Porno Conto – Mãe e Filha Góticas Wandinha Addams e Morticia! Pedreiro Fode Mãe e Filha Lado a Lado no Cu e na Buceta ao Mesmo Tempo e Goza Enchendo os Dois Cuzinhos Enquanto Elas Se Beijam

Wandinha, a gótica de 18 anos fria, fechada e quieta, fica sozinha em casa com o pedreiro tarado enquanto a mãe trabalha. Ele cria oportunidades e a conduz aos poucos até foder a bucetinha apertada dela e encher de porra no primeiro dia. No dia seguinte, o homem a faz chupar e depois abre o cuzinho dela, fodendo só o cu até gozar fundo, enquanto ela permanece sem reação, aceitando tudo como se fosse normal na família.

Wandinha, a gótica de 18 anos fria, fechada e quieta, fica sozinha em casa com o pedreiro tarado enquanto a mãe trabalha. Ele cria oportunidades e a conduz aos poucos até foder a bucetinha apertada dela e encher de porra no primeiro dia. No dia seguinte, o homem a faz chupar e depois abre o cuzinho dela, fodendo só o cu até gozar fundo, enquanto ela permanece sem reação, aceitando tudo como se fosse normal na família.

No terceiro dia, Morticia chega e revela que ela mesma ofereceu a filha em troca de desconto na obra. Confirma se ele gostou de usar todos os buracos da novinha e considera o acordo concluído, mas o pedreiro oferece um desconto ainda maior para foder a buceta e o cu dela também. No final, ele coloca mãe e filha lado a lado, fode o cu e a buceta das duas alternadamente e goza enchendo os dois cuzinhos enquanto elas se beijam.

Porno Cosplay – Gótica Wandinha Addams Hentai – Pedreiro Engravidou Gótica filha novinha do Dono da Obra

 


Pedreiro Estoura a Bucetinha Apertada da Gótica de 18 Anos e Enche Ela de Porra Enquanto a Mãe Está Fora

**Capítulo 1**

A casa estava silenciosa daquele jeito pesado que só acontece quando a mãe sai cedo e não volta antes do final da tarde. Wandinha estava sentada na poltrona da sala, pernas cruzadas, um livro aberto no colo que ela não lia de verdade. O vestido preto curto, de tecido pesado, caía sobre as coxas pálidas. Os cabelos pretos e lisos cobriam parte do rosto. Os olhos escuros, quase sem expressão, fixavam a página sem realmente enxergar as palavras.

Do lado de fora, o barulho de ferramentas e o arrastar de uma escada anunciavam que o pedreiro ainda estava ali. Ele tinha chegado cedo, como sempre. Homem alto, ombros largos, braços grossos de quem carrega cimento o dia inteiro. A camisa xadrez aberta no peito, suada, suja de pó branco. O nome dele era Carlos, mas ela nunca tinha se dado ao trabalho de usar.

Ele entrou pela porta da cozinha sem bater, como já fazia há semanas. Wandinha levantou os olhos devagar, sem surpresa.

— Sua mãe saiu cedo hoje — disse ele, a voz rouca, baixa. — Ficou só nós dois de novo.

Ela fechou o livro com cuidado, deixando o marcador no mesmo lugar.

— Sim.

Carlos se aproximou, limpando as mãos sujas de cimento na calça. O olhar dele descia pelo pescoço dela, pela clavícula exposta, pelo decote discreto do vestido. Wandinha não se mexeu. Não desviou o olhar. Apenas observou, fria, como se estivesse catalogando a presença dele no ambiente.

— Tá quieta hoje — comentou ele, parando perto da poltrona. — Sempre quieta, né? Mas eu gosto. Mulher que fala demais cansa.

Ela não respondeu. Apenas inclinou a cabeça levemente, como se concordasse por educação.

Carlos se agachou na frente dela. O cheiro de suor, cimento e homem forte preencheu o espaço entre os dois. Ele pousou uma mão calejada no braço do sofá, bem perto da coxa dela.

— Sabe o que eu fico pensando quando tô trabalhando lá fora? — perguntou, a voz ainda mais baixa. — Fico pensando nessa sua carinha séria. Nessa boca fechada. Será que ela abre quando precisa?

Wandinha piscou uma vez, lenta.

— Depende do que precisa.

Ele sorriu de canto. Os dentes amarelados pelo cigarro apareceram.

— Isso. Exato. Você é esperta, mesmo quieta. Eu gosto disso. Gosto de mulher que não faz drama. Que entende as coisas.

A mão dele deslizou da poltrona para a parte de cima da coxa dela. Os dedos sujos de cimento contrastavam com a pele clara. Wandinha olhou para a mão, depois para o rosto dele. Não tirou. Não se afastou. Apenas ficou quieta, respirando pelo nariz, o peito subindo e descendo de forma quase imperceptível.

