Sexo Conto Erótico Capítulo 3: – Sil Torra Dívida da Madrugada: Porra de Outro Homem no Cuzinho da Namorada – Foda de Despedida Corno

Sexo Conto Erótico Capítulo 3: - Sil Torra Dívida da Madrugada: Porra de Outro Homem no Cuzinho da Namorada – Foda de Despedida Corno

Conto Erótico Cap 3: A Dívida da Madrugada

Continuação:

Sil estava parada no meio do quarto, o vestido ainda levantado, a buceta inchada e o cuzinho arrombado pingando porra grossa do motorista pelas coxas grossas. Olhou para Rafael com um misto de raiva e excitação maldosa.

— Olha bem, seu merda — disse ela, abrindo as pernas e passando a mão na buceta, mostrando os dedos melados de porra branca. — Tá vendo isso? É porra de outro macho pingando da minha buceta. Eu dei gostoso pra ele, gozei duas vezes no pau dele porque você é um inútil que nem foi me buscar. E ele ainda socou tudo nesse meu cuzinho que você nunca teve coragem de comer direito.

Rafael ficou vermelho de fúria, os olhos cheios de raiva e excitação. Sem dizer nada, agarrou ela pelos cabelos e jogou Sil de bruços na cama.

— Sua puta nojenta! — rosnou ele.

Sil riu provocante, empinando a bunda cavala mesmo com o corpo dolorido.

— Vai, me come então, seu merdinha! Come a buceta e o cu que tá cheio de porra de outro homem. Me fode com a porra dele dentro de mim!

Rafael abriu o zíper, o pau duro latejando, e cuspiu no cuzinho já arrombado dela. Enfiou o pau de uma vez no cu de Sil, sentindo a porra cremosa do outro facilitando a entrada.

— Aaaahh… isso… me fode depois que ele já arrombou — gemeu Sil, empinando mais a bunda. — Soca com vontade, vai! Sente como meu cu tá molhado da porra dele?

Rafael socou com raiva no começo, metendo fundo e batendo forte na bunda dela. Depois diminuiu o ritmo, metendo devagar, sentindo a textura quente e cremosa da porra alheia envolvendo o pau dele.

Sil gemeu mais baixo, relaxando o corpo. Abriu bem a bunda com as próprias mãos, recebendo ele calmamente.

— Tá gostoso assim… devagar no meu cuzinho… — murmurou ela, rebolando devagar contra ele.

Rafael passou as mãos nas costas dela, subiu até os peitos grandes, apertando com carinho enquanto metia fundo e lento. Beijou o pescoço dela.

— Eu ainda te amo, Sil… — sussurrou ele, a voz embargada.

Sil virou o rosto, olhando pra ele com um sorriso safado e cruel.

— Como você pode me amar, hein? Olha o estado que eu tô… meu cuzinho e minha bucetinha tão cheios de porra de um desconhecido que eu tive que pagar fodendo. Eu adorei ser usada por ele. Gozei gostoso, implorei pra ele gozar dentro. Eu sou uma putinha assim mesmo… por isso quero terminar.

Rafael parou de meter, os olhos enchendo de lágrimas. Ele chorou baixinho, o pau ainda dentro do cu dela.

— Por favor… não…

Ele tirou o pau devagar do cuzinho arrombado, um fio de porra escorrendo.

Sil virou de frente, olhou pra ele com um misto de pena e tesão, e segurou o pau melado dele.

— Não precisa chorar, amor… — disse ela suavemente.

Então ela se inclinou, abriu a boca carnuda e começou a chupar o pau dele, lambendo a mistura da própria porra com a do motorista.


Sil chupava o pau de Rafael com vontade, mesmo estando exausta. A boca carnuda deslizava devagar pelo comprimento dele, lambendo toda a mistura cremosa de porra — a dela, a do motorista e o resto que tinha no cu. Ela olhava para cima, direto nos olhos dele, enquanto sugava a cabeça grossa, fazendo barulho molhado.

— Hmm… tá sentindo o gosto dele no seu pau? — provocou ela, tirando o pau da boca por um segundo e batendo ele no rosto. — Isso é o que sobrou do cara que me fodeu melhor que você.

Rafael gemia, uma mistura de raiva, tesão e dor no olhar. As lágrimas ainda escorriam, mas o pau pulsava duro na boca dela. Ele segurou o cabelo dela com força e empurrou um pouco mais fundo na garganta.

Sil engasgou, mas não recuou. Chupou mais fundo, babando bastante, até o queixo ficar melado. Depois lambeu as bolas dele, sugando uma de cada vez enquanto massageava o pau com a mão pequena.

— Você gosta disso, né? Seu corno safado… — murmurou ela entre lambidas. — Eu dei meu bucetão e meu cuzinho pra outro homem hoje… e agora você tá comendo os restos.

Rafael não aguentou mais. Puxou ela pelos cabelos, jogou ela de costas na cama e abriu bem aquelas coxas grossas. Enfiou o pau na buceta inchada e cheia de porra do outro. O som molhado e cremoso era alto enquanto ele metia.

— Aaaahh… isso… me fode com a porra dele dentro — gemeu Sil, rebolando contra ele. — Sente como minha bucetinha tá folgada e melada?

Ele socava com força, mas também com desespero, alternando entre estocadas raivosas e lentas. Depois tirou e voltou pro cuzinho, metendo devagar, sentindo a porra cremosa do motorista facilitar cada movimento.

Sil abriu a bunda com as mãos, gemendo baixinho, quase carinhosa agora.

— Devagar assim… tá gostoso no meu rabinho… continua…

Rafael deitou o corpo sobre o dela, beijando o pescoço, apertando os peitos grandes com marquinha de biquíni enquanto metia fundo e lento no cu. Lágrimas ainda caíam no ombro dela.

— Eu te amo pra caralho, Sil… mesmo assim — sussurrou ele.

Ela riu baixinho, maliciosa, apertando o cu em volta do pau dele.

— Como você pode amar uma puta que deu pro primeiro estranho que apareceu? Meu cuzinho tá todo arrombado e cheio da porra dele… minha bucetinha também. Eu gozei gostoso pra ele, sabe? Gozei gritando enquanto ele me socava na rua. Você ama uma putinha assim?

Rafael soluçou, mas não parou de meter, agora bem fundo e devagar, aproveitando cada sensação.

— Eu amo… eu amo você.

Sil virou o rosto e deu um beijo molhado nele, ainda rebolando devagar contra o pau.

— Eu adorei ser fodida daquele jeito… por isso quero terminar. Quero poder dar pra quem eu quiser, quando eu quiser. Mas pode terminar de me comer agora… essa é nossa foda de despedida.

Rafael continuou metendo devagar no cuzinho dela, abraçando o corpo pequeno e peitudo, misturando choro, raiva e tesão, enquanto Sil gemia baixinho e provocava no ouvido dele.