Porno Sakura x Hinata x Boruto Fodendo o cu da mãe Hinata rabuda a rainha do anal levando porra no cuzinho guloso
Boruto fode o cu apertadíssimo de Hinata, sentindo o intestino massagear o pau. Sakura revela o apelido dela (“Rainha do Anal”). Hinata monta e cavalga com a bunda enorme, o cu engolindo e apertando tudo. Boruto goza dentro. Ela fica de quatro pedindo mais, mas ele precisa de tempo. Sakura chupa o cu dele e enfia dedos enquanto Hinata limpa o pau com a boca. Ele fica duro de novo.
Depois Boruto fode Hinata de quatro com força, segurando a bunda gorda. Hinata chupa o cu de Sakura ao mesmo tempo. Ele goza pela segunda vez e fica com o pau dentro. Hinata ativa um jutsu que faz o cu sugar e massagear o pau como um boquete, deixando-o duro outra vez. Sakura fica embaixo observando. Nenhuma gota de porra vaza — Hinata estoca tudo.
Boruto fode o cu apertadíssimo de Hinata, sentindo o intestino massagear o pau. Sakura revela o apelido dela (“Rainha do Anal”). Hinata monta e cavalga com a bunda enorme, o cu engolindo e apertando tudo. Boruto goza dentro. Ela fica de quatro pedindo mais, mas ele precisa de tempo. Sakura chupa o cu dele e enfia dedos enquanto Hinata limpa o pau com a boca. Ele fica duro de novo.
Depois Boruto fode Hinata de quatro com força, segurando a bunda gorda. Hinata chupa o cu de Sakura ao mesmo tempo. Ele goza pela segunda vez e fica com o pau dentro. Hinata ativa um jutsu que faz o cu sugar e massagear o pau como um boquete, deixando-o duro outra vez. Sakura fica embaixo observando. Nenhuma gota de porra vaza — Hinata estoca tudo.




Capítulo 11 – O Cu da Mãe e a Punição Safada
Hinata ficou em pé no meio do quarto da Sarada, as mãos na cintura, o corpo inteiro brilhando sob a lingerie preta fio dental. Os peitos quase explodiam no sutiã, a cinta-liga marcava as coxas grossas e a calcinha sumia completamente entre as nádegas branquinhas e gordas. O batom roxo brilhava quando ela falou, a voz baixa e autoritária:
— Vocês dois me desobedeceram. Combinado era um buraco pra cada uma. Então agora vão ser punidos.
Ela se virou de costas para eles, empurrando o rabão enorme para trás, e puxou o fio dental com dois dedos, abrindo as nádegas. O cuzinho rosado apareceu, ainda um pouco úmido da saliva anterior.
— Sakura, ajoelha e chupa meu cu. Agora.
Sakura, ainda vermelha de vergonha, obedeceu na hora. Ajoelhou atrás de Hinata, abriu as nádegas grandes com as duas mãos e enterrou a língua no cuzinho da amiga. O barulho molhado ecoou no quarto. A língua entrava, saía, chupava, lambia em círculos.
Hinata olhou para o filho, os olhos lilases escuros de tesão e autoridade.
— E você, Boruto… na frente. Chupa esse bucetão da sua mãe. Os dois ao mesmo tempo. Um em cada buraco.
Boruto se ajoelhou na frente dela. A calcinha fio dental foi puxada para o lado e a buceta inchada, molhada e cheirosa apareceu. Ele abriu a boca e chupou com fome, a língua entrando fundo, os lábios sugando os lábios grossos da mãe. Sakura atrás não parava de comer o cu. Hinata estava sendo chupada pelos dois lados ao mesmo tempo.
Ela jogou a cabeça para trás, os olhos revirando. A boca se abriu e um fio de baba escorreu pelo queixo, manchando o batom roxo. As pernas tremeram. O gemido que saiu foi alto e rouco.
— Porra… isso… chupam a mamãe direito… a putinha da tia no meu cu e o filho na minha buceta… eu vou gozar…
E gozou. O corpo inteiro estremeceu. Um jato quente saiu da buceta direto na boca de Boruto enquanto o cu se contraía na língua de Sakura. Hinata babava, os olhos revirados, as unhas cravadas no ombro do filho. O orgasmo foi longo e violento.
Quando parou de tremer, ela empurrou Sakura para o lado e agarrou Boruto pelo cabelo, jogando ele de costas na cama suja de porra. Os lençóis estavam encharcados, cremosos, o cheiro forte de sexo. Hinata subiu em cima dele de quatro, o rabão empinado, e engoliu o pau do filho de uma vez só.
