Hentai Professora e Diretora Gostosa fodendo com pai do aluno um negro dotado agressivo que adora foder as duas com raiva na buceta e no cu
Em uma sala de aula vazia após o expediente, a professora Maryana, branquinha, baixinha, peituda e rabuda, casada e tímida, discute com o pai negro e marginal de um aluno problemático; após acusações de racismo, tapas e choro, ele a força, mas ela cede ao ver o pau gigante de 28 cm, sendo fodida brutalmente na buceta e no cu até receber uma gozada profunda no útero fértil. A diretora loira de 65 anos, peituda e rabuda, espia, entra para intervir e acaba sendo coagida: tranca a porta, é tocada, chupa o pau sujo de porra, tem a garganta arrombada até quase desmaiar com a barriga cheia de sêmen, enquanto Maryana, ainda fraca e dolorida, participa e assiste excitada, as duas já tendo traído os maridos e combinado de ficar até tarde sob o pretexto de uma reunião de conselho.
Em uma sala de aula vazia após o expediente, a professora Maryana, branquinha, baixinha, peituda e rabuda, casada e tímida, discute com o pai negro e marginal de um aluno problemático; após acusações de racismo, tapas e choro, ele a força, mas ela cede ao ver o pau gigante de 28 cm, sendo fodida brutalmente na buceta e no cu até receber uma gozada profunda no útero fértil. A diretora loira de 65 anos, peituda e rabuda, espia, entra para intervir e acaba sendo coagida: tranca a porta, é tocada, chupa o pau sujo de porra, tem a garganta arrombada até quase desmaiar com a barriga cheia de sêmen, enquanto Maryana, ainda fraca e dolorida, participa e assiste excitada, as duas já tendo traído os maridos e combinado de ficar até tarde sob o pretexto de uma reunião de conselho.




A sala de aula já estava vazia quando o homem entrou. Alto, ombros largos, pele preta e grossa, cheiro de cigarro barato e suor. Camiseta preta surrada, bermuda larga, olhar pesado. O pai do aluno mais problemático da turma.
A professora estava de pé atrás da mesa, baixinha, branquinha, peitos grandes apertados na camisa social branca de grife, mini saia preta justa que mal cobria as coxas grossas e a bunda enorme. Meia-calça fina, salto alto. Coque meio solto, voz educada demais.
— Boa tarde, senhor. Precisamos conversar sobre o comportamento do seu filho. Ele continua desrespeitando as regras, xingando os colegas, e—
— Cala a boca — ele interrompeu, fechando a porta com força e trancando. — Você fica me mandando mensagem como se eu fosse um lixo. “Seu filho é indisciplinado”. “Seu filho não presta”. Quem você pensa que é, hein?
Ela engoliu em seco, tentando manter a postura.
— Eu só estou fazendo meu trabalho. Sou professora e tenho a obrigação de—
— Obrigação? — ele deu um passo à frente. — Você fica me olhando com essa cara de nojo toda vez que eu venho aqui. Acha que porque eu sou preto e moro na favela eu não sei criar meu filho? Acha que eu sou inferior?
— Eu nunca disse isso — ela respondeu, voz já um pouco tremida. — Eu só quero o melhor para o aluno.
Ele deu outro passo e parou bem na frente dela, olhando de cima.
— Mentiu. Eu vi o jeito que você me olha. Puta branca de grife, casada, cheia de pose, achando que é melhor. Fica de mini saia curta pra provocar e depois finge que é santa. Você é uma puta branca racista.
— Não fale assim comigo — ela disse, tentando soar firme. — Isso é desrespeitoso. Eu vou chamar a direção se—
O tapa veio seco, estalando no rosto dela. A cabeça virou pro lado. A mão dele era grande e pesada. Ela levou a mão na bochecha, olhos arregalados.
— Senhor… isso é crime — ela falou, a voz falhando. — Não pode me bater. Eu vou—
Outro tapa, mais forte. A bochecha ficou vermelha na hora. Ela soltou um soluço e as lágrimas começaram a descer.
— Chora, putinha. Chora. Racista do caralho. Fica me tratando como lixo e depois quer se fazer de vítima.
Ele a empurrou de leve contra a mesa. Ela tropeçou no salto e se apoiou na madeira, ainda chorando.
— Para… por favor… isso é crime… eu sou casada… você não pode…
Ele agarrou o cabelo dela e puxou a cabeça pra trás, forçando-a a olhar pra ele.
— Crime? Você fica me provocando com essa saia curta, esses peitos grandes, essa bunda enorme, e depois fala em crime? Olha pra mim. Olha pro meu pau.
Ele abriu o zíper devagar e tirou o pau. Grosso, preto, veias saltadas, cabeça larga e já meio duro. Maior do que qualquer coisa que ela já tinha visto. O marido dela mal tinha metade daquele tamanho.
A professora parou de chorar por um segundo. Os olhos ficaram grudados naquele pau gigante. A boca se abriu sem ela perceber. As lágrimas ainda escorriam, mas o olhar mudou.
— Não… não pode… é crime… eu sou casada… — ela repetiu, mas a voz saiu fraca, sem força.
Ele riu baixo, cruel, e apertou o pau na cara dela.
— Fala de novo que é crime. Fala. Olha o tamanho e ainda consegue falar?
Ela engoliu em seco. As mãos tremiam. O cheiro dele, o calor daquele pau preto tão perto do rosto… ela fechou os olhos por um instante.
— Eu… eu não posso… — sussurrou.
Ele soltou o cabelo dela e começou a abrir os botões da camisa social, um por um, bem devagar. Ela não afastou as mãos dele. Quando os peitos grandes e brancos saltaram pra fora do sutiã, ele apertou um com força, depois o outro, roçando os polegares nos bicos rosados até eles endurecerem.
— Ainda vai falar que é crime?
Ela soluçou de novo, mas não respondeu. As mãos grandes e pretas dele desceram pelo tronco, apertando a cintura fina, subindo de novo pelos peitos, descendo outra vez. Ele passou as palmas pelas laterais do corpo, sentindo a pele quente sob a camisa aberta, depois desceu até as coxas grossas. Levantou a mini saia devagar, as mãos grandes subindo pelas meias-calças, apertando a carne macia, subindo mais até agarrar a bunda enorme com as duas mãos, espalhando os dedos, apertando forte.
