus! Tá rasgando! Dói muito! Por favor… aaaiii!
Mas ela não mandava ele parar. Empinava o rabão, dando o cu como uma vadia. O negão socava cada vez mais forte, segurando os cabelos ruivos dela, batendo fundo sem parar.
— Toma no cu, sua casada putinha! — ele rosnava.
Depois de vários minutos de foda selvagem no rabão, ele enterrou o pau até o fim e gozou. Jatos grossos e quentes encheram o intestino dela, enchendo o cuzinho arrombado de porra. Camila sentiu o calor enchendo tudo por dentro e gozou também, tremendo violentamente, chorando e gritando de prazer misturado com dor.
Quando ele tirou o pau, o cuzinho dela ficou aberto, piscando, com porra grossa escorrendo em grande quantidade, descendo pela bucetinha e manchando os lençóis do casal.
Camila desabou na cama, soluçando, corpo marcado, bucetinha e cuzinho destruídos, cabelos ruivos grudados no suor do rosto branquinho.
O negão deu um tapa forte na bunda dela e disse:
— Da próxima vez vou te foder o dia todo.
Ela só conseguiu chorar baixinho… já sabendo que não ia conseguir resistir.
Parte 6 – A Despedida e a Chegada do Marido
Ainda deitada na cama, ofegante, com o cuzinho arrombado latejando e escorrendo porra grossa do negão, Camila tentou se levantar. O corpo pequeno e branquinho dela estava destruído: marcas de tapas vermelhas na bunda rabuda, cabelos ruivos bagunçados, olhos inchados de tanto chorar e gozar.


O negão, ainda com o pau semi-duro brilhando de porra e sucos do cu dela, segurou ela pelo braço.
— Limpa meu pau agora, ruivinha. Quero que você tire o gosto do seu rabão da minha rola.
Camila arregalou os olhos, nervosa.
— Não… meu marido tá chegando em menos de uma hora! Eu preciso trocar os lençóis, me arrumar…
Ele sorriu malicioso e agarrou os cabelos ruivos dela com firmeza.
— Ainda temos uns 30 minutos. Abre essa boquinha.
Ela tentou resistir, mas ele forçou o pau sujo contra os lábios dela. O cheiro forte de cu, porra e buceta dela invadiu o nariz da ruivinha. Relutante, Camila abriu a boca e começou a chupar devagar, com nojo no começo. A língua passava pela cabeça grossa, sentindo o gosto proibido do próprio cuzinho.
O negão pegou o celular e começou a filmar.
— Para! Não filma isso! — ela reclamou, tirando o pau da boca por um segundo, saliva escorrendo no queixo.
Ele riu e mostrou a galeria do celular. Tinha vários vídeos escondidos: ela chupando ele no ônibus, engolindo porra; os momentos de encoxada com ele gozando na legging e na calcinha; e o pior — vários ângulos dela gemendo e implorando “goza no meu cu”, “arromba meu rabão”, “me enche de porra” enquanto ele socava fundo.
— Você vai chupar sim, e vai chupar gostoso pra câmera. Senão eu mando tudo isso pro seu marido.
Camila ficou pálida, olhos cheios de medo e excitação. Respirou fundo, nervosa, mas algo dentro dela aceitou. Ela olhou pra câmera, assumiu uma cara de vadia e começou a chupar igual uma atriz pornô.
Segurou o pauzão com as duas mãozinhas branquinhas, lambia da base até a cabeça, passava a língua nas veias, chupava as bolas pesadas e voltava a engolir fundo, fazendo barulhos molhados e safados. Olhava pra câmera com olhos verdes pidões, saliva escorrendo nos peitos tatuados. O negão gemia, segurando a cabeça dela e fodendo sua garganta.
— Isso… assim mesmo, sua putinha ruiva. Engole tudo.
Depois de uns minutos de mamada intensa, ele não aguentou. Segurou a cabeça dela com força e gozou direto na garganta. Jatos grossos desceram goela abaixo. Camila engoliu tudinho, tossindo um pouco, mas sem derrubar quase nada. Lambeu o pau limpo até brilhar.
— Boa menina — ele disse, dando um tapa na cara dela de leve e guardando o celular.
Eles se vestiram rápido. O negão deu um último beijo bruto nela e saiu pelos fundos.
Camila correu: trocou os lençóis sujos correndo, abriu as janelas pra tirar o cheiro forte de sexo e suor. Estava só de uma calcinha preta fio-dental quando o marido chegou.
Ele entrou em casa e logo franziu a testa. O cheiro ainda estava no ar. Viu a esposa baixinha de costas, só de calcinha, trocando as cobertas da cama. A bunda rabuda dela estava vermelha, cheia de marcas de dedos e tapas. O cuzinho ainda inchado e levemente aberto, com um brilho suspeito.
— Camila… tá tudo bem? — perguntou ele, desconfiado. — Que cheiro é esse? E sua bunda… tá toda marcada.
Ela se virou, sorrindo nervosa, pele branquinha corada. Parou na frente do espelho do quarto, deu uma viradinha e começou a dar tapas fortes na própria bunda, fazendo ela balançar.