Enquanto chupava, ela falava com a boca cheia, a voz abafada e suja:
— Hmmmpf… que pau gostoso… a mamãe vai chupar até você gozar de novo… você tentou enfiar no cu da tia escondido de mim, seu safado… agora vai levar o cu da mamãe… eu quero esse pau arrombando meu cuzinho… quero sentir você gozando fundo no intestino da sua mãe…
Sakura, atrás, abriu as nádegas enormes de Hinata com as duas mãos e voltou a chupar o cu dela com fome, a língua entrando fundo, a saliva escorrendo pela buceta. Hinata gemia em volta do pau do filho, o barulho de garganta e de língua no cu misturados.
Depois de alguns minutos mamando com força, Hinata se afastou, um fio de saliva e pré-gozo ligando a boca ao pau. Ela se deitou de costas na cama cheia de porra, o corpo inteiro sujo do creme que tinha escorrido de Sakura. Os lençóis grudavam na pele. Ela abriu as pernas bem largas, levou as duas mãos para trás e abriu o próprio cuzão. O anel rosado piscava, todo molhadinho de baba da Sakura, se contraindo sozinho.
— Olha o presente da mamãe, filho… — falou, a voz rouca e cheia de tesão. — Todo aberto, molhado, piscando pra você. Aproveita. É seu. Feliz aniversário de verdade.
Boruto se posicionou entre as pernas da mãe. A cabeça do pau tocou a entrada do cu. Ele empurrou. O cuzinho era absurdamente apertado. A glande mal conseguia penetrar. Hinata gemia, as unhas cravando nos lençóis sujos, o rosto contorcido de mistura de dor e prazer.
— Mais força… empurra… a mamãe aguenta…
Mesmo assim quase não entrava. Hinata então esticou o braço, pegou uma calcinha usada que estava jogada ao lado dela na cama — a mesma calcinha de bichinho da Sarada, ainda suja de porra. Ela enfiou dois dedos na própria buceta, coletou uma boa quantidade da porra cremosa que ainda escorria de Boruto e de Sakura, e empurrou o líquido branco direto para dentro do próprio cuzinho, espalhando, lubrificando.
— Agora mete de novo — ordenou.
Boruto empurrou. Dessa vez o pau entrou com um “ploc” molhado e alto. O cu engoliu a cabeça inteira de uma vez e, com mais uma estocada, engoliu o pau todo até as bolas. O anel se esticou ao redor da grossura dele, quente, apertado pra caralho, pulsando.
Boruto soltou um gemido gutural. Era o paraíso. O cu da mãe era mais quente e mais apertado que qualquer buceta que ele tinha sentido. Ele enfiu até o fundo, as bolas batendo na bunda gorda, e ficou parado ali, sentindo as contrações internas.
Hinata sorriu de tesão puro, o batom roxo borrado, os olhos semicerrados.
— Feliz aniversário de novo, filho…
Agora você sabe como é foder um cuzinho de verdade.
E riu, baixa e suja, enquanto o cu apertava o pau dele em ondas.
— Agora mexe… e não tira até eu mandar.
Capítulo 12 – A Rainha do Anal e o Cuzinho Cheio de Porra
O pau grosso de Boruto estava enterrado até as bolas no cuzinho apertado da mãe. Cada vez que ele puxava para trás, o anel rosado se agarrava à piroca como se não quisesse soltar, e quando empurrava de novo o intestino quente e macio massageava cada centímetro, cada veia, cada pulsar. Era quente demais. Apertado demais. Vivo demais. Hinata gemia baixo, as unhas cravadas nos lençóis sujos de porra, a bunda enorme tremendo a cada estocada.
Sakura estava ajoelhada ao lado, os olhos verdes brilhando de tesão enquanto observava o pau do sobrinho desaparecer dentro do cu da amiga.
— Viu, Boruto? — ela falou, a voz rouca e cheia de putaria. — Sua mãe tem um apelido antigo… a gente chama ela de Rainha do Anal. Ninguém em Konoha aperta e engole pau no cu igual a Hinata. Olha como o intestino dela tá ordenhando sua piroca… parece que tem uma mão lá dentro massageando.
Boruto só conseguia gemer. O prazer era absurdo. Ele metia mais fundo, sentindo as paredes internas se contraindo em ondas, puxando ele para dentro. Hinata rebolava para trás, encontrando cada estocada, o fio dental preto ainda grudado de lado na coxa.