— Sua mãe nunca falou de certas coisas, né? — continuou Carlos, a voz quase um sussurro. — De como homem precisa. De como às vezes a gente usa o que tem em casa quando a mulher não tá perto. Na minha família era assim. Todo mundo entendia. Não era pecado. Era… normal.

Ela inclinou a cabeça de novo, como se estivesse considerando a informação.

— Normal — repetiu, a voz monótona.

— É. Normal. E você é de família também. Deve entender.

A mão dele apertou levemente a coxa dela, subindo um pouco mais a barra do vestido. Os dedos encontraram a pele nua. Wandinha não se mexeu. Os olhos continuavam fixos no dele, frios, curiosos de um jeito distante.

Carlos se levantou um pouco, ajoelhando agora entre as pernas dela. Com as duas mãos, abriu devagar as coxas dela. O vestido subiu. A calcinha preta simples apareceu. Ele passou o polegar por cima do tecido, sentindo o calor.

— Olha só… já tá quentinha. Mesmo quieta. O corpo responde, né? Não precisa falar.

Wandinha olhou para baixo, observando a mão grande e suja sobre a calcinha. Depois voltou a olhar para ele.

— O corpo responde — confirmou, sem emoção.

Ele puxou a calcinha para o lado. A buceta dela apareceu, pequena, rosada, os lábios fechados. Carlos passou o dedo no meio, sentindo a umidade que já começava a aparecer. Wandinha piscou de novo, mas não fechou as pernas.

— Isso… deixa eu ver direito.

Ele abaixou a cabeça e cheirou. Depois passou a língua devagar, de baixo para cima, abrindo os lábios com a ponta. O gosto dela era limpo, quase sem cheiro. Wandinha soltou o ar pelo nariz, o corpo ainda rígido, mas sem resistência.

Carlos lambeu de novo, mais fundo, enfiando a língua entre os lábios e chupando o clitóris com cuidado. A mão livre dele abriu mais as coxas dela. Ela deixou. Os dedos pálidos dela apertaram levemente o tecido da poltrona, mas o rosto continuava o mesmo: frio, fechado, apenas observando.

— Você gosta — murmurou ele contra a buceta dela. — Não precisa falar. Eu vejo. A bucetinha já tá molhadinha.

Ele chupou com mais vontade, fazendo barulho molhado. Dois dedos entraram devagar, apertados. Wandinha respirou um pouco mais fundo, mas não gemeu. Apenas ficou ali, pernas abertas, deixando ele fazer.

Carlos se levantou, desabotoando a calça. O pau grosso e veiado saltou para fora, já duro, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ele se aproximou, segurando o pau na base e passando a glande nos lábios da buceta dela, espalhando o líquido.

— Vou colocar. Devagar. Você deixa, né? Como é normal.

Wandinha olhou para o pau, depois para o rosto dele.

— Sim.

Ele empurrou. A cabeça abriu os lábios e entrou com dificuldade. A buceta dela era estreita, quente, apertando o pau como se quisesse empurrar para fora. Carlos soltou um gemido baixo, os olhos semicerrados.

— Porra… que aperta. Parece que nunca foi usada direito.

Ele empurrou mais, centímetro por centímetro, até metade. Wandinha respirou pela boca agora, o peito subindo mais rápido. Os olhos dela ainda estavam abertos, fixos no teto, como se estivesse apenas suportando algo que fazia parte do dia.

Carlos agarrou as coxas dela e puxou o corpo para a beira da poltrona. Enterrou o resto do pau de uma vez. O gemido saiu dele, grosso. Dentro dela, o pau latejava, sentindo as paredes se contraírem ao redor.

— Fica quieta mesmo — disse ele, começando a meter. — Eu gosto assim. Mulher que não grita. Que só aceita.

As estocadas eram profundas, lentas no começo. O pau saía quase todo e entrava de novo, abrindo a buceta apertada. O barulho molhado começou a preencher a sala. A cada investida, a poltrona rangia. Wandinha mantinha as mãos ao lado do corpo, os dedos ocasionalmente se contraindo. O rosto continuava sério, mas as bochechas tinham um leve tom rosado. Os lábios se abriam um pouco quando ele enfiava até o fundo.

Carlos acelerou. As mãos grandes seguravam a cintura dela, os dedos marcando a pele clara. O pau entrava e saía com força, o saco batendo contra a bunda dela. Suor escorria da testa dele e caía no vestido preto.

— Olha pra mim — ordenou.

Ela obedeceu. Os olhos escuros encontraram os dele. Sem medo. Sem prazer exagerado. Apenas aceitação.

— Isso. Fica me olhando enquanto eu fodo essa bucetinha. Você é da família. Tem que aprender a receber.

Ele meteu mais forte. O pau sumia inteiro a cada estocada. A buceta dela fazia um barulho molhado e molhado, já completamente lubrificada. Carlos inclinava o corpo, segurando o queixo dela com uma mão suja de cimento.

