HQ Hentai – Professora Porno Gibi – FODENDO O CU DA MINHA PROFESSORA, COROA GOSTOSA RABUDA DANDO CU PRO ALUNO

Sinopse:
Yui Hatano, professora casada de literatura em Tóquio, parece uma santa de óculos e roupas discretas, mas esconde um corpo curvilíneo e um desejo reprimido. Quando o aluno delinquente e bem-dotado Tanaka a chantageia com um vídeo íntimo, ela cede aos poucos: primeiro só com a boca, depois se entregando a toques, lambidas e traições cada vez mais sujas, usando até calcinhas da filha e roupas íntimas da mãe do rapaz, enquanto o tesão e a culpa a empurram cada vez mais fundo no adultério.

Sinopse:

Yui Hatano, professora casada de literatura em Tóquio, parece uma santa de óculos e roupas discretas, mas esconde um corpo curvilíneo e um desejo reprimido. Quando o aluno delinquente e bem-dotado Tanaka a chantageia com um vídeo íntimo, ela cede aos poucos: primeiro só com a boca, depois se entregando a toques, lambidas e traições cada vez mais sujas, usando até calcinhas da filha e roupas íntimas da mãe do rapaz, enquanto o tesão e a culpa a empurram cada vez mais fundo no adultério.

 

 






O nome dela era Yui Hatano.

Professora de literatura clássica japonesa na universidade particular de Tóquio. Quarenta e dois anos. Casada. Cabelo preto sempre preso num coque perfeito. Óculos de armação fina. Blusas de gola alta, saias longas abaixo do joelho. Parecia uma santa. Aquele tipo de mulher que os alunos respeitavam e nunca ousavam xingar pelas costas.

Mas por baixo daquela roupa de freira tinha um corpo de puta. Peitão pesado, cintura fina e uma bunda grande, gorda, redonda, que balançava mesmo quando ela tentava andar direita. Rabão de coroa gostosa. Bucetão peludo, grosso, com aqueles lábios carnudos que quase se viam quando ela se sentava de pernas cruzadas.

E o marido? Um otário. Funcionário público. Fodia ela uma vez por mês, cinco minutos, sem nem tirar a camisa. Ela gozava sozinha no banheiro quase toda noite, enfiando dois dedos naquela buceta gulosa que engolia qualquer coisa.

Eu era o aluno delinquente da turma. Vinte e dois anos, já repetente, tatuagem no pescoço, brinco, cara de quem fode e não liga. E dotado pra caralho. Pau grosso, veias saltadas, daqueles que fazem mulher engasgar só de olhar.

Comecei de leve.

Ficava depois da aula, perguntando besteira sobre o livro. Olhava pra boca dela. Depois pros peitos. Depois pra bunda quando ela se virava pra apagar o quadro. Uma vez “acidentalmente” esbarrei nela no corredor e senti aquele rabo macio contra a minha coxa. Ela corou até a orelha.

— Cuidado, Tanaka-kun… — murmurou, voz baixa.

Eu só sorri.

Nas semanas seguintes o flerte ficou mais sujo. Comentários baixos quando ninguém ouvia:

— Professora, essa saia hoje tá apertada demais… a senhora tá escondendo um rabão desses pro marido ou pra quem?

Ela engolia seco. Mas não me expulsava. Não reclamava. Só ficava vermelha e mexia nos papéis.

Até o dia em que peguei ela no estacionamento, quase dez da noite. Ela estava mexendo no celular, perna cruzada, saia subindo um pouco. Eu tinha filmado. Semana passada. Ela no banheiro da faculdade, sentada no vaso, saia levantada, calcinha de lado, dois dedos enfurecidos na buceta peluda, gemendo baixinho o nome de ninguém. Vídeo nítido.

Mostrei o celular pra ela.

— Professora Yui… a senhora é casada, né? Imagina se isso cair no grupo da faculdade. Ou pro seu marido.

O rosto dela desmanchou. Os olhos marejaram. Mas o peito subia e descia rápido.

— Tanaka-kun… por favor… apaga isso.

— Apago. Depois que a senhora me pagar.

Ela me olhou assustada.

— Como?

Eu abri o zíper ali mesmo, no canto escuro do estacionamento. Tirei o pau. Já tava duro pra caralho, grosso, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.

— Chupa. E tira a roupa. Quero ver esse corpão de puta que a senhora esconde.

Ela tremeu. Olhou pro lado. Ninguém. Depois olhou pro meu pau. Ficou um tempo só encarando. Engoliu em seco.

— …só dessa vez.

Começou a desabotoar a blusa com mão trêmula. Tirou o sutiã. Peitão pesado caiu pra fora, mamilo escuro e duro. Depois a saia. A calcinha. Ficou pelada no meio do estacionamento, só de salto baixo e óculos. Bunda enorme, gorda, branca, com aquelas covinhas em cima. Bucetão peludo, lábios grossos, já brilhando.

Eu segurei o cabelo dela e puxei pra baixo.

— Abre a boca, professora.

Ela ajoelhou. Olhou pra cima uma última vez, com cara de santa arrependida… e engoliu a cabeça. Lábios macios. Língua quente. Chupou devagar no começo, tímida, fazendo barulhinho molhado. Eu segurei a cabeça dela com as duas mãos e enfiei mais fundo. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo, mas não parou. Aquele bucetão peludo estava pingando no asfalto enquanto ela chupava.

— Isso… chupa esse pau grosso que seu marido não tem… olha pra mim enquanto engole.

Ela obedeceu. Olhos marejados, boca esticada, saliva escorrendo nos peitos. Eu fodi a boca dela devagar, sentindo a garganta apertar. Ela fazia barulho de puta engasgando, mas continuava. Uma mão dela desceu e começou a se masturbar ali mesmo, dedos sumindo naquele cabelo preto da xota.

Fiquei assim um tempão. Usando a boca dela. Quando senti que ia gozar, puxei o cabelo e tirei o pau.

— Abre.

Ela abriu a boca, língua de fora. Jato grosso caiu na língua, no queixo, nos peitos. Ela engoliu o que deu e ficou ofegante, ainda ajoelhada, pelada, com porra escorrendo.

Eu guardei o celular.

— Apaguei. Por enquanto.

Ela se vestiu em silêncio, mãos tremendo, ainda com gosto de porra na boca. Antes de entrar no carro, me olhou uma última vez.

— Isso… não pode acontecer de novo.

Eu só sorri.

— Vai acontecer, professora. E da próxima vez não vai ser só a boca.

Ela fechou a porta e acelerou. Mas eu vi. No retrovisor. Ela ainda estava com a mão entre as pernas enquanto dirigia.

A santa tinha acabado de chupar o pau do aluno delinquente. E a bunda gorda dela ainda ia ser arrombada.



— Capítulo 2

Depois daquela noite no estacionamento, Yui Hatano tentou fingir que nada tinha acontecido.

Vieram três dias de silêncio constrangedor. Ela entrava na sala com o coque ainda mais apertado, blusa de gola alta mesmo no calor, saia longa demais. Evitava olhar na minha direção. Quando eu levantava a mão pra perguntar qualquer merda, ela respondia rápido e virava pro quadro. As orelhas dela ficavam vermelhas. Eu via. Todo mundo via ela nervosa, mas ninguém desconfiava do porquê.

Eu não deixei quieto.