— Tá calor hoje, amor… olha como eu tô com um bundão, né? — disse ela, rebolando de leve e dando mais tapas, gemendo baixinho. — Olha só… não quer meter nele? Tá bem macia hoje…
O marido ficou olhando, pau começando a endurecer, mas ainda desconfiado. Ele se aproximou, abriu a bunda dela com as mãos e viu o cuzinho claramente arrombado, inchado, vermelho e brilhando de lubrificação e resquícios de porra.
— Caralho… seu cu tá… diferente. Tá molhada pra caralho também. O que aconteceu aqui?
Camila ficou nervosa, mas virou rápido, ajoelhou na frente dele e puxou o pau do marido pra fora.
— Eu tava treinando pra você, amor… colocando dedinho no cuzinho pra te dar um dia. Mas agora quero tentar um pau de verdade… — mentiu ela, olhando pra cima com carinha safada.
Antes que ele pudesse perguntar mais, ela engoliu o pau dele até o fundo, chupando com vontade, usando toda a técnica que tinha aprendido com o negão. O marido gemeu alto, esqueceu as suspeitas na hora e segurou os cabelos ruivos dela.
Camila chupava desesperada, pensando no gosto do cu ainda na boca, no cuzinho arrombado latejando, e no risco delicioso de ter sido descoberta.
Parte 7 – A Foda com o Marido
Camila estava ajoelhada, chupando o pau do marido com vontade. Depois de alguns minutos, ele já estava bem duro. Ela se levantou, olhou pra ele com cara de safada e empurrou ele pra cama.
— Hoje eu quero te dar o cuzinho, amor… finalmente consegui relaxar pra isso.
O marido arregalou os olhos, excitadíssimo. Camila subiu na cama, virou de costas pra ele, abriu as pernas e posicionou o cuzinho arrombado em cima da cabeça do pau dele. Devagar, ela sentou.
O pau do marido entrou fácil. Depois de ter levado 25cm do negão, o marido parecia pequeno. Camila desceu até o final sem quase sentir dor, só uma sensação cheia e gostosa.
— Aaaahhh… que delícia… — gemeu ela, começando a cavalgar devagar.
O marido foi à loucura. Segurou a bunda rabuda dela com as duas mãos e gemia alto:
— Porra, Camila… seu cu tá tão quente… tão molhado… nunca senti isso!
Ela cavalgava rebolando, a bunda branquinha subindo e descendo, cabelos ruivos balançando nas costas tatuadas. O cuzinho dela fazia barulhos molhados a cada descida. Logo ela percebeu: o pau do marido estava ficando cada vez mais melado, brilhando com a porra grossa do negão que ainda estava dentro dela.
“Merda…”, pensou ela.
Sem perder tempo, ela desceu do pau dele, virou de frente e engoliu a rola toda, chupando forte pra limpar. O gosto da própria porra misturada com o cu dela invadiu a boca, mas ela fingiu que estava louca de tesão.
— Delícia, amor… quero mais — disse ela, voltando a se posicionar.
Dessa vez ficou de quatro, pernas bem abertas. Empinou o rabão e pediu:
— Pode meter devagarinho primeiro… vai aumentando, tá?
O marido posicionou o pau e enfiou. Entrou fácil de novo. Camila fez caretas e gemeu como se estivesse doendo:
— Ai amor… tá doendo um pouquinho… mas continua… é gostoso também.
Na verdade, ela quase não sentia nada. O pau do marido era menos da metade do tamanho e da grossura do negão. Era confortável, até prazeroso. Por dentro ela ria: “Se ele soubesse que eu acabei de levar uma rola enorme…”
Ele se empolgou com os gemidos dela:
— Vou foder esse cu igual fodo sua boceta!
Começou a meter mais rápido, segurando a cintura dela. Camila rebolava pra trás, ajudando. Ela mentia descaradamente:
— Ai… tá doendo muito… mas não para… eu aguento… me fode o cuzinho!
O marido metia com força, suado, gemendo como um animal. O cuzinho dela estava tão aberto e cheio de porra que fazia barulhos obscenos. Camila sentiu a porra do negão ameaçando vazar mais.
De repente ela fingiu uma dor maior:
— Amor… tá doendo demais… acho que vou fazer xixi… não consigo segurar!
Ela não esperou resposta. Relaxou e começou a mijar, um jato quente molhando a barriga do marido, o pau dele e escorrendo pela cama. Usou o xixi pra disfarçar e lavar um pouco da porra que saía do cuzinho. O marido ficou louco com a cena.
— Caralho… que safada!
Ele meteu mais algumas vezes e gozou forte dentro do cu dela. Jatos mornos se misturaram com a porra do negão. Ele gozou bastante, gemendo alto, enchendo o rabão da esposa.
Camila virou, limpou o pau dele com a boca carinhosamente, lambendo tudo.
— Pode foder meu cu sempre agora, amor… eu gostei — disse ela, sorrindo.
Eles foram pro banho juntos. Enquanto o marido ensaboava o corpo dela, Camila ficou pensativa, olhando pro nada. A bucetinha e o cuzinho latejavam. Ela já imaginava a próxima vez com o negão: talvez marcar um motel, deixar ele arrombar os dois buracos de novo, talvez até gravar ela mesma pedindo pra ele gozar dentro…
Enquanto o marido beijava seu pescoço, Camila sorria por dentro. A ruivinha baixinha e rabuda tinha virado uma vadia completa… e estava adorando.