— Abre a boca.

Wandinha abriu. Ele cuspiu dentro. Ela engoliu sem reação. Ele cuspiu de novo e beijou a boca dela com força, a língua invadindo. O beijo era sujo, cheio de saliva e do gosto da buceta dela. Wandinha correspondia minimamente, a língua quieta, deixando ele dominar.

Carlos se afastou, puxou o pau quase todo para fora e enfiu de uma vez, bem fundo. Wandinha soltou um som baixo, quase um suspiro. As pernas dela tremiam levemente.

— Vou gozar dentro — avisou ele, a voz rouca. — Como tem que ser. Encher essa buceta de porra. Você aceita, né?

— Aceito — respondeu ela, a voz quase inaudível.

Ele meteu com força agora, sem ritmo, só precisando. As estocadas eram profundas, o pau latejando. Carlos grunhiu, o corpo tensionado. De repente, enterrou até o fundo e gozou. Jatos quentes e grossos batendo no fundo da buceta dela. Ele empurrou mais, como se quisesse colocar tudo o mais fundo possível. A porra saía em espasmos, enchendo o canal apertado até começar a vazar pelas bordas, escorrendo pela bunda dela e manchando a poltrona.

Carlos ficou parado, respirando pesado, o pau ainda dentro, latejando. Wandinha olhava para o teto, o peito subindo e descendo um pouco mais rápido do que o normal. A expressão dela não tinha mudado muito. Apenas um leve brilho nos olhos, como se tivesse processado a informação de que aquilo era, de fato, normal.

Ele puxou o pau devagar. Um fio de porra escorreu junto, grosso, branco, caindo sobre a calcinha que ainda estava puxada para o lado. Carlos passou o dedo na mistura de porra e lubrificação e levou até a boca dela.

— Chupa.

Wandinha abriu a boca e chupou o dedo, limpando sem hesitar. O gosto era salgado e amargo. Ela engoliu.

Carlos guardou o pau na calça, ainda semi-duro, e passou a mão no cabelo suado.

— Boa menina. Quietinha. Do jeito que tem que ser.

Ele se afastou, caminhando em direção à cozinha para beber água. Wandinha ficou sentada, pernas ainda abertas, a porra escorrendo devagar pela coxa. Com movimentos lentos e precisos, ela puxou a calcinha de volta no lugar, ajeitou o vestido e pegou o livro de novo. Abriu na mesma página. Os olhos voltaram para as palavras que ela não lia.

Do lado de fora, o som de ferramentas voltou. Carlos tinha retomado o trabalho como se nada tivesse acontecido.

Wandinha virou a página.

A casa continuava silenciosa.

No Dia Seguinte o Tarado Abre o Cuzinho Virgem da Wandinha Quietinha e Goza Fundo no Cu Dela Depois de Fazer Ela Chupar

**Capítulo 2**

No dia seguinte a casa voltou a ficar vazia no mesmo horário. A mãe saíra cedo, deixando apenas um bilhete curto na geladeira sobre o horário de volta. Wandinha estava de novo na poltrona da sala, o mesmo vestido preto de tecido pesado, as pernas cruzadas, um livro diferente aberto no colo. Os cabelos pretos caíam retos sobre os ombros. O rosto permanecia o mesmo: frio, fechado, quase sem expressão.

Carlos entrou pela porta dos fundos sem anunciar. Trazia o cheiro de cimento fresco e suor já acumulado da manhã. Parou na entrada da sala, observando-a por alguns segundos antes de falar.

— Sua mãe foi embora de novo — disse, a voz baixa e rouca. — Ficamos só nós.

Wandinha levantou os olhos devagar, sem surpresa.

— Sim.

Ele se aproximou com passos pesados. Desta vez não se agachou de imediato. Ficou de pé na frente dela, olhando de cima, as mãos sujas de pó branco apoiadas na cintura.

— Ontem eu gozei dentro da sua buceta — falou de forma direta, como quem comenta o tempo. — Hoje eu quero outra coisa. Quero o cuzinho. Só o cuzinho. E quero que você chupe antes.

Wandinha fechou o livro com o mesmo cuidado de sempre, colocando o marcador no lugar.

— Tudo bem.

Carlos sorriu de canto, os olhos escuros brilhando de tesão puro. Ele desceu o zíper da calça sem pressa e tirou o pau já semi-duro. A cabeça vermelha apareceu, grossa, veias saltadas. Segurou pela base e aproximou da boca dela.

— Abre.

Ela abriu a boca sem hesitar. Carlos empurrou a glande para dentro, sentindo os lábios frios e macios se fecharem ao redor. Wandinha ficou parada, os olhos abertos, olhando para a barriga dele enquanto ele começava a meter devagar na boca. O pau foi entrando, centímetro por centímetro, até a cabeça tocar o fundo da garganta. Ela não engasgou de forma exagerada. Apenas respirou pelo nariz e deixou.