— Que rabão… branco, macio, pesado…
Ela tremia. Ele puxou a calcinha de lado e passou o dedo grosso pelo meio do bucetão peludo e rosado. Já estava úmido. Deslizou o dedo de cima a baixo, abrindo os lábios carnudos, tocando o clitóris inchado, depois desceu até a entrada e enfiou o dedo devagar. Ela arquejou, as pernas tremendo. As lágrimas ainda desciam, mas os quadris se moveram sozinhos contra a mão dele.
— Para… por favor… — ela pediu, quase sem voz.
Ele enfiou o segundo dedo. Os dois dedos grossos abriram o bucetão peludo, entrando e saindo devagar, fazendo barulho molhado. Com a outra mão ele continuou apertando a bunda, subindo e descendo pela coluna, voltando aos peitos, apertando os bicos, descendo de novo. Depois tirou os dedos da buceta e os levou mais atrás. O dedo médio encontrou o cuzinho apertado, rosado, e começou a pressionar, girando, empurrando só a ponta.
— Não… não aí… — ela gemeu, tentando fechar as pernas.
Ele não deixou. Segurou a coxa grossa com força e enfiou o dedo inteiro no cuzinho. Ela soltou um grito abafado. O dedo grosso entrou e saiu, enquanto os outros dois voltavam pra buceta. Ele fodia os dois buracos ao mesmo tempo, devagar, sentindo ela se apertar e molhar cada vez mais.
— Molhada nos dois… depois de chorar e de falar em crime. Você é uma puta.
Ele tirou os dedos, agarrou a cintura dela com as duas mãos enormes e a virou de costas, empurrando o tronco dela contra a mesa da sala. A mini saia ficou toda levantada. Ele ajeitou o corpo dela, abrindo as pernas com o joelho, e com as duas mãos grandes puxou as nádegas brancas e enormes pra longe uma da outra, abrindo completamente o cuzinho rosado e o bucetão peludo.
Ela tentou se erguer, tentou fugir, mas ele era alto demais, forte demais. As mãos pretas seguravam a cintura dela como se fossem grilhões. Ela não tinha a menor chance.
— Solta… eu vou chamar a polícia… isso é crime… — ela falou, a voz embargada de choro e de medo.
Ele não respondeu. Abaixou o corpo grande e negro e caiu de boca direto no cuzinho dela.
A língua quente e larga passou devagar pelo anel apertado, lambendo, beijando, empurrando a ponta pra dentro. O cuzinho rosado ficou imediatamente molhado de saliva. Ele chupou, beijou, enfiou a língua mais fundo, depois lambeu de novo, abrindo e fechando a boca em volta daquele furinho que nunca tinha sido tocado por boca nenhuma.
A professora nunca tinha sentido aquilo. O marido nunca tinha colocado a boca ali. Nunca tinha sequer comido o cu dela. A sensação era nova demais, íntima demais. Ela soltou um gemido baixinho, quase sem querer.
— Para… por favor… eu vou chamar a polícia… — ela protestou, a voz falhando.
Ele continuou. A língua girava, chupava, enfiava. A saliva escorria pelo cuzinho e descia até o bucetão peludo. Ele abria mais as nádegas com os polegares e comia aquele cu como se estivesse faminto, fazendo barulho molhado, molhando tudo.
— Ahh… para… — ela gemeu de novo, mais fraco.
Entre cada protesto um gemido escapava. Ela tentava se mexer, mas as mãos grandes na cintura a seguravam firme contra a mesa. O corpo dela, baixinho e curvilíneo, não tinha força contra aquele negro alto e forte. A língua continuava lambendo, beijando, enfiando. O cuzinho rosado pulsava, abrindo um pouco mais a cada passagem da língua.
— Eu vou… chamar… a polícia… — ela repetiu, mas a frase saiu cortada por outro gemido baixinho.
Ele lambeu mais fundo, chupou o anel inteiro, depois desceu a língua até o bucetão e voltou subindo, molhando tudo de novo. Ela tremia. As coxas grossas se abriram um pouco mais sozinhas. O choro ainda estava ali, mas os gemidos vinham cada vez mais seguidos, cada vez mais baixos, cada vez mais entregues.
— Para… ahh… para… — ela sussurrava entre um gemido e outro, cedendo um pouco mais a cada segundo em que aquela língua quente beijava o cuzinho que ninguém nunca tinha beijado.
Ele continuou lambendo o cuzinho rosado por mais alguns minutos, a língua quente e larga entrando e saindo, molhando tudo, até a professora estar tremendo de pernas abertas e gemidos baixinhos escapando entre os protestos fracos. Depois ele se ergueu um pouco, virou o corpo dela de frente com as mãos grandes na cintura e a sentou na beira da mesa, abrindo as coxas grossas com força.
A mini saia ficou toda amassada na cintura. A calcinha ainda puxada de lado. O bucetão peludo e rosado estava à mostra, inchado, molhado de saliva e de tesão. Ele ajoelhou na frente dela, o corpo negro e grande enchendo o espaço entre as pernas brancas, e sem dizer nada enterrou o rosto ali.
A língua larga passou primeiro pelos lábios carnudos, abrindo-os, depois subiu direto pro clitóris inchado. Ele chupou com força, puxando o botãozinho rosado para dentro da boca, lambendo em círculos rápidos enquanto dois dedos grossos entravam de novo na buceta. Ela soltou um grito abafado, as mãos tentando empurrar a cabeça dele, mas sem força nenhuma.
— Para… não… ahh… faz muito tempo… eu não… — ela gemia, a voz falhando.
Ele não parou. A língua trabalhava sem pressa e sem piedade, chupando, lambendo, enfiando, enquanto os dedos curvavam dentro dela e encontravam aquele ponto que fazia as coxas grossas tremerem. A professora jogou a cabeça pra trás, os peitos grandes subindo e descendo rápido, as lágrimas ainda no rosto misturadas com o prazer que ela não sentia há tanto tempo.
O marido nunca a chupava daquele jeito. Nunca a levava tão longe. Fazia meses — talvez mais — que ela não gozava de verdade. O corpo dela começou a tremer mais forte. As unhas cravaram na beira da mesa. Os quadris se mexiam sozinhos contra a boca dele.