Na quinta-feira, depois da última aula, fiquei de propósito. Os outros alunos foram saindo devagar. Quando a porta fechou pela última vez, só restamos nós dois na sala. As luzes do corredor já estavam apagadas. Lá fora chovia fino, típico de Tóquio nessa época.

Ela estava guardando os livros na bolsa, de costas pra mim. A saia preta marcada naquela bunda gorda e redonda. Eu me aproximei sem fazer barulho. Pare e fiquei logo atrás dela. O cheiro do perfume dela — algo doce e discreto — misturado com o cheiro quente de mulher.

— Professora…

Ela deu um pulo. Virou o rosto só um pouco.

— Tanaka-kun… a aula acabou. Vá embora.

Eu não saí. Cheguei mais perto. O pau já estava pesado dentro da calça. Encostei a virilha naquela bunda vestida. Devagar. Só o volume grosso esfregando de leve na fenda da saia. Ela engasgou o ar.

— O que… o que você está fazendo?

— Só sentindo. — minha voz saiu baixa, perto da orelha dela. — Essa bunda… caralho, professora. Parece que vai estourar a saia.

Ela ficou parada. Ombros tensos. Eu esfreguei mais uma vez, mais firme, o pau duro riscando o tecido em cima daquele rabão. Uma das minhas mãos subiu devagar pela lateral da coxa dela, por cima da saia, e apertou a carne macia.

— Para… por favor… alguém pode aparecer…

— Ninguém vai aparecer. É quase nove da noite. — continuei esfregando devagar, sentindo o calor da bunda dela mesmo por cima da roupa. — Você tá tremendo. É de medo… ou de tesão?

Ela não respondeu. Só respirou mais fundo. Eu senti o corpo dela ceder um milímetro pra trás, sem querer. O pau latejou.

Na sexta eu fui mais longe.

Depois da aula, de novo. Dessa vez ela tentou sair rápido, mas eu segurei o braço dela no corredor vazio. Puxei pro banheiro dos professores — ela tinha a chave. Trancamos por dentro. Luz fraca.

Ali eu a encostei na parede. Uma mão na cintura, a outra subindo por baixo da blusa. A pele dela estava quente. Apertei um peito por cima do sutiã. Pesado. Macio. O mamilo já duro.

— Tanaka… isso é errado… eu sou casada…

— Seu marido fode você direito? — perguntei baixinho, enquanto a mão descia e apertava a bunda por cima da saia. — Porque esse rabão aqui tá pedindo pau. E a senhora já chupou o meu. Já engoliu porra. Já traiu.

Ela fechou os olhos com força. O rosto estava vermelho de vergonha. Mas quando eu esfreguei o pau duro na coxa dela, por cima da calça, ela soltou um gemidinho abafado.

— Cala a boca…

Eu beijei o pescoço dela. Lento. Língua quente na pele. Ela tremeu inteira. Outra beijo mais perto da orelha. Depois na boca. Ela resistiu no começo, lábios fechados, mas quando eu apertei a bunda com as duas mãos e esfreguei o pau grosso bem no meio do rabo vestido, a boca dela abriu. A língua era quente, tímida, mas respondeu. Beijo molhado, sujo, com ela ofegando contra a minha boca.

A mão dela subiu sem querer e segurou minha camisa. Não pra me empurrar. Só segurou.

— Tô com medo… — sussurrou contra meus lábios. — Se alguém descobrir…

— Ninguém vai. — minha mão já estava por baixo da saia agora. Subindo pela meia-calça. Apertando a carne gorda da coxa. Chegando na calcinha. Quente. Úmida. — Mas você tá molhada pra caralho, professora. A buceta da santa tá pingando só de eu esfregar o pau nela.

Ela soltou um som baixo, quase um choro. Vergonha pura. Mas não me tirou a mão.

Nas duas semanas seguintes virou rotina suja.

Sempre depois da última aula. Sempre escondido. Às vezes na sala, às vezes no banheiro dos professores, uma vez no depósito de material. Eu chegava por trás enquanto ela guardava coisas. Esfregava o pau duro naquela bunda vestida, mãos grandes apertando, amassando, subindo pra peito. Beijos no pescoço, na boca, na orelha. Dedos por baixo da saia, por cima da calcinha, pressionando o clo de fora. Ela sempre começava tremendo, com medo, falando baixo “para… não… sou casada…”. Mas o corpo dela ia cedendo. A cada dia um pouco mais.

O peso da traição começava a aparecer nos olhos dela. Toda vez que eu lembrava:

— Você já chupou esse pau. Já engoliu. Já ficou pelada pro aluno. Seu marido não te fode. Não te come essa buceta gulosa. Não te dá no cu. Eu dou. E você tá gostando.

Ela odiava ouvir. Mas a cada vez que eu falava, a calcinha dela ficava mais molhada.

Até a noite em que a progressão quebrou de vez.

Era quase dez. Chovia forte lá fora. A faculdade estava vazia. Eu travei a porta da sala de aula. Yui estava de pé perto da mesa, ainda com a blusa e a saia. Eu me aproximei sem pressa. Dessa vez não esfreguei por cima da roupa.

— Tira.

Ela me olhou com aqueles olhos assustados, envergonhados.

— Tanaka… a gente não pode…

— Tira tudo. Agora. Quero ver você pelada de novo. Quero tocar essa buceta peluda direito.

As mãos dela tremeram enquanto desabotoava a blusa. O sutiã caiu. Os peitos pesados ficaram livres. Depois a saia. A meia-calça. A calcinha molhada. Ela ficou nua no meio da sala, só de óculos e salto baixo, cobrindo a buceta com as mãos por instinto. A bunda enorme, branca, com aquelas covinhas. O cabelo preto do clo visível entre os dedos.

Eu tirei a camisa. Depois a calça. O pau pulou pra fora, duro pra caralho, grosso, veias saltadas. Ela engoliu seco só de olhar.

— Mãos pro lado. — ordenei baixo.

Ela obedeceu. Ficou exposta. Eu cheguei perto. Mãos grandes percorrendo o corpo dela. Apertando os peitos. Beliscando os mamilos. Descendo pela barriga. Apertando a bunda gorda com força, abrindo as nádegas, olhando o cuzinho apertado. Depois a mão na frente. Dedos abrindo os lábios grossos e peludos da buceta. Ela estava encharcada. O clo latejando.

— Caralho… olha isso. — passei dois dedos no meio, sentindo o calor. — Tá pingando. Só de eu te tarar há semanas.

Ela virou o rosto, envergonhada pra caralho. Mas quando eu ajei ela na mesa e abri as pernas dela, não resistiu de verdade.

Eu me ajoelhei. O cheiro da buceta dela subiu forte — mulher, tesão, traição. Passei a língua inteira de baixo pra cima, devagar. Ela soltou um gemido alto demais e cobriu a boca com as mãos.

— Shhh… — lamba de novo, mais fundo. — Deixa eu chupar essa buceta gulosa.

Comecei a comer ela de verdade. Língua larga, chupando os lábios peludos, enfiando dentro, lambendo o clo inchado. Ela tremia nas minhas mãos. As coxas grossas apertavam minha cabeça. Eu segurava a bunda dela pra cima, abrindo mais, chupando com barulho molhado. Dedo médio entrou devagar na buceta quente e apertada. Depois outro. Fodi ela com os dedos enquanto chupava o clo com força.

— Ahh… Tanaka… para… vai… vai fazer eu…

— Goza. — falei contra a buceta dela. — Goza na minha boca, professora. Quero sentir essa putinha casada gozando pro aluno.

Ela não aguentou. O corpo inteiro tremeu. As coxas apertaram. A buceta latejou forte nos meus dedos e na minha língua. Ela gozou engasgando o gemido, tentando ficar quieta, mas o líquido quente escorreu na minha boca. Eu continuei chupando, engolindo, lambendo tudo enquanto ela se contorcia na mesa, peitos balançando, bunda apertada nas minhas mãos.

Quando o orgasmo passou, ela ficou ofegante, pernas abertas, buceta brilhando, cara vermelha de vergonha e tesão misturados. Eu me levantei. O pau duro quase doendo, latejando na frente dela.

Ela olhou pro pau. Depois pro meu rosto. Os olhos ainda marejados.

— Isso… isso não pode continuar assim…

Eu passei o pau grosso nos lábios molhados da buceta dela, só esfregando, sem enfiar.

— Vai continuar. E da próxima vez… — apertei a cabeça do pau bem no clo dela — eu vou foder essa buceta. E depois esse cu gordo. Até você esquecer que é casada.

Ela não respondeu. Só respirou fundo, ainda tremendo, com o gosto da própria gozada na boca dela misturado com o meu beijo sujo de minutos atrás.

Lá fora a chuva continuava. Dentro da sala, a professora santa estava pelada, recém-gozada na boca do aluno delinquente, e o pau grosso dele ainda esfregava devagar naquela buceta peluda e traidora.

Ainda não tinha metido.


Continuação — Capítulo 3

Yui ainda estava deitada de costas na mesa, pernas abertas, ofegante, a buceta brilhando de saliva e gozo. O peito dela subia e descia rápido. Eu fiquei em pé entre as coxas dela, o pau duro latejando, mas não enfiei. Ainda não.

Em vez disso, eu a virei.

— De quatro. Agora.

Ela me olhou com aqueles olhos ainda meio perdidos, envergonhados.

— Tanaka… o que você vai fazer?

Não respondi. Só segurei os quadris gordos dela e virei o corpo inteiro. Ela obedeceu devagar, ajoelhando em cima da mesa, peitos pesados pendurados, a bunda enorme levantada na minha direção. Aquele rabão gordo, branco, redondo, com as covinhas em cima. O cuzinho apertado no meio, um pouco rosado, com alguns pelinhos pretos finos ao redor. A buceta peluda ainda pingava embaixo.

Eu fiquei um tempo só olhando. A sala estava quieta. Só o barulho da chuva lá fora e a respiração dela.

Cheguei perto. As mãos grandes abriram as nádegas dela com força, abrindo o rabo. O cheiro subiu forte. Mulher. Suor. O dia inteiro dando aula, andando, sentada, a bunda presa naquela saia justa. Não era cheiro de banho fresco. Era cheiro de coroa que trabalhou o dia todo. Quente. Forte. Gostoso pra caralho.

Eu enfiei o nariz bem no meio.

Ela deu um pulo.

— Tanaka! Para! Isso é sujo… eu tô suada… passei o dia inteiro… não faz isso…

Eu ignorei. Passei a língua de baixo pra cima, bem devagar, lambendo a fenda inteira do rabo. Do clo até o cuzinho. O gosto era salgado, quente, um pouco amargo. Gosto de mulher de verdade. Eu gemí contra a bunda dela.

— Porra… que gosto gostoso, professora. — lambei de novo, mais fundo. — Adoro o cheiro desse rabão suado. Fica o dia inteiro escondido nessa saia e agora tá na minha cara.

— Para… é nojento… — a voz dela saiu abafada, contra a mesa. Mas o corpo não se mexeu pra longe.

Eu enterrei o rosto de vez. Língua larga, chupando o cuzinho apertado, lambendo em volta, sentindo os pelinhos finos contra a língua. Abria as nádegas mais, enfia a língua o máximo que dava, chupava, gemia. O barulho molhado ecoava na sala vazia. Ela tremia. As coxas grossas balançavam.

— Tanaka… ahh… para… isso é sujo demais…

Mas eu continuei. Lambendo os pentelhos pretos ao redor do cu, sugando, passando a língua de um lado pro outro, enfia de novo. Uma das minhas mãos desceu e abriu os lábios da buceta dela, só pra sentir o quanto ela estava molhada. Pingando. Eu chupava o cu dela como se fosse a coisa mais gostosa do mundo.

Ela começou a perder o controle.

Os gemidos dela ficaram mais altos, mais sujos. A bunda empurrava pra trás, contra a minha cara, sem ela perceber. Eu segurava firme e lambia sem parar, língua quente, molhada, entrando e saindo do cuzinho apertado.

— Caralho… professora… esse cu tem gosto de puta casada… — falei com a boca cheia de rabo. — Adoro. Fica suada o dia todo e agora eu tô comendo.

Ela soltou um gemido longo. Uma das mãos dela desceu entre as pernas. Começou a se tocar. Dedos rápidos no clo, esfregando com força enquanto eu chupava o cu. O barulho da siririca molhada se misturava com o barulho da minha língua no rabo dela.

— Isso… mexe nessa buceta enquanto eu como esse cuzão… — ordenei, ainda lambendo.

Ela foi à loucura. O corpo inteiro tremendo. A bunda empurrando contra a minha cara. Os dedos dela cada vez mais rápidos. Eu enfiei a língua o mais fundo que dava e chupei forte.

Ela gozou.

O corpo dela se contorceu. Um gemido abafado, longo, quase um choro. A buceta latejou nos dedos dela e o cu apertou contra a minha língua. Ela gozou se masturbando enquanto eu comia o rabo dela, suado, peludo, gostoso pra caralho. O líquido escorreu pelas coxas. Eu continuei lambendo até o último tremor.

Quando ela parou de tremer, ficou de quatro na mesa, ofegante, a bunda ainda aberta, o cu brilhando de saliva. Eu me levantei. O pau estava duro pra doer, a cabeça vermelha, pré-gozo escorrendo.

— Agora você. — falei baixo. — Ajoelha e chupa.

Ela desceu da mesa devagar, ainda trêmula. Ajoelhou na frente de mim. Dessa vez não reclamou. Não pediu pra parar. Não falou de marido. Só olhou pro pau grosso na frente da cara dela, abriu a boca e engoliu.

Devagar.

Lábios macios envolvendo a cabeça. Língua quente por baixo. Ela chupava com calma, sem pressa, engolindo centímetro por centímetro. A boca dela esticava. Quando chegou mais fundo, engasgou de leve, baba escorrendo pelo queixo, mas não parou. Olhou pra cima. Aquela carinha de santa agora era carinha de puta. Óculos tortos, boca cheia de pau, olhos marejados de tesão e vergonha misturados.

Eu segurei o cabelo dela, mas deixei ela no ritmo. Ela chupava devagarzinho, bem fundo, fazendo barulhinho molhado. A língua rodava na cabeça. As mãos dela subiram e apertaram meus ovos. Ela estava se entregando. De verdade.

— Isso… chupa gostoso… olha pra mim enquanto engole esse pau…

Ela obedeceu. Olhos fixos nos meus. Boca esticada. Baba escorrendo nos peitos. Chupava sem reclamar, sem pressa, como se tivesse aprendido a gostar. Eu sentia a garganta dela apertando toda vez que ela engolia mais fundo.

Não aguentei muito.

— Abre a boca. Vou gozar.