— Isso… quietinha do jeito que eu gosto — murmurou ele, segurando o cabelo preto dela com uma mão suja. — Chupa direito. Usa a língua.

Wandinha moveu a língua em círculos lentos ao redor da glande, depois chupou com mais pressão quando ele puxou para trás. Carlos gemeu baixo, o peito subindo. Começou a foder a boca dela com estocadas mais firmes, o pau sumindo quase inteiro a cada vez. Saliva escorria pelo queixo dela, pingando no decote do vestido. Ela não fechava os olhos. Continuava olhando para cima, a expressão ainda fria, apenas um leve brilho de concentração.

Ele tirou o pau da boca, um fio de saliva ligando a glande aos lábios dela. Passou a cabeça molhada pelo rosto pálido, sujando a bochecha e o queixo.

— Agora vira. De quatro no chão. Levanta o vestido.

Wandinha se levantou da poltrona sem pressa, ajoelhou no tapete e se colocou de quatro. O vestido foi puxado até a cintura por ele. A calcinha preta foi descida até as coxas. A bunda clara e firme apareceu, o cuzinho fechado e rosado entre as nádegas. Carlos ajoelhou atrás dela, separou as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no meio. O saliva escorreu pelo buraco pequeno.

— Vou abrir devagar — avisou, passando o polegar no cuzinho, pressionando até a ponta entrar. — Você deixa. É normal.

Wandinha não respondeu. Apenas manteve a posição, a cabeça baixa, os cabelos cobrindo o rosto. Carlos enfiou o dedo inteiro, sentindo a abertura apertada se fechar ao redor. Mexeu o dedo em círculos, depois acrescentou o segundo. Wandinha respirou um pouco mais fundo, mas o corpo não tremeu. Continuou imóvel.

Ele tirou os dedos, cuspiu de novo e posicionou a glande no cuzinho. Empurrou com paciência. A cabeça abriu o anel muscular com dificuldade. Wandinha soltou o ar pela boca, um som quase inaudível. Carlos segurou a cintura dela e foi entrando, centímetro por centímetro, sentindo o cuzinho apertar o pau como um anel quente e teimoso.

— Porra… que aperto do caralho — grunhiu ele. — Mais apertado que a buceta.

Quando o pau estava metade dentro, ele parou, deixando ela se acostumar. Depois empurrou o resto de uma vez. O saco bateu contra a buceta dela. Wandinha fechou os olhos por um segundo, depois os abriu de novo, o rosto ainda voltado para o chão. Carlos começou a meter. Estocadas longas e profundas, o pau saindo quase todo e entrando até o fundo. O cuzinho fazia um barulho molhado a cada investida, a saliva e o pré-gozo lubrificando o caminho.

Ele segurou os cabelos pretos dela com uma mão e puxou a cabeça para trás, forçando-a a arquear as costas. Com a outra mão, deu um tapa firme na nádega clara, deixando a marca vermelha.

— Fica quieta. Só recebe.

Wandinha obedeceu. O corpo balançava com as estocadas, os seios pequenos se movendo dentro do vestido. Carlos acelerou. O pau entrava e saía com força, o cuzinho se abrindo e fechando ao redor da grossura. Suor escorria da testa dele e caía nas costas pálidas dela. O cheiro de sexo e cimento misturava no ar.

Ele tirou o pau de repente, o cuzinho ficando momentaneamente aberto e rosado. Virou o corpo dela com facilidade, deitando-a de costas no tapete. Levantou as pernas dela, dobrando os joelhos contra o peito, e enfiou o pau de novo no cuzinho de uma só vez. Nessa posição o ângulo era mais fundo. Carlos meteu com vontade, o peito dele quase tocando as coxas dela. Wandinha olhava para o teto, os olhos abertos, a respiração um pouco mais acelerada, mas o rosto ainda fechado.

— Chupa os dedos — ordenou, enfiando dois dedos sujos de cimento na boca dela.

Ela chupou, a língua limpando o gosto de terra e suor. Carlos gemeu alto, o pau latejando dentro do cuzinho. Tirou os dedos da boca e passou a mão molhada no clitóris dela, esfregando em círculos enquanto continuava fodendo o cu.

— Vou gozar dentro do seu cuzinho. Encher ele de porra. Você aceita.

— Aceito — respondeu ela, a voz baixa e monótona.

Carlos meteu mais forte, as estocadas perdendo o ritmo. O pau engrossou, latejou, e ele enterrou até o fundo. Jatos quentes e grossos batendo nas paredes internas do cuzinho. Ele empurrou mais, como se quisesse colocar tudo o mais fundo possível. A porra saía em espasmos, enchendo o canal apertado até começar a vazar pelas bordas, escorrendo pela bunda e pingando no tapete.

Ele ficou parado por longos segundos, respirando pesado, o pau ainda dentro, latejando. Depois puxou devagar. Um fio grosso de porra branca acompanhou a saída, caindo sobre o cuzinho aberto e a buceta. Carlos passou o dedo na mistura e levou até a boca dela de novo.

— Limpa.

Wandinha abriu a boca e chupou o dedo, engolindo a porra sem hesitação. O gosto era mais forte, amargo e salgado. Ela engoliu tudo.

Carlos se levantou, guardando o pau ainda sujo na calça. Olhou para ela deitada no chão, pernas abertas, o cuzinho avermelhado e escorrendo.

— Boa menina. Quietinha. Do jeito certo.

Ele caminhou até a cozinha, bebeu água direto da torneira e voltou para a obra do lado de fora. O som de ferramentas recomeçou logo em seguida.

Wandinha permaneceu no chão por mais alguns minutos. Depois se levantou com movimentos lentos e precisos. Puxou a calcinha, ajeitou o vestido, limpou o excesso de porra com um paninho que pegou na mesa e voltou para a poltrona. Abriu o livro na mesma página. Os olhos escuros desceram para as palavras. O rosto continuava o mesmo: frio, fechado, sem expressão.

A casa voltou ao silêncio habitual. Do lado de fora, Carlos trabalhava como se o dia fosse igual a qualquer outro.

Morticia Oferece a Filha em Troca de Desconto e Acaba Levando Pau Grosso na Buceta e no Cu do Mesmo Pedreiro Que Fodeu a Novinha

**Capítulo 3**

A mãe chegou no final da tarde, exatamente no horário em que o sol já começava a descer por trás das árvores do quintal. Morticia Addams entrou pela porta da frente com a mesma elegância de sempre: vestido longo e preto que arrastava levemente no chão, cabelos negros presos em um coque baixo, pele pálida e expressão serena. Os olhos escuros varriam a sala com calma antes de se fixarem em Carlos, que estava guardando as ferramentas no canto da cozinha.

Wandinha estava sentada na poltrona, o livro aberto no colo, como se nada tivesse acontecido nos dois dias anteriores. Não levantou os olhos quando a mãe passou por ela. Apenas virou a página.

Morticia parou na frente de Carlos. A diferença de altura entre os dois era evidente, mas a postura dela fazia com que ele parecesse menor.

— Precisamos conversar — disse ela, a voz baixa, melodiosa e sem pressa. — Sobre o desconto na obra.

Carlos limpou as mãos na calça, o olhar descendo automaticamente pelo corpo dela. O decote profundo do vestido revelava a curva dos seios firmes. A cintura fina. O tecido grudado nos quadris.

— Pode falar.

Morticia deu um passo à frente, fechando a distância. O perfume dela era escuro, quase adocicado, misturado com algo metálico.

— Eu ofereci a minha filha. Em troca de um desconto generoso no restante do serviço. Você aceitou. Usou ela. Ontem e hoje. Em todos os buracos, pelo que pude perceber pelo cheiro que ainda está na sala.

Carlos não negou. Apenas segurou o olhar dela.

— Usei.

— Foi bom? — perguntou Morticia, a cabeça inclinada levemente. — Foder a buceta apertada da minha filha? Encher o cuzinho dela de porra? Fazer ela chupar até a garganta? Foi satisfatório?

Ele passou a língua pelos dentes, o pau já começando a reagir só de ouvir as palavras ditas com tanta naturalidade.

— Foi. Apertada pra caralho. Quietinha. Não reclamou de nada. Aceitou tudo do jeito que eu quis.

Morticia assentiu lentamente, como se estivesse confirmando uma informação esperada.

— Então o acordo está concluído. O desconto fica mantido. Você termina a obra pelo valor combinado.

Carlos deu um passo à frente, a voz mais baixa, o olhar direto no dela.

— O acordo com a sua filha está concluído. Mas eu posso fazer um desconto ainda maior. Bem maior. Em troca de outra coisa.

Morticia arqueou uma sobrancelha, o canto da boca se curvando num sorriso quase imperceptível.

— Diga.

— Quero foder você agora. A buceta e o cu. Do mesmo jeito que fiz com ela. Se você deixar, eu baixo o preço de novo. Bastante.

O silêncio que se seguiu durou alguns segundos. Wandinha, na poltrona, virou mais uma página do livro, sem levantar os olhos. Morticia manteve o olhar fixo no de Carlos.

— Você é guloso — comentou ela, a voz ainda calma. — Mas aceito. Desconto maior. E você usa o que quiser.

Carlos não esperou mais. Segurou o queixo dela com a mão suja de cimento e beijou a boca com força. A língua invadiu, grossa e exigente. Morticia correspondeu com elegância, a língua dela se movendo de forma controlada, como se estivesse apenas permitindo. Ele empurrou o corpo dela contra a parede da cozinha, as mãos descendo pelo tecido preto até agarrar a bunda firme.

— Tira o vestido — ordenou.

Morticia deslizou o zíper lateral com movimentos precisos. O tecido caiu no chão, revelando o corpo pálido e esguio. Sem sutiã. Os seios firmes, mamilos escuros e endurecidos. A calcinha preta fina, já com um leve tom de umidade no meio. Carlos puxou a calcinha para baixo e ajoelhou na frente dela. Separou as coxas com as mãos e enterrou o rosto na buceta. A língua passou de baixo para cima, abrindo os lábios, chupando o clitóris com pressão. Morticia apoiou uma mão na cabeça dele, os dedos longos se enfiando no cabelo suado, mas não puxou. Apenas segurou.

— Mais fundo — murmurou ela.

Carlos obedeceu. Enfiou a língua dentro, chupando o líquido que já começava a escorrer. Dois dedos entraram em seguida, curvados, procurando o ponto certo. Morticia soltou o ar pelo nariz, o corpo ainda ereto, a expressão serena mesmo com a buceta sendo devorada.

Ele se levantou, desceu a calça e tirou o pau duro. A cabeça vermelha brilhava de pré-gozo. Segurou uma das coxas dela e levantou, encaixando a glande na entrada. Empurrou. A buceta de Morticia era quente e molhada, mas ainda apertada o suficiente para fazer ele gemer. O pau sumiu até a metade, depois o resto. Carlos meteu com força, a parede batendo levemente a cada estocada. O barulho molhado preencheu a cozinha. Wandinha, na sala, virou mais uma página.

Carlos agarrou os seios dela, apertando os mamilos entre os dedos enquanto fodia. A boca desceu para chupar um deles, os dentes roçando a pele pálida. Morticia manteve a cabeça erguida, os olhos semicerrados, a respiração controlada.

— Vira — ordenou ele.

Ela se virou de frente para a parede, as mãos apoiadas na superfície fria. Carlos abaixou um pouco, separou as nádegas e cuspiu no cuzinho. O polegar pressionou até entrar. Depois o dedo indicador. Morticia respirou mais fundo, mas não se mexeu. Ele tirou os dedos, posicionou a glande e empurrou. O cuzinho abriu devagar, resistindo no começo. Carlos segurou a cintura dela e foi entrando, centímetro por centímetro, até o pau desaparecer por completo.

— Porra… — grunhiu ele. — Mais apertado que o da sua filha.

Começou a meter. Estocadas longas e profundas no cu dela. A cada investida o saco batia contra a buceta molhada. Morticia arqueava as costas levemente, o rosto ainda voltado para a parede, a expressão serena mesmo com o pau grosso abrindo o cuzinho. Carlos puxou o cabelo dela, forçando a cabeça para trás, e beijou o pescoço pálido enquanto fodia com mais força.

Ele tirou o pau do cu e enfiu de novo na buceta, alternando os buracos sem pressa. Uma estocada na buceta, duas no cu, depois de novo na buceta. O líquido misturava, escorrendo pelas coxas dela. Morticia soltou um gemido baixo, o primeiro som mais alto que havia feito. Carlos acelerou no cuzinho, as mãos apertando a bunda com força, os dedos marcando a pele.

— Vou gozar no seu cu — avisou. — Encher ele do mesmo jeito que fiz com a sua filha.

Morticia apenas assentiu, a voz ainda controlada.

— Faça.

Carlos meteu até o fundo e gozou. Jatos quentes e grossos batendo nas paredes internas. Ele empurrou mais, o corpo tensionado, o pau latejando enquanto despejava tudo. A porra começou a vazar imediatamente, escorrendo pelo cuzinho aberto e pingando no chão. Ele puxou o pau devagar, observando o buraco se contrair e soltar mais líquido branco.

Sem dar tempo para ela se recuperar, Carlos a virou de novo e empurrou o pau sujo de porra e saliva na boca dela.

— Limpa.

Morticia abriu a boca e chupou, a língua limpando a glande e o tronco com movimentos elegantes e precisos. Engoliu o que restava sem hesitar. Carlos segurou a cabeça dela e meteu mais fundo na garganta, sentindo a abertura. Morticia não engasgou. Apenas deixou.

Quando ele finalmente tirou o pau, a boca dela estava vermelha e brilhante. Carlos guardou o membro na calça, ainda semi-duro, e passou a mão no cabelo suado.

— O desconto maior está garantido — disse ele. — Termino a obra pelo valor novo.

Morticia se abaixou, pegou o vestido do chão e o vestiu com a mesma calma de sempre. Ajeitou o coque, passou a mão pelo pescoço e olhou para a filha, que ainda lia na poltrona.

— Wandinha. Vá tomar banho. O cheiro de porra está forte demais.

A filha fechou o livro, se levantou e saiu da sala sem dizer uma palavra. Morticia voltou o olhar para Carlos.

— Você pode voltar amanhã. E no dia seguinte. O acordo agora inclui as duas. Pelo desconto que você ofereceu.

Carlos sorriu de canto, os olhos escuros brilhando.

— Então está fechado.

Ele pegou a caixa de ferramentas e saiu pela porta dos fundos. Morticia ficou parada na cozinha por alguns segundos, o cuzinho ainda latejando e escorrendo. Depois caminhou até a sala, sentou-se na poltrona que a filha havia ocupado e cruzou as pernas. O vestido preto cobriu as coxas. O rosto voltou à expressão serena e distante de sempre.

Do lado de fora, o som das ferramentas recomeçou, mais baixo desta vez. A casa, mais uma vez, ficou em silêncio.

Pedreiro Fode Mãe e Filha Lado a Lado no Cu e na Buceta ao Mesmo Tempo e Goza Enchendo os Dois Cuzinhos Enquanto Elas Se Beijam

**Capítulo Final**

A casa estava silenciosa quando Carlos entrou pela porta dos fundos no final da tarde. A obra já estava quase terminada. O cheiro de cimento fresco ainda pairava no ar, misturado ao perfume escuro que Morticia sempre deixava para trás. Ele encontrou as duas na sala.

Morticia estava sentada na poltrona alta, pernas cruzadas, o vestido preto longo aberto na lateral até a coxa. Wandinha ocupava o sofá em frente, o mesmo vestido curto de sempre, o livro fechado ao lado do corpo. Nenhuma das duas levantou a voz quando ele apareceu. Apenas o olhar de Morticia se ergueu, calmo, quase expectante.

— Hoje o desconto final — disse Carlos, a voz rouca, já desabotoando a camisa suada. — As duas juntas. Lado a lado. Eu fodo o que eu quiser nas duas. E vocês se beijam enquanto eu gozo.

Morticia inclinou a cabeça levemente.

— Como combinado.

Wandinha apenas se levantou. Sem pressa. Sem expressão. O rosto frio e fechado de sempre.

Carlos apontou para o tapete grosso no centro da sala.

— De quatro. As duas. Uma do lado da outra. Bundas para cima.

Morticia deslizou o vestido pelos ombros e o deixou cair. O corpo pálido e esguio apareceu por completo: seios firmes, cintura estreita, a buceta já levemente úmida entre as coxas. Wandinha tirou o vestido curto e a calcinha com o mesmo movimento mecânico. A pele dela era ainda mais clara, os seios pequenos, a buceta rosada e fechada, o cuzinho apertado entre as nádegas firmes.

As duas se ajoelharam no tapete, lado a lado. Os quadris alinhados. As costas arqueadas. Morticia à esquerda, Wandinha à direita. Carlos ficou de joelhos atrás delas, o pau já duro e grosso saltando da calça. Ele passou a mão suja de cimento primeiro na bunda de Morticia, depois na de Wandinha, apertando, separando as nádegas, observando os dois cuzinhos e as duas bucetas expostas.

— Vocês vão se beijar quando eu mandar — avisou. — Até lá, só recebem.

Ele cuspiu no cuzinho de Morticia e enfiu dois dedos de uma vez, abrindo. Ela soltou o ar pelo nariz, o corpo ainda elegante mesmo de quatro. Em seguida fez o mesmo com Wandinha, os dedos sumindo no anel apertado da filha. Wandinha não emitiu som. Apenas respirou um pouco mais fundo.

Carlos posicionou a glande na buceta de Morticia primeiro. Empurrou. O pau sumiu até a metade, depois o resto, engolido pela carne quente e molhada. Ele meteu com força, as estocadas profundas fazendo a bunda dela tremer. Ao lado, a mão livre dele abria o cuzinho de Wandinha com o polegar, preparando.

Tirou o pau da buceta de Morticia, escorrendo, e enfiou direto no cuzinho dela. O anel cedeu com resistência. Carlos grunhiu, sentindo o aperto. Metade. Depois tudo. As estocadas no cu de Morticia eram mais lentas no começo, longas, até o fundo. Ela arqueava as costas com elegância, o rosto ainda sereno.

Depois ele saiu e passou para Wandinha. A glande pressionou a buceta da filha e entrou com dificuldade. Apertada como sempre. Carlos segurou a cintura fina dela e enterrou tudo de uma vez. O gemido saiu dele, grosso. Começou a foder a buceta de Wandinha com força, o saco batendo contra a pele clara. Ao lado, os dedos dele continuavam abrindo o cuzinho de Morticia, preparando o próximo movimento.

Ele alternava. Uma estocada fundo na buceta de Wandinha. Depois saía e enfiava no cu de Morticia. Depois de novo na buceta da filha. O líquido misturava. O barulho molhado das duas aberturas sendo usadas preenchia a sala. Carlos cuspia quando precisava de mais lubrificação, o saliva escorrendo pelos cuzinhos e bucetas.

— Agora o cu da novinha — murmurou.

Tirou o pau da buceta de Wandinha e posicionou no cuzinho dela. Empurrou. O anel apertado resistiu, depois cedeu. O pau sumiu centímetro por centímetro até o fundo. Wandinha soltou o ar pela boca, o único som que emitiu. Carlos meteu com vontade, as mãos agarrando os quadris dela, as unhas sujas marcando a pele. Ao lado, ele enfiava três dedos na buceta de Morticia, curvando, enquanto fodia o cu da filha.

O ritmo aumentou. Carlos saía do cu de Wandinha e entrava no de Morticia. Depois voltava. Os dois cuzinhos sendo abertos um após o outro. As duas bundas tremendo. O suor escorria do peito dele e caía nas costas pálidas das duas. O cheiro de sexo, cimento e perfume escuro misturava no ar.

Ele puxou o cabelo de Morticia e o de Wandinha ao mesmo tempo, forçando os rostos delas um em direção ao outro.

— Se beijem. Agora. Língua. Enquanto eu fodo vocês.

Morticia virou o rosto. Wandinha fez o mesmo. Os lábios se encontraram. O beijo começou contido. Depois as línguas se tocaram. Morticia beijava com elegância, a língua controlada. Wandinha correspondia de forma passiva, a boca aberta, deixando a mãe aprofundar. Carlos observava de perto enquanto enfiava o pau até o fundo no cu de Wandinha, depois tirava e enfiava no de Morticia.

O beijo entre mãe e filha ficou mais molhado. Saliva escorria pelo queixo de Wandinha. Morticia segurava o rosto da filha com uma mão, mantendo o contato. Carlos metia com força nos dois cuzinhos, alternando sem parar. O pau saía de um e entrava no outro, coberto de saliva e dos líquidos das duas.

Ele empurrou as duas para frente, fazendo os rostos ficarem ainda mais próximos. O beijo não parou. As línguas se enroscavam enquanto ele fodia. Carlos segurou a base do pau e esfregou a glande no cuzinho de Wandinha, depois no de Morticia, depois enfiu de novo. As estocadas ficaram mais curtas e profundas. O saco batia nas bucetas das duas a cada investida.

— Vou gozar — avisou, a voz rouca, quase ofegante. — Continuem se beijando.

Ele enfiou o pau até o fundo no cu de Wandinha e gozou. O primeiro jato forte e quente. Depois tirou ainda gozando e enfiou no cu de Morticia, despejando o restante lá dentro. Os espasmos continuavam. Ele alternava os últimos jatos entre os dois cuzinhos, enchendo os dois. A porra branca e grossa começou a vazar imediatamente, escorrendo pelas nádegas e pingando no tapete.

Carlos ainda latejava quando puxou o pau. Um fio grosso de porra ligava a glande ao cuzinho de Morticia. Ele passou o membro sujo pela boca das duas, que ainda se beijavam. Morticia abriu um pouco os lábios sem interromper o beijo e chupou a cabeça do pau, limpando. Wandinha fez o mesmo em seguida, a língua passiva limpando o que restava.

Ele se afastou, respirando pesado, o peito suado. Observou as duas ainda de quatro, os cuzinhos abertos e escorrendo, o beijo lento entre elas continuando por mais alguns segundos até Morticia se afastar.

Wandinha voltou a expressão neutra imediatamente. O rosto frio. Os olhos escuros sem brilho especial. Morticia se levantou com elegância, a porra ainda escorrendo pela parte interna da coxa. Pegou o vestido do chão e o vestiu sem pressa.

Carlos guardou o pau na calça. O desconto final estava garantido. A obra seria terminada pelo valor mais baixo que ele já havia aceitado.

— Acabou — disse ele.

Morticia assentiu uma única vez.

— Pode voltar amanhã só para finalizar o que falta. Depois disso, o acordo se encerra.

Wandinha já estava sentada de novo no sofá, o vestido curto no lugar, o livro aberto no colo. Virou a página. O rosto permanecia o mesmo de sempre: fechado, quieto, frio.

Carlos pegou a caixa de ferramentas e saiu pela porta dos fundos. O sol já estava baixo. O cheiro de sexo e cimento ficou para trás, dentro da casa silenciosa.

Do lado de fora, ele acendeu um cigarro. O corpo ainda latejava. O acordo estava concluído. Mãe e filha haviam sido usadas do jeito que ele quis, lado a lado, até o último jato.

A porta se fechou atrás dele. Dentro da casa, Morticia se sentou na poltrona, cruzou as pernas e olhou para a filha por um breve instante. Wandinha não retribuiu o olhar. Apenas continuou lendo.

O silêncio voltou a dominar a sala.