Depois de alguns minutos sendo fodida de quatro, Hinata empurrou o filho para deitar de costas na cama cheia de porra. Montou em cima dele de costas, a bunda enorme e branca caindo pesada sobre o pau. O cuzinho engoliu tudo de uma vez com um som molhado e obsceno. Ela começou a cavalgar.
A bunda gorda subia e descia com força, as nádegas batendo nas coxas de Boruto, o cu apertando e engolindo o pau inteiro a cada descida. Hinata rebolava em círculos, os músculos internos trabalhando como se estivesse ordenhando leite. O barulho era nojento e delicioso: pele batendo, cu engolindo, gemidos altos.
— Porra, mãe… tá muito apertado… eu não vou aguentar…
Hinata riu, olhando por cima do ombro, o batom roxo borrado, o suor escorrendo entre os peitos.
— Então goza, filho. Enche o cu da mamãe. Jorra tudo dentro. A Rainha do Anal quer leite.
Boruto durou pouco. O corpo tremeu, os quadris subiram e ele gozou fundo no intestino da mãe. Jatos quentes e grossos inundaram o cu dela. Hinata continuou cavalgando devagar, apertando, ordenhando cada gota, até ele parar de jorrar. Quando ela se levantou, o pau saiu com um “ploc” molhado e a porra branca começou a escorrer do cuzinho aberto, pingando nas bolas dele e nos lençóis já destruídos.
Hinata se colocou de quatro de novo, o rabão empinado, o cu piscando e escorrendo leite.
— Mete mais — ordenou, a voz grossa de tesão. — Ainda quero sentir esse pau. Enfia de novo.
Boruto olhou para o pau mole e brilhante de porra e saliva.
— Mãe… eu preciso de um tempo. Gozei pra caralho…
Hinata se virou, ainda de quatro, e olhou para Sakura com um sorriso safado.
— Sakura… ajuda a mamãe. Deixa o pau do meu filho duro de novo. Eu quero mais.
Sakura não precisou de mais ordens. Empurrou Boruto para deitar de lado e se ajoelhou atrás dele. Abriu as nádegas do sobrinho e enterrou a língua no cuzinho dele, chupando com fome, a ponta penetrando, lambendo em círculos. Ao mesmo tempo enfiou dois dedos, curvando, massageando o ponto certo lá dentro. Hinata, na frente, pegou o pau mole e começou a limpar com a boca: chupava a cabeça, lambia o resto de porra, succionava as bolas, limpava tudo com a língua enquanto falava putaria baixinho.
— Hmm… ainda tem gosto da minha bunda… a mamãe adora limpar o pau que acabou de foder o cu dela…
A combinação foi mortal. A língua e os dedos de Sakura no cu, a boca quente da mãe no pau. Em menos de dois minutos o sangue desceu com força graças ao remédio da Tsunade. O pau de Boruto endureceu de novo, latejando, as veias saltadas, a cabeça inchada e vermelha. Estava trincando de tesão, duro feito pedra, pronto para mais.
Hinata tirou a boca, um fio de saliva ligando os lábios ao pau, e sorriu satisfeita.
— Pronto. Agora a Rainha do Anal quer mais leite.
Ela empinou a bunda de novo, o cuzinho ainda escorrendo a porra anterior, e olhou para o filho com os olhos cheios de fome.
— Enfia. E dessa vez não tira até eu mandar.
Capítulo 13 – O Jutsu do Cu e a Porra Estocada
Boruto agarrou a cintura grossa da mãe com as duas mãos e voltou a foder. O pau grosso e duro entrou de uma vez no cuzinho ainda cheio da gozada anterior. Hinata estava de quatro na cama destruída, o rabão enorme e branco empinado, as nádegas gordas tremendo a cada estocada. O barulho era ensurdecedor: a bunda pesada batia com força no saco dele, pá… pá… pá…, um som molhado e carnudo que ecoava pelo quarto da Sarada. Cada vez que ele puxava para trás, o anel rosado se agarrava à piroca, e quando empurrava de novo o intestino quente engolia tudo até as bolas.
Sakura se deitou de bruços na frente de Hinata, o rosto no travesseiro sujo, e abriu as próprias nádegas grandes com as duas mãos. O cuzinho dela, ainda um pouco dilatado e brilhante de saliva, ficou completamente exposto. Hinata não hesitou. Abaixou a cabeça e enterrou a língua no cu da amiga. Cada estocada forte de Boruto empurrava o corpo de Hinata para frente, fazendo a língua dela entrar ainda mais fundo no cuzinho de Sakura. O barulho era uma mistura obscena: bunda batendo em saco, língua chupando cu, gemidos abafados.