Ela tirou o pau quase todo, deixou só a cabeça entre os lábios, língua de fora, e esperou. Eu gozei. Jato grosso, quente, direto na língua e na boca dela. Ela engoliu o que deu. Um pouco escorreu pelo canto da boca. Ela limpou com o dedo e chupou o dedo depois, ainda olhando pra mim.

Ficamos em silêncio por um tempo. Só a respiração pesada dos dois e a chuva lá fora.

Depois ela se levantou. Começou a se vestir devagar. Calcinha. Meia-calça. Sutiã. Blusa. Saia. Eu também. O gosto do cu dela ainda estava na minha boca. O gosto da porra ainda estava na dela.

Quando terminamos, ela pegou a bolsa. Olhou pra mim uma última vez. O rosto ainda estava vermelho. Os lábios um pouco inchados.

— …eu posso te dar uma carona. Está chovendo muito.

A voz saiu baixa, quase sem jeito. Como se oferecer carona fosse a coisa mais normal do mundo depois de ter o cu chupado e a boca cheia de porra do aluno.

Eu sorri.

— Pode ser, professora.

Saímos juntos pelo corredor escuro. Ninguém. Só o barulho da chuva. Ela andava um pouco na frente, a bunda ainda marcada pela minha mão, o cheiro do sexo ainda grudado nos dois.

No carro, o silêncio pesou. Mas o tesão não tinha acabado. Só estava esperando o próximo capítulo.


Continuação — Capítulo 4

O carro de Yui era um sedã escuro, discreto, cheiro de ar-condicionado e perfume barato de mulher casada. Ela dirigia em silêncio no começo, as duas mãos no volante, ainda com os lábios um pouco inchados. Eu ia no banco do passageiro, o gosto do cu dela ainda na minha boca, o pau semi-duro dentro da calça.

A chuva batia no para-brisa. As luzes da cidade passavam devagar.

Por um tempo ninguém falou nada. Só o barulho do limpador e a respiração dela um pouco mais rápida que o normal.

Eu quebrei o silêncio primeiro.

— Você dirige bem pra quem acabou de gozar com língua no cu.

Ela soltou um risinho nervoso, sem tirar os olhos da estrada.

— Para com isso… ainda estou… processando.

— Processando o quê? Que chupou pau de aluno, gozou na boca dele e ainda deixou ele comer o rabo suado?

Ela mordeu o lábio. Não respondeu. Mas o jeito que apertou o volante já dizia tudo.

Tentei descontrair de verdade, mudando de assunto.

— Eu moro só com a minha mãe. Meu pai sumiu faz uns anos. É só nós dois num apartamento pequeno perto daqui.

Ela deu uma olhada rápida pra mim.

— Sério?

— É. Ela trabalha até tarde às vezes, mas hoje deve estar em casa. Por isso não te chamei pra subir.

Yui ficou em silêncio por alguns segundos. Depois falou, voz baixa:

— Eu tenho uma filha. Dezesseis anos. Está com a avó essa semana. O meu marido… quase nunca está em casa. Preferência dele.

O ar ficou mais pesado. Eu olhei pro perfil dela. A professora santa, casada, mãe, com gosto de porra ainda na boca e o cu recém-chupado.

— Então a gente tá meio parecido. Casa vazia… e tesão sobrando.

Ela não respondeu. Só engoliu seco e continuou dirigindo.

Alguns minutos depois ela parou numa rua lateral, escura, perto do meu prédio. Árvores dos dois lados, poucos postes. O motor ficou ligado, o ar-condicionado soprando frio. A chuva tinha diminuído pra um fiapo.

Eu me virei pro banco dela.

— Me dá um beijo de despedida.

Ela me olhou. Aqueles olhos atrás dos óculos ainda tinham vergonha, mas também outra coisa. Tesão que não tinha ido embora.

— Só um…

Eu segurei o queixo dela e puxei. O beijo começou devagar. Boca fechada. Depois a língua dela encontrou a minha. Quente. Molhada. O gosto de porra ainda estava lá, misturado com o gosto dela. O beijo foi ficando mais fundo, mais sujo. Eu mordi o lábio inferior dela. Ela soltou um gemidinho dentro da minha boca.

A mão dela subiu pro meu pescoço. A minha desceu pro peito dela, apertando por cima da blusa.

Quando o beijo quebrou, os dois estavam ofegantes.

— Sobe em cima de mim — falei baixo.

Ela olhou pela janela. A rua estava vazia, mas qualquer carro podia passar.

— Tanaka… alguém pode ver…

— Sobe.

Ela obedeceu. Passou a perna por cima do câmbio com dificuldade, a saia subindo, e sentou no meu colo, de frente pra mim. O peso daquele corpo curvilíneo afundou no banco. A bunda gorda encaixou em cima do meu pau, ainda vestido. Eu senti o calor dela mesmo por cima da roupa.

Beijei de novo. Mais fundo. Enquanto beijava, a mão desceu pela coxa dela, subiu por baixo da saia e encontrou a calcinha. Já estava molhada de novo. Passei o dedo por cima do tecido, pressionando o clo. Ela tremeu.

— Tira essa merda — murmurei contra a boca dela.

Ela levantou um pouco o quadril. Eu puxei a calcinha pra baixo pelas coxas, ela ajudou com uma perna, depois a outra. A calcinha molhada ficou na minha mão. Guardei no bolso da calça.

Agora era só a buceta peluda dela sentada em cima do meu pau vestido. Quente. Úmida. Eu abri as nádegas dela com as duas mãos e enfiei o dedo médio devagar no cuzinho ainda molhado de saliva. Ela engasgou o ar.

— Tanaka… ahh… alguém pode passar… vai ver…

— Você adora isso — falei no ouvido dela, enquanto o dedo entrava e saía devagar do cu apertado. — Adora a ideia de alguém ver a professora casada sentada no colo do aluno, com dedo no rabo. Por isso tá tão molhada.

Ela mordeu meu ombro pra não gemer alto. O dedo foi mais fundo. Eu sentia o anel do cu dela apertando. A outra mão subiu por baixo da blusa, puxou o sutiã pra baixo e pegou um peito inteiro. O mamilo estava duro. Eu baixei a cabeça e chupei. Língua quente, chupando forte, enquanto o dedo fodia o cuzinho dela com calma.

Yui começou a se mexer em cima de mim. O quadril rebolava sem querer, esfregando a buceta molhada no volume do meu pau. O dedo no cu dela entrava mais fácil agora. Ela estava encharcada.

— Porra… professora… se eu te convidasse pra subir agora, eu te fodia esse bucetão até você não aguentar mais… — sussurrei, ainda chupando o peito. — Mas tem a bucetuda da minha mãe em casa essa hora. Não dá. Então vai ter que ser aqui.

A frase pegou ela de jeito. Eu senti a buceta dela contrair contra a minha calça. Mais molhada ainda. O gemido dela saiu abafado contra meu pescoço.

— Você é um… ahh… um filho da puta…

— E você tá gozando com dedo no cu dentro do carro.

Ela não aguentou. Desceu do meu colo devagar, ajoelhou como conseguiu no espaço apertado do banco do passageiro, e abriu meu zíper com mão trêmula. O pau pulou pra fora, duro de novo, brilhando de pré-gozo. Ela não falou nada. Só engoliu.

Dessa vez não foi devagar e tímido. Foi com vontade. Boca quente, língua molhada, chupando fundo, fazendo barulho. A cabeça dela subia e descia rápido. Baba escorria. Ela olhava pra cima de vez em quando, com aquela carinha de puta, óculos tortos, boca esticada no pau grosso. Uma mão dela desceu e se tocou enquanto chupava. A outra apertava a base do meu pau.

Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca com mais força. O barulho molhado enchia o carro. Ela engasgava e continuava, sem reclamar, sem pedir pra parar.

— Isso… mama gostoso… vai engolir de novo…

Não. Dessa vez eu quis na cara.

Puxei o pau da boca dela quando senti o gozo subindo. Ela ficou de boca aberta, língua de fora, esperando. Eu gozei. Jato grosso na boca, no queixo, no nariz, numa bochecha. Ela fechou os olhos no impacto. A porra escorreu lenta pelo rosto dela, branco contrastando com a pele.

Ficamos assim alguns segundos. Eu ofegante. Ela ajoelhada, rosto sujo de porra, respirando pela boca.

Eu peguei a calcinha dela do bolso. Ainda quente e molhada. Mostrei pra ela.

— Essa fica comigo. Lembrança.

Ela me olhou com o rosto coberto de porra, ainda ajoelhada.

— Tanaka…

— E você vai dirigir pra casa assim. Com minha porra na cara. Sem limpar. Quero que sinta escorrendo enquanto dirige. Quero que chegue em casa com gosto de aluno na boca e porra secando no rosto.

Ela não disse nada. Só se levantou devagar, voltou pro banco do motorista, ainda com a saia erguida e a buceta nua. Passou a mão no volante. Olhou pro espelho retrovisor. A porra ainda escorria devagar pela bochecha.

Eu abri a porta.

— Até amanhã, professora.

Desci. Fechei. O carro ficou parado por alguns segundos. Depois ela engatou a marcha e saiu devagar pela rua escura, o rosto ainda sujo, a calcinha no meu bolso, e o cu dela ainda sentindo a marca do meu dedo.

A chuva tinha parado de vez.

Mas a merda que a gente tinha começado… estava só esquentando.


Continuação — Capítulo 5

Yui estacionou o carro na garagem do prédio quase meia-noite.

O rosto ainda ardia. A porra do Tanaka tinha secado em placas brancas na bochecha, no queixo e num canto da boca. Ela olhou no espelho retrovisor por longos segundos. Parecia uma puta qualquer depois de um programa. A professora de literatura clássica, casada, mãe, com porra de aluno secando na cara.

O coração batia forte. Não de medo. De tesão.

Ela limpou só o suficiente pra não chamar atenção no elevador — passou a mão uma vez, espalhando mais do que limpando — e subiu. O apartamento estava escuro e silencioso. O marido roncava baixo no quarto de casal. A filha, agora com dezoito anos, dormia no quarto dela, porta entreaberta. Ninguém tinha acordado.

Yui trancou a porta da entrada, tirou os sapatos e ficou parada no corredor escuro. O cheiro da casa — amaciante, comida de ontem, o perfume barato do marido — misturava com o cheiro de sexo que ainda vinha dela. A buceta latejava. O cu ainda sentia a marca do dedo do Tanaka. A boca ainda tinha gosto de pau.

Ela sempre fazia isso quando os dois dormiam.

Tirou a blusa ali mesmo no corredor. Depois o sutiã. Os peitos pesados ficaram livres, mamilos ainda sensíveis de tanto terem sido chupados. A saia caiu no chão. Por último a meia-calça. Ficou completamente nua no meio da sala, só com o rosto sujo de porra seca e os óculos tortos.

O ar-condicionado soprava frio na pele quente. Ela passou a mão pela barriga, desceu até a boceta peluda e abriu os lábios com dois dedos. Ainda estava encharcada. O clo inchado. Escorria um fio fino pela coxa interna.

Foi até a cozinha. Abriu uma garrafa de vinho tinto barato que tinha sobrado do jantar de domingo. Bebeu direto do gargalo, em pé, nua, sentindo o álcool descer quente. O tesão não diminuía. Só aumentava. Cada gole vinha acompanhado de uma imagem: a língua do Tanaka no cu dela, o pau grosso esticando a boca, a porra quente estampando o rosto.

Ela andou pela casa inteira daquele jeito.

Passou pela porta do quarto da filha. Parou. Ouviu a respiração regular. Continuou. Foi até a sacada. Abriu a porta de correr com cuidado. O vento da madrugada bateu nos peitos e na boceta. Lá embaixo a rua estava quase deserta. Nos prédios vizinhos algumas janelas ainda tinham luz. Ela puxou a cadeira de plástico até a beirada, sentou, abriu bem as pernas e ficou ali, nua, a boceta peluda apontada na direção dos prédios. Os dedos começaram a se mexer sozinhos. Devagar. Circular. Sentindo o vento bater no clo molhado.

Ficou vários minutos se exibindo na escuridão, se tocando, lembrando da língua no rabo, do dedo no cu, da porra na cara. O tesão subia, mas ela não queria gozar ainda. Queria alongar.

Voltou pra dentro. Foi ao banheiro. Sentou no vaso pra fazer xixi. O jato saiu quente, barulhento, enquanto ela ainda tinha os dedos na boceta. Quando terminou, não se limpou de verdade. Só passou o papel uma vez e ficou olhando pro cesto de roupa suja no canto.

Ali tinha várias peças da filha.

Yui ficou parada, nua, com o xixi ainda escorrendo um pouco, olhando. Calcinhas minúsculas, de renda, de algodão fino, algumas com bichinhos estampados, outras pretas e sexy. Completamente diferentes das dela — largas, de algodão grosso, de mãe. A mão dela desceu sozinha até o cesto. Pegou a primeira. Cheirou. Cheiro de jovem. De sabonete doce e um pouco de suor limpo. Depois pegou outra. E outra. Até encontrar uma pequenininha, de algodão rosa claro, com um ursinho bordado na frente. Quase sumia na mão.

O coração acelerou. Ela nunca tinha feito isso. Nunca tinha sentido tesão com nada da filha. Mas naquela noite, com a cara coberta de porra seca de aluno e a boceta latejando, tudo estava errado e gostoso ao mesmo tempo.

Ela abriu a calcinha da filha e enfiou o rosto. Aspirou fundo. O cheiro subiu direto pro cérebro. Doce. Íntimo. Proibido. A boceta dela contraiu sozinha. Sem pensar direito, passou a perna e puxou a calcinha pra cima.

Sumiu.

A peça minúscula enfiou no meio da boceta peluda, o tecido fino desaparecendo entre os lábios grossos. Os pentelhos pretos escapavam pelas laterais. Atrás, o fiozinho sumia completamente no meio do rabão gordo, enterrado entre as nádegas. Yui olhou no espelho do banheiro. Parecia obsceno. Uma mulher de quarenta e dois anos, peitão caído, barriga macia, bunda enorme, com uma calcinha de adolescente dezoito anos sumindo na xota e no cu.

Ela saiu do banheiro andando daquele jeito.

Pela sala. Pelo corredor. A calcinha roçando o clo a cada passo. O tecido já começava a ficar molhado. Ela parou na frente do espelho da sala, abriu as pernas, puxou o fiozinho pra o lado e olhou a boceta peluda transbordando da calcinha fofinha. Os dedos desceram. Começou a se masturbar por cima do tecido. Depois por baixo. O dedo médio esfregando o clo enquanto o ursinho rosa ficava cada vez mais escuro de porra dela.

O tesão veio diferente. Mais sujo. Mais errado. Ela lembrou da língua do Tanaka no cu, do pau na boca, da porra na cara… e agora estava gozando com a calcinha da própria filha enterrada na xota. Os dedos ficaram mais rápidos. Dois dentro. O polegar no clo. A outra mão apertando o peito. Ela rebolava sozinha no meio da sala escura, a bunda gorda tremendo, a calcinha minúscula encharcada.

Gozo veio forte.

As pernas bambearam. Ela teve que se segurar na parede. A boceta latejou, escorrendo quente pela calcinha da filha, molhando as coxas. Um gemido baixo, abafado, saiu da garganta. Ela continuou se tocando até o último espasmo, até ficar sensível demais.

Depois ficou parada, ofegante, nua, com a calcinha rosa encharcada ainda sumida entre a boceta e o cu. O rosto ainda tinha restos de porra seca. O corpo inteiro formigava.

Foi até o quarto. O marido continuava roncando de lado. Ela não tirou a calcinha. Deitou na beirada da cama, de costas, as pernas um pouco abertas, sentindo o tecido molhado grudado na xota. Fechou os olhos.

Ainda sentia o gosto do Tanaka na boca.
Ainda sentia o dedo no cu.
Ainda sentia a calcinha da filha enterrada nela.

E dormiu assim.
Pelada.
Molhada.
E mais puta do que nunca.


Continuação — Capítulo 6

No dia seguinte Yui acordou antes do despertador.

O marido ainda roncava. A filha continuava dormindo. Ela se levantou devagar, o corpo ainda sensível, a calcinha rosa da noite anterior encharcada e grudada entre as pernas. Tirou com cuidado, escondeu no fundo da gaveta dela mesma e foi pro banheiro.

Lá, em silêncio, abriu a gaveta da filha de novo.

Escolheu outra. Preta, de renda fina, quase transparente na parte da frente, com um laço pequenino atrás. Ainda menor que a de ontem. O tecido era tão delicado que parecia que ia rasgar só de puxar. Yui passou a perna e puxou pra cima. A calcinha sumiu imediatamente no meio da boceta peluda. Os lábios grossos transbordavam dos lados. Atrás, o fiozinho desaparecia completamente entre as nádegas gordas. Os pentelhos pretos escapavam por todas as bordas.

Ela se olhou no espelho por um longo tempo. Peitão pesado, barriga macia, rabão enorme… e aquela calcinha de menina de dezoito anos enterrada na xota de uma mulher de quarenta e dois. O tesão voltou quente na hora. Mas ela só se vestiu por cima: saia longa, blusa de gola alta, coque apertado, óculos. A santa de sempre.

Na faculdade, o dia inteiro foi um tormento.

A cada passo a renda roçava o clo. Quando sentava, o tecido sumia ainda mais. Yui sentia a boceta latejando, já úmida só de lembrar que estava usando a calcinha da filha na frente dos alunos. Na frente dele.

Tanaka ficou depois da última aula, como sempre. Quando a porta se fechou e o corredor esvaziou, ele trancou por dentro.

— Hoje você tá diferente, professora.

Ela tentou disfarçar, guardando os livros com mão firme demais.

— Não sei do que está falando.

Ele chegou por trás. A mão grande subiu pela saia sem pedir licença, apertou a bunda e depois desceu entre as pernas. Os dedos encontraram a renda fina imediatamente. Parou.

— Que porra é essa?

Yui engoliu seco. O rosto esquentou.

— As minhas estavam todas sujas… precisei pegar uma da minha filha. Não era pra… não era pra você ver. Nem pra se exibir. Foi só necessidade.

Tanaka soltou um riso baixo, sujo. A mão dele não saiu. Pelo contrário: puxou a saia pra cima até a cintura, deixando a bunda e a boceta expostas. A calcinha preta de renda estava completamente engolida pelos lábios peludos. Os pentelhos escapavam. O fiozinho atrás sumia no rabo.

— Necessidade, é? — ele ajoelhou atrás dela. Encostou o nariz bem no meio da boceta, por cima da renda, e aspirou fundo. — Porra… que cheiro é esse?

Yui tremeu. Tentou fechar as pernas, mas ele segurou as coxas.

— Cheiro de buceta de mãe… e de calcinha de filha. Os dois juntos. — ele cheirou de novo, mais fundo, a boca quase colada no tecido molhado. — Tá delicioso. Sua filha usa umas calcinhas bem putinha, hein? E você enfiou essa merdinha toda na sua xota peluda pra vir dar aula.

Ela soltou um gemido abafado, a vergonha queimando o rosto.

— Tanaka… para…

Ele não parou. Puxou a renda pro lado com os dedos e passou a língua inteira na boceta descoberta. Lenta. Grossa. De baixo pra cima. O barulho molhado ecoou na sala.

— Caralho… bem peluda mesmo. — lambeu de novo, enfiando a língua entre os lábios grossos. — Adoro. Esses pentelhos pretos grudadinhos de porra… delicioso.

Yui, ainda de pé, segurando a mesa, conseguiu falar entre os dentes:

— Você… prefere depilada?

Ele parou só o suficiente pra responder, a boca ainda colada nela:

— Prefiro peluda. Muito. Quero sentir o cabelo na língua enquanto chupo. Quero ver esses pentelhos molhados quando eu te foder.

E voltou a comer.

Língua larga, chupando o clo com força, dois dedos entrando devagar na boceta quente enquanto a outra mão abria a bunda. Yui não aguentou ficar em pé. Ele a fez sentar na beira da mesa, pernas abertas, saia subida, a calcinha da filha puxada pro lado. Chupou com vontade, barulhento, lambendo os pentelhos, sugando os lábios, enfiando a língua o mais fundo que dava. Ela gozou rápido demais. O corpo inteiro tremeu, a boceta latejou na boca dele, um fio quente escorrendo pelo queixo de Tanaka enquanto ela abafava o gemido com a mão.

Ele se levantou, o pau já estampado na calça, duro pra caralho.

— Quer chupar?

Yui não falou nada. Só desceu da mesa, ajoelhou e abriu o zíper dele com as duas mãos. O pau pulou pra fora. Ela engoliu sem reclamar. Dessa vez chupava melhor. Mais fundo. A língua trabalhava por baixo, a boca apertava, a cabeça ia e vinha com ritmo. Baba escorria. Ela olhava pra cima de vez em quando, com aquela cara de santa transformada em puta, a calcinha da filha ainda puxada pro lado, a boceta brilhando de gozo.

Quando Tanaka sentiu o gozo subindo, puxou o cabelo dela e tirou o pau da boca.

— Sobe na mesa. Mostra essa calcinha.

Ela obedeceu. Sentou na beira, pernas abertas. Ele puxou a renda preta bem pro lado, deixando a boceta peluda completamente exposta, e gozou. Jato grosso, quente, direto em cima dos lábios, dos pentelhos, do clo. A porra escorreu lenta, branca, contrastando com o preto da calcinha e o cabelo escuro da xota.

Ele pegou a calcinha da filha e ajeitou de volta no lugar. O tecido fino ficou colado, encharcado de porra, sumindo de novo entre os lábios grossos. A marca branca ficava visível por baixo da renda.

— Agora você vai ficar só com vontade. — ele limpou o pau na coxa dela. — Eu só vou comer essa buceta quando você pedir. Com a boca. Pedindo gostoso. Até lá… vai ter que se virar com dedo e com calcinha de filha.

Yui ficou quieta, ofegante, a porra escorrendo pela renda.

— E amanhã — continuou ele — vem com outra. Quero ver quantas calcinhas putinha essa sua filha tem. Trás uma diferente.

Ela baixou os olhos. A voz saiu baixa, quase sem força:

— Tudo bem.

Ficaram em silêncio por alguns segundos. Só a respiração dos dois e o barulho distante de algum funcionário no corredor.

Yui desceu da mesa, ajeitou a saia por cima da calcinha gozada e pegou a bolsa. Olhou pra ele.

— Você… quer uma carona?

Tanaka sorriu, ainda com o pau semi-duro pra fora da calça.

— Só se você me chupar mais uma vez.

Ela ficou olhando pra ele um segundo. O rosto ainda vermelho. Os lábios inchados. Depois um sorriso pequeno, sujo, apareceu no canto da boca.

— Tudo bem então.


Continuação — Capítulo 7

O carro de Yui saiu do estacionamento da faculdade em silêncio.

Ela dirigia com as duas mãos no volante, a saia ainda um pouco amassada, a calcinha preta da filha encharcada de porra colada na boceta. Tanaka ia no banco do passageiro, perna aberta, o pau ainda semi-duro marcando a calça. O cheiro de sexo impregnava o interior do veículo.

Antes mesmo de saírem da rua da universidade ele já tinha a mão na coxa dela. Subindo devagar. Apertando a carne macia. Yui não tirou. Só respirou mais fundo e continuou olhando pra frente. Quando o semáforo fechou, ele se inclinou e beijou o pescoço dela. Língua quente. Dentes de leve. A mão dele chegou na boceta por cima da saia e pressionou o volume da calcinha gozada.

— Ainda tá molhada pra caralho… — murmurou no ouvido dela.

Ela soltou um gemido baixo e virou o rosto. O beijo veio sujo, molhado, com língua. Os dois se agarraram ali no farol, boca em boca, a mão dele apertando a boceta por cima da renda da filha enquanto a outra subia por baixo da blusa e pegava o peito. A buzina de um carro atrás os fez separar. Yui acelerou com a mão trêmula.

No caminho foi assim o tempo todo. Beijos nos semáforos. Mão dele por baixo da saia, dedo roçando a calcinha encharcada. Ela retribuía, uma mão no volume duro da calça dele, apertando, sentindo o pau latejar. O carro cheirava a porra e a tesão.

Quando chegaram perto do prédio dele, Tanaka falou, voz baixa:

— Quer subir?

Yui apertou o volante.

— É melhor não…

— Por quê?

— Meu marido… minha filha… se alguém…

— Eles estão acordados agora?

Ela demorou um segundo pra responder.

— Não. Os dois devem estar dormindo.

Tanaka sorriu de lado.

— Então sobe. A minha mãe mandou mensagem mais cedo. Falou que ia fazer hora extra no bar e só chega de madrugada. O apartamento tá vazio.

Yui ficou parada, o motor ainda ligado, olhando pro prédio simples na frente. O coração batia forte demais. A boceta latejava dentro da calcinha gozada. Ela sabia que se subisse, ia ser diferente. Não era mais só o banheiro da faculdade ou o carro. Era a casa dele.

— Tanaka… eu…

— Sobe.

A voz dele saiu firme. Ela desligou o motor.

O apartamento era pequeno. Dois quartos, sala conjugada com cozinha americana, cheiro de homem jovem e de comida barata. Poucos móveis. Uma televisão antiga. Sofá gasto. Yui entrou atrás dele, ainda com a bolsa na mão, o corpo inteiro tenso.

A porta mal fechou e ele já a empurrou contra a parede da sala.

O beijo veio violento. Boca aberta, língua, dentes. As mãos dele subiram por baixo da blusa e arrancaram o sutiã junto. Os peitos pesados saltaram livres. Ele chupou um mamilo com força enquanto a outra mão puxava a saia pra baixo. A peça caiu nos tornozelos dela. Restou só a calcinha preta da filha, encharcada, sumida entre os lábios peludos.

Tanaka se afastou só o suficiente pra olhar.

— Tira.

Yui obedeceu. Puxou a renda pra baixo. Ficou completamente nua no meio da sala dele, peitos pesados, barriga macia, boceta peluda brilhando de porra seca e saliva, o rabão gordo exposto. Ele circundou ela devagar, apreciando, a mão passando pela bunda, abrindo as nádegas, um dedo roçando o cuzinho ainda sensível.

Depois parou na frente dela, o olhar sujo.

— Você gosta de vestir roupa usada de outras mulheres, né?

Yui desviou o olhar, o rosto queimando.

— Não… eu só…

— Não disfarça. Ontem a da filha. Hoje de novo a da filha. Você enfiou essa merdinha na xota e veio me dar aula. Gosta do cheiro. Gosta da ideia. Fala a verdade.

Ela ficou em silêncio alguns segundos, nua, exposta. A voz saiu baixa, quase sem força:

— …sim. Gosto.

Tanaka sorriu. Sem falar mais nada, virou as costas e foi até o banheiro. Voltou menos de um minuto depois com um monte de roupa na mão. Jogou em cima do sofá na frente dela.

Uma calcinha preta de algodão, já usada, com marcas claras de uso. Um shortinho de academia cinza, tão curto que quase não cobria nada, o tecido fino e surrado. Um top esportivo preto, apertado, com o sutiã interno já amassado pelo volume dos peitos de outra mulher.

— É da minha mãe. — ele falou simples. — Ela é uma cavalona. Peitão, bunda grande, coxa grossa. Essas roupas vão servir certinho em você.

Yui olhou para as peças e depois para ele, os olhos arregalados.

— Tanaka… mas é sua mãe!!

— E daí? Você já gozou com calcinha da sua filha na xota. Agora vai gozar com a da minha mãe. Veste.

Ela ficou parada, nua, o coração martelando. O cheiro das roupas subia até ela — suor antigo de academia, perfume barato de mulher mais velha, um cheiro íntimo, usado. O tesão bateu tão forte que as pernas bambearam. A boceta latejou sozinha.

Com as mãos trêmulas, Yui pegou a calcinha preta. Era um pouco maior que as da filha, mas ainda sumia quando ela puxou pra cima. O tecido usado acomodou entre os lábios peludos, os pentelhos escapando. Depois o shortinho. O elástico apertou a carne gorda da bunda e das coxas, o tecido subindo tanto atrás que metade do rabão ficou de fora. Por último o top. Os peitos pesados quase estouraram o tecido, o decote profundo, os mamilos marcando.

Ela ficou em pé no meio da sala, vestida com a roupa de academia usada da mãe do Tanaka. A calcinha já começava a ficar molhada de novo. O shortinho marcado na boceta. O top apertando os peitos.

Tanaka olhou ela de cima a baixo, o pau duro estampado na calça, e sorriu devagar.

— Agora sim… parece uma puta de verdade.

Yui não conseguiu responder. Só ficou ali, ofegante, morrendo de tesão, vestida com a roupa da mãe dele, esperando o que ele ia fazer a seguir.


Continuação — Capítulo 8

Tanaka ficou parado na frente dela por um tempo, só olhando.

Yui estava no meio da sala, vestida com a roupa de academia usada da mãe dele: o top preto estourando nos peitos pesados, o shortinho cinza subindo tanto que metade do rabão gordo ficava de fora, e a calcinha preta já começando a marcar de umidade. O cheiro das peças — suor antigo, perfume barato de mulher madura, um fundo íntimo — subia forte no ar quente do apartamento.

Ele se aproximou sem pressa. Segurou os quadris dela e virou o corpo, fazendo-a ficar de costas. Abaixou-se. Encostou o nariz bem no meio da bunda coberta pelo shortinho e aspirou fundo, demorado, como quem cheira a melhor coisa do mundo.

— Porra… — a voz saiu rouca. — Eu amo o cheiro do cu e da buceta da minha mãe. Esse shortinho fica o dia inteiro grudado nela na academia… o suor, o calor… caralho, professora. Tá delicioso.

Yui soltou um som abafado, metade vergonha, metade tesão. Tentou se afastar um pouco, mas ele segurou firme.

— Você é um tarado… — murmurou, a voz trêmula. — Isso é tão errado, Tanaka… é a sua mãe…

Ele riu baixo contra a bunda dela. A respiração quente atravessava o tecido fino.

— E você tá vestida com a roupa dela. Com a calcinha dela sumida na sua xota. Então me fala… você gosta? Gosta de sentir o cheiro da mãe do seu aluno na sua boceta?

Yui fechou os olhos. O rosto queimava. A boceta latejava dentro da calcinha usada. Ele insistiu, a boca quase colada no shortinho:

— Fala. Gosta ou não?

A resposta saiu baixa, quase um gemido:

— …sim. Gosto.

Tanaka mordeu de leve a carne gorda da bunda por cima do tecido.

— Então rebola pra mim.

Ela obedeceu. Devagar no começo, envergonhada, depois com mais vontade. Empurrou o rabão para trás, esfregando a bunda inteira na cara dele. O shortinho subia ainda mais. O cheiro ficava mais forte. Tanaka gemia contra ela, cheirando, beijando, mordendo a carne por cima da roupa.

Depois puxou o shortinho pra baixo de uma vez só. A peça caiu nos tornozelos dela. Restou só a calcinha preta usada da mãe, já molhada, sumida entre os lábios peludos e enterrada no meio do rabo. Ele ajoelhou de verdade. Passou a língua por cima da calcinha, lenta, larga, lambendo o tecido usado do clo até o cu. O gosto misturava o suor antigo da mãe com o tesão fresco de Yui.

— Porra… — ele falou com a boca cheia de calcinha. — Cheiro de mãe e de professora casada… delicioso.

Yui tremia. As mãos dela foram para trás e abriram as próprias nádegas, sem ele pedir. O corpo já estava se soltando. Tanaka puxou a calcinha de lado com dois dedos e enterrou a cara. A língua encontrou o cuzinho apertado imediatamente. Lambeu em círculos, chupou, enfio a ponta da língua, sentindo o anel se contrair. O gosto era salgado, quente, sujo. Ele comeu o cu dela com vontade, barulhento, enquanto uma mão subia e apertava a boceta por baixo.

Yui gozou em pé.

O corpo inteiro tremeu. As pernas bambearam. Um gemido longo, abafado, saiu da garganta enquanto a boceta latejava e o cu apertava a língua dele. Ela teve que se segurar no sofá para não cair. Tanaka continuou lambendo até o último espasmo, até ela ficar sensível demais e tentar se afastar.

Quando ele se levantou, o pau estava duro pra doer, marcando a calça. Yui, ainda ofegante, olhou para ele com os olhos meio perdidos. O top da mãe dele apertava os peitos. A calcinha usada estava puxada de lado, a boceta peluda exposta e brilhando. Algo tinha quebrado nela. A vergonha ainda estava lá, mas o tesão agora falava mais alto.

Ela se virou de frente, empurrou Tanaka para o sofá e subiu em cima dele de costas, rebolando o rabão gordo bem na cara dele de novo. Depois desceu, ajoelhou entre as pernas e abriu o zíper. O pau pulou pra fora. Ela engoliu sem falar nada, com vontade, a boca quente e molhada descendo até quase a base. Chupava fundo, fazendo barulho, olhando pra cima de vez em quando com aquela cara de puta que já não tentava mais esconder.

Foi nesse momento que o celular de Tanaka tocou.

Ele olhou a tela e sorriu.

— Minha mãe.

Yui tentou tirar a boca, mas ele segurou o cabelo dela com firmeza.

— Continua. Não para.

Atendeu com a outra mão, a voz normal, quase preguiçosa:

— E aí, mãe.

A voz da mulher saiu pelo viva-voz, rouca, de quem trabalha em bar até tarde:

— Tá tudo bem aí, filho? Comi alguma coisa? Não esquece de trancar a porta, viu? Hoje o movimento tá bom, só vou conseguir chegar umas três da manhã, no mínimo.

Tanaka reclinou a cabeça no sofá, ainda segurando o cabelo de Yui, fazendo ela engolir o pau mais fundo enquanto respondia:

— Tô bem. Já comi. Porta trancada. Pode ficar à vontade.

A mãe riu do outro lado da linha, um riso baixo, meio provocante:

— Você tá com a voz estranha… tá fazendo alguma putaria aí sozinho? Hm? Tá tocando uma punheta pensando em quem, hein, safado?

Yui engasgou no pau. Tanaka segurou mais firme e a fez continuar. Ela chupava agora com o celular ligado, o som da voz da mãe enchendo a sala enquanto a boca dela subia e descia molhada. Tanaka abriu mais as pernas e empurrou a cabeça dela pra baixo.

— Talvez — ele respondeu, a voz um pouco mais rouca. — E se eu estiver?

A mãe soltou outro riso, dessa vez mais sujo:

— Então goza gostoso, filho. Mas limpa depois. Não quero chegar e encontrar a sala fedendo a porra. E se for bater uma, pelo menos pensa em alguém que preste… não nessas novinhas idiotas da faculdade.

Tanaka olhou pra baixo. Yui estava ajoelhada, a boca esticada no pau dele, o top da própria mãe estourando nos peitos, a calcinha usada da mãe puxada de lado, a boceta peluda exposta. Ele fez ela se virar um pouco, de quatro no chão, ainda chupando, e filmou mentalmente a imagem: a professora casada, vestida com a roupa da mãe, mamando enquanto a mãe falava no telefone.

— Pode deixar — ele respondeu. — Vou gozar pensando em alguém bem gostoso.

— Isso. Depois me conta. Beijo, filho. Qualquer coisa me liga.

— Beijo, mãe.

Desligou.

O silêncio que ficou na sala foi pesado e quente. Yui tirou a boca do pau devagar, baba escorrendo pelo queixo, os olhos marejados de tesão e de algo mais escuro. Tanaka puxou ela pra cima. O beijo foi frenético, quase violento. Dentes, língua, saliva, o gosto de pau misturado com o gosto da boca dela. As mãos dele rasparam o top pra cima, libertando os peitos, apertando, beliscando. As mãos dela desceram e seguraram o pau molhado, masturbando rápido.

Quando o beijo quebrou, os dois estavam ofegantes, a testa colada.

— A gente tem bastante tempo hoje pra aproveitar — ele falou baixo, a voz rouca. — Ela só chega de madrugada.

Yui assentiu, ainda ofegante, os lábios inchados, o corpo inteiro tremendo de tesão.

— Eu sei…

Tanaka passou a mão entre as pernas dela, dois dedos entrando fácil na boceta encharcada, e falou bem perto da boca:

— Então eu vou foder esse bucetão agora.

Yui olhou nos olhos dele. A vergonha ainda estava lá, mas o pedido saiu claro, sem tremer:

— Eu quero.