— Eu… eu não consigo… para… ahh caralho… — ela protestava entre gemidos cada vez mais altos.
Ele chupou o clitóris com mais força, os dedos entrando e saindo rápido, e ela quebrou. O corpo inteiro se arqueou. Um jato quente e transparente saiu com força do bucetão peludo, esguichando no peito e no rosto dele, molhando a camiseta preta, escorrendo pelas coxas grossas e pingando no chão da sala de aula. Ela gozou em squirts longos, um atrás do outro, gritando baixinho, as pernas bambas, o corpo inteiro sem força.
Quando o último jato saiu, ela caiu pra trás na mesa, ofegante, os olhos semicerrados, as pernas abertas e tremendo, completamente mole. O bucetão pulsava, rosado, encharcado, os pelos pretos colados de gozo e saliva.
Ele se levantou devagar. O pau preto de 28 centímetros estava agora completamente duro, grosso, veias saltadas, a cabeça larga e brilhante de pré-gozo. Era o dobro do pau do marido dela — 15 centímetros duros era o máximo que o homem dela conseguia, e mesmo assim raramente a preenchia direito. Aquele pau negro parecia impossível de caber.
Ele se posicionou entre as coxas grossas e moles dela, segurou o pau com uma mão e apoiou a cabeça larga bem na entrada do bucetão encharcado. A glande quente e grossa abriu os lábios carnudos só com o peso.
A professora abriu os olhos. Viu o tamanho. O olhar dela mudou na hora — medo puro misturado com o tesão que ainda tremia no corpo.
— Não… espera… é grande demais… meu marido só tem a metade… eu não vou aguentar… — ela falou, a voz fraca, as mãos tentando empurrar o peito dele sem nenhuma força.
Ele não respondeu. Só empurrou um pouco mais, a cabeça do pau de 28 cm entrando devagar, abrindo o bucetão peludo centímetro por centímetro, enquanto ela gemia de medo e de prazer ao mesmo tempo, as pernas ainda bambas, o corpo inteiro entregue na mesa da sala de aula.
Ele segurou o pau grosso com uma mão e empurrou só mais um pouco. A cabeça larga de 28 cm abriu os lábios carnudos do bucetão peludo e entrou. A professora soltou um gemido longo, as unhas cravando na beira da mesa, o corpo ainda bambo do squirt anterior.
— Para… isso é à força… eu não quero… — ela falou, a voz fina, dengosa, quase um choramingo. — Eu não quero… para…
Mas a buceta molhada e quente já engolia a glande inteira, se abrindo em volta daquele pau preto impossível, pulsando, sugando. Cada centímetro que entrava fazia ela tremer e gemer baixinho, mesmo enquanto protestava.
Ele riu, cruel, e empurrou mais um pouco, bem devagar.
— Racista do caralho. Fica falando que não quer, mas a buceta tá engolindo sozinha. Puta branca racista, casada, cheia de pose… agora engolindo pau de preto.
Ele enterrou mais. Lento. Profundo. A cada empurrão a cabeça grossa abria caminho, os lábios rosados e peludos se esticando ao redor do pau negro. Quando a metade já estava dentro, outro squirt fraco saiu dela, escorrendo pelas bolas dele e pingando no chão. Ela gemeu alto, a voz quebrada.
— Ahh… para… é grande demais… eu não quero… — ela repetia, dengosa, chorosa, mas os quadris se mexiam sozinhos, tentando engolir mais.
Ele não acelerou. Continuou entrando centímetro por centímetro, devagar, profundo, até que os 28 cm inteiros desapareceram dentro do bucetão gordo. A pélvis dele encostou na bunda branca. Ela estava completamente preenchida, o pau batendo no fundo, esticando tudo.
— Olha só… engoliu tudinho. Racista safada.
Ele começou a foder. No começo ainda lento, tirando quase tudo e enterrando de novo até o fundo, cada estocada profunda fazendo ela esguichar um pouco mais. O barulho molhado enchia a sala. Ela chorava, gemia, falava “para… eu não quero…”, mas a voz saía fraca e molhada de prazer.
Aí a raiva dele subiu. Ele segurou as coxas grossas com força, abriu mais as pernas dela e começou a socar de verdade. Estocadas fortes, raivosas, o pau preto sumindo inteiro a cada golpe, a bunda branca batendo contra ele, o bucetão gordo engolindo e cuspindo o pau com barulho molhado e baixo.
— Toma, puta racista! Engole esse pau!
Ela gritou. Gemeu. Chorou. As lágrimas escorriam pelo rosto enquanto o corpo inteiro tremia. Cada estocada forte fazia os peitos grandes balançarem e outro jato sair da buceta. Ela gozava de novo, esguichando sem parar, o corpo se contorcendo na mesa, as unhas arranhando a madeira, a voz alta e quebrada:
— Ahh caralho… para… eu não quero… ahh… me fode… não… ahh!
Ele não parou. Continuou socando com raiva, fundo, forte, o pau de 28 cm arrombando o bucetão peludo até o útero, enquanto ela gritava, gemia, chorava e gozava sem conseguir parar, completamente entregue na mesa da sala de aula.
Ele segurou a cintura dela com as duas mãos enormes, os dedos pretos cravando fundo na carne branca, e acelerou pela última vez. As estocadas ficaram curtas, brutais, raivosas. O pau de 28 cm saía só o suficiente para voltar com força total, batendo seco e fundo no útero a cada golpe. O barulho molhado e cremoso era obsceno. O creme branco que ela produzia escorria pelas bolas dele em fios grossos, pingando no chão sem parar.
— Aguenta… aguenta essa porra… — ele rosnava entre os dentes, a voz baixa e carregada de ódio e tesão.
A professora Maryana chorava alto, o rosto completamente molhado, os olhos vermelhos, a boca aberta em gritos entrecortados. O corpo dela já não respondia direito. As pernas grossas tremiam sem controle, os peitos grandes balançavam a cada estocada, e o bucetão gordo e peludo se contraía desesperado em volta do pau preto.
— Não… não goza dentro… por favor… eu tô no período… eu tô fértil… eu vou engravidar… — ela soluçava, a voz quebrada, quase sem força.
Ele não respondeu com palavras. Respondeu com o corpo. Enterrou o pau até o fundo uma última vez, a pélvis batendo forte na bunda branca, e gozou.
O primeiro jato saiu com violência, grosso, quente, direto no útero. Maryana gritou, o corpo se arqueando com força, as unhas arranhando a mesa. O segundo jato veio logo em seguida, ainda mais forte, enchendo o canal já apertado. Ele continuou socando enquanto gozava, estocadas curtas e raivosas, forçando cada gota para o fundo. O terceiro, o quarto, o quinto… a porra preta e densa continuava saindo em jatos longos e pesados, enchendo o bucetão até não caber mais.
O excesso começou a vazar. Fios brancos e cremosos escorriam pelas laterais do pau grosso, desciam pelas bolas dele, pingavam pelas coxas grossas de Maryana e formavam uma poça no chão da sala. Ele não parava de gozar. Continuava metendo fundo, empurrando mais porra para dentro do útero, o rosto contraído de prazer e raiva, o peito negro subindo e descendo rápido.
— Toma… toma tudo… preteia essa família branca… — ele falava entre gemidos baixos, ainda descarregando dentro dela.
Maryana chorava sem parar. Os soluços vinham altos, desesperados. O bucetão dela estava completamente preenchido, o pau ainda enterrado até o fundo, a porra quente e grossa vazando sem controle. Ela sentia cada jato bater lá dentro, sentia o útero sendo inundado, e o pânico só aumentava.
— Eu tô fértil… eu tô no período… você gozou no meu útero… eu vou engravidar… meu Deus… eu vou engravidar do seu filho… — ela soluçava, a voz alta e quebrada, as lágrimas escorrendo sem parar pelo rosto.
Ele deu mais algumas estocadas lentas, empurrando a porra ainda mais fundo, até o último espasmo passar. Só então parou, o pau ainda latejando dentro dela, a buceta latejando em volta, completamente cheia. Quando ele tirou devagar, um volume enorme de porra branca e cremosa saiu junto, escorrendo em quantidade pela entrada rosada e peluda, descendo pelas nádegas e formando um fio grosso até o chão.
Maryana ficou deitada na mesa, as pernas abertas e tremendo, o bucetão latejando e vazando sem parar, o rosto virado para o lado, chorando alto e descontrolado.
— Você gozou dentro… no meu útero… eu tô fértil… eu vou ter um filho preto… — ela repetia entre soluços, a voz falhando.
Foi nesse momento que a porta da sala se abriu.
A diretora — uma loira de 65 anos, cabelos curtos e bem tratados, peitos grandes e pesados marcando o blazer apertado, bunda grande e firme sob a saia social — estava parada no batente. Ela tinha espiado pela fresta da porta por quase um minuto inteiro, vendo tudo: o negro alto e forte socando a professora baixinha até o fundo, o pau enorme entrando e saindo, e agora a porra branca escorrendo em quantidade do bucetão de Maryana.
Os olhos da velha loira estavam arregalados. A boca entreaberta. Ela tinha entrado para intervir, para gritar, para separar os dois… mas a cena a deixou paralisada por alguns segundos.
Maryana, ainda deitada na mesa com as pernas abertas, o bucetão completamente preenchido e vazando porra, virou o rosto inchado de choro e encontrou o olhar da diretora.
— Diretora… — ela soluçou, a voz fraca e desesperada. — Ele gozou dentro… eu tô fértil…
O negro ainda estava entre as pernas dela, o pau semi-duro e sujo de porra e creme, olhando para a mulher mais velha que acabara de entrar.
A diretora deu um passo para dentro da sala e fechou a porta atrás de si, o peito grande subindo e descendo mais rápido do que o normal.
A diretora ficou parada no meio da sala por longos segundos, o peito grande subindo e descendo rápido sob o blazer apertado. Os olhos azuis percorriam a cena sem conseguir desgrudar: Maryana deitada na mesa, as pernas grossas ainda abertas e tremendo, o bucetão peludo completamente aberto e vazando uma quantidade absurda de porra branca e cremosa. O fio grosso escorria pelas nádegas brancas, pingava no chão e formava uma poça viscosa. O negro alto ainda estava entre as coxas dela, o pau semi-duro, grosso, sujo de porra e do creme da professora, latejando devagar.
— Meu Deus… — a voz da diretora saiu rouca, quase um sussurro. Ela levou uma mão ao peito, apertando o blazer. — Maryana… o que… o que foi que vocês fizeram?
Maryana virou o rosto inchado de choro para ela, os olhos vermelhos, a voz quebrada e alta:
— Diretora… ele gozou dentro… eu tô no período fértil… ele gozou no meu útero… eu vou engravidar… eu não tomo nada…
A loira de 65 anos deu dois passos à frente, a saia social justa marcando a bunda grande e firme. O rosto estava vermelho, a boca entreaberta. Ela tentou soar autoritária, mas a voz saiu trêmula:
— Isso é um crime! Você… você estuprou a professora na minha escola! Eu vou chamar a polícia agora mesmo!
Ela virou o corpo para a porta, a mão já buscando o celular no bolso do blazer. O negro, porém, se moveu rápido. Com dois passos largos alcançou a diretora, agarrou o pulso dela com a mão grande e preta e a puxou de volta para o centro da sala. A mulher mais velha tropeçou no salto, o peito grande batendo contra o peito largo dele.
— Solta! Solta agora! — ela gritou, tentando se soltar. — Eu sou a diretora dessa escola! Você não pode…
Ele não soltou. Segurou os dois pulsos dela com uma mão só e a empurrou até a mesa onde Maryana ainda estava deitada, vazando porra. A diretora caiu de costas contra a madeira, o blazer abrindo um pouco, o sutiã branco apertado marcando os peitos pesados e caídos pelo peso da idade. A saia subiu até a metade das coxas, revelando a meia-calça fina e a calcinha bege.
— Cala a boca, velha — ele falou baixo, a voz rouca. — Você ficou espiando a gente. Eu vi a porta se mexendo. Ficou olhando a putinha levar porra no útero e agora quer fazer de santinha?
A diretora engoliu em seco. O rosto ficou ainda mais vermelho. Os olhos dela, traidores, desceram por um segundo até o pau semi-duro e sujo que ainda apontava para cima, grosso, veias saltadas, coberto de porra branca. Ela desviou o olhar rápido, mas ele já tinha visto.
— Eu… eu só vim intervir — ela tentou, a voz falhando. — Isso não pode acontecer aqui… Maryana é casada… você não pode…
Maryana, ainda deitada ao lado, soluçava alto:
— Ele gozou dentro, diretora… eu tô fértil… eu vou ter um filho preto… olha o tanto que vazou…
A loira virou o rosto e olhou de novo. O bucetão de Maryana continuava latejando e cuspindo porra em quantidade, o creme branco misturado com a porra densa escorrendo sem parar. O cheiro forte de sexo e sêmen enchia a sala. A diretora sentiu as próprias coxas se apertarem involuntariamente sob a saia.
O negro soltou um dos pulsos dela e passou a mão grande pela coxa da mulher mais velha, subindo devagar pela meia-calça até a virilha. A diretora tremeu inteira, mas não gritou. Ele puxou a saia para cima de uma vez, revelando a calcinha bege já um pouco úmida no meio.
— Olha só… a velha rabuda também tá molhada. Ficou espiando a professora levar pau preto e gozada no útero e agora a xota tá pingando.
— Não… eu não… — ela balbuciou, tentando fechar as pernas.
Ele não deixou. Abriu as coxas dela com o joelho e passou o dedo grosso por cima da calcinha, sentindo o calor e a umidade. A diretora soltou um gemido baixo, involuntário, e imediatamente se cobriu de vergonha. O rosto ficou vermelho até o pescoço.
— Eu vou chamar a polícia… — ela repetiu, mas a voz saiu fraca, quase sem convicção.
Ele riu, tirou o dedo e mostrou para ela a pontinha úmida.
— Chama. Mas antes olha o que a sua professora tá fazendo.
Maryana, ao lado, ainda chorava, as pernas abertas, o bucetão completamente preenchido e vazando. A diretora não conseguia desviar o olhar. Os peitos grandes dela subiam e desciam rápido demais sob o blazer. A bunda grande estava pressionada contra a mesa. E entre as pernas, a calcinha bege já marcava uma mancha escura de tesão.
O negro se aproximou mais, o pau semi-duro quase tocando a coxa da mulher de 65 anos, e falou baixo, perto do ouvido dela:
— Você vai ficar aqui e vai ver ela levar mais. Ou então tira essa calcinha e assume que também quer.
A diretora fechou os olhos com força, o corpo inteiro tremendo, a respiração descompassada. Por um longo momento ela não disse nada. Só o som dos soluços de Maryana e do pau ainda latejando enchiam a sala.
Ele não soltou o pulso da diretora. A mão grande e preta apertou mais forte, puxando-a de volta para perto do corpo dele. A loira de 65 anos tropeçou, o peito grande batendo contra o peito largo e suado do negro. O cheiro de sexo, porra e suor enchia o ar entre os dois.
— Tranca a porta de novo — ele mandou, a voz baixa e grossa, sem espaço para discussão.
A diretora engoliu em seco. Os olhos azuis estavam arregalados, a respiração curta. Por um segundo ela hesitou, o corpo inteiro tremendo. Depois, estranhamente, obedeceu. Andou até a porta com passos curtos e nervosos, a saia social justa marcando a bunda grande e macia a cada movimento. Trancou a porta com um clique seco e voltou, as mãos tremendo, o rosto vermelho até o pescoço. O medo estava claro nos olhos, mas por baixo da meia-calça a calcinha bege já estava mais úmida do que antes.
Ele a puxou de novo pela cintura. A mão enorme desceu e agarrou a bunda dela por cima da saia — grande, gorda, flácida e macia, muito maior e mais macia que a bunda durinha de Maryana. Apertou forte, os dedos sumindo na carne branca e pesada.
— Bunda apertada de velha… — ele murmurou, enforcando o pescoço dela com a outra mão, sem apertar demais, só o suficiente para ela sentir o controle. A língua larga passou pelo pescoço branco e envelhecido, lambendo devagar, deixando um rastro quente de saliva. A diretora tremeu inteira, um gemido baixo e involuntário escapando da garganta.
Ele passou a mão por cima da saia, pressionando o bucetão apertado dela por cima da roupa. A calcinha já estava encharcada no meio. Os dedos grossos esfregaram o volume macio e quente, sentindo o calor que subia mesmo com medo.
— Segura meu pau — ele ordenou.
A diretora balançou a cabeça, a voz falhando:
— Não posso… eu sou casada… eu não posso…
Ele não aceitou a recusa. Agarrou a mão dela e colocou diretamente no pau semi-mole, ainda sujo de porra branca e do creme da buceta de Maryana. A mão da velha tremeu ao redor do volume grosso e quente. O pau era pesado, viscoso, o cheiro forte de sexo subindo direto para o nariz dela. Ela quis soltar, mas ele segurou o pulso dela ali, forçando-a a apertar.
— Segura direito, velha.
Enquanto ela segurava, ele abriu o blazer e a blusa dela com a mão livre. Os peitos grandes, pesados e um pouco caídos pelo peso da idade saltaram para fora do sutiã branco. Os bicos rosados e largos endureceram no ar frio da sala. Ele baixou a cabeça e chupou um com força, a boca quente envolvendo o bico, a língua girando, chupando, mordendo de leve. A diretora arquejou, as pernas bambas, a mão ainda apertando o pau sujo sem conseguir soltar.
— Tira a roupa. Fica só de calcinha — ele mandou, a voz rouca contra o peito dela.
Ela hesitou, choramingando baixinho:
— Não… por favor… eu sou casada… isso é errado…
Mas as mãos dela já estavam obedecendo. O blazer caiu no chão. A blusa foi aberta e jogada de lado. A saia social desceu pelas coxas grossas e brancas. O sutiã foi aberto e os peitos grandes e pesados ficaram completamente livres. Sobrou só a calcinha bege, grande, de senhora, que quase desaparecia no meio da bunda enorme, gorda, flácida e macia. A carne branca transbordava pelas laterais, macia demais, pesada demais. A bunda de Maryana era grande e durinha; a da diretora era maior, mais macia, mais branca, pesando e balançando a cada respiração ofegante.
Ele deu um tapa forte naquela bunda macia e olhou para ela de cima.
— Vou ser gentil com você. Você é velha. Não aguenta mais foder direito.
A frase acertou em cheio. A diretora levantou o queixo, o orgulho ferido misturado com o medo e a excitação que ela não conseguia esconder.
— Aguento sim — ela respondeu, a voz trêmula mas irritada. — Se a professora aguentou, eu aguento muito mais. Não me trata como inválida.
Ele riu baixo, o som rouco e cruel.
— Então prova. Ajoelha e chupa.
A diretora olhou para o pau que ainda estava na mão dela — meio mole, grosso, coberto de porra branca e do creme da buceta de Maryana. O cheiro era forte, sujo, íntimo.
— Tá… tá sujo… — ela sussurrou.
— Sujo da buceta da sua colega e da minha porra — ele confirmou, empurrando a cabeça dela para baixo. — Chupa.
Ela ajoelhou. As coxas grossas e brancas se abriram no chão da sala. A calcinha bege sumia quase por completo entre as nádegas macias. Com a mão tremendo, ela levou o pau sujo até a boca. Os lábios rosados e envelhecidos se abriram e engoliram a cabeça grossa, suja de porra e de Maryana. O gosto era forte, salgado, cremoso. Ela fez uma careta, mas não parou. A língua passou devagar, limpando a porra, engolindo o volume que ainda estava meio mole.
Do outro lado da mesa, Maryana tinha se acalmado um pouco. Os soluços diminuíram, mas os olhos continuavam marejados, vermelhos, fixos na cena. Ela via a diretora — a mulher que sempre a repreendia por qualquer atraso, a mulher de voz firme e blazer impecável — ajoelhada, de calcinha só, mamando o mesmo pau que minutos atrás estava enterrado até o útero dela, ainda sujo da porra que tinha vazado da própria buceta. Maryana não falava nada. Só observava, o bucetão ainda latejando e vazando, o peito subindo e descendo devagar, os olhos molhados sem conseguir desviar.
A diretora chupava com dificuldade, a boca se abrindo o máximo que conseguia para acomodar a grossura. Cada vez que ela puxava a cabeça para trás, um fio de saliva e porra conectava os lábios ao pau. O negro segurava o cabelo loiro curto dela e empurrava mais fundo, forçando a garganta da mulher de 65 anos.
— Isso… chupa direito, velha. Limpa o pau que fodeu a professora.
Ela gemia baixinho em volta do pau, o corpo inteiro tremendo, a calcinha bege agora completamente encharcada entre as pernas. O medo ainda estava ali. A vergonha também. Mas a excitação era mais forte, e a boca dela não parava de se mover.
Ele soltou o cabelo da diretora por um momento e virou o rosto para Maryana, que ainda estava deitada na mesa, as pernas abertas, o bucetão latejando e vazando porra.
— Vem cá, professora. Participa.
Maryana tentou se levantar, mas as pernas não obedeceram. O corpo inteiro ainda estava fraco, dolorido, o útero latejando pelo pau de 28 cm que tinha batido fundo demais. Ela escorregou da mesa e foi até ele rastejando, as coxas grossas tremendo, a mini saia amassada na cintura, os peitos balançando a cada movimento lento e sofrido. Quando chegou perto, ele segurou o queixo dela e falou baixo, quase no ouvido:
— Já era. A porra já tá dentro. Você já traiu o marido. Ela também já traiu. Agora é só aproveitar em sigilo. Ninguém conta nada. É cedo, são só 19h. Dá pra foder muito ainda.
Maryana baixou a cabeça, os olhos ainda marejados, mas não protestou. A diretora, ajoelhada, também ficou em silêncio, o peito grande subindo e descendo rápido.
— Manda áudio pro marido de vocês — ele ordenou. — Fala que vai ter reunião de conselho e que vão chegar tarde.
As duas pegaram os celulares com mãos trêmulas. Maryana, a voz ainda rouca de tanto gritar, gravou:
“Amor… vai ter uma reunião de conselho de classe… vai demorar… não me espera acordado…”
A diretora gravou em seguida, a voz trêmula tentando soar firme:
“Querido… surgiu uma reunião urgente do conselho… vou chegar mais tarde… pode dormir…”
Os áudios foram enviados. O silêncio da sala ficou pesado por alguns segundos.
A diretora voltou a boca para o pau. Agora estava gulosa, lambendo a cabeça grossa com a língua, tentando engolir mais, mas só a glande cabia. A boca envelhecida se abria o máximo que conseguia, saliva escorrendo pelos cantos, mas os 28 cm eram demais. Ela chupava com vontade, os olhos semicerrados, a calcinha bege completamente encharcada entre as pernas.
Enquanto isso, Maryana se virou de quatro ao lado deles. Abriu bem as nádegas brancas e durinhas com as duas mãos, expondo o cuzinho rosado ainda úmido de saliva antiga, e sentou o rabão direto na cara do negro. Ele não hesitou. Enterrou o rosto entre as nádegas e voltou a chupar o cu dela com fome. A língua larga e quente girou, enfiou, chupou, molhou. Maryana gemeu alto, a voz carregada de prazer genuíno.
— Ahh… isso… a língua no meu cu… foi a melhor coisa que eu já experimentei… nunca ninguém tinha feito isso…
Ela rebolava a bunda na cara dele, abrindo ainda mais, sentando com força, gemendo sem vergonha. A diretora, ajoelhada na frente, viu a cena e sentiu um ciúme quente subir. A vontade apertou entre as pernas. Ela chupou o pau com mais fome ainda, a saliva escorrendo em fios longos, tentando engolir mais daquele volume que não cabia.
O negro se levantou de repente. Puxou a diretora pelos cabelos loiros curtos e a colocou de joelhos mais firmes. Empurrou o pau contra a boquinha dela.
— Abre.
Ela abriu. Ele começou devagar, só a cabeça. A boca da velha já engasgou no primeiro empurrão. Ele puxou Maryana para perto.
— Segura os braços dela nas costas.
Maryana obedeceu. Ajoelhou atrás da diretora, puxou os braços da mulher mais velha para trás e segurou firmes. A diretora ficou completamente imobilizada, o peito grande para frente, a boca aberta e vulnerável.
Ele posicionou o pau na entrada dos lábios dela e começou a enfiar. Devagar no início. A glande sumiu. Depois mais. A diretora engasgou forte, o corpo inteiro se contorcendo, mas Maryana segurava os braços com força. Ele continuou empurrando. A cabeça do pau encontrou a garganta. Ela se desesperou, tentando puxar o ar, os olhos marejando na hora, saliva escorrendo em quantidade pelo queixo.
Ele não parou. Segurou a cabeça dela com as duas mãos e forçou. Centímetro por centímetro o pau de 28 cm foi entrando pela garganta. Quando o último pedaço sumiu e a pélvis dele encostou no nariz da velha, ele começou a foder a boca dela como se fosse uma buceta. Estocadas fundo, raivosas, o pau inteiro sumindo e voltando, a garganta da diretora se abrindo à força.
Ela se desesperava. Tentava se mexer, mas os braços estavam presos nas mãos de Maryana. Babava sem controle, os olhos vermelhos cheios de lágrimas, o nariz escorrendo, sons engasgados e molhados saindo a cada estocada. O negro socava com raiva, o pau grosso arrombando a garganta da mulher de 65 anos sem piedade.
Maryana, segurando os braços da diretora, olhava a cena com os olhos brilhando de excitação. Ver a mulher que sempre a mandava, sempre a corrigia, agora de joelhos, babando, engasgando, sendo fodida na garganta, deixava a buceta dela latejando de novo. O negro se abaixou um pouco, ainda socando a boca da velha, e beijou Maryana de língua. A professora correspondeu na hora, a língua quente encontrando a dele, e sorriu contra a boca dele enquanto ele continuava arrombando a garganta da diretora.
A velha se desesperava cada vez mais. A saliva escorria pelo peito grande, os olhos reviravam, o corpo inteiro tremia, mas ele não diminuía o ritmo. Continuava fodendo a boquinha dela fundo, com raiva, o pau de 28 cm deslizando inteiro pela garganta a cada estocada, enquanto Maryana sorria no beijo e segurava os braços da diretora com força.
Ele olhou para Maryana, que ainda estava ajoelhada ao lado do corpo mole da diretora, e mandou com a voz baixa e pesada:
— Tira a calcinha dela.
Maryana recuou um pouco, balançando a cabeça, a voz ainda rouca:
— Não… eu não quero mexer nela… ela tá desmaiada…
Ele não deu tempo de ela terminar. Agarrou o cabelo dela com força, puxou a cabeça para trás e deu um tapa seco no rosto. O som ecoou na sala. Em seguida a mão grande fechou em volta do pescoço dela, apertando o suficiente para ela sentir o ar escassear, enquanto a outra mão descia rápido entre as pernas da professora. Dois dedos grossos entraram de uma vez no bucetão ainda cremoso e cheio de porra, enfiando fundo, curvando, ameaçando.
— Ou você tira a calcinha da velha agora ou eu esmago essa garganta e fodo essa buceta até você desmaiar de novo. Escolhe rápido.
Maryana engasgou, os olhos marejando de novo, as mãos tremendo. Ele apertou mais o pescoço e torceu os dedos dentro dela. Ela acenou com a cabeça, desesperada, e ele soltou.
Ela engatinhou até a diretora caída no chão. Com dedos trêmulos puxou a calcinha bege para baixo pelas coxas grossas e flácidas. A peça saiu encharcada. O que apareceu fez Maryana franzir o nariz de puro nojo.
O bucetão da diretora era gordo, carnudo, e absurdamente peludo. Pelos grisalhos e pretos cresciam densos, longos, cobrindo quase completamente a entrada. Quase não se enxergava a fenda rosada por causa da mata fechada. Os lábios grossos e envelhecidos ficavam escondidos sob o volume de pelos. Maryana desviou o olhar, a expressão de nojo clara no rosto.
O negro, porém, soltou uma risada baixa e satisfeita. Ajoelhou entre as pernas abertas da velha e passou a mão inteira por cima daquela buceta peluda, abrindo os lábios com os dedos, sentindo a umidade que já estava ali.
— Olha que delícia… bucetão de velha bem peludo. Quantos anos faz que essa porra não vê um pau dentro, hein? O marido deve ter largado de comer faz tempo. Olha o nojinho da professora… ela acha feio. Eu acho uma putaria gostosa.
A diretora começou a voltar a si nesse momento. Os olhos azuis se abriram devagar, ainda turvos, a garganta doendo, a barriga pesada de porra. Quando sentiu a mão dele na buceta e viu a própria calcinha jogada ao lado, tentou fechar as pernas e cobrir o sexo com as duas mãos, a voz fraca e rouca:
— Não… não quero isso… para… eu não quero…
Ele não deixou. Segurou o queixo dela com uma mão e deu um tapão seco e forte no rosto. O óculos voou para longe, caindo com um barulho seco no chão. A cabeça da diretora virou com o impacto. Ela ficou parada por um segundo, incrédula, a mão no rosto, os olhos arregalados. Nenhum homem nunca tinha dado um tapa na cara dela. A vergonha e o choque vieram juntos. As lágrimas começaram a descer imediatamente.
— Chora, velha. Chora. Agora vira essa bunda.
Ele a virou com facilidade, como se ela não pesasse nada. Colocou a mulher de 65 anos de quatro, o peito grande e pesado esmagado contra o chão frio, a bunda imensa, gorda, flácida e branquíssima erguida. As nádegas eram enormes, macias, pesadas, muito maiores e mais moles que as de Maryana. Ele agarrou as duas com as mãos grandes e as abriu com força.
O cuzinho apareceu: pequeno, envelhecido, cercado de pelos grisalhos, mas ainda fechado e apertado. O cheiro de rabo suado subiu forte, misturado com o cheiro de porra que ainda escorria da garganta dela. Ele não se importou. Caiu de boca direto no cuzinho.
A língua larga e quente passou devagar pelo anel peludo, lambendo, empurrando a ponta para dentro, chupando com barulho molhado. Ele abria as nádegas cada vez mais, enfiando a língua fundo, lambendo em círculos, chupando o furinho como se estivesse faminto. A saliva escorria pelos pelos e descia até a buceta peluda.
— Segura essa bunda aberta — ele mandou para Maryana, a voz abafada entre as nádegas.
Maryana obedeceu. Ajoelhou atrás da diretora, agarrou as duas nádegas enormes e macias e puxou com força, mantendo o cuzinho completamente exposto. O negro continuou chupando sem pausa, a língua entrando e saindo, molhando tudo, fazendo barulho obsceno.
A diretora, ainda com a cara no chão e as lágrimas escorrendo, começou a soltar gemidos baixos e involuntários. O corpo tremeu. O cuzinho se contraiu em volta da língua. Ela tentou morder o lábio para não fazer barulho, mas os gemidos escapavam mesmo assim — fracos, vergonhosos, misturados com soluços.
— Ahh… não… para… ahh…
Ele não parou. Continuou comendo o cu da velha com vontade, a língua fundo, enquanto Maryana segurava a bunda aberta e assistia de perto, o nojo misturado com o tesão que fazia o próprio bucetão latejar de novo.
A língua dele trabalhava sem pressa, lambendo, chupando, enfiando, até a diretora estar gemendo mais alto, o corpo balançando fraco, as lágrimas ainda caindo no chão da sala de aula.
Ele se ergueu de entre as nádegas da diretora, a boca ainda molhada de saliva e do cheiro forte do cu suado da velha. Puxou Maryana pelo cabelo e beijou a professora de língua, fundo, sem limpar nada. O gosto e o cheiro do rabo da diretora passaram direto para a boca de Maryana.
Ela não recuou. Pelo contrário. Gemeu no beijo, agarrou o pescoço largo dele com as duas mãos e se entregou por completo. A língua dela enroscou na dele com fome, chupando, lambendo, beijando como se estivesse morrendo de sede. O marido quase nunca a beijava daquele jeito — beijos curtos, secos, sem vontade. Agora ela beijava o negro com paixão e tesão puro, rebolando o corpo contra o dele, os peitos grandes pressionados no peito largo, a respiração ofegante misturada com a dele.
Ele soltou a boca dela só o suficiente para puxar a diretora pelo braço.
— Vem cá, velha.
A mulher de 65 anos ainda estava fraca, o rosto marcado do tapa, os olhos vermelhos, mas ele a puxou para cima com facilidade. Sentou-se numa cadeira da sala e colocou cada uma numa perna: Maryana na esquerda, a diretora na direita. As duas ficaram sentadas de frente para ele, as coxas abertas, as bucetas pingando de tesão. A de Maryana ainda cremosa e suja de porra antiga, a da diretora peluda e já encharcada de novo. O líquido escorria pelas coxas de ambas, molhando as pernas dele.
Ele começou a revesar as bocas. Beijava Maryana fundo, a língua suja ainda com gosto de cu, depois virava e beijava a diretora com a mesma fome. As duas estavam carentes. Maryana correspondia com vontade, segurando o rosto dele. A diretora, mesmo chorosa, abria a boca e deixava a língua ser chupada, gemendo baixinho contra a boca dele. Ele alternava sem parar: uma, depois a outra, saliva misturando, cheiro de sexo e de rabo no ar.
Depois puxou as duas cabeças para perto.
— Selinho. Uma na outra.
Maryana hesitou só um segundo. A diretora tentou desviar o rosto. Ele apertou a nuca das duas e obrigou. Os lábios se tocaram. Selinhos curtos, tímidos no começo. Depois ele forçou mais.
— Beijo de verdade. Língua.
As duas se beijaram. Línguas se encontrando, inseguras, depois mais profundas. Ele se juntou no meio. Beijo triplo. Três bocas abertas, três línguas se embolando, ninguém sabia mais de quem era qual. Saliva escorrendo pelos queixos, gemidos abafados, as duas mulheres rebolando nas pernas dele, as bucetas pingando sem controle nas coxas grossas e pretas.
Maryana se afastou um pouco, ofegante, os olhos brilhando de tesão, e pediu com a voz rouca:
— Deixa eu chupar seu pau…
Ele acenou. Ela escorregou da perna dele e ajoelhou entre as pernas abertas, pegando o pau preto ainda semi-duro e sujo. Abriu a boca e engoliu a cabeça com fome, chupando, lambendo, descendo o máximo que conseguia, a saliva escorrendo pelos cantos da boca. Mamava com vontade, faminta, os olhos semicerrados de prazer.
Enquanto a professora chupava, ele ergueu a diretora com facilidade e a deitou de costas na mesa. Abriu as coxas grossas e flácidas com as mãos grandes, separou os lábios peludos daquela buceta gorda e enterrou o rosto ali.
A língua larga passou pelos pelos densos, encontrou o clitóris escondido e chupou com força. Enfiou a língua dentro da entrada apertada, lambeu, chupou, fez barulho molhado. Os dedos abriram mais a fenda peluda para ele comer tudo. A diretora arqueou as costas, um gemido longo escapando da garganta ainda dolorida.
— Ahh… meu Deus… faziam muitos anos… muitos anos que ninguém me chupava assim… eu não gozava com boca faz tanto tempo…
Ele não parou. Continuou comendo a buceta peluda com vontade, a língua rápida no clitóris, dois dedos entrando e saindo do canal apertado e envelhecido. A diretora tremia, as coxas se fechando em volta da cabeça dele, os peitos grandes balançando, a voz alta e quebrada de prazer acumulado há anos.
Maryana, ajoelhada, continuava mamando o pau preto sem parar. Chupava a cabeça, descia o máximo que a boca permitia, usava a mão para masturbar o que não cabia, lambendo as bolas, voltando a engolir, faminta, os olhos fixos no negro enquanto ele fazia a diretora gemer cada vez mais alto.
A velha gozou. O corpo inteiro se arqueou na mesa, um gemido longo e agudo saindo da boca, as pernas tremendo sem controle, a buceta peluda se contraindo em volta da língua e dos dedos dele. O gozo escorreu pelos pelos, molhando o queixo do negro. Ela ficou ofegante, os olhos marejados de novo, dessa vez de prazer, a voz fraca:
— Tantos anos… tantos anos…
Maryana não tirou a boca do pau. Continuou chupando com fome, a saliva escorrendo, o corpo inteiro entregue, enquanto o negro ainda lambia os últimos espasmos da buceta da diretora.