— Porra, mãe… essa bunda… — Boruto gemia, as mãos cravadas na carne macia, abrindo e fechando as nádegas enquanto metia. — Tá engolindo tudo…
Hinata só conseguia gemer contra o cu de Sakura, a baba escorrendo pela bunda da amiga. As estocadas ficaram mais rápidas e violentas. O pau latejava dentro do intestino quente. Boruto não aguentou. Com um gemido gutural ele enterrou até o fundo e gozou. Jatos e mais jatos de porra quente e grossa inundaram o cu da mãe. Hinata apertou os músculos com força.
— Não tira — ela ordenou, a voz rouca e autoritária, a boca ainda colada no cu de Sakura. — Deixa o pau dentro. Quero sentir tudo enchendo.
Boruto obedeceu. Ficou parado, o pau pulsando, descarregando cada gota no fundo do intestino dela. A porra preenchia Hinata por inteiro. O volume era absurdo, mas nenhuma gota vazou. O anel apertado selou tudo dentro, como se o cu dela tivesse se transformado num reservatório.
Quando ele finalmente parou de jorrar, Hinata sorriu de lado e ativou o jutsu.
Os músculos internos do cu dela começaram a se mover sozinhos. Não era só apertar. Era um movimento ritmado, de frente para trás, sugando o pau mole de Boruto como se fosse uma boca experiente. O intestino se contraía em ondas lentas, massageando, puxando, apertando a glande, deslizando pelas veias. A temperatura subiu. O cu ficou ainda mais quente e mais apertado, um verdadeiro boquete invertido, quente, molhado e vivo.
Boruto arregalou os olhos, a respiração falhando.
— Que porra… mãe… o que você tá fazendo…?
Hinata riu baixo, rebolando a bunda gorda devagar, o cu trabalhando sem parar.
— Jutsu especial da Rainha do Anal, filho… o cu da mamãe sabe chupar. Sente como tá sugando seu pau? Como tá apertando? Como tá ficando mais quente?
O efeito foi imediato. O pau de Boruto, que tinha acabado de gozar, começou a endurecer de novo dentro do cu dela. As veias inchavam, a cabeça latejava, o sangue descia com força graças ao remédio e àquele massageamento impossível. Hinata gemeu de prazer puro ao sentir a piroca crescendo e endurecendo lá dentro, esticando ainda mais as paredes internas.
— Hmmm… isso… fica duro de novo dentro da mamãe… que delícia sentir esse pau trincando no meu cu…
Ela olhou para Sakura, que ainda estava de bruços com a bunda aberta.
— Sakura, fica embaixo do meu cu enquanto ele me fode. Quero que você veja de pertinho. E se escorrer alguma coisa… lambe.
Sakura obedeceu na hora. Deslizou para baixo, o rosto ficando exatamente sob o ponto onde o pau de Boruto entrava e saía do cu de Hinata. De baixo ela via tudo: o anel rosado se esticando, a piroca grossa desaparecendo, e… nenhuma gota de porra vazando. Era como se Hinata tivesse estocado tudo lá dentro. O cu selava perfeitamente, guardando cada mililitro do leite do filho.
Boruto começou a meter de novo, agora com o pau completamente duro. As estocadas eram mais lentas no começo, sentindo cada movimento do jutsu, cada sucção interna. Hinata rebolava no ritmo, a bunda enorme batendo no saco dele com força renovada. O barulho voltou a encher o quarto. Sakura, de baixo, só conseguia olhar hipnotizada, a boca aberta, a língua ocasionalmente subindo para lamber a junção molhada.
Hinata olhou por cima do ombro, o rosto suado, o batom roxo completamente borrado, e sorriu como uma puta satisfeita.
— Agora você realmente sabe o que é foder o cu da sua mãe, filho…
E a mamãe ainda tem muito leite pra guardar.
Capítulo 14 – Três Gozadas no Cu da Mãe e a Boca Aberta da Tia
Boruto agarrou o cabelo escuro da mãe com força, puxando a cabeça dela para trás, e começou a socar o pau no cuzão com raiva. As estocadas eram secas, profundas, violentas. Cada vez que ele enterrava até as bolas, a bunda gorda de Hinata tremia e o barulho molhado ecoava. Quando puxava para trás, o anel rosado se agarrava à piroca com desespero, as paredes internas se contraindo, segurando, puxando, como se o cu não quisesse soltar o pau do filho de jeito nenhum.
— Porra, mãe… esse cu não quer me deixar sair… — Boruto gemia entre dentes, puxando o cabelo com mais força e metendo ainda mais fundo.
Hinata só conseguia gemer alto, a boca aberta, o batom roxo completamente destruído. O jutsu ainda estava ativo. O intestino massageava, sugava, apertava. Em poucos minutos Boruto não aguentou. Enterrou até o fundo, o corpo inteiro travando, e gozou pela segunda vez dentro do rabo da mãe. Jatos quentes e densos encheram o intestino já ocupado. Hinata apertou os músculos com toda a força, engolindo cada gota.
— Que delícia… — ela falou, a voz rouca e embriagada de prazer. — A mamãe engoliu tudo de novo… agora pode tirar, filho…
Mas Boruto não tirou. Mesmo com o pau começando a amolecer, ele continuou metendo. Estocadas mais lentas, mas ainda profundas, sentindo a porra se misturando lá dentro, o cu ainda quente e grudento. Hinata olhou por cima do ombro, a respiração ofegante.
— Tira, Boruto… a mamãe precisa descansar um pouco… o cu tá latejando…
— Não… — ele respondeu, a voz grossa de tesão. — O rabo da senhora é bom pra caralho… só mais uma vez…
Hinata sentiu. Lá dentro, o pau que estava amolecendo começou a endurecer de novo. As veias inchavam, a cabeça latejava, o volume voltava a esticar as paredes internas. O tesão dela explodiu. O cu se contraiu sozinho em volta da piroca que crescia.
— Porra… — ela sussurrou, rebolando de leve. — Tá ficando duro de novo dentro da mamãe… então fode, filho. Fode esse cu. Enche a mamãe de porra pela terceira vez seguida. Usa o rabo da sua mãe até não aguentar mais. Jorra tudo. Eu quero ficar cheia.
Boruto puxou o cabelo dela de novo e voltou a socar com força. As estocadas eram profundas e ritmadas. Sakura, que estava debaixo, aproveitou a posição e puxou a calcinha fio dental de Hinata ainda mais para o lado. Enterrou a boca na buceta inchada e molhada da amiga e começou a chupar com fome. Língua no clitóris, dois dedos entrando na xota enquanto o pau do filho arrombava o cu.
Hinata gozou quase na hora. O corpo inteiro tremeu, o cu se contraindo em espasmos violentos em volta do pau de Boruto, a buceta jorrando direto na boca de Sakura. O orgasmo foi longo e barulhento. Ela gritava o nome do filho enquanto a língua da amiga continuava chupando.
Boruto não durou muito depois disso. Com mais algumas estocadas fortes ele enterrou até o fundo e gozou pela terceira vez. A porra saiu em jatos densos e quentes, enchendo ainda mais o intestino já lotado. Hinata apertou e engoliu tudo de novo. Nenhuma gota vazou. O volume era tanto que uma leve barriga começou a aparecer, o ventre levemente inchado de tanto leite estocado no cu.
Quando Boruto finalmente parou de jorrar, Hinata ficou quieta por alguns segundos, só respirando, o cu ainda pulsando em volta do pau mole. Depois se levantou com cuidado. O pau saiu com um som molhado, mas a porra ficou toda dentro. A barriga levemente arredondada brilhava de suor.
Ela se virou e se posicionou em cima do rosto de Sakura, que ainda estava deitada. Abriu as pernas, levou as duas mãos para trás e abriu as nádegas gordas o máximo que conseguiu. O cuzinho dilatado, rosado e brilhante ficou a poucos centímetros da boca da amiga. Nenhuma gota tinha vazado ainda. Tudo estava guardado lá dentro.
Sakura olhou para cima e sorriu, safada. Abriu a boca bem larga e pôs a língua para fora, esperando.
Hinata olhou para baixo, o cabelo grudado no rosto suado, e falou com a voz rouca de quem tinha levado três gozadas seguidas no cu:
— Abre bem essa boca, Sakura…
A Rainha do Anal vai te dar de beber.
Capítulo 15 – O Leite Marrom e o Cu da Tia
Hinata ainda estava em cima do rosto de Sakura, as nádegas gordas bem abertas pelas próprias mãos, o cuzinho dilatado a poucos centímetros da boca aberta da amiga. A barriga levemente inchada denunciava o volume absurdo de porra que ela tinha estocado lá dentro nas três gozadas seguidas do filho.
— Abre bem essa boquinha, Sakura… — murmurou, a voz rouca e carregada de prazer. — A mamãe vai te dar de beber.
Sakura sorriu, a língua para fora, os olhos verdes brilhando de tesão sujo. Hinata empurrou o ar com força, os músculos do intestino trabalhando. No começo saiu só porra branca e cremosa, escorrendo em fios grossos direto na língua da amiga. Sakura engoliu o primeiro gole como se fosse milkshake, a garganta se movendo devagar, saboreando.
Mas Hinata continuou empurrando. O jato ficou mais forte. A porra começou a sair misturada com merda, um tom marrom claro, quente e denso. O cheiro forte de sexo e fezes invadiu o quarto. Hinata revirou os olhos de prazer puro, a boca se abrindo num gemido longo e rouco enquanto sentia o volume saindo do cu.
— Hnnnnghhh… que delícia… tá saindo tudo… — ela gemia, as unhas cravadas nas próprias nádegas, forçando mais. — Engole, puta… engole o leite da mamãe…
Sakura engolia aos poucos, goela trabalhando, o rosto já sujo. O líquido marrom escorria pelos cantos da boca, pingava no queixo, descia pelo pescoço. Eram litros. A porra acumulada de três gozadas saía sem parar, misturada com merda, enchendo a boca dela repetidas vezes. Sakura engolia, engolia, engolia, os olhos marejados, o peito subindo e descendo rápido.
No final ela não aguentou mais o volume. A boca encheu demais, o líquido marrom jorrou para os lados, cobriu as bochechas, o nariz, a testa, os cabelos rosa. Sakura tossiu, engasgou, mas continuou tentando engolir o que podia enquanto Hinata empurrava o resto até a barriga esvaziar completamente.
Quando a última gota caiu, Hinata soltou as nádegas e riu baixo, olhando para baixo.
— Olha o estado de você… — falou, a voz cheia de diversão safada. — Tá fedendo pra caralho, Sakura. Toda suja de porra e merda da mamãe. Que putinha nojenta.
Sakura, o rosto completamente coberto de líquido marrom e branco, passou a mão pela cara, limpando o excesso grosso e escorrendo. O cheiro era forte, impregnado. Ela se levantou devagar, as pernas tremendo, a lingerie rasgada e suja.
— Vou… tomar um banho — murmurou, a voz rouca, ainda engolindo o gosto que restava na boca. — Tô nojenta pra caralho.
Ela deu dois passos em direção à porta do banheiro, o corpo suado e sujo. Foi quando Boruto a surpreendeu.
Ele veio por trás sem fazer barulho, agarrou as nádegas grandes dela e enterrou o rosto entre elas. A língua quente e molhada invadiu o cuzinho de Sakura de uma vez, chupando, lambendo, penetrando. Sakura soltou um gemido alto, o corpo travando no meio do caminho.
— Boruto… espera… deixa a tia tomar banho primeiro… tô fedendo…
Ele não respondeu. Continuou chupando o cu dela com fome, a saliva misturando com o que ainda restava de sujeira. Depois se levantou, segurou a cintura dela e posicionou a cabeça grossa do pau bem na entrada do cuzinho ainda dilatado e sensível.
— Boruto… não… deixa eu limpar antes…
Ele empurrou.
A glande foi entrando devagar, forçando o anel apertado. Sakura soltou um gemido longo, as pernas fraquejando. Ela foi caindo de bruços sobre a cama suja, o rosto ainda sujo de porra e merda, enquanto Boruto continuava empurrando. Centímetro por centímetro o pau grosso invadia o cu dela. Quando finalmente enterrou até as bolas, Sakura gritou no colchão, as mãos apertando os lençóis encharcados.
Boruto começou a meter.
Estocadas profundas e ritmadas. O pau saía quase inteiro e entrava de novo até o fundo, as bolas batendo na bunda gorda de Sakura. Ela estava de bruços, o corpo mole, o cu sendo arrombado sem piedade logo depois de ter engolido a porra marrom da amiga. Cada estocada fazia o rabão dela tremer.
— Porra… sobrinho… o cu da tia… — ela gemia, a voz abafada contra o colchão. — Tá fundo demais…
Boruto só apertava mais a cintura dela e metia com força, o pau latejando dentro do intestino quente. O quarto cheirava a sexo, merda e porra. Hinata observava de lado, ainda ofegante, a mão entre as próprias pernas, sorrindo como uma puta satisfeita.
A tia estava sendo comida no cu sujo.
E o filho não parecia ter intenção nenhuma de parar